ACEGIS - ONGD
Está nas nossas mãos construir sociedades pacíficas, justas e inclusivas. Defensoras dos direitos humanos, da igualdade de género e que assegurem a proteção duradoura e sustentável do planeta e dos seus recursos naturais.
Dia Internacional da Mulher: As barreiras estruturais que impedem a igualdade
Estatuto da Pessoa Idosa garante prioridade à permanência em casa
Recrutamento para a Direção de Parcerias, Alumni e Empregabilidade – Universidade Católica
Vidas Cortadas, Direitos Violados: A Luta Contra a Mutilação Genital Feminina
Infografia: Os Números da Violência Contra Mulheres e Raparigas em 2025
Campanha da ACEGIS, no âmbito do Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres
“Uma vida sem violência é um direito fundamental inalienável. Devemos unir todos os esforços no sentido de garantir uma vida livre de todas as formas de violência, medo e opressão”.
Dossier Especial: Eliminação da Violência Contra as Mulheres e Raparigas
Direitos das Mulheres: Por que lutamos?
Celebramos as lutas, as conquistas e a resiliência das mulheres em toda a sua diversidade e prestamos homenagem a todas aquelas que desafiaram as normas, romperam estereótipos e criaram os alicerces para construir um mundo onde ser mulher signifique ser livre e autónoma de realizar todo o seu potencial.
Declaração da fundadora da Associação ACEGIS no Dia Internacional das Mulheres
Todos os direitos permanecem frágeis, vulneráveis e incompletos, a menos que todas as mulheres e raparigas os usufruam em igualdade e sem discriminação.
Apesar dos progressos alcançados, persistem barreiras estruturais que limitam a igualdade de género no mercado de trabalho. Tornam-se necessárias políticas e práticas que assegurem oportunidades iguais e ambientes laborais inclusivos e justos.
Os progressos são lentos e dececionantes: o mais recente relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) alerta que, ao ritmo atual, serão necessários dois séculos para alcançar a igualdade de género no trabalho e no emprego.
Todos os direitos permanecem frágeis, vulneráveis e incompletos, a menos que todas as mulheres e raparigas os usufruam em igualdade e sem discriminação.
No dia Internacional das Mulheres prestamos homenagem a todas as feministas, desde as sufragistas até às ativistas de hoje, que continuam a trilhar o caminho da justiça e da igualdade, numa luta incansável pela promoção dos direitos das mulheres.
Em destaque
A democratização global continua a sofrer mais retrocessos, os regimes autoritários continuam a ganhar terreno para as democracias, com menos de metade da população mundial a viver em democracia. Apenas 8% da população mundial vive em “democracias plenas”.
Os progressos são lentos e dececionantes: o mais recente relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) alerta que, ao ritmo atual, serão necessários dois séculos para alcançar a igualdade de género no trabalho e no emprego.
No final de 2024, o número de pessoas que fugiam das perseguições, dos conflitos e da violência em todo o mundo atingiu os 123,2 milhões. Estima-se que, destes, 49 milhões (40%) sejam crianças.
O Sudão enfrenta atualmente uma das crises humanitárias mais graves do século XXI, marcada pela violência extrema, incluindo execuções extrajudiciais, ataques indiscriminados a civis e violência sexual contra mulheres e raparigas, num contexto marcado impunidade generalizada.
Este artigo apresenta uma análise integrada do conflito, adotando uma abordagem multidimensional de um conflito armado de grande intensidade, que resultou na maior crise de deslocamentos forçados do mundo.
Pobreza, Desigualdades e Exclusão Social
Democracia e Direitos Humanos
Como humanidade temos a obrigação de garantir a universalidade da igualdade de direitos e da igualdade de oportunidades enquanto valores fundamentais.
Assuntos Sociais
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A construção de uma sociedade onde a tolerância é respeitada, a união se faz pela diversidade e a paz é construída, só é possível se garantirmos a universalidade dos direitos humanos. Rejeitando o discurso do ódio, da xenofobia e do preconceito. Defendendo o direito universal de viver em igualdade e sem discriminação.