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Campanha de Verão Contra a Violência Doméstica

17 Julho, 2018
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Campanha de Verão Contra a Violência Doméstica

Campanha de verão alerta para sinais e comportamentos indiciantes do crime de violência doméstica. E divulga a aplicação que permite pedir ajuda e encontrar recursos de apoio a vítimas de violência doméstica.
Campanha de verão alerta para a violência doméstica
Ajudar as mulheres e os homens a reconhecer sinais e comportamentos indiciantes do crime de violência doméstica; alertar e sensibilizar divulgando os números mais recentes que nos indicam que 858 mulheres e 834 crianças foram acolhidas em casas abrigo por todo o país, em 2017, e divulgar esta ferramenta digital é o objetivo desta Campanha de Verão Contra a Violência Doméstica levada a cabo pela Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade.
“Denunciar situações de Violência Doméstica é cada vez mais fácil e seguro”, indica a Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro, a propósito do reforço na divulgação da App VD – APPoio Contra a Violência Doméstica, bem como da necessidade de sensibilizar todas as pessoas a denunciarem comportamentos abusivos.
Em parceria com os CTT e com a Associação de Direitos Humanos Akto, será distribuído por mais de um milhão de caixas de correio de todo país, incluindo as ilhas, um folheto informativo e de sensibilização sobre esta resposta digital que o Governo Português disponibiliza, assim como a enumeração e descrição de comportamentos, dados e situações de violência doméstica.

 

App VD – APPoio Contra a Violência Doméstica

A AppVD é uma aplicação para telemóvel que permite pedir ajuda e encontrar recursos de apoio a vítimas de violência doméstica.
A aplicação permite ficar a conhecer os serviços e recursos que estão disponíveis e mais próximos, bem como os contactos necessários para fazer uma denúncia, pedir uma informação ou encontrar entidades que podem prestar apoio a vítimas de violência doméstica.
A utilização da aplicação é muito simples e gratuita.
Através da AppVD é possível escolher um distrito e selecionar o tipo de resposta ou recursos que procura e que estão mais próximos atendendo à sua localização: Hospitais, serviços locais de Segurança Social, Câmaras Municipais, Estruturas de Apoio à Vítima, Forças de Segurança, etc.
Podem ainda ser enviadas mensagens electrónicas ou feitas chamadas telefónicas para as instituições directamente a partir da aplicação.
À distância de um simples clique, a App VD é uma aplicação gratuita, disponível na App Store e Google Play, na qual as pessoas podem, a partir dos seus smartphones, aceder a informação atual e oficial sobre todos os serviços da Rede Nacional de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica (RNAVVD).
A aplicação pode ser descarregada gratuitamente na Loja da Apple ou no Google Play.
Após descarregar a App VD basta escolher um distrito e a resposta que procura, por categorias: Estruturas de Apoio à Vítima, Forças de Segurança, Câmaras Municipais, Intervenção com Agressores, Justiça, Proteção de Crianças e Jovens, Saúde ou Serviços locais de Segurança Social. Podem ser realizadas chamadas telefónicas ou o envio de mensagens eletrónicas diretamente a partir desta aplicação.
Todas as pessoas que tenham dúvidas, questões e/ou problemas na área da Violência Doméstica, assim como profissionais que acompanham e encaminham estes casos podem, através de um smartphone, esclarecer e denunciar situações abusivas de forma imediata.
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Ordem vai criar lista nacional de advogados especialistas em violência doméstica

13 Julho, 2018
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Ordem vai criar lista de advogados especialistas em violência doméstica

