Social News

  • Associação para a Cidadania, Empreendedorismo, Género e Inovação Social

    A ACEGIS reconhece-se enquanto entidade de referência nas áreas estratégicas da cidadania, inclusão, igualdade de género, empreendedorismo e inovação social. Intervimos ativamente pela construção de uma sociedade mais justa, paritária e inclusiva!

  • Dia Internacional da Juventude: celebrando os jovens construindo paz Atualmente, existem cerca de 1.8 mil milhões de jovens entre os 10 e os 24 anos de idade, cerca de um quarto da população mundial. A maior geração de jovens de sempre na história da humanidade, está nas nossas mãos ajudá-la a tornar-se a geração que […]

Lançamento da Saudementalpt, a primeira plataforma de saúde mental e neurológica

14 Julho, 2017
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Lançamento da Saudementalpt, a primeira plataforma de saúde mental e neurológica No próximo dia 22 de julho, dia Mundial do Cérebro, vai ser lançada a Plataforma Saudementalpt – a primeira plataforma online que agrega informação e respostas na área da saúde mental e neurológica nacional. Saudementalpt – Plataforma de saúde mental e neurológica nacional.   Lançamento da […]

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Gabinete de Apoio a Vítimas de Violência no Namoro

29 Junho, 2017
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Gabinete de Apoio a Vítimas de Violência no Namoro O Gabinete é promovido pela Associação Plano i e destina-se a prestar apoio psicológico a estudantes universitárias/os, vítimas ou ex-vítimas de violência no namoro. As consultas são gratuitas e prestadas por psicólogas/os especializadas/os. Gabinete de Apoio a Vítimas de Violência no Namoro No âmbito do Programa […]

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O Dia Mundial da Criança é com o Cidadania 4 Kids!

19 Maio, 2017
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O Dia Mundial da Criança é com o Cidadania 4 Kids! Cidadania 4 Kids! Apreende os TEUS DIREITOS. Os DIREITOS da CRIANÇA. As crianças têm o Direito de aprender os seus Direitos! No Dia Mundial da Criança ofereça os Direitos da Criança às crianças. Ofereça o nosso Jogo Educativo da Cidadania – Cidadania 4 Kids! […]

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Licença Parental: Governo quer aumentar licença de parentalidade do pai para 20 dias úteis

5 Maio, 2017
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Licença Parental: Governo quer aumentar licença de parentalidade do pai para 20 dias úteis

Governo quer aumentar licença de parentalidade do pai para 20 dias úteis e alargar para um mês do acompanhamento de filhos recém-nascidos internados.
O pai passará obrigatoriamente a gozar 20 dias úteis de licença e terá ainda direito a mais 5 dias facultativos.

O Governo apresentou à Concertação Social a proposta de aumento da licença de paternidade para 20 dias obrigatórios e de alargamento para um mês do acompanhamento de filhos recém-nascidos internados.
Atualmente a licença de parentalidade do pai é de 15 dias úteis, que são obrigatórios, sendo cinco após o nascimento e dez nos 30 dias seguintes. A proposta alarga para 20, sendo cinco gozados após o nascimento e os restantes até a criança fazer 30 dias.
De acordo com o documento que o ministro Adjunto, Eduardo Cabrita, entregou na quinta-feira aos parceiros sociais na reunião da Concertação Social, a licença de gozo obrigatório do pai passa a ser de 20 dias úteis e o período facultativo é reduzido e passa a ser de cinco dias úteis.
Na prática, o alargamento do período obrigatório da licença do pai será acompanhado por uma diminuição também em cinco dias do período facultativo, pelo que a duração da licença de parentalidade global do pai continuará a ser de 25 dias úteis.
A diferença é que o período obrigatório passará a ter cinco dias a mais e o período facultativo passará a ter cinco dias a menos.
Além disso, foi ainda proposto o alargamento para um mês da licença parental para o acompanhamento de filhos recém-nascidos internados.
A lei atualmente prevê a suspensão da concessão do subsídio parental inicial.
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ONU elege Arábia Saudita para Comissão dos Direitos das Mulheres

24 Abril, 2017
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ONU elege Arábia Saudita para Comissão dos Direitos das Mulheres

A Arábia Saudita é internacionalmente reconhecida como um dos Estados que impõe os maiores níveis de restrições aos direitos da mulher em todo mundo.
A pergunta que se impõe: Pode o regime mais misógino do mundo, onde impera a discriminação e sistemática violação dos direitos da mulher, se sentar na Comissão para os Direitos das Mulheres da ONU?

