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    A ACEGIS reconhece-se enquanto entidade de referência nas áreas estratégicas da cidadania, inclusão, igualdade de género, empreendedorismo e inovação social. Intervimos ativamente pela construção de uma sociedade mais justa, paritária e inclusiva!

  • Dia International da Rapariga O Dia Internacional da Rapariga foi celebrado pela primeira vez a 11 de outubro de 2012.  No mesmo ano, e dois dias antes, uma menina era atacada num autocarro escolar quando saía da escola no Vale de Swat, uma província do Paquistão.  Malala Yousafzai tornava-se o símbolo mundial na luta pela educação e […]

Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares ganha Prémio Nobel da Paz 2017

6 Outubro, 2017
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Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares ganha Prémio Nobel da Paz 2017

A Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares (ICAN) foi distinguida, esta sexta-feira, 6 de outubro, com o Prémio Nobel da Paz 2017.
O anúncio foi feito pela presidente do Comité Nobel norueguês, Berit Reiss-Anderse esta manhã em Oslo, na Noruega.
O Prémio Nobel da Paz 2017 foi esta sexta-feira atribuído à Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares (ICAN).
O Comité Nobel norueguês decidiu distinguir a organização "pelos esforços para captar atenção para as catastróficas consequências humanas" da utilização deste tipo de armamento.
A escolha da ICAN surge numa conjuntura internacional em que a utilização de armamento nuclear é uma das principais preocupações mundiais. E numa altura em que a Coreia do Norte tem multiplicados ensaios nucleares e disparos de mísseis balísticos, traduzindo-se num aumento da tensão na região e com os Estados Unidos.
 
O Comité Nobel norueguês advertiu que o risco de um conflito nuclear é agora muito maior e, acrescentou, que este prémio, é “também um apelo” para que os países não signatários do Tratado para a proibição de armas nucleares comecem “negociações sérias” para a eliminação das armas nucleares no mundo.
“Vivemos num mundo onde o risco de serem usadas armas nucleares é muito maior do que em relação há muito tempo”, Berit Reiss-Andersen, presidente do Comité Nobel

Em julho deste ano, 122 nações adotaram um Tratado da ONU para a Proibição de armas nucleares.
O trato proíbe uma ampla gama de atividades relacionadas a armamentos nucleares, tais como desenvolver, testar, produzir, manufaturar, adquirir, possuir ou estocar armas ou outros utensílios nucleares explosivos, assim como o uso ou a ameaça de uso de armas nucleares. 
No entanto, nenhum dos nove países com armas nucleares, incluindo os Estados Unidos, a Rússia e outras potências nucleares - Reino Unido, França, Israel, China, Índia, Paquistão e Coreia do Norte - participou nas negociações. 
A entrega dos prémios Nobel está agendada para o dia 10 de dezembro em Oslo, no aniversário da morte do fundador dos galardões, Alfred Nobel (1833-1896).
© ACEGIS, direitos reservados.

Informação e atualidade no âmbito da Economia Social e Solidária.

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Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania

3 Outubro, 2017
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Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania

Já está disponível para consulta a nova Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania

Um documento de referência a implementar nas escolas do ensino público e privado, com o objetivo de incluir nas saídas curriculares, e em todos os graus de ensino, um conjunto de competências e conhecimentos em matéria de cidadania.
A Educação para a Cidadania constitui-se como uma ferramenta vital para o exercício de uma cidadania ativa e esclarecida, garantindo o respeito pelos valores democráticos básicos e pelos Direitos Humanos.

A Estratégia alicerça-se na proposta elaborada pelo Grupo de Trabalho de Educação para a Cidadania (GTEC), com a missão de conceber uma Estratégia de Educação para a Cidadania  a implementar nas  escolas públicas e privadas que integram o Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular,
A Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania constitui-se como um documento de referência a ser implementado nas escolas públicas e privadas, de modo que as crianças e jovens ao longo dos diferentes ciclos experienciem e adquiram competências e conhecimentos de cidadania e respeito pelos direitos humanos.