O protocolo foi assinado na passada sexta-feira, dia 6 de julho, entre a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género e a Ordem dos Advogados e prevê a formação especializada em violência doméstica e violência de género a advogados.
A Ordem dos Advogados (OA) vai criar uma listagem nacional de advogados com formação específica na área da violência doméstica e de género, no âmbito de um protocolo com o Governo para garantir a eficácia do apoio jurídico às vítimas.
O protocolo foi assinado dia 8 de junho de 2018, entre a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) e a Ordem dos Advogados e prevê a formação especializada em violência doméstica e violência de género a advogados.
A Ordem [dos Advogados] compromete-se a promover esta formação especializada a advogados e advogadas já a partir deste ano, em articulação com a CIG e outras entidades”, adiantou, em declarações à Lusa, a secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade.
Rosa Monteiro explicou que, na sequência dessa formação, a Ordem dos Advogados vai criar uma área específica dedicada à violência doméstica e de género dentro do seu sistema de informação interno, no âmbito do Sistema de Acesso ao Direito e aos Tribunais.
“Aí, os advogados podem registar-se como sendo especialistas nestas áreas de intervenção específicas e teremos uma listagem nacional de profissionais da advocacia com esta especialização e isto é muito importante”, defendeu a secretária de Estado.
O protocolo entre as duas entidades inclui ainda o compromisso por parte da Ordem dos Advogados em “tornar célere o processo de indicação de advogado que seja solicitado pela Segurança Social, no âmbito do acesso ao direito”, acrescentou Rosa Monteiro.
A partir daí, a CIG passa a estar em condições de poder divulgar informação sobre estes profissionais especializados junto das estruturas da Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica.
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Protocolo reforça direito à habitação de mulheres vítimas de violência doméstica

4 Julho, 2018
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Protocolo reforça direito à habitação de mulheres vítimas de violência doméstica

Protocolo entre a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) e o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) visa garantir um maior acesso à habitação por parte de mulheres vítimas de violência doméstica.
A Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) e o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) assinaram, no dia 26 de junho, um protocolo para garantir um maior acesso à habitação por parte de mulheres alvo de acompanhamento no âmbito da Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica (RNAVVD), coordenada pela CIG.
O protocolo foi celebrado no quadro da nova Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação Portugal + Igual 2018-2030 e reforça a colaboração estabelecida em 2013.
O protocolo agora em vigor alarga o âmbito de respostas da RNAVVD, permitindo-lhes acionar um pedido de habitação junto do IHRU, de acordo com as suas necessidades.
A falta de acesso à habitação condiciona a liberdade de escolha da vitima face à relação abusiva e, consequentemente, o seu processo de autonomização e de empoderamento.
Com este alargamento pretende-se que o número de vítimas de violência doméstica apoiadas em matéria habitacional cresça consideravelmente.
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Cerdeira – A primeira Aldeia da Inovação Social

3 Julho, 2018
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Cerdeira – A primeira Aldeia da Inovação Social

Nos dias 4 e 5 de julho, a Aldeia da Cerdeira, na Serra da Lousã, será palco do melhor da inovação social, reunindo, num só espaço, os projetos de inovação social mais relevantes que se realizam em Portugal.
A Aldeia do Xisto de Cerdeira, situada na Serra da Lousã, foi o lugar escolhido para a Portugal Inovação Social apresentar os resultados dos dois anos de atividades e partilhar casos de sucesso. Cerdeira transforma-se assim na Aldeia da Inovação Social nos dias 4 e 5 de Julho, onde vai encontrar os projetos de Inovação Social mais relevantes.
Projetos e empreendedores sociais vão juntar-se para discutir ideias e mostrar o impacto dos projetos já apoiados pela Portugal Inovação Social. Recorde-se que, no total, já foram atribuídos 12 milhões de euros a 137 candidaturas da região Norte, Centro e Alentejo, destinados ao financiamento de planos de capacitação para o investimento social e o desenvolvimento de projetos no âmbito dos programas Parcerias para o Impacto e Títulos de Impacto Social.
A sessão de abertura do evento conta com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa (sujeito a confirmação), da Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques, da Representante da Comissão Europeia em Portugal, Sofia Alves, do Presidente da Câmara da Lousã, Luís Antunes, do Presidente da Portugal Inovação Social, Filipe Almeida, e do Presidente da Comissão Diretiva do PO ISE, Domingos Lopes.

 

 

 

A Aldeia da Inovação Social é um projeto promovido pelo Portugal Inovação Social, uma iniciativa pública nacional que tem como missão a promoção da inovação e do empreendedorismo social no País, através da mobilização de fundos da União Europeia, no âmbito do Portugal 2020.