O Conselho Económico e Social da ONU (ECOSOC) elegeu 13 membros, incluindo a Arábia Saudita, para o mandato de quatro anos (2018-2022) na Comissão dos Direitos das Mulheres, principal organismo internacional de promoção da igualdade de género e dos direitos da mulher.
A Comissão dos Direitos das Mulheres, Commission on the Status of Women (CSW), conta com 45 países, nesta eleição participaram os 54 membros do Conselho Económico e Social, entre os quais Portugal.
A Arábia Saudita foi eleita, através de voto secreto, obtendo 47 votos dos 54 países que participaram nesta eleição. Pelo menos cinco países da União Europeia votaram a favor da eleição da Arábia Saudita para a Comissão dos Direitos das Mulheres da ONU.
O diretor executivo A Organização Não Governamental (ONG) ONU Watch, Hillel Neuer, criticou esta escolha considerando “um absurdo” o resultado da votação do “regime mais misógino do mundo”:
“A Arábia Saudita provavelmente tem os piores resultados em todo o mundo na área de liberdade religiosa e direitos das mulheres”.
“Eleger a Arábia Saudita para proteger os direitos das mulheres é como escolher um incendiário para chefe dos bombeiros”,  Hillel Neuer.

A Arábia Saudita é um dos países onde a liberdade das mulheres é mais limitada e que impõe mais restrições aos direitos da mulher em todo mundo.
Contudo, foi eleita para fazer parte da Comissão para os Direitos das Mulheres da ONU, obtendo 47 votos dos 54 países membros do Conselho Económico e Social.
Igualdade de Género: Arábia Saudita ocupa o 141º lugar entre 144 países
De acordo com o relatório ‘Global Gender Gap Report 2016’, publicado pelo Fórum Económico Mundial, a Arábia Saudita ocupava os últimos lugares do ranking global da igualdade de género, ficando em 141º lugar.
A Arábia Saudita é internacionalmente reconhecida como um dos Estados que impõe os maiores níveis de restrições aos direitos da mulher em todo mundo.
 As mulheres não podem conduzir, e precisam de ter permissão de um membro da família do sexo masculino, normalmente o pai, marido ou irmão – no caso de uma viúva do filho – para obter um passaporte, viajar, casar, estudar, trabalhar ou simplesmente ter acesso a cuidados de saúde.
Em 2015 a Arábia Saudita era o último país do mundo a negar às mulheres o direito ao voto.
Recordamos que só em dezembro de 2015 foi permitido às mulheres participar em atos eleitorais enquanto candidatas e votantes.  Nas primeiras eleições abertas ao voto feminino, quatro mulheres fizeram história e conseguiram ser eleitas para os conselhos municipais.
A eleição da Arábia Saudita para este organismo surge poucos meses depois de ter sido reeleita para Conselho dos Direitos Humanos (CDH) com 152 votos, em outubro de 2016, como membro do grupo Ásia-Pacífico.
Ae eleição teve lugar na Assembleia Geral das Nações Unidas a 28 de outubro de 2016, no qual foram eleitos 14 membros e cumprem um mandato de três anos com início em 2017.
A eleição da Arábia Saudita gerou fortes críticas, precisamente pelo seu desempenho na área dos direitos humanos e com base no elevado número de execuções e outras violações de direitos a nível interno e externo.
Como membro do Conselho de Direitos Humanos da ONU, a Arábia Saudita está vinculada a cumprir e fazer cumprir os mais elevados padrões de direitos humanos.

A pergunta que se impõe:

Pode o regime mais misógino do mundo, onde impera a discriminação e sistemática violação dos direitos da mulher, se sentar na Comissão para os Direitos das Mulheres da ONU?

 

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Projeto Mercadoria Humana 3 | Sensibilização em Tráfico de Seres Humanos

13 Abril, 2017
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Projeto Mercadoria Humana 3 | Sensibilização em Tráfico de Seres Humanos

Saúde em Português
Apresentação pública do Projeto Mercadoria Humana 3 – Projeto de Sensibilização em Tráfico de Seres Humanos, no dia 11 de maio, às 16H00, na Livraria Almedina – Estádio de Coimbra.
Entrada Livre.

