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Instituto Superior Miguel Torga abre concurso estágio profissional em Psicologia

29 Junho, 2018
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Instituto Superior Miguel Torga abre concurso estágio profissional em Psicologia | Candidaturas de 2 a 13 de julho de 2018

Concurso para Estágios Profissionais da Ordem dos Psicólogos Portugueses

O Gabinete de Apoio Psicológico (GAPSI) do Instituto Superior Miguel Torga vem abrir o processo de candidatura para um estágio profissional para a Ordem dos Psicólogos Portugueses. As candidaturas estarão abertas de 2 a 13 de julho de 2018.
A seleção será feita através de avaliação curricular e de entrevista, sendo apenas selecionados para a fase de entrevista os candidatos com formação clínica na área cognitivo-comportamental e com melhor avaliação curricular, de acordo com as funções a desempenhar.
O júri de seleção será composto pelos elementos da Coordenação do GAPSI.
O período de entrevistas decorrerá durante a semana de 10 a 14 de setembro, por forma a que o estágio tenha início ainda durante o mês de setembro.

As candidaturas (que devem contemplar uma carta de apresentação e um CV) deverão ser enviadas via CTT para a seguinte morada:
Instituto Superior Miguel Torga
GAPSI
Largo Cruz de Celas, 1
3000 – 132 Coimbra

 

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Programa de Estágios do Ministério dos Negócios Estrangeiros | PEPAC-MNE

8 Junho, 2018
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Ministério dos Negócios Estrangeiros abriu 85 vagas para os Estágios Profissionais PEPAC

O Ministério dos Negócios Estrangeiros vai promover a III Edição do Programa de Estágios Profissionais na Administração Central do Estado, nos Serviços Periféricos Externos - PEPAC-MNE com a abertura de 85 vagas para jovens licenciados/as.
O Instituto Diplomático vem pela presente comunicação divulgar a nova edição do Programa de Estágios Profissionais na Administração Central do Estado nos serviços periféricos externos do Ministério dos Negócios Estrangeiros – PEPAC-MNE 2018.
A fase de candidaturas decorre de 1 de junho a 15 de junho de 2018 e as candidaturas deverão ser efetuadas através na plataforma online constituída para o efeito.

O subprograma específico de estágios profissionais para os Serviços Periféricos Externos do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) – PEPAC-MNE permite a realização de:
  • Estágios de um ano de duração;
  • Estágios remunerados;
  • Estágios que comportam o pagamento de seguros, viagens, assim como uma bolsa de estágio;
  • São enquadrados por um contrato de estágio a assinar pelos/as selecionados/as através de um concurso.

 

São elegíveis jovens licenciados/as ou detentores de grau académico superior, desempregados, em busca de reconversão profissional ou primeiro emprego e com idade até aos 30 anos nas áreas de formação determinadas pela Portaria n.º 151/2018 de 25 de maio, publicada em Diário da República.
Os/as estagiários/as  beneficiam de uma bolsa de estágio mensal, em função do país no qual o estágio decorre; subsídio de refeição; seguro de acidentes de trabalho; assim como de uma viagem de ida e volta entre Portugal e o local onde se realiza o estágio.
Os estágios têm início previsto para 15 de outubro de 2018 e realizam-se nas principais áreas da política externa portuguesa, em especial, nas áreas da diplomacia económica, da diplomacia política e apoio consular.

Formalização de Candidaturas

As candidaturas são submetidas entre 1 e 15 de junho de 2018, através da plataforma eletrónica disponível em: https://www.bep.gov.pt/pages/PEPAC/MNE/Default.aspx, onde se encontra toda a informação sobre a elegibilidade e condições do Programa.
Qualquer esclarecimento deverá ser remetido através do seguinte endereço de e-mail:  pepac.mne2018@mne.pt

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PEJENE abre mais de 500 vagas para estágios em todo o país

19 Abril, 2018
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PEJENE abre mais de 500 vagas para estágios em todo o país

O PEJENE disponibiliza aos jovens universitários/as, que se encontrem a frequentar o último ou penúltimo ano de qualquer curso superior, uma bolsa de estágios com mais de 500 vagas em mais de 80 áreas de formação. Os estágios realizam-se entre julho e setembro de 2018, sendo atribuído um subsídio de alimentação, transporte e seguro de acidentes pessoais.
Cada estudante pode candidatar-se até 2 vagas de estágio, de acordo com as suas preferências. No entanto, a pré-seleção fica condicionada aos requisitos exigidos pela empresa/entidade de acolhimento.