A escola pública, pelo seu caráter de abrangência universal apresenta-se como o espaço privilegiado para a implementação de uma estratégia de educação para a cidadania, de modo a que as crianças e jovens ao longo dos diferentes ciclos experienciem e adquiram competências e conhecimentos de cidadania em várias vertentes, designadamente;
nos valores e conceitos de cidadania nacional, direitos humanos, igualdade de género, não discriminação, interculturalidade, inclusão das pessoas com deficiência, educação para a saúde, educação para os direitos sexuais e reprodutivos e educação rodoviária.

EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO

A Estratégia integra um conjunto de direitos e deveres que devem estar presentes na formação cidadã das crianças e dos jovens portugueses, para que no futuro sejam adultos e adultas com uma conduta cívica que privilegie a igualdade nas relações interpessoais, a integração da diferença, o respeito pelos Direitos Humanos e a valorização de conceitos e valores de cidadania democrática, no quadro do sistema educativo.
A Educação de qualidade é um direito humano fundamental e um investimento para o futuro. Aprender a tomar decisões informadas é aprender a exercer uma cidadania democrática.
A imprevisibilidade característica do mundo atual coloca desafios novos à educação.
Hoje vivemos num mundo com problemas globais como as alterações climáticas, os extremismos, as desigualdades no acesso aos bens e direitos fundamentais e as crises humanitárias, entre outros, em que a solução passa por trabalharmos em conjunto, unindo esforços para encontrar soluções para os desafios que ameaçam a humanidade.
O futuro do planeta, em termos sociais e ambientais, depende da formação de cidadãs/ãos com competências e valores não apenas para compreender o mundo que os rodeia, mas também para procurar soluções que contribuam para nos colocar na rota de um desenvolvimento sustentável e inclusivo.
As questões relacionadas com a sustentabilidade, a interculturalidade, a igualdade, a identidade, a participação na vida democrática, a inovação e a criatividade estão, de facto, no cerne do debate atual.
Neste sentido, a presença mais acentuada da cidadania na educação assume-se, assim, como uma prioridade na na educação das nossas crianças e jovens; bem como um espaço curricular privilegiado para o desenvolvimento de competências e aprendizagens nas áreas da Cidadania, dos Direitos Humanos, da Igualdade de Género e Não Discriminação.
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Disciplina de Cidadania e Desenvolvimento começa este ano letivo

15 Setembro, 2017
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Disciplina de Cidadania e Desenvolvimento começa este ano letivo

A disciplina de Cidadania e Desenvolvimento começa este ano letivo, de 2017-18, a ser lecionada em 235 escolas do País com o objetivo de promover uma sociedade mais justa e inclusiva através da educação.


Temas como direitos humanos, igualdade de género, interculturalidade, desenvolvimento sustentável, educação ambiental ou saúde, serão de abordagem obrigatória em todos os ciclos de ensino, no âmbito da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, apresentada nesta sexta-feira pelo Governo.

A Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania vai ser implementada, este ano letivo, em 235 escolas públicas e privadas que integram o Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, através da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento lecionada nos anos iniciais de cada ciclo de ensino.
Pretende-se que os estudantes desenvolvam e participem ativamente em projetos que promovam a construção de sociedades mais justas e inclusivas, no quadro da Democracia, do respeito pela diversidade e da defesa dos direitos humanos.
O ensino desta disciplina avança no âmbito da Estratégia Nacional para a Cidadania que foi apresentada esta sexta-feira na Covilhã, numa cerimónia em que marcaram presença o ministro Ajunto, Eduardo Cabrita, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, a secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Catarina Marcelino, e o secretário de Estado da Educação, João Costa.
«Este é um projeto-piloto que serve para nos preparar para os próximos anos», afirmou o Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, acrescentando que a nova disciplina «vem formalizar muitas das práticas que já aconteciam nas escolas e que agora ficam regulamentadas, acabando por acontecer com outra robustez».
Estrutura da nova disciplina
Na fase-piloto, a disciplina Cidadania e Desenvolvimento abrangerá os anos iniciais de cada ciclo de ensino, ou seja, 1.º, 5.º, 7.º e 10.º. A partir do ano letivo 2018-19, o objetivo é alargar a disciplina Cidadania e Desenvolvimento a todo o País.
No primeiro ciclo, a disciplina tem uma natureza transdisciplinar, no segundo e terceiro ciclos Cidadania e Desenvolvimento será autonomizada e com avaliação, como qualquer unidade curricular.
Em termos curriculares, o ensino de Cidadania e Desenvolvimento será organizado por três grupos: o primeiro é obrigatório para todos os níveis e ciclos de escolaridade, tratando de temas como direitos humanos, igualdade de género, interculturalidade, desenvolvimento sustentável, educação ambiental ou saúde.
O segundo grupo deverá abranger pelo menos dois ciclos do ensino básico, tratando de temas como os media, instituições e participação democrática, literacia financeira, educação para o consumo, sexualidade e segurança rodoviária.
O terceiro grupo tem aplicação opcional em qualquer ano de escolaridade, abordando as temáticas do empreendedorismo, mercado de trabalho, risco, segurança, defesa e paz, bem-estar animal e voluntariado.
Na apresentação da nova disciplina estiveram também presentes os Secretários de Estado para a Cidadania e Igualdade, Catarina Marcelino, e da Educação, João Costa.