Projeto Mercadoria Humana 3 – Projeto de Sensibilização em Tráfico de Seres Humanos. 
Um projeto da Saúde em Português.
Apresentação pública do Projeto Mercadoria Humana 3 – Projeto de Sensibilização em Tráfico de Seres Humanos, no dia 11 de maio, às 16H00, na Livraria Almedina – Estádio de Coimbra. Entrada Livre.
O projeto tem como principal missão prevenir, sensibilizar e informar grupos estratégicos e públicos mais vulneráveis para o TSH, em particular para a exploração laboral, bem como responsabilizar e alertar todos|as para os seus deveres cívicos enquanto crime público.
A apostar-se-á em parcerias com municípios, estabelecimentos de ensino, entidades públicas e privadas, de modo a facilitar a mediação no acesso a públicos-alvo estratégicos (técnicos|as de educação, serviços sociais, emprego, saúde), para que sejam desenvolvidas atividades os|as capacitem para adoção de um papel ativo na prevenção, combate e acompanhamento de vítimas ou potenciais vítimas deste tipo de crime.
Serão dinamizadas ainda atividades que visam empoderar públicos mais vulneráveis a este fenómeno (estudantes, mulheres, desempregados|as, imigrantes, refugiados, entre outros).

 

Convite | Projeto Mercadoria Humana 3
Mais informações sobre o Projeto Mercadoria Humana 3, aqui.
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Projeto CHEGA: Contra a Violência no Namoro e Intervenção na Violência Doméstica

11 Abril, 2017
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Projeto CHEGA: Contra a Violência no Namoro e intervenção na Violência Doméstica Prevenção/Intervenção na Violência no Namoro/Doméstica e (Des)Igualdade de Género. SOPRO ONGD – Solidariedade e Promoção O CHEGA é um projeto cofinanciado pelo POISE no âmbito da Tipologia de Operação 3.16 – Apoio Financeiro e Técnico a Organizações da Sociedade Civil sem Fins Lucrativos, […]

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AppVD: Uma Aplicação para Telemóvel Contra a Violência Doméstica

10 Março, 2017
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AppVD: Uma Aplicação para Telemóvel Contra a Violência Doméstica A AppVD é uma aplicação para telemóvel que ajuda a proteger e disponibiliza informação a vítimas de violência doméstica. A aplicação pode ser descarregada gratuitamente Loja da Apple ou no Google Play.  AppVD – APPoio Contra a Violência Doméstica Está disponível a partir desta sexta-feira uma […]

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Gabinete de Apoio à Vítima para Juventude LGBTI

23 Fevereiro, 2017
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Gabinete de Apoio à Vítima para Juventude LGBTI

Foi criado um novo serviço especializado de apoio à vítima  a juventude Lésbica, Gay, Bissexual, Trans ou Intersexo (LGBTI) pela Casa Qui.
Serviço gratuito!


O Gabinete de Apoio à Vítima da Casa Qui é um serviço especializado para a juventude lésbica, gay, bissexual, trans ou intersexo (LGBTI) que dá apoio em situações de violência familiar, violência no namoro, bullying na escola ou de crise/vulnerabilidade. Este serviço é gratuito.
Caso necessite(s) da nossa ajuda basta preencher este formulário ou contactar-nos por telefone:
Telefone: 96 008 11 11
Horário de Atendimento:
2ª a 6ª feira das 10h-18h
Este é um serviço gratuito que surge por via do apoio da Secretaria de Estado para a Cidadania e Igualdade, da Vereação dos Direitos Sociais da Câmara Municipal de Lisboa e da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género.

A Casa Qui foi criada para procurar garantir que esta população recebe respostas adequadas na área da saúde mental, da ação social e da educação, que lhes permitam uma verdadeira igualdade de oportunidades.
Hoje é um projeto que procura disponibilizar já um conjunto de serviços de suporte à população lésbica, gay, bissexual, trans ou intersexo.

 

Mais informações, aqui.