Programa de Estágios de Jovens Estudantes do Ensino Superior nas Empresas - PEJENE 2018

São mais de 500 as vagas que se encontram por preencher em mais de 80 áreas distintas de formação que vão desde saúde, a tecnologias passando pelo ensino, jornalismo, gestão ou áreas como psicologia, turismo, Sociologia, Engenharia Florestal, entre outros.
Ao abrigo do PEJENE - Programa de Estágios de Jovens Estudantes do Ensino Superior nas Empresas, que cada estudante que se encontre a frequentar o último ou penúltimo ano de qualquer curso superior pode candidatar-se a duas vagas, de acordo com as suas preferências. 
Como explica Francisco Maria Balsemão, Presidente da Fundação da Juventude, «o PEJENE promove uma relação direta entre a Escola e a Empresa/Entidade de acolhimento, através do desenvolvimento de projetos conjuntos de formação em local de trabalho, ainda durante o período de estudo dos jovens. Este é um programa cujo principal objetivo é integrar o estagiário numa entidade de acolhimento, desenvolvendo tarefas específicas de acordo com um Plano de Estágio previamente elaborado de acordo com a área de formação do estagiário. Os estágios decorrem sob a supervisão de um tutor técnico (profissional) experiente da entidade de acolhimento que, no final do mesmo, elaborará um relatório de avaliação final»
Com duração mínima de dois meses e máxima de três meses, os estágios realizam-se entre Julho e Setembro de 2018. As candidaturas devem ser feitas através da plataforma online, recebendo os/as candidatos/as seleccionados/as um subsídio de alimentação e de transporte, além de lhes ser atribuído um seguro de acidentes pessoais.
O PEJENE, que em 2017 teve uma taxa de empregabilidade de 23%, enquadra-se num dos vetores estratégicos de atuação da Fundação da Juventude - Emprego e Empreendedorismo – e constitui um importante fator de enriquecimento curricular assim como aquisição de experiência e conhecimento em contexto laboral. 
Este programa tem vindo a responde, desde 1993, às necessidades dos jovens que se encontram a finalizar o ensino superior, permitindo desempenhar tarefas de caráter profissional, e aumentar os seus conhecimentos em ambiente real de trabalho e não esquecendo as tendências mundiais de desenvolvimento económico.
 Os estágios realizam-se entre julho e setembro de 2018 e pressupõem a atribuição de subsídio de alimentação e de transporte, assim como um seguro de acidentes pessoais.
As vagas, à medida que são preenchidas deixam de estar disponíveis online. No ato da candidatura os/as estudantes devem submeter um comprovativo de como estão a frequentar o último ou penúltimo ano do ensino superior. Caso não entreguem esse mesmo comprovativo, a candidatura não será validada.
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Fundação da Juventude abre programa de estágios para jovens nas empresas

13 Março, 2018
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Fundação da Juventude abre programa de estágios para jovens nas empresas - PEJENE 2018

O PEJENE destina-se a jovens a frequentar o penúltimo e último ano de qualquer curso do ensino superior e está disponível em todas as áreas. As empresas e entidades de acolhimento podem submeter a sua candidatura até 14 de abril.

26ª Edição do Programa de Estágios de Jovens Estudantes do Ensino Superior nas Empresas

O PEJENE foi criado em 1993 com o intuito de integrar jovens que estejam a terminar o ensino superior num contexto de trabalho real, de forma a adquirirem experiência e conhecimento laboral.
Empresas podem submeter a sua candidatura até 14 de abril em www.fjuventude.pt/pejene2018
Programa destina-se a jovens a frequentar o penúltimo e último ano de qualquer curso do ensino superior

A 26ª edição do PEJENE - Programa de Estágios de Jovens Estudantes do Ensino Superior nas Empresas arranca hoje com a primeira fase do programa que, até 14 de abril, se destina a empresas e entidades de acolhimento interessadas em receber estagiários. A segunda fase arranca a 18 abril com a abertura das inscrições para jovens estudantes que pretendam candidatar-se a um dos estágios disponibilizados pelas empresas. 
As candidaturas, que este ano estão disponíveis para todas as áreas de atividade, podem ser efetuadas através da plataforma www.fjuventude.pt/pejene2018 onde, após avaliação dos requisitos das empresas e entidades de acolhimento, a Fundação da Juventude divulga a lista de vagas para estágios, iniciando-se assim as candidaturas para os jovens estudantes. Como explica Carla Mouro, Presidente Executiva da Fundação da Juventude, «em 2017 o PEJENE arrancou dando prioridade a empresas que atuassem nas áreas da Economia Laranja e Economia Verde. Nesta edição de 2018, e tendo em conta o elevado número de pedidos de empresas, a Fundação da Juventude decidiu não estipular critérios de preferência, dando assim oportunidade a todas as empresas de apresentarem a sua candidatura enquanto entidade de acolhimento».
 