O objectivo é transformar toda a aldeia num espaço de partilha e troca de experiências, bem como fazer uma mostra dos projetos de inovação social portugueses.
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Alto Comissariado para as Migrações lança Planos Locais para a integração das Comunidades Ciganas

28 Junho, 2018
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Alto Comissariado para as Migrações lança planos Locais para a integração das Comunidades Ciganas

O financiamento aos municípios para a elaboração do projeto será na ordem de 4500 euros. Os municípios motivados em participar, deverão enviar, até dia 14 de julho de 2018.
O Alto Comissariado para as Migrações lançou recentemente o projeto “Planos Locais para a Integração das Comunidades Ciganas”, dirigido a municípios e comunidades locais.
Com esta iniciativa, o ACM, enquanto entidade coordenadora, pretende promover a intervenção local e a participação democrática das comunidades ciganas, promover parcerias para desenhar e implementar estratégias de aproximação entre as comunidades ciganas e a sociedade maioritária, apoiar a conceção de 10 Planos Locais para a Integração das Comunidades Ciganas e conceber um Guia para a elaboração de Planos Locais, que possa ser disseminado a outros municípios após o fim do projeto.
Este projeto-piloto, financiado pelo Programa da União Europeia de Direitos, Igualdade e Cidadania (2014-2020), terá a duração de 12 meses, com início a 1 de maio de 2018 e conclusão a 30 de abril de 2019.
O financiamento aos municípios para a elaboração do projeto será na ordem de 4500 euros.
Os municípios motivados em participar, deverão enviar, até dia 14 de julho, uma “Manifestação de interesse”, para o email naci@acm.gov.pt.

 

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One value, a nova plataforma digital sobre investimento público em inovação social

22 Junho, 2018
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One value, a nova plataforma digital sobre investimento público em inovação social

A plataforma One Value disponibiliza gratuitamente informação relativa ao investimento unitário nos principais problemas sociais em Portugal.
A One Value é uma plataforma online, de acesso livre, que disponibiliza informação sobre o investimento público em respostas sociais consideradas prioritárias em termos de política pública, em áreas como a Proteção Social, Educação, Saúde, Emprego e Justiça.
A One Value é um portal de acesso livre que reúne e sistematiza informação sobre o investimento público em diversas respostas sociais prioritárias em Portugal, em áreas como a Proteção Social, a Educação, a Saúde, o Emprego e a Justiça.
A informação que consta na One Value tem uma natureza dinâmica, sendo atualizada em função da evolução das prioridades de política pública e à medida que novos dados são recolhidos e validados.
O seu objetivo é concentrar, num único ponto de acesso, dados quantitativos sobre a despesa pública, apresentados de forma clara, simples, fundamentada e útil, que permitem:
  • Conhecer como o investimento público é distribuído na resposta a alguns dos principais problemas sociais em Portugal;
  • Estimular o desenvolvimento de respostas inovadoras para a resolução de problemas sociais e promover a contratação em função de resultados.
Transversal a todos os domínios, existe uma ferramenta inovadora – a Calculadora da Estimativa do Potencial de Poupança –, que permite simular o efeito que um determinado projeto social inovador poderá ter, se for bem-sucedido, na redução da despesa pública.

Plataforma One Value

A plataforma One Value é um projeto conjunto da Fundação Calouste Gulbenkian e do Ministério da Presidência e Modernização Administrativa, operacionalizado pela Portugal Inovação Social e pela MAZE (Laboratório de Investimento Social).
Os dados que constam na plataforma One Value foram validados pelas entidades públicas responsáveis pela execução de política pública em cada domínio temático.
A plataforma pretende centralizar, uniformizar e disponibilizar gratuitamente informação relativa ao investimento unitário nos principais problemas sociais em Portugal.

 

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MyCNAIM: lançamento da aplicação móvel de apoio a pessoas migrantes e refugiadas

20 Junho, 2018
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Alto Comissariado para as Migrações lançou esta quarta-feira a aplicação móvel MyCNAIM. Uma ferramenta de apoio a pessoas migrantes e refugiadas.