 

 

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Parlamento discute Proposta de Lei da Paridade

16 Fevereiro, 2017
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Parlamento discute Proposta de Lei da Paridade 

Parlamento discute esta quinta-feira Proposta de Lei sobre Limiar de Paridade nas Empresas do Setor Público e nas Empresas Cotadas em Bolsa.

Parlamento discute esta quinta-feira a proposta de Lei 52/XIII, que estabelece o regime da representação equilibrada entre mulheres e homens nos órgãos de administração e de fiscalização das empresas do setor público empresarial e das empresas cotadas em bolsa. 
Diretiva da Comissão Europeia: 40 % para o sexo sub-representado
Em novembro de 2012 a Comissão Europeia adotou uma proposta de diretiva que fixa como objetivo mínimo uma quota de 40 % para o sexo sub-representado nos conselhos de administração das empresas cotadas em bolsa, ou até 2018, nas empresas públicas.
Nesse sentido,  a ACEGIS desenvolveu uma linha de investigação “Equilíbrio de Género nas Empresas”, financiado com receitas próprias. Em março de 2014, com a primeira publicação Equilíbrio de Género nos Conselhos de Administração: as Empresas do PSI 20″.
O objectivo do relatório consistia não só obter uma melhor compreensão e diagnóstico relativamente à questão do equilíbrio de género nos conselhos de administração das empresas do PSI 20 no sentido de reforçar os mecanismos de acesso da mulher a lugares de decisão económica e financeira; bem como fazer uma analise comparativa entre os restantes Estados-membros da União Europeia (UE-27) face à proposta de diretiva da Comissão Europeia.
Equilíbrio de Género nos Conselhos de Administração: as Empresas do PSI 20
Os resultados do relatório, permitiram não só conhecer a situação individual de cada uma das empresas do PSI 20, bem como propor medidas e ações práticas para que as mesmas adotem políticas de promoção da igualdade de género, que conduzam ao objetivo da presença plural de mulheres e homens nos cargos de administração das empresas.
Em 2014, a percentagem de mulheres em conselhos de administração era de apenas 6,5%.

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Clique na imagem para ampliar

Em 277 membros de conselho de administração das empresas do PSI 20, apenas 18 são mulheres.
Em 7 empresas do PSI 20 nenhuma mulher ocupa qualquer cargo nos respetivos conselhos de administração. (dados 2014 do Relatório)
Face a estes indicadores  tornava-se evidente a necessidade de incentivar e promover medidas mais eficazes que conduzam as empresas à adoção de políticas de promoção da igualdade de género, e de acesso às mulheres a cargos de administração e de fiscalização das empresas.

 

Entre as recomendações feitas, sublinhávamos a necessidade de Portugal adotar medidas legislativas e de regulação destinadas a garantir, quer no sector empresarial público, quer no sector empresarial privado, o equilíbrio de género mediante a adoção do sistema de quotas.

 

“Muito embora Portugal disponha de vários instrumentos legais, recomendação e incentivos às empresas na promoção da igualdade de género e equilíbrio de género nos cargos de gestão e executivos, os resultados práticos e as metas atingidas são muito escassas, estando muito aquém quer dos objetivos estabelecidos inclusive pela EU-27, uma vez que os mesmos são na sua generalidade de carácter voluntário e/ ou recomendativo.
A ACEGIS entende que a recente Resolução do Conselho de Ministros n.º 19/2012, deveria estender o seu carácter obrigatório às empresas do sector privado cotadas em bolsa, na adoção de planos para a igualdade, de forma a promover a participação equilibrada de homens e mulheres nos processos de tomada de decisão, reconhecendo o seu contributo para o crescimento sustentável e desenvolvimento do país.
Importa por isso sublinhar que os desequilíbrios de género nos conselhos de administração, a nível nacional e europeu, são muitos acentuados. A inversão desta tendência passa inevitavelmente pela adoção de medidas legislativas e fomento do debate público destas questões.” 
 
Em 2017, voltamos a reafirmar os princípios de há três anos.
Reforçamos a necessidade de adopção de medidas assentes um quadro legislativo, que vise promover um melhor equilíbrio entre homens e mulheres em cargos de liderança a nível económico, nomeadamente, uma representação de, pelo menos, 40% do sexo sub-representado entre os administradores não executivos das empresas cotadas em bolsa.
 