O PEJENE enquadra-se num dos vetores estratégicos de atuação da Fundação da Juventude - Emprego e Empreendedorismo – e constitui um importante fator de enriquecimento curricular assim como aquisição de experiência e conhecimento em contexto laboral. Este programa tem vindo a responde, desde 1993, às necessidades dos jovens que se encontram a finalizar o ensino superior, permitindo desempenhar tarefas de caráter profissional, e aumentar os seus conhecimentos em ambiente real de trabalho e não esquecendo as tendências mundiais de desenvolvimento económico.
 
Segundo Carla Mouro, Presidente Executiva da Fundação da Juventude, «na última edição do programa PEJENE a taxa de empregabilidade verificada após a realização do estágio, foi de 23%, tendo-se verificado um crescimento de 4% face ao ano anterior. São resultados que se revelam bastante significativos, tendo em conta a conjuntura atual, em que existe uma grande dificuldade de empregabilidade por parte de jovens diplomados».
As candidaturas ao PEJENE 2018 contam com duas fases.
A primeira fase, para empresas/entidades de acolhimento interessadas em receber estagiários, decorre até 14 de Abril. Já para os estudantes, as candidaturas decorrem a partir de 18 de Abril.
Contactos:
Susana Chaves | Tel. + 351 223 393 530  schaves@fjuventude.pt ou pejene@fjuvetude.pt 
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Santander Totta e Fundação da Juventude apoiam estágios em Startups portuguesas

16 Janeiro, 2018
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Santander Totta e Fundação da Juventude apoiam Startups no recrutamento de jovens estagiários/as

São mais de 30 as oportunidades de estágio em Startups portuguesas, nos mais diversos setores de atividade. As candidaturas ao programa StartUP Santander Jovem estão abertas e só encerram quando as vagas estiverem esgotadas.

Programa de Estágios StartUP Santander Jovem - Oportunidades de estágio em Startups portuguesas

O Programa de Estágios StartUP Santander Jovem visa promover estágios com a duração de 3 meses em StartUPs, a nível nacional, tendo como objetivo integrar recém-diplomados/as no meio empresarial.

Programa StartUP Santander Jovem

 
  •  Jovens até 28 anos podem candidatar-se a uma das 32 vagas existentes

  • Os estágios pressupõem a atribuição de uma bolsa mensal no valor de 550€

Com este Programa, os/s recém-diplomados/as complementam a sua formação, colocando em prática, em ambiente empresarial, os conhecimentos adquiridos ao longo da sua formação académica.

 
São mais de 30 as oportunidades de estágio em Startups portuguesas, nos mais diversos setores de atividade. As candidaturas para o programa StartUP Santander Jovem, lançado em parceria com a Fundação da Juventude, estão abertas e só encerram quando as vagas estiverem esgotadas.
 
Os estágios destinam-se a jovens com idade máxima de 28 anos, diplomados/as (licenciatura, mestrado ou mestrado integrado) há menos de dois anos. Com a duração de três meses, as oportunidades abrangem as mais variadas áreas de formação que vão desde Informática, Programação e TIC até Enfermagem Veterinária, Comunicação ou Secretariado, Marketing e Psicologia.
 
Os estágios StartUP Santander Jovem têm a duração de 3 meses, e para além da experiência proporcionada aos estagiários/as, estes recebem ainda uma bolsa mensal no valor de 550€ e beneficiam de um Seguro de Acidentes Pessoais. Cada estágio decorre sob a supervisão de um orientador a designar pela Startup, o qual deverá acompanhar o desenvolvimento do jovem e o cumprimento do respetivo plano de formação.
 
Segundo Francisco Maria Balsemão, Presidente do Conselho da Administração da Fundação da Juventude, «o programa faz parte de um dos vetores estratégicos da Fundação da Juventude – o Emprego e o Empreendedorismo – através do qual se procura proporcionar aos jovens a oportunidade de complementarem a sua formação académica, promover o acesso ao 1º emprego dos recém-diplomados, ao mesmo tempo que confere às Startups a oportunidade de formarem estagiários com formação superior e com capacidade para responderem aos desafios colocados pela empresa».
 
As Startups agora apuradas para as candidaturas dos estagiários são provenientes dos mais diversos distritos do País, do Porto à Madeira, passando por Aveiro, Braga, Coimbra, Lisboa e Santarém. Desenvolvem atividade em setores tão diversos como Cultura e Artesanato, Enfermagem Veterinária, Marketing, Tecnologias de Informação, Engenharia Informática, Desenvolvimento de Software, E-Commerce, Investigação, Análise de Mercados Internacionais, Design de Comunicação, Química e Comunicação Social, entre muitos outros. 
 
