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Prémio 40 anos da Revista Crítica de Ciências Sociais atribuído ex aequo

13 Julho, 2018
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Prémio 40 anos da Revista Crítica de Ciências Sociais atribuído ex aequo

A Revista Crítica de Ciências Sociais (RCCS), uma edição quadrimestral do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, publica artigos originais que apresentem resultados de investigação avançada e de reflexão teórica inovadora em todas as áreas das ciências sociais e das humanidades.

Os artigos “The Recolonization of the Indian Mind”, da autoria de Peter Ronald deSouza, do Centre for the Study of Developing Societies (Índia), e “La injusticia cognitiva en la división internacional del conocimiento. El caso de la migración altamente cualificada”, da autoria de Francesco Maniglio, do Centro Internacional de Estudios Superiores en Comunicación para América Latina (Equador), venceram ex aequo o Prémio 40 anos da Revista Crítica de Ciências Sociais, no valor de 1500 euros.
O Júri do Prémio – constituído por três especialistas das áreas das ciências sociais e das humanidades: Mônica Herz (da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro), Teresa Cid (da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), Luís Trindade (do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa e da Birkbeck, University of London), e presidido por Boaventura de Sousa Santos, Diretor do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra – decidiu ainda atribuir menções honrosas aos artigos “On the Coloniality of Human Rights”, da autoria de Nelson Maldonado-Torres, do Department of Latino and Caribbean Studies, and Program in Comparative Literature, da Rutgers University (Estados Unidos da América) e “Ministério Público: Velha instituição com novas funções?”, da autoria de Ludmila Mendonça Lopes Ribeiro, do Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública, Universidade Federal de Minas Gerais (Brasil).
O Júri reuniu a 12 de julho, tendo tomado as suas decisões por unanimidade. O Prémio 40 anos da Revista Crítica de Ciências Sociais destina-se a galardoar os melhores artigos publicados nas páginas da revista entre 2017/2018 com o objetivo de assinalar e comemorar os quarenta anos da publicação, fundada em 1978 sob a direção de Boaventura de Sousa Santos.
Peter Ronald deSouza descreve no seu artigo as consequências perniciosas do colonialismo, nomeadamente o que foi descrito como a “escravidão das mentes” – que produziu um sentimento de inferioridade, um apagamento da memória e de culturas, um vocabulário conceptual estranho e uma perspetiva hegemónica com base na qual se olha o mundo – para demonstrar os enormes desafios conceptuais que uma descolonização da mente tem que enfrentar para conseguir mudar a sociedade, bem como o discurso público, para um futuro verdadeiramente emancipatório.
Já no artigo de Francesco Maniglio, o autor procura analisar, a partir da perspetiva da economia política, a grande relevância assumida pelas migrações altamente qualificadas no desenvolvimento global da economia do conhecimento. Maniglio argumenta que a injustiça social global está intimamente ligada à injustiça cognitiva global, sendo que a migração altamente qualificada se inscreve no movimento neocolonial do capitalismo do conhecimento.

Sobre a Revista Crítica de Ciências Sociais

A  Revista Crítica de Ciências Sociais (RCCS), uma edição quadrimestral do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, publica artigos originais que apresentem resultados de investigação avançada e de reflexão teórica inovadora em todas as áreas das ciências sociais e das humanidades.
A revista privilegia trabalhos com potencial transdisciplinar e que concorram para a discussão teórica, a reflexão epistemológica e o conhecimento crítico da realidade contemporânea à escala global. Acolhendo contributos relativos a todos os contextos geográficos, concede atenção particular a trabalhos que contribuam para a inovação teórica e epistemológica originária do Sul global.
A revista publica em português, espanhol e inglês, sendo que toda a colaboração é submetida a um exigente processo de seleção e revisão baseada em arbitragem científica em regime de duplo anonimato.
O reconhecimento dos elevados padrões de qualidade e rigor atingidos pela RCCS é percetível através da inclusão da revista na rede europeia Eurozine e em bases de indexação internacionais, tal como: Scopus, SciELO, Web of Science/Clarivate Analytics, DOAJ, CAPES-Qualis, ERIH Plus, Sociological Abstracts, International Bibliography of the Social Sciences, EBSCO.
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Estudo: 94,1% das universitárias de Coimbra vítimas assédio sexual

23 Maio, 2018
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Estudo sobre a Violência e Assédio Sexual no Contexto Académico de Coimbra revela que 94,1% das mulheres inquiridas já foram alvo de assédio sexual.