Leia na integra o artigo da ACEGIS Equilíbrio de Género nos Conselhos de Administração: as Empresas do PSI 20″

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Publicação: Equilíbrio de Género nos Conselhos de Administração: as Empresas do PSI 20
Faça aqui download

 

 

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Violência no Namoro: um forte precursor da violência doméstica

14 Fevereiro, 2017
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Artigo @ACEGIS

Violência no Namoro: um forte  precursor da violência doméstica

Prevenir e sensibilizar, face à forte probabilidade de que as atuais vítimas de violência no namoro se tornarem, mais tarde, vítimas de violência doméstica.
Conheça os indicadores mais recentes sobre a violência no namoro, o “Violentómetro” e a Campanha contra a violência no namoro – Quem te ama, não te agride!


Violência no Namoro: um forte  precursor da violência doméstica. 
Prevenir e sensibilizar, face à forte probabilidade de que as atuais vítimas de violência no namoro se tornarem, mais tarde, vítimas de violência doméstica.
No Dia de São Valentim ou Dia dos Namorados, procuramos alertar e dar visibilidade à problemática da violência no namoro. Salientamos a importância da prevenção e sensibilização para a violência no namoro, atendendo às possíveis consequências, nomeadamente a prevalência da violência doméstica na vida adulta.

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  • Em 2015 foram registadas pelas Forças de Segurança 26.815 participações de violência doméstica, 9% correspondiam a relações de namoro.
De acordo com o último relatório anual de monitorização da “violência doméstica” da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna (SGMAI), em 2015 foram registadas pelas Forças de Segurança 26815 participações de violência doméstica.
Em termos da relação vítima-denunciado, em 9% existia/existira uma relação de namoro. Acresce que, do total dos casos de violência doméstica, 5,3% das vítimas tinham menos de 18 anos.

  • Um em cada quatro jovens acha normal partilhar fotos íntimas ou insultar nas redes sociais

Em Portugal, não está tipificada a criminologia específica de violência no namoro, sendo que o mesmo é enquadrado no crime de violência doméstica previsto no artigo 152.º do Código Penal:
“ 1 – Quem, de modo reiterado ou não, infligir maus tratos físicos ou psíquicos, incluindo castigos corporais, privações da liberdade e ofensas sexuais:
a) Ao cônjuge ou ex-cônjuge;
b) A pessoa de outro ou do mesmo sexo com quem o agente mantenha ou tenha mantido uma relação de namoro ou uma relação análoga à dos cônjuges, ainda que sem coabitação (…) é punido com pena de prisão de um a cinco anos, se pena mais grave lhe não couber por força de outra disposição legal”.
Assim, e apesar da violência no namoro ser um crime previsto e punido, é muito frequente entre os jovens, o não reconhecimento de formas de comportamento como abusivos.
De acordo com um estudo da UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta, divulgado esta terça-feira, um em cada quatro jovens considera normal partilhar fotografias íntimas ou insultar alguém através das redes sociais.
Dos/as cerca de 5.500 jovens inquiridos/as no estudo, 14% consideram legitima a violência psicológica, havendo 19% de jovens que já foi vítima deste último tipo de violência.

  • Violentómetro ajuda a identificar e a medir comportamentos de violência

Tendo em vista uma intervenção de prevenção dos comportamentos de violência comportamentos, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro desenvolveu o Violentometro. Uma ferramenta que visa alertar os estudantes universitários para a identificação, prevenção e denúncia de comportamentos violentos, ou potencialmente violentos no namoro ou no casamento.
O Violentómetro resulta de um processo de investigação cujo objetivo é identificar comportamentos violentos quotidianos, alertar sobre eles e evidenciar o risco a que se expõem mulheres e homens.
O Violentómetro descreve 30 comportamentos uns pouco e outros mais violentos que surgem muitas vezes no namoro ou no casamento. Começa nos menos graves (piadas agressivas, chantagens ou mentiras) e acaba na violação, agressões graves ou tentativa de homicídio.
Saiba mais aqui. 
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Campanha contra a violência no namoro – Quem te ama, não te agride!
“Quem te ama, não te agride”

por Susana Pereira
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Rússia aprova descriminalização da violência doméstica

27 Janeiro, 2017
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Rússia aprova descriminalização da violência doméstica 

Câmara Baixa do Parlamento russo (Duma) aprovou esta sexta-feira, 27 de janeiro, o projeto de lei que despenaliza a violência doméstica.
Agressores que não causem danos à saúde da vitima e não repitam as agressões no espaço de um ano, não responderam criminalmente.