Ainda que o programa seja aberto a todas as Startups, foi dada preferência àquelas que se encontram inseridas numa Incubadora pertencente à Rede Nacional de Incubadoras (RNI), entidade que, juntamente com a StartUP Portugal, apoia este programa. 

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Oikos está a recrutar nas áreas de Sociologia e Agronomia

3 Janeiro, 2018
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A Oikos está a recrutar nas áreas de Sociologia e Agronomia

Candidaturas até 15 de janeiro de 2018

A Oikos procura duas pessoas candidatas a estágios profissionais nas áreas de sociologia e agronomia para assistir à integração de jovens NEET do distrito de Braga nas dinâmicas socioenocómicas locais através do empreendedorismo vinculado aos circuitos curtos agroalimentares.


Condições das vagas:
- Ter até 30 anos; Ser NEET (desempregado/a, não inscrito/a na escola ou universidade nem estar em formação) e residir no distrito de Braga;
- Estar disposto/a a frequentar um curso gratuito de agroempreendedorismo em Braga com início em Janeiro;  Ser elegível para estágio profissional no IEFP de Braga.
 
Especificamente, para Sociólogo/a:
  • Identificar situações de pobreza em agricultores; Reconhecer métodos de produção sustentáveis;
  • Determinar os métodos de escoamento de produções locais; Ter conhecimentos informáticos que permitam o registo online de produtores na plataforma SmartFarmer;
  • Ter boa capacidade de relacionamento com agricultores (população envelhecida); Disponibilidade para trabalhar em meio rural e competitivo.
 
Especificamente, para Agrónomo/a:
  • Saber trabalhar em meio agrícola e/ou rural; Saber identificar situações de pobreza em agricultores;
  • Reconhecer e categorizar métodos de produção sustentáveis; Ter conhecimentos informáticos que permitam registar produtores e consumidores na plataforma SmartFarmer.
  • Boa capacidade de relacionamento com agricultores (população envelhecida).

Candidaturas para teresa.neves@oikos.pt com envio de CV e carta de motivação até 15 de Janeiro.
Oikos apenas contacta os/as candidatos/as que são selecionados/as para entrevista, pelo que pedimos a sua compreensão. 
Candidaturas até dia 15 de Janeiro de 2018.

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StartUP Santander Jovem atribui 50 bolsas de estágio

25 Outubro, 2017
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Startup Santander Jovem – Programa de Estágios

Programa StartUP Santander Jovem atribui 50 bolsas de estágios em startups a estudantes até aos 28 anos.

Os/as candidatos/as devem ter completado uma licenciatura, mestrado ou mestrado integrado há menos de dois anos.
Bolsa mensal no valor de 550€ e Seguro de Acidentes Pessoais.

StartUP Santander Jovem atribui 50 bolsas de estágio

O Banco Santander Totta e a Fundação da Juventude vão atribuir 50 bolsas de estágio através do Programa StartUP Santander Jovem.
Com este Programa, os recém-diplomados complementam a sua formação, colocando em prática, em ambiente empresarial, os conhecimentos adquiridos ao longo da sua formação académica.
Este programa inovador destina-se a jovens diplomados há menos de 2 anos, de cursos com grau de licenciatura, mestrado ou mestrado integrado, com idade máxima de 28 anos.
Para além do estágio, os/as candidatos recebem uma bolsa mensal de 550€ e estão coberto/as por um Seguro de Acidentes Pessoais.
Os estágios têm a duração de 3 meses e decorrem em startups, a nível nacional. Para além do estágio, os/a candidatos/as recebem uma bolsa mensal no valor de 550€ e beneficiam de um Seguro de Acidentes Pessoais.
As entidades de acolhimento são obrigatoriamente Startups que estejam dispostas a acolher estagiários pelo período de 3 meses e assumir o papel de entidade acolhedora de estágio As Startups devem preferencialmente estar inseridas numa Incubadora pertencente à Rede Nacional de Incubadoras (RNI).
Os objetivos destes programas de estágios são:
Facilitar e complementar a formação académica dos recém-diplomados possibilitando a sua permanência e continuidade em empresas de referência;
Facilitar o acesso ao 1º emprego dos recém-diplomados;
Permitir às Startups, com capacidade e solidez de conhecerem e formarem estagiários com formação superior durante o período de 3 meses, podendo vir a contratar diplomados já com experiência na sua área de atividade.
Podem candidatar-se diplomados/as há menos de 2 anos, de cursos com grau de licenciatura, mestrado ou mestrado integrado, com idade máxima de 28 anos.
A iniciativa está aberta a todas as startups no país mas o programa dá prioridade a entidades pertencentes a uma incubadora da Rede Nacional de Incubadoras.