Conheça aqui a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania.

 

 

 

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Mais de 20 milhões de pessoas estão em risco de morrer à fome

25 Agosto, 2017
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Mais de 20 milhões de pessoas em quatro países estão em risco de morrer à fome

África enfrenta a maior crise humanitária desde 1945, com mais de 20 milhões de pessoas em risco de vida e de morrer à fome na Nigéria, Somália, Sudão do Sul e Iémen. 1,4 milhões são crianças.
Conflitos, secas e doenças estão entre as principais causas deste flagelo.


More than 20 million people in Nigeria, Somalia, South Sudan and Yemen are experiencing the risk of famine over the coming six months.
The world faces an unprecedented catastrophe unless urgent funding is provided NOW: 20 million people in Yemen, Somalia, South Sudan and Nigeria living on the brink of famine. People are already dying from starvation and disease in the four countries.

“Fome é uma situação rara. Quatro países à beira de fome ao mesmo tempo?”
O alerta é feito pelo diretor do Programa Alimentar Mundial que considera que estamos perante a maior crise humanitária nos últimos 70 anos.
A fome ameaça mais de 20 milhões de pessoas na Nigéria, Somália, Sudão do Sul e Iémen. Conflitos, secas e doenças estão entre as principais causas deste flagelo.
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Dados: Mais de 20 milhões de pessoas em risco de fome. 1,4 milhões são crianças
África enfrenta a maior crise humanitária desde 1945, com mais de 20 milhões de pessoas na Nigéria, Somália, Sudão do Sul e Iémen em risco de fome. 1,4 milhões são crianças.
O mundo enfrenta uma catástrofe sem precedentes, a menos que um financiamento urgente seja fornecido agora, 20 milhões pessoas correm risco de vida e de morrer à fome. 1,4 milhões de crianças sofrem de desnutrição grave e correm risco de vida.
Os conflitos, as restrições de acesso ou de segurança têm dificultado a chegada da ajuda humanitária colocando em risco de vida as milhões de pessoas.
A situação mais preocupante é no Iémen, cerca de 6,8 milhões de pessoas correm risco de vida sem saberem quando será a sua próxima refeição.
Além da fome, um surto de cólera que assola o país infetou milhares de pessoas causando a morte de outras centenas.
Em junho deste ano, a Organização Mundial da Saúde alertava para aquele que era o “maior surto de cólera do mundo”. O número de casos de cólera tinha já ultrapassou o meio milhão pessoas e causado mais de 2.000 mortes.

“Quatro países à beira de fome ao mesmo tempo? Nunca se ouviu falar. Enfrentamos a maior crise humanitária em 70 anos”.
David Beasley, Director do Programa Alimentar Mundial

Situação: estima-se que sejam necessários 850 milhões de euros para combater a fome nos próximos seis meses
A Nigéria, Somália, Sudão do Sul e Iémen estão perto de atingir o limite que levará à fome milhares de pessoas que dependem de ajuda alimentar.
O Programa Alimentar Mundial estima que, até ao final do ano, vão ser necessários cerca de 850 milhões de euros para satisfazer as necessidades mais urgentes das populações.
Permitir que mais de 20 milhões de pessoas morram de fome também é uma escolha nossa.  20 milhões de pessoas, 1,4 milhões de crianças precisam da sua ajuda AGORA.
Ninguém pode ignorar o apelo, em pleno século XXI não podemos deixar homens, mulheres e crianças a morrer à fome.