MyCNAIM é uma aplicação móvel disponibilizada nos sistemas operacionais IOS e Android, a partir da qual os/as migrantes podem aceder às informações sobre os vários serviços promovidos pelo ACM,I.P.. APP está disponível em Português, Inglês e Árabe e pode ser instalada a partir da PlayStore e APPStore para IOS e Android.
MyCNAIM APP is a mobile application where migrants are able to access information about the various services promoted by ACM, IP, as well as information on the legal framework for entry and stay in Portugal, requests for international protection, access to Portuguese nationality, housing, work, health, education, equivalence and recognition of academic qualifications, learning Portuguese, among other useful information related to their integration in Portugal.
O Alto Comissariado para as Migrações, no âmbito das medidas Simplex +, lançou esta quarta-feira, dia 20 de junho, a APP MyCNAIM, uma aplicação para telemóvel que faculta informação em diversas áreas aos cidadãos migrantes e refugiados/as. A APP está disponível em Português, Inglês e Árabe e pode ser instalada a partir da PlayStore e APPStore para IOS e Android.
MyCNAIM é uma aplicação móvel disponibilizada nos sistemas operacionais IOS e Android, a partir da qual os migrantes podem aceder às informações sobre os vários serviços promovidos pelo ACM,I.P., bem como informações sobre o enquadramento legal de entrada e permanência em Portugal, pedidos de proteção internacional, acesso à nacionalidade portuguesa, habitação, trabalho, saúde, educação, equivalência reconhecimento de habilitações académicas, aprendizagem da língua portuguesa, entre outras informações uteis relacionadas com a sua integração em Portugal.

Desta forma, a App MyCNAIM visa aproximar os serviços existentes nos Centros Nacionais de Apoio à Integração de Migrantes (CNAIM) e Centros Locais de Apoio à Integração de Migrantes (CLAIM), à população migrante, através de um novo canal de comunicação. A funcionar como alternativa ou complemento ao atendimento presencial nos serviços do Alto Comissariado para as Migrações, facilita o acesso imediato à informação relacionada com a integração de migrantes em Portugal, nomeadamente por pessoas que se encontrem em regiões do país onde não existam CNAIM e/ou CLAIM.

 

App MyCNAIM

Através do sistema de georreferenciação, são disponibilizados a localização e os contactos de vários serviços como os Centros Nacionais de Apoio à Integração de Migrantes (CNAIM), os Centros Locais de Apoio à Integração de Migrantes (CLAIM), as associações de imigrantes, os gabinetes de inserção profissional, entre outros.
Os/as utilizadores/as podem também aceder através de uma hiperligação ao website da Plataforma de Português Online, ao formulário de queixa disponibilizado no website da Comissão para Igualdade e Contra a Discriminação Racial, ou ao Welcome Kit aos Refugiados.
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Relatório do Alto-Comissariado da ONU revela que 68,5 milhões de pessoas foram obrigadas a fugir

20 Junho, 2018
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Relatório do Alto-Comissariado da ONU revela que 68,5 milhões de pessoas foram obrigadas a fugir

Nunca houve tanta gente a cruzar fronteiras à procura de refúgio e proteção. O número de pessoas que foram forçadas a abandonar as suas casas devido à guerra, violência ou perseguição atingiu um valor recorde com 68,5 milhões de pessoas deslocadas à força em todo o mundo.
Refugiado é alguém que é obrigado a deslocar-se, a atravessar fronteiras, a arriscar a vida e, por fim, a pedir esmola pela sua própria cidadania
Relatório do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados revela que o número de deslocados cresceu pelo quinto ano consecutivo. Nunca houve tanta gente a cruzar fronteiras à procura de refúgio e proteção.
O número de pessoas que foram forçadas a abandonar as suas casas devido à guerra, violência ou perseguição atingiu um valor recorde com 68,5 milhões de pessoas deslocadas à força em todo o mundo.
O "Relatório Mundial sobre Tendências em Deslocamento Forçado" da Agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) revela que das 68,5 milhões de pessoas deslocadas à força no mundo, 25,4 milhões são refugiados, 40 milhões são deslocados internos e 3,1 milhões de requerentes de asilo O ACNUR contabiliza uma média de 44.400 novos/as deslocados/as todos os dias.
Tal como em anos anteriores, a Síria surge como o país com mais deslocamentos forçados, com 12,6 milhões no final de 2017, dos quais 6,3 milhões eram refugiados/as, 146.700 requerentes de asilo e 6,2 milhões de pessoas deslocadas internamente.
O aumento sem precedentes do número de pessoas à procura de proteção internacional constituiu um importante teste e desafio a novas formas de cooperação internacional e na instauração de um sistema de asilo baseado na solidariedade e na partilha equitativa de responsabilidades.

 

A crise migratória e dos refugiados não se trata de uma emergência temporária, mas sim um fenómeno estrutural e complexo que exige a cooperação e solidariedade de todos os povos.

São 68,5 milhões de vidas, 68,5 milhões de histórias diferentes, um passado comum: milhões de pessoas obrigadas a deslocar-se, a atravessar fronteiras, a arriscar a sua própria vida para fugir da guerra e da pobreza.

