ACEGIS - ONGD
Está nas nossas mãos construir sociedades pacíficas, justas e inclusivas. Defensoras dos direitos humanos, da igualdade de género e que assegurem a proteção duradoura e sustentável do planeta e dos seus recursos naturais.
Infografia: Os Números da Violência Contra Mulheres e Raparigas em 2025
APDI e FDUL promovem XVII Pós-Graduação em Direito Intelectual – 2026
Silêncio Intolerável: Colapso Humanitário no Sudão
Número de pessoas deslocadas à força atinge os 123 milhões de pessoas
Recrutamento nas áreas da Intervenção Social e Consultoria
Campanha da ACEGIS, no âmbito do Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres
“Uma vida sem violência é um direito fundamental inalienável. Devemos unir todos os esforços no sentido de garantir uma vida livre de todas as formas de violência, medo e opressão”.
Dossier Especial: Eliminação da Violência Contra as Mulheres e Raparigas
24 de Novembro, Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres: Aumentar a conscientização sobre todas as formas de violência contra as mulheres e raparigas. Conheça os números que revelam a dimensão e o impacto da violência sobre mulheres e raparigas.
Direitos das Mulheres: Por que lutamos?
Celebramos as lutas, as conquistas e a resiliência das mulheres em toda a sua diversidade e prestamos homenagem a todas aquelas que desafiaram as normas, romperam estereótipos e criaram os alicerces para construir um mundo onde ser mulher signifique ser livre e autónoma de realizar todo o seu potencial.
Declaração da fundadora da Associação ACEGIS no Dia Internacional das Mulheres
Todos os direitos permanecem frágeis, vulneráveis e incompletos, a menos que todas as mulheres e raparigas os usufruam em igualdade e sem discriminação.
Os progressos são lentos e dececionantes: o mais recente relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) alerta que, ao ritmo atual, serão necessários dois séculos para alcançar a igualdade de género no trabalho e no emprego.
Todos os direitos permanecem frágeis, vulneráveis e incompletos, a menos que todas as mulheres e raparigas os usufruam em igualdade e sem discriminação.
No dia Internacional das Mulheres prestamos homenagem a todas as feministas, desde as sufragistas até às ativistas de hoje, que continuam a trilhar o caminho da justiça e da igualdade, numa luta incansável pela promoção dos direitos das mulheres.
Em destaque
A democratização global continua a sofrer mais retrocessos, os regimes autoritários continuam a ganhar terreno para as democracias, com menos de metade da população mundial a viver em democracia. Apenas 8% da população mundial vive em “democracias plenas”.
Os progressos são lentos e dececionantes: o mais recente relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) alerta que, ao ritmo atual, serão necessários dois séculos para alcançar a igualdade de género no trabalho e no emprego.
No final de 2024, o número de pessoas que fugiam das perseguições, dos conflitos e da violência em todo o mundo atingiu os 123,2 milhões. Estima-se que, destes, 49 milhões (40%) sejam crianças.
O Sudão enfrenta atualmente uma das crises humanitárias mais graves do século XXI, marcada pela violência extrema, incluindo execuções extrajudiciais, ataques indiscriminados a civis e violência sexual contra mulheres e raparigas, num contexto marcado impunidade generalizada.
Este artigo apresenta uma análise integrada do conflito, adotando uma abordagem multidimensional de um conflito armado de grande intensidade, que resultou na maior crise de deslocamentos forçados do mundo.
Pobreza, Desigualdades e Exclusão Social
Igualdade de Género
A Europa continua a avançar a passo de caracol neste domínio, registando um crescimento de apenas 0,6 pontos desde a edição do ano passado. Se continuar a este ritmo, vai demorar 65 anos a alcançar a igualdade de género.
Democracia e Direitos Humanos
Como humanidade temos a obrigação de garantir a universalidade da igualdade de direitos e da igualdade de oportunidades enquanto valores fundamentais.
Assuntos Sociais
Últimas Notícias | ACEGIS
A construção de uma sociedade onde a tolerância é respeitada, a união se faz pela diversidade e a paz é construída, só é possível se garantirmos a universalidade dos direitos humanos. Rejeitando o discurso do ódio, da xenofobia e do preconceito. Defendendo o direito universal de viver em igualdade e sem discriminação.