 

Candidaturas

 
As candidaturas aos estágios decorrem por via eletrónica através da seguinte plataforma: ms.fjuventude.pt/startupjovem/.
A partir de 29 de novembro de 2017 os/as recém-diplomados/as podem-se candidatar às vagas existentes.
As candidaturas só terminam quando se concretizarem 50 estágios. As vagas para estágio são atualizadas diariamente. 

 


 

Formulário de Inscrição (Empresas)

Contactos

Para mais informações ou esclarecimento de dúvidas relacionadas com o Prémio, poderão contactar-nos através do e-mail candidaturas@pvu.pt ou do telefone 913 604 515 (dias úteis, das 9h às 13h e das 14h às 18h). 

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Informação e atualidade no âmbito da Economia Social e Solidária.

 

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Estágios na Comissão Europeia: candidaturas até 31 de agosto

24 Agosto, 2017
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Estágios na Comissão Europeia: candidaturas até 31 de agosto

A Comissão Europeia convida à apresentação de candidaturas para realização de estágios remunerados, com a duração de cinco meses, a realizar de março a julho de 2018. Existem cerca de 1.300 lugares disponíveis anualmente.
Candidaturas até 31 de agosto de 2017.

Traineeships in the European Commission: deadline 31 August 2017
A paid traineeship of 5 months with the European Commission, starting on either 1st March or 1st October. A monthly grant of approximately €1,120.

A Comissão Europeia tem cerca de 1.300 vagas para estágios remunerados. Remuneração mensal de 1.120 €.
A Comissão Europeia está, neste momento, a aceitar candidaturas para a realização de estágios remunerados com uma bolsa mensal de 1120 euros. Os/as interessados/as devem candidatar-se até 31 de agosto, sendo que a data de início dos estágios será em março de 2017.
A instituição europeia possibilita, com este programa, estágios remunerados de cinco meses – ou seja, de março de 2017 a julho de 2017 -, a jovens que tenham um curso superior de, pelo menos, três anos de estudos. 
Os/as candidatos/as devem ser nacionais de um dos Estados-Membros da União Europeia ou dos países candidatos que beneficiam de uma estratégia de pré-adesão, devem ter concluído, até à data limite de apresentação das candidaturas, o primeiro ciclo do ensino superior e devem ter bons conhecimentos de pelo menos uma das línguas de trabalho da instituição: francês ou inglês ou alemão.
Para mais informações, clique aqui.

 

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Estágios no Parlamento Europeu: inscrições até 15 de outubro

1 Setembro, 2016
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Estágios no Parlamento Europeu: inscrições abertas até 15 de outubro

Traineeships in the European Parliament

Application period: 15 August – 15 Octobe

Parliament offers several options for traineeships within its Secretariat, to provide opportunities for vocational training and for learning more about what the European Parliament is and does.
Estágios no Parlamento Europeu_ACEGIS
Estagiar no Parlamento Europeu oferece uma oportunidade única de trabalhar num ambiente internacional e multicultural. Se deseja fazer parte integrante da equipa desta instituição, não deixe de se inscrever no programa de estágios antes de 15 de outubro.
Enquanto estagiário, terá um contacto direto com as políticas de uma instituição que nos representa enquanto cidadãos europeus. O Parlamento oferece várias opções de estágio em diferentes locais: Bruxelas, Estrasburgo e outras cidades dos Estados-Membros da UE.
Os estágios abrangem várias áreas de estudo, tais como jornalismo, comunicação, investigação, tradução, entre outras. A duração do estágio varia de acordo com o tipo de opção escolhida. O estágio remunerado Robert Schuman, por exemplo, destinado a jovens licenciados, tem a duração de 5 meses.
Candidaturas
As inscrições para os estágios destinados a licenciados/as decorrerem entre 15 de agosto e 15 de outubro. Se estiver interessado/a, só precisa de preencher o formulário online e submetê-lo até à meia-noite (CET) do dia 15 de outubro de 2016.
Submeta a sua candidatura através do Formulário online.

Mais informações aqui. 