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A Associação ACEGIS reitera o pedido de David Beasley, Director do Programa Alimentar Mundial.
“A minha mensagem é simples: não podemos simplesmente deixar pessoas morrer de fome no mundo de hoje. Juntos temos de agir para salvar vidas agora. Todos podem apoiar a luta contra a fome”.

20 milhões de pessoas precisam da sua ajuda AGORA.

Ajude a salvar vidas e a combater a fome.

People are dying NOW. Help us to save lives and defeat famine.

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Lançamento da Saudementalpt, a primeira plataforma de saúde mental e neurológica

14 Julho, 2017
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Lançamento da Saudementalpt, a primeira plataforma de saúde mental e neurológica No próximo dia 22 de julho, dia Mundial do Cérebro, vai ser lançada a Plataforma Saudementalpt – a primeira plataforma online que agrega informação e respostas na área da saúde mental e neurológica nacional. Saudementalpt – Plataforma de saúde mental e neurológica nacional.   Lançamento da […]

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Gabinete de Apoio a Vítimas de Violência no Namoro

29 Junho, 2017
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Gabinete de Apoio a Vítimas de Violência no Namoro O Gabinete é promovido pela Associação Plano i e destina-se a prestar apoio psicológico a estudantes universitárias/os, vítimas ou ex-vítimas de violência no namoro. As consultas são gratuitas e prestadas por psicólogas/os especializadas/os. Gabinete de Apoio a Vítimas de Violência no Namoro No âmbito do Programa […]

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O Dia Mundial da Criança é com o Cidadania 4 Kids!

19 Maio, 2017
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O Dia Mundial da Criança é com o Cidadania 4 Kids! Cidadania 4 Kids! Apreende os TEUS DIREITOS. Os DIREITOS da CRIANÇA. As crianças têm o Direito de aprender os seus Direitos! No Dia Mundial da Criança ofereça os Direitos da Criança às crianças. Ofereça o nosso Jogo Educativo da Cidadania – Cidadania 4 Kids! […]

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Licença Parental: Governo quer aumentar licença de parentalidade do pai para 20 dias úteis

5 Maio, 2017
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Licença Parental: Governo quer aumentar licença de parentalidade do pai para 20 dias úteis

Governo quer aumentar licença de parentalidade do pai para 20 dias úteis e alargar para um mês do acompanhamento de filhos recém-nascidos internados.
O pai passará obrigatoriamente a gozar 20 dias úteis de licença e terá ainda direito a mais 5 dias facultativos.

O Governo apresentou à Concertação Social a proposta de aumento da licença de paternidade para 20 dias obrigatórios e de alargamento para um mês do acompanhamento de filhos recém-nascidos internados.
Atualmente a licença de parentalidade do pai é de 15 dias úteis, que são obrigatórios, sendo cinco após o nascimento e dez nos 30 dias seguintes. A proposta alarga para 20, sendo cinco gozados após o nascimento e os restantes até a criança fazer 30 dias.
De acordo com o documento que o ministro Adjunto, Eduardo Cabrita, entregou na quinta-feira aos parceiros sociais na reunião da Concertação Social, a licença de gozo obrigatório do pai passa a ser de 20 dias úteis e o período facultativo é reduzido e passa a ser de cinco dias úteis.
Na prática, o alargamento do período obrigatório da licença do pai será acompanhado por uma diminuição também em cinco dias do período facultativo, pelo que a duração da licença de parentalidade global do pai continuará a ser de 25 dias úteis.
A diferença é que o período obrigatório passará a ter cinco dias a mais e o período facultativo passará a ter cinco dias a menos.
Além disso, foi ainda proposto o alargamento para um mês da licença parental para o acompanhamento de filhos recém-nascidos internados.
A lei atualmente prevê a suspensão da concessão do subsídio parental inicial.
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ONU elege Arábia Saudita para Comissão dos Direitos das Mulheres

24 Abril, 2017
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ONU elege Arábia Saudita para Comissão dos Direitos das Mulheres

A Arábia Saudita é internacionalmente reconhecida como um dos Estados que impõe os maiores níveis de restrições aos direitos da mulher em todo mundo.
A pergunta que se impõe: Pode o regime mais misógino do mundo, onde impera a discriminação e sistemática violação dos direitos da mulher, se sentar na Comissão para os Direitos das Mulheres da ONU?