O Parlamento russo aprovou esta sexta-feira, 27 de janeiro, o projeto de lei que despenaliza a violência doméstica sempre que a agressão não causar danos à saúde da vítima e não se repetir. A proposta de lei foi aprovada quase por unanimidade, 380 deputados/as votaram a favor, apenas 3 contra.
A partir de hoje, e de acordo com a nova legislação, os agressores deixam de ser penalizados nos casos em que a vítima não precise de receber tratamento hospitalar, e desde que o agressor não repita o ataque, e ao mesmo familiar, no prazo de um ano.
Elena Mizulina, uma das grandes impulsionadoras deste projeto-lei, alega que “não faz qualquer sentido uma pessoa ir presa durante dois anos só por dar uma bofetada a alguém”. 
“A descarada ingerência na família” pela justiça “é intolerável”, considerou Vladimir Putin recentemente, ao responder a um ativista que o questionou sobre a conveniência de acabar com uma lei que permite “prender um pai só porque deu umas palmadas num filho porque o mereceu”.
“Lei da bofetada” – a legitimação da violência doméstica
A ACEGIS entende que a aprovação desta nova proposta de lei, sustentada na defesa dos “valores tradicionais” constituiu uma forma grave de legitimação da violência contra as mulheres, crianças e idosos.
Acresce este projeto de lei – a “lei da bofetada” –  para além de legitimar a violência nas relações familiares  e na esfera doméstica, reforça a uma visão autoritária e dominante do poder patriarcal e simbólico da dominação masculina, sobre as mulheres, crianças e idosos (as).
De acordo com o Ministério do Interior Russo, 40 mulheres por dia e cerca de 14 mil mulheres por ano morrem às mãos dos maridos ou companheiros. Mais de 600 mil mulheres sofrem de violência doméstica todos os anos. 

“se ele te bate, é porque gosta de ti”

Só em 2013, morrerem 9.100 mulheres, vítima de violência doméstica, e 11.300 foram vítimas de agressões corporais graves.
No mesmo ano, 46 mil crianças foram vitimas de agressões graves e violentas, cerca de 2 mil morreram.
Mulheres e crianças, vítimas de violência doméstica, no seio familiar, vitimas da “descarada ingerência na família”.  No país, onde há uma expressão que diz que “se ele te bate, é porque gosta de ti”.
Neste sentido, apelamos a todos e a todas a subscrever a petição da Change.org contra a lei da descriminalização da violência doméstica, e que conta já com mais de 239 mil assinaturas. 

Assine, Partilhe, Denuncie.
Diga não à violência doméstica.
Diga não à violência contra as mulheres, crianças e idosos.
Assine aqui a Petição.

 

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  • Jogo Educativo – Cidadania 4Kids!

  • UMA FORMA DIVERTIDA DE APRENDER CIDADANIA!

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  • ECONOMIA SOCIAL EM DESTAQUE | ATUALIDADEInformação e atualidade no âmbito da Economia Social e Solidária

    Dia Internacional da Juventude: celebrando os jovens construindo paz

    11 Agosto, 2017
    Dia Internacional da Juventude: celebrando os jovens construindo paz Atualmente, existem cerca de 1.8 mil milhões de jovens entre os 10 e os 24 anos de idade, cerca de um quarto da população mundial. A maior geração de jovens de sempre na história da humanidade, está nas nossas mãos ajudá-la a tornar-se a geração que […]

    Pós-Graduação em Empreendedorismo e Inovação

    10 Agosto, 2017
    1.ª Edição da Pós-Graduação em Empreendedorismo e Inovação no ISCSP – Universidade de Lisboa Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas – ISCSP  As candidaturas à Pós-Graduação do ISCSP para o ano letivo de 2017-2018 encontram-se abertas até ao dia 30 de setembro de 2017. 1.ª Edição da Pós-Graduação em Empreendedorismo e Inovação no ISCSP […]
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