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Candidaturas Estágios INOV Contacto

3 Setembro, 2015
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Estágios INOV ContactoCandidaturas abertas para os Estágios INOV Contacto

As candidaturas para o Programa INOV Contacto – Estágios Internacionais para Jovens Quadros, estão abertas até 11 de setembro de 2015.
O Programa visa apoiar a formação de jovens com qualificação superior em contexto internacional, assim como permitir a transmissão de informação entre os participantes no Programa, através de uma rede informal de conhecimento e de uma crescente rede de contactos internacionais: a networkcontacto.

Esta iniciativa, promovida e gerida pela AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, é apoiada pelo FSE – Fundo Social Europeu através do PO ISE – Programa Operacional Emprego e Inclusão Social, inserida no Plano Nacional de Implementação de uma Garantia Jovem.

O programa de Estágios dirige-se a jovens de todas as formações académicas, embora dê preferência a áreas como a Gestão/Economia, Marketing, Engenharias (Civil, Mecânica, Biologia/Biotecnologia, Industrial) e Tecnologias da Informação/Redes/Telecomunicações (incluindo Matemática Aplicada e Engenharia Informática).
Inclui: – Bolsa de formação mensal de 838,44 euros – Subsídio de alimentação – Alojamento – Seguro – Viagem de ida e volta entre Portugal e o país de destino.
Com duração entre 6 e 9 meses, os estágios encontram-se divididos em três fases:
  1. Curso de práticas internacionais, que pode incluir um período de formação em contexto real de trabalho, designado “Estágio em Portugal”;
  2. Estágio no estrangeiro, possibilitando o contacto e aprofundamento de conhecimento sobre os mercados internacionais;
  3. Seminário de encerramento para balanço do programa.
Para mais informações e candidaturas visite a página INOV Contacto.

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Profissão: estagiário!

13 Abril, 2010
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Servir cafés, tirar fotocópias, fazer de paquete ou separar envelopes foram, em tempos, os maiores receios na vida de um estagiário. Mas se perguntarmos hoje a um dos mais de 30 mil destes “trabalhadores em curso” que existem no país o que mais teme, a resposta será provavelmente outra: ser eternamente estagiário.

Para quem já fez de tudo, tirar fotocópias seria simples. Três anos depois do fim do curso de Cinema, o Nuno já passou por um clube de vídeo, uma empresa de aluguer de material de imagem, pequenos trabalhos em publicidade, até chegar à produtora onde está agora num estágio de nove meses como assistente de imagem. “Sempre me dediquei a tudo o que fiz e sei que tenho capacidade para mais. Pergunto-me: ‘O que ando a fazer mal?'”

Saiu do Conservatório em 2008 e até ao último dia de faculdade, confessa, “preferia nem pensar no que estaria para vir”. Enviou dezenas de vezes o currículo, sem obter resposta. Até encontrar um primeiro estágio, “onde me pagariam alguma coisa”. Nunca chegou a começar. A empresa exigiu um protocolo com a universidade para que fosse um estágio não-remunerado. Como Nuno já tinha acabado o curso, foi recusado. Voltou ao zero, mas não parou. “O pior de estar desempregado é ficar em casa. Aí, sim, é horrível. Eu tinha de sair, nem que fosse para falar com alguém.” Arranjou um trabalho num clube de vídeo, enquanto um dos amigos aceitava ser motorista privado. Ao fim de um mês, decidiu agarrar-se a oito meses não-remunerados numa empresa de aluguer de equipamento de imagem. “Limpava, abria, arranjava o material. Tornei-me muito competente.”

Oito meses depois, arrumava o material e partia para outro estágio. Desta vez numa produtora, onde trabalha 12 horas diárias, a 300 euros por mês e com recibos verdes. Se não vivesse com os pais, diz, seria impossível sobreviver. “Se pagasse renda, comia latinhas de feijão o resto do mês.” Recorda os tempos de faculdade, em que ficava sem comer para poder comprar um mp3. “Isso eram coisas que fazia com 19 anos. Acontecer-me agora, aos 23, deixa de ter piada.”

Confessa que gostaria de viver sozinho ou ter um carro, mas empurra esses desejos para um futuro que espera próximo. “Consigo gastar só 150 euros por mês. A minha liberdade custa 22 euros: é o passe da Carris.”

A saga dos advogados

É com uma remuneração menos esticada que vive o Pedro, advogado estagiário. Durante seis meses recebeu 150 euros. “Quando saí da faculdade, a vontade de trabalhar era tanta que me era indiferente.” Está numa sociedade de advogados em Lisboa e a pouco tempo de fazer o exame na Ordem dos Advogados, que poderá pôr fim ao tempo de estagiário. Licenciou-se em Direito, fez Erasmus em Roma e lembra que foi fácil conseguir o estágio. Três anos depois, trabalha entre 10 a 11 horas por dia e ganha 600 euros. Recorda a fase passageira do trabalho administrativo, “inerente ao cargo de advogado estagiário”. Digitalizar documentação ou fazer deslocações na rua são exemplos, “embora nunca tenha chegado a paquete profissional”, confessa, a rir.