O Conselho Económico e Social da ONU (ECOSOC) elegeu 13 membros, incluindo a Arábia Saudita, para o mandato de quatro anos (2018-2022) na Comissão dos Direitos das Mulheres, principal organismo internacional de promoção da igualdade de género e dos direitos da mulher.
A Comissão dos Direitos das Mulheres, Commission on the Status of Women (CSW), conta com 45 países, nesta eleição participaram os 54 membros do Conselho Económico e Social, entre os quais Portugal.
A Arábia Saudita foi eleita, através de voto secreto, obtendo 47 votos dos 54 países que participaram nesta eleição. Pelo menos cinco países da União Europeia votaram a favor da eleição da Arábia Saudita para a Comissão dos Direitos das Mulheres da ONU.
O diretor executivo A Organização Não Governamental (ONG) ONU Watch, Hillel Neuer, criticou esta escolha considerando “um absurdo” o resultado da votação do “regime mais misógino do mundo”:
“A Arábia Saudita provavelmente tem os piores resultados em todo o mundo na área de liberdade religiosa e direitos das mulheres”.
“Eleger a Arábia Saudita para proteger os direitos das mulheres é como escolher um incendiário para chefe dos bombeiros”,  Hillel Neuer.

A Arábia Saudita é um dos países onde a liberdade das mulheres é mais limitada e que impõe mais restrições aos direitos da mulher em todo mundo.
Contudo, foi eleita para fazer parte da Comissão para os Direitos das Mulheres da ONU, obtendo 47 votos dos 54 países membros do Conselho Económico e Social.
Igualdade de Género: Arábia Saudita ocupa o 141º lugar entre 144 países
De acordo com o relatório ‘Global Gender Gap Report 2016’, publicado pelo Fórum Económico Mundial, a Arábia Saudita ocupava os últimos lugares do ranking global da igualdade de género, ficando em 141º lugar.
A Arábia Saudita é internacionalmente reconhecida como um dos Estados que impõe os maiores níveis de restrições aos direitos da mulher em todo mundo.
 As mulheres não podem conduzir, e precisam de ter permissão de um membro da família do sexo masculino, normalmente o pai, marido ou irmão – no caso de uma viúva do filho – para obter um passaporte, viajar, casar, estudar, trabalhar ou simplesmente ter acesso a cuidados de saúde.
Em 2015 a Arábia Saudita era o último país do mundo a negar às mulheres o direito ao voto.
Recordamos que só em dezembro de 2015 foi permitido às mulheres participar em atos eleitorais enquanto candidatas e votantes.  Nas primeiras eleições abertas ao voto feminino, quatro mulheres fizeram história e conseguiram ser eleitas para os conselhos municipais.
A eleição da Arábia Saudita para este organismo surge poucos meses depois de ter sido reeleita para Conselho dos Direitos Humanos (CDH) com 152 votos, em outubro de 2016, como membro do grupo Ásia-Pacífico.
Ae eleição teve lugar na Assembleia Geral das Nações Unidas a 28 de outubro de 2016, no qual foram eleitos 14 membros e cumprem um mandato de três anos com início em 2017.
A eleição da Arábia Saudita gerou fortes críticas, precisamente pelo seu desempenho na área dos direitos humanos e com base no elevado número de execuções e outras violações de direitos a nível interno e externo.
Como membro do Conselho de Direitos Humanos da ONU, a Arábia Saudita está vinculada a cumprir e fazer cumprir os mais elevados padrões de direitos humanos.

A pergunta que se impõe:

Pode o regime mais misógino do mundo, onde impera a discriminação e sistemática violação dos direitos da mulher, se sentar na Comissão para os Direitos das Mulheres da ONU?