A nível da União Europeia urge enfrentar o problema mais urgente: salvar vidas no mar.

Só este ano, mais de 40 mil pessoas fizeram a travessia do mar Mediterrâneo. Estima-se que, pelo menos 845 pessoas perderam a vida ao tentar chegar à Europa através do Mediterrâneo.
O avanço do populismo e de movimentos anti-imigração tem conduzido ao deterioramento crescente do projeto europeu e potencia a ideia da ameaça das fronteiras europeias.
A incapacidade de antecipar o desafio previsível face ao aumento do número de refugiados e migrantes gerados pela guerra na Síria e no Iraque, soma-se a cresce divergência e conflitos dentro da União Europeia em matéria de acolhimento e integração originada pelos movimentos xenófobos, nacionalistas e populistas.
Estes movimentos exploram a fragilidade e fomentam reações adversas em relação aos refugiados/as e migrantes na opinião pública.
Alimentando o sentimento anti-imigração face a uma crise humanitária sem precedentes, contra vítimas já por si vulneráveis pelas condições que levaram a fugir da guerra, da violência e da carestia.
Os refugiados são o rosto da violação sistemática dos direitos humanos, e da dignidade do ser humano, que começa no seu país de origem, e que se estende muitas vezes nos países de acolhimento onde são construídos muros e erguidas fronteiras.
Milhões de pessoas que são forçadas a deixar o seu país, que arriscam as suas vidas, fugindo da guerra, da fome, da misérias e do terror. Muitos só conhecem uma condição: nascer e ser refugiado/a.
Susana Pereira
Fundadora da Associação ACEGIS

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OMS retira transexualidade da lista de doenças mentais

19 Junho, 2018
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OMS retira transexualidade da lista de doenças mentais

Decisão histórica: Atualização do manual de classificação de doenças da agência de saúde da ONU retira a transexualidade da lista de doenças mentais
A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta segunda-feira (18) uma decisão histórica: a transexualidade foi, oficialmente, retirada da lista de doenças mentais da agência da Organização das Nações Unidas (ONU).
De acordo com a organização, a transexualidade ainda está presente na CID, mas agora em uma nova categoria, denominada "saúde sexual" para que esta população possa aceder a cuidados de saúde.
Segundo a ONU, existem claras evidências científicas de que a transexualidade não se trata de uma doença mental. Esta mudança é um passo significativo no reconhecimentos dos direitos das pessoas LGBTI.
Encarar as questões da orientação sexual ou da identidade de género como uma doença ou uma perturbação mental, legitima o preconceito na sociedade e expõe as pessoas trans e intersexo a crime de ódio, tortura e violência.
Esta mudança é uma decisão histórica. Em pleno século XXI, não há lugar para o preconceito, a discriminação e perseguição das pessoas tendo por base a sua orientação sexual ou identidade de género.

 

 

A homofobia, a transfobia e preconceito tem de dar lugar à cidadania, à igualdade e à universalidade dos Direitos Humanos.

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ONU elege ministra equatoriana para nova presidente da Assembleia Geral

7 Junho, 2018
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Assembleia Geral da ONU elege ministra equatoriana para nova presidente

A Assembleia Geral da ONU elegeu, nesta terça-feira, a quarta mulher a presidir o órgão desde a criação da organização. Nova presidente dedicou a sua eleição a "todas as mulheres no mundo que participam na política hoje e que enfrentam ataques políticos e mediáticos marcados pelo machismo e a discriminação".
María Fernanda Espinosa Garces, recebeu 128 dos 190 votos válidos, com duas abstenções.  A candidata de Honduras, a embaixadora Mary Elizabeth Flores Flake ficou em segundo lugar com 62 votos.
A nova presidente dedicou a sua eleição a "todas as mulheres no mundo que participam na política hoje e que enfrentam ataques políticos e mediáticos marcados pelo machismo e a discriminação".
Espinosa Garces sucede ao atual presidente da Assembleia Geral da ONU, o eslovaco Miroslav Lajcak, em setembro.
María Fernanda Espinosa Garcés tem mais de 20 anos de experiência no cenário internacional. Ao longo da sua carreira participou ativamente na discussão de temas ligados aos  direitos humanos, igualdade de género, meio ambiente, entre outros assuntos.