Aos 29 anos, diz não viver muito preocupado com a sua posição. “Um dia perguntei à minha mãe se eu iria passar fome caso não saísse disto. Ela disse-me que não. Portanto, estou calmo.” Vive sozinho em Lisboa, mas não paga renda nem tem despesas (pagam os pais). O que ganha chega para os gastos. Mas há uma proibição para qualquer estagiário. “Nunca dividir o que se ganha pelas horas que se trabalha, pois pode ser perigoso.” O perigo é que a conta dê um resultado inferior a um euro. “E a consequência é poder querer ser ‘homem-a-dias’…”

Muito trabalho, pouco dinheiro

É um perigo que a Catarina, aos 22 anos, não corre. Licenciada em Ciências da Comunicação, fez um estágio não-remunerado de um mês num jornal diário ainda durante o curso. Durante 16 meses respondeu a todos os anúncios para jornalista, sem obter qualquer resposta. Acabou por ser recepcionista e pouco depois optou por trabalhar na Zara. “Era passageiro. Não aguentava estar sem fazer nada.” Conseguia 220 euros por mês, a trabalhar quatro horas diárias.

Em Novembro passado, encontrou um estágio numa revista. Ficou delirante. Durante três meses foi jornalista e trabalhou sem horários, sem gozar fins-de-semana nem feriados, se necessário. Tudo sem nada receber. Sabia, à partida, que tudo acabaria no último dia de estágio. “Conseguia sentir-me bem, mesmo assim.” Ao fim dos três meses, surgiu uma oportunidade. Outro estágio com uma data de saída previamente definida. “Tenho a noção de que estar ali eu ou vir outra pessoa estagiar a seguir é totalmente indiferente.”

Em busca de um lugar

Há milhares de licenciados à procura de emprego, e o estágio é uma esperança. Em Junho de 2009, eram 37.692 os desempregados com formação superior, diz um relatório do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES). Em Dezembro de 2009, o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) registava 22.266 estágios profissionais, excluindo os estágios curriculares a decorrer com base em protocolos com universidades.

Defendendo que um estágio é sempre uma oportunidade, Amândio da Fonseca, presidente da EGOR (empresa de recursos humanos), lembra: “Estágio faz-se uma vez.” “Ao adquirir competências num primeiro estágio, parte-se para um emprego. Não é natural que seja de outra forma.” Um estágio deverá “ser favorável” para a entidade empregadora e para o estagiário. Mas há diferenças de empregabilidade consoante a formação. “A Matemática é a fronteira, é a disciplina que empurra muitos estudantes para outros cursos, que por sua vez vão libertar mais gente para o mercado de trabalho”, explica. “Tudo acontece como consequência do passado escolar.” De acordo com o mesmo relatório do MCTES, dos cerca de 38 mil licenciados sem emprego, 20% eram de Ciências Empresariais, seguidos das Ciências Sociais e do Comportamento (13%), Engenharia e Técnicas (9%), Formação de Professores e Ciências da Educação (8%) e Artes (6%).

As perspectivas são realmente mais positivas para quem está a acabar uma licenciatura em Engenharia Civil, como é o caso da Sofia, 24 anos. “Não temos estágio obrigatório, portanto por vezes começamos logo a trabalhar, e as empresas vêm procurar-nos à faculdade.” Confessa estar “muito perdida” em relação ao que quer fazer. Optou por estagiar seis meses num banco, como experiência de trabalho. Foi “bem remunerado”, apesar das funções distantes da engenharia.

Para um recém-licenciado, há um conselho a dar, segundo Amândio da Fonseca: “Podem tentar uma reconversão para novas profissões, há pequenos cursos que o facilitam.” Foi essa a solução que o Francisco, 25 anos, encontrou, meses depois de se licenciar em Direito. Dois meses de estágio numa sociedade de advogados foram suficientes para perceber que afinal “não queria fazer nada daquilo no futuro”. E esse foi o principal motivo da mudança. Gostava de publicidade, inscreveu-se num curso para copywriter e começou a ir às aulas à noite. Meses depois pedia para acabar o estágio em advocacia.