 

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Projeto Mercadoria Humana 3 | Sensibilização em Tráfico de Seres Humanos

13 Abril, 2017
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Projeto Mercadoria Humana 3 | Sensibilização em Tráfico de Seres Humanos

Saúde em Português
Apresentação pública do Projeto Mercadoria Humana 3 – Projeto de Sensibilização em Tráfico de Seres Humanos, no dia 11 de maio, às 16H00, na Livraria Almedina – Estádio de Coimbra.
Entrada Livre.

Projeto Mercadoria Humana 3 – Projeto de Sensibilização em Tráfico de Seres Humanos. 
Um projeto da Saúde em Português.
Apresentação pública do Projeto Mercadoria Humana 3 – Projeto de Sensibilização em Tráfico de Seres Humanos, no dia 11 de maio, às 16H00, na Livraria Almedina – Estádio de Coimbra. Entrada Livre.
O projeto tem como principal missão prevenir, sensibilizar e informar grupos estratégicos e públicos mais vulneráveis para o TSH, em particular para a exploração laboral, bem como responsabilizar e alertar todos|as para os seus deveres cívicos enquanto crime público.
A apostar-se-á em parcerias com municípios, estabelecimentos de ensino, entidades públicas e privadas, de modo a facilitar a mediação no acesso a públicos-alvo estratégicos (técnicos|as de educação, serviços sociais, emprego, saúde), para que sejam desenvolvidas atividades os|as capacitem para adoção de um papel ativo na prevenção, combate e acompanhamento de vítimas ou potenciais vítimas deste tipo de crime.
Serão dinamizadas ainda atividades que visam empoderar públicos mais vulneráveis a este fenómeno (estudantes, mulheres, desempregados|as, imigrantes, refugiados, entre outros).

 

Convite | Projeto Mercadoria Humana 3
Mais informações sobre o Projeto Mercadoria Humana 3, aqui.
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Projeto CHEGA: Contra a Violência no Namoro e Intervenção na Violência Doméstica

11 Abril, 2017
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Projeto CHEGA: Contra a Violência no Namoro e intervenção na Violência Doméstica Prevenção/Intervenção na Violência no Namoro/Doméstica e (Des)Igualdade de Género. SOPRO ONGD – Solidariedade e Promoção O CHEGA é um projeto cofinanciado pelo POISE no âmbito da Tipologia de Operação 3.16 – Apoio Financeiro e Técnico a Organizações da Sociedade Civil sem Fins Lucrativos, […]

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AppVD: Uma Aplicação para Telemóvel Contra a Violência Doméstica

10 Março, 2017
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AppVD: Uma Aplicação para Telemóvel Contra a Violência Doméstica A AppVD é uma aplicação para telemóvel que ajuda a proteger e disponibiliza informação a vítimas de violência doméstica. A aplicação pode ser descarregada gratuitamente Loja da Apple ou no Google Play.  AppVD – APPoio Contra a Violência Doméstica Está disponível a partir desta sexta-feira uma […]

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  • ECONOMIA SOCIAL EM DESTAQUE | ATUALIDADEInformação e atualidade no âmbito da Economia Social e Solidária

    Abertura de candidaturas | Medida de Qualificação das Pessoas com Deficiência e Incapacidade

    19 Outubro, 2017
    Saiba mais Abertura de candidaturas | Medida de Qualificação das Pessoas com Deficiência e Incapacidade Regiões do Algarve e de Lisboa e Vale do Tejo. Encontram-se abertas, de 16 de outubro a 14 de novembro de 2017, as candidaturas aos apoios no âmbito da Medida de Qualificação das Pessoas com Deficiência e Incapacidade, para as […]

    Conferência “Novas Perspetivas para a Inovação Social”

    12 Outubro, 2017
    Saiba mais Conferência “Novas Perspetivas para a Inovação Social” Novas Perspetivas para a Inovação Social Realiza-se em Lisboa, nos dias 27 e 28 de novembro, a conferência “Novas Perspetivas para a Inovação Social”. Inscrições abertas! Conferência “Novas Perspetivas para a Inovação Social” | 27 e 28 de novembro, em Lisboa Organização conjunta da Comissão Europeia, do
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