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RefuJobs – A Plataforma de Emprego para Refugiados

29 Maio, 2018
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RefuJobs – A Plataforma de Emprego para Refugiados

A procura e oferta de emprego para refugiados/as em Portugal podem ser feitas, através da plataforma RefuJobs. Uma ferramenta digital de apoio à contração, que conta com mais de 150 ofertas de emprego, com informação em inglês, árabe e português.
RefuJobs – A Plataforma de Emprego para Refugiados
A plataforma RefuJobs tem por objetivo potenciar as competências profissionais das pessoas refugiadas e as oportunidades de emprego disponíveis em entidades e empresas portuguesas.

A procura e oferta de emprego para refugiados/as em Portugal podem ser feitas, através da plataforma RefuJobs. Uma ferramenta digital de apoio à contração, que conta com mais de 150 ofertas de emprego, com informação em inglês, árabe e português.
A plataforma digital, lançada na passada sexta-feira pelo Alto Comissariado para as Migrações (ACM) visa potenciar não só as competências profissionais das pessoas refugiadas, mas também publicitar as oportunidades de emprego disponíveis em entidades e empresas portuguesas.
A Plataforma Refujobs é uma ferramenta online de apoio à contratação na qual poderão inscrever-se, de forma gratuita, potenciais candidatos/as e empresas com o objetivo de realizar o matching entre os perfis das pessoas refugiadas e as respetivas oportunidades de Emprego/Formação.
Além de disponibilizar informação acerca de emprego, a plataforma disponibiliza ainda informação sobre apoios ao empreendedorismo e formação e capacitação de pessoas refugiadas para a implementação dos seus próprios negócios.
Esta é mais uma medida do Governo inscrita no “Simplex +” para a integração no mercado de trabalho das pessoas refugidas em Portugal.

A plataforma digital que visa potenciar não só as competências profissionais das pessoas refugiadas, mas também publicitar as oportunidades de emprego disponíveis em entidades e empresas portuguesas.

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Estudo: 94,1% das universitárias de Coimbra vítimas assédio sexual

23 Maio, 2018
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Estudo sobre a Violência e Assédio Sexual no Contexto Académico de Coimbra revela que 94,1% das mulheres inquiridas já foram alvo de assédio sexual.

O estudo realizado pela UMAR Coimbra revela que 94,1% das mulheres inquiridas já foram alvo de assédio sexual, 21,7% de coerção sexual e 12,3% reportaram já terem sido violadas.
O estudo realizado pela UMAR Coimbra, no âmbito do projeto CAMI – Capacitar para Melhor Intervir Localmente, os dados utilizados foram obtidos durante os meses de Junho e Julho de 2017, através da aplicação de um questionário de auto-resposta, disseminado online.
O estudo realizado pela UMAR Coimbra sobre a violência sexual em contexto académico revela que 94,1% das mulheres inquiridas já foram alvo de assédio sexual, 21,7% de coerção sexual e 12,3% reportaram já terem sido violadas.
Cerca de um terço das mulheres que responderam ao inquérito da UMAR referiram que já foram vítimas de "stalking" (perseguição) e cerca de metade já tiveram contacto sexual não consentido (53,1%).
Relativamente à percepção da segurança no espaço público, mais de metade das mulheres inquiridas (53%) assumiram ter "receio de sofrerem um ataque sexual", enquanto os homens respondentes identificaram como principais motivos o "receio de sofrer um assalto" (26,1%) e "estar sozinho na rua"(16,2%).
O estudo da UMAR Coimbra, refere ainda que 59 das mulheres inquiridas (14,4%) já sofreram "pelo menos uma tentativa de violação" e 12,3% das mulheres reportaram já ter sido violadas.
Nos casos de tentativa de violação e violação consumada, a partir dos dados obtidos, apurou-se que a vitimação masculina para estas categorias é muitíssimo reduzida, apenas um homem do total da amostra reportou ter sido violado.
A amostra do estudo é constituída por 518 respondentes (79% mulheres e 17,5% homens), 85,5% de nacionalidade portuguesa e 7,6% de nacionalidade brasileira, 85,5% na faixa etária entre os 17 e os 34 anos e a grande maioria frequentou ou frequenta a Universidade de Coimbra (77,8%) e 12,2% o Instituto Politécnico de Coimbra.
Os resultados do estudo vão ser apresentados na íntegra esta quarta-feira partir das 18:00, no anfiteatro III da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

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