Conseguiu um primeiro estágio numa agência de publicidade, a ganhar perto de 500 euros. Satisfeito por ter escapado à vida de advogado, saltou para o terceiro estágio numa das maiores agências de publicidade, onde está agora. “É natural que no início da carreira as coisas sejam complicadas. Se saltei de estágio foi porque não sabia o que queria.” Com a possibilidade de ficar na agência, revela que o pior seria voltar ao zero. “Estagiar outra vez seria desmoralizante.”

Percursos diferentes

Mas os percursos podem ser totalmente diferentes. Aos 21 anos, a Ingrid passou de estudante a estagiária no mesmo dia. Horas depois do último exame da licenciatura em Publicidade e Marketing, caminhava para a primeira entrevista de trabalho. “Foi o primeiro currículo que enviei.” Aceite na agência de marketing digital, começou por ganhar 150 euros, aumentados entretanto. “Sei que tive sorte. Só não tive férias desde então”, brinca. Vive em casa dos pais e consegue pôr de parte algum dinheiro. “Se vivesse sozinha não dava.” Depois de chegar a gestora de projecto, confessa que a perspectiva que tem “por enquanto é optimista”.

Já distante do primeiro estágio, a Ivone tem uma opinião diferente. “Deixei de fazer planos a longo prazo. Estabeleço metas de um ano, o tempo de cada estágio.” Terminou o curso em 2007 e lançou-se num estágio num ateliê de arquitectura. Mas depois de ter feito Erasmus, tinha ficado a vontade de voltar a saltar fronteiras. “Estava na hora de sair outra vez. Até porque essa era a única forma de ser remunerada.” Barcelona acolheu-a para o segundo estágio, que valeu pela experiência, mas “nos últimos dois meses não tinha muito para fazer”. Era momento para mais uma decisão. “Olhei para o mapa e tinha duas hipóteses: seguia em frente, para lá de Espanha, ou voltava para trás, para Portugal.” Recuou e começou o terceiro estágio, onde está agora, aos 26 anos, com uma bolsa do programa INOV-Jovem.

Ser do Algarve tem uma agravante: estar fora da casa dos pais, obrigando-a a pagar renda mensalmente. Poupar é uma das coisas que se aprende a fazer. “Jantar fora nem pensar.” Reduzem-se gastos com “roupas, acessórios e revistas”. “As distracções evitam-se e arranjam-se soluções, como saber os dias mais baratos no teatro ou ir a exposições gratuitas. Vou-me moldando.” Mas sem se conformar.

Sair para o estrangeiro

A vontade de sair do país é partilhada por quase todos. É uma das consequências da actual situação de desemprego, segundo o presidente da EGOR, lembrando que Portugal é um país com muitos “emigrantes de luxo”. O sentimento de frustração, ainda que “positivo”, é para a Ivone a razão de saída. “Sentes que não te aproveitam, não te dão uso. Não somos reconhecidos pelo que estamos a fazer.” O Nuno aspira também a um dia sair. “Pensei muito e acho que preciso de um recomeço. Preciso de esquecer o que veio até agora, limpar tudo e apostar em algo novo.”

Ainda que um dia tenham optado por profissões distintas e que tenham idades que cobrem uma década, há algo que ultrapassa essas diferenças. Ser estagiário, hoje, é partilhar uma mesma língua. E no dia em que faltarem os estagiários, confirmam, a força trabalhadora perder-se-á um bocadinho.

por Raquel Albuquerque  in  jornal expresso

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Função Pública: candidaturas a estágios arrancam hoje

29 Março, 2010
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O prazo para apresentação de candidaturas para os estágios profissionais na Função Pública arranca hoje, com o Governo confiante no sucesso da iniciativa, que garantirá 5.000 estágios a jovens licenciados de todo o país.

Segundo o calendário previsto, a fase de apresentação de candidaturas decorrerá até dia 9 de abril, as listas de candidatos selecionados será disponibilizada a 26 de maio e o início do estágio ocorrerá a 1 de julho.

O maior número de vagas disponíveis para os jovens com idades até aos 35 anos pertence às áreas do Direito (1.300), Gestão e Administração (592) e Economia (414).

Com menos vagas estão as áreas da Produção Agrícola Animal (1), Física (2) e Belas-Artes (3).

A apresentação e o processamento das candidaturas poderá ser feita no portal da Bolsa de Emprego Público (www.bep.gov.pt), onde, a partir de quarta feira, estará disponível toda a informação referente à primeira edição do programa.

Estão abrangidos por este programa, com a duração de 12 meses, os jovens licenciados com idade até 35 anos que procuram o primeiro emprego, se encontrem desempregados, ou que exerçam uma actividade profissional que não corresponda ao seu nível de qualificação e que esteja associada a “elevado nível de precariedade”.

 *** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

por Agência Lusa, in ionline

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