O estudo realizado pela UMAR Coimbra revela que 94,1% das mulheres inquiridas já foram alvo de assédio sexual, 21,7% de coerção sexual e 12,3% reportaram já terem sido violadas.
O estudo realizado pela UMAR Coimbra, no âmbito do projeto CAMI – Capacitar para Melhor Intervir Localmente, os dados utilizados foram obtidos durante os meses de Junho e Julho de 2017, através da aplicação de um questionário de auto-resposta, disseminado online.
O estudo realizado pela UMAR Coimbra sobre a violência sexual em contexto académico revela que 94,1% das mulheres inquiridas já foram alvo de assédio sexual, 21,7% de coerção sexual e 12,3% reportaram já terem sido violadas.
Cerca de um terço das mulheres que responderam ao inquérito da UMAR referiram que já foram vítimas de "stalking" (perseguição) e cerca de metade já tiveram contacto sexual não consentido (53,1%).
Relativamente à percepção da segurança no espaço público, mais de metade das mulheres inquiridas (53%) assumiram ter "receio de sofrerem um ataque sexual", enquanto os homens respondentes identificaram como principais motivos o "receio de sofrer um assalto" (26,1%) e "estar sozinho na rua"(16,2%).
O estudo da UMAR Coimbra, refere ainda que 59 das mulheres inquiridas (14,4%) já sofreram "pelo menos uma tentativa de violação" e 12,3% das mulheres reportaram já ter sido violadas.
Nos casos de tentativa de violação e violação consumada, a partir dos dados obtidos, apurou-se que a vitimação masculina para estas categorias é muitíssimo reduzida, apenas um homem do total da amostra reportou ter sido violado.
A amostra do estudo é constituída por 518 respondentes (79% mulheres e 17,5% homens), 85,5% de nacionalidade portuguesa e 7,6% de nacionalidade brasileira, 85,5% na faixa etária entre os 17 e os 34 anos e a grande maioria frequentou ou frequenta a Universidade de Coimbra (77,8%) e 12,2% o Instituto Politécnico de Coimbra.
Os resultados do estudo vão ser apresentados na íntegra esta quarta-feira partir das 18:00, no anfiteatro III da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

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Apresentação do Livro “Trabalho Igual, Salário Diferente” e Debate

2 Abril, 2018
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Apresentação do Livro "Trabalho Igual, Salário Diferente" e Debate | 6 de Abril, ISCTE-IUL

No dia 6 de abril de 2018, tem lugar, no Auditório Afonso de Barros do ISCTE-IUL, às 18 horas, a apresentação e debate do livro "Trabalho Igual, Salário Diferente", da autoria de Francisco Fernandes Ferreira.
Apresentação do Livro \"Trabalho Igual, Salário Diferente\" e Debate
ISCTE-IUL, Ala Autónoma, Auditório Afonso de Barros 18h - 20h

 

Oradores/as:
Nuno Nunes (CIES-IUL) Elísio Estanque (CES-UC) Luísa Veloso (CIES-IUL)
Moderador: João Emílio Alves (Instituto Politécnico de Portalegre | CIES-IUL) Autor do Livro: Francisco Fernandes Ferreira 
Entidades Organizadoras: Observatório das Desigualdades APS | Secção Temática: Classes, desigualdades e políticas públicas CIES-IUL ISCTE-IUL
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Guião de Educação: Conhecimento, Género e Cidadania no Ensino Secundário

1 Fevereiro, 2018
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Guião de Educação: Conhecimento, Género e Cidadania no Ensino Secundário

Novo Guião de Educação: Conhecimento, Género e Cidadania no Ensino Secundário já está disponível online para ajudar professoras e professores a integrar nas suas aulas as questões de igualdade de género.

O propósito deste guião é integrar a dimensão de género nas práticas educativas em contexto escolar, consciencializando e atuando de forma crítica face aos estereótipos sexistas socialmente dominantes

Guião de Educação: Conhecimento, Género e Cidadania no Ensino Secundário

O novo Guião de Educação: Conhecimento, Género e Cidadania no Ensino Secundário já está disponível online para ajudar professoras e professores a integrar nas suas aulas as questões de igualdade de género.
A elaboração do Guião de Educação Conhecimento, Género e Cidadania no Ensino Secundário para apoio a docentes deste ciclo de ensino resultou de uma adjudicação feita pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) à Associação Portuguesa de Estudos sobre as Mulheres (APEM), em setembro de 2014, após abertura de um período de auscultação pública a diversas entidades para apresentação de propostas.

O Guião encontra-se dividido em duas partes. 
Numa primeira parte deste guião é feito o enquadramento teórico em torno dos conceitos de Género e Cidadania e a sua aplicação ao ensino e ao conhecimento. Depois, numa segunda parte, são dadas sugestões práticas de como abordar estes temas num conjunto de disciplinas que vai do Português à História, passando pelo Inglês, Filosofia ou Biologia.
O presente Guião tem, pois, duas finalidades. A primeira, consiste na integração da dimensão de género nas práticas educativas em contexto escolar e nas dinâmicas coletivas e organizacionais das instituições de educação formal, alicerçada numa conscientização e numa atuação crítica face aos estereótipos sexistas, socialmente dominantes, e que predefinem o que é suposto ser e fazer uma rapariga e um rapaz, legitimando a desigualdade nas relações entre umas e outros.
Neste sentido, pretende-se contribuir para a efetivação de uma educação formal e, nesta, de uma educação para a cidadania, que se configure e se estruture em torno, entre outros, do eixo da igualdade social entre mulheres e homens.
A segunda, específica deste Guião e expressa no título Conhecimento, Género e Cidadania no Ensino Secundário, é a integração da investigação científica em Estudos sobre as Mulheres, Estudos de Género e Estudos Feministas na gestão dos programas disciplinares e na abordagem dos seus conteúdos, partindo da assunção do cariz androcêntrico do pensamento científico e da exclusão, secundarização ou silenciamento das mulheres, e do feminino, na ciência produzida e ensinada, ou seja, no conhecimento sobre as sociedades humanas que a escola veicula.
As propostas contidas neste Guião visam:
(i) Por um lado, permitem a apropriação de um olhar crítico sobre a vida e as relações de homens e de mulheres nas alunas e nos alunos que seguem a via de ensino e, eventualmente, a via da investigação científica.
(ii) Por outro lado, contribuírem para o conhecimento, por parte dos alunos e das alunas que optarem pela integração no mercado de trabalho, dos direitos e deveres laborais, bem como dos fatores que põem em risco e condicionam esses mesmos direitos, no atual quadro da mobilidade geográfica.

 

O Guião destina-se a docentes do ensino secundário, dos cursos científico-humanísticos e dos cursos profissionais, e atende ao facto de este último ciclo de ensino, quer para o prosseguimento de estudos, quer para a entrada no mercado de trabalho.

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Guia para a concepção de cursos e materiais pedagógicos

4 Janeiro, 2018
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Guia para a concepção de cursos e materiais pedagógicos

A proposta de trabalho apresentada neste Guia Metodológico visa promover a melhoria e reforço da qualidade das práticas de concepção e desenho de soluções e itinerários formativos pelas entidades formadoras e profissionais de formação.

Guia para a concepção de cursos e materiais pedagógicos

Visando dar uma resposta concerta a necessidades específicas veiculadas pelas entidades/indivíduos que intervêm na formação, o Instituto para a Qualidade na Formação, I.P., promove, com a apresentação deste documento, uma nova coleção dedicada ao ciclo da formação, fortemente localizada na disseminação e exploração de metodologias de apoio ao desenvolvimento de intervenções formativas.
O Guia Metodológico procura ser um dos contributos para a elevação da qualidade das práticas de concepção de intervenções formativas e uma ajuda à melhoria e reforço da qualidade das práticas de concepção e desenho de soluções e itinerários formativos pelas entidades formadoras e profissionais de formação.
Públicos-alvo
Este guia tem como destinatários/as  finais entidades e/ou indivíduos que intervêm na formação profissional, com particular destaque para responsáveis pelo desenvolvimento de ações dirigidas a activos empregados.
As propostas metodológicas apresentadas neste guia poderão todavia apoiar as entidades / indivíduos na construção de soluções formativas dirigidas a outros públicos, mediante a introdução no modelo de concepção proposto de ajustamentos que visem dar resposta a necessidades específicas dos diferentes públicos-alvo.

O Guia encontra-se estruturado em cinco blocos principais:
1. A Introdução
Neste bloco apresentam-se os objectivos deste Guia Metodológico, explicitam-se as necessidades a que procura dar resposta, caracteriza-se de forma breve o seu público-alvo, discutem-se as opções metodológicas seguidas, refere-se a sua organização e sugerem-se mecanismos de apropriação e exploração da metodologia de concepção proposta.
2. A apresentação do modelo de concepção ADORA
Neste bloco do guia são apresentadas, de forma sumária, as várias fases e processos do modelo de concepção proposto, com destaque para os dois enfoques distintos do modelo (perspectiva sistémica e sistemática), assim como para os outputs finais de cada um dos processos de concepção a desenvolver.
3. O Auto diagnóstico a efectuar pela entidade
O convite ao utilizador para a realização de um auto-diagnóstico, relativamente às suas próprias práticas de concepção,surge neste bloco do guia. O exercício proposto visa ajudar o utilizador a identificar eventuais aspectos a melhorar ou a consolidar, aconselhando-o, no final do diagnóstico, a uma reflexão sobre as melhorias a implementar nas suas práticas, através da sinalização das fases de concepção do modelo ADORA,para onde são recomendados investimentos e devem ser canalizados esforços de aperfeiçoamento das soluções e produtos formativos.
4. O desenvolvimento do modelo de concepção ADORA
Neste bloco são desenvolvidas as fases de concepção, demonstram-se os principais processos a cumprir em cada fase e operacionalizam-se os instrumentos necessários à realização de cada processo.
5. O controlo da aplicação das várias fases do modelo de concepção ADORA
Trata-se da última parte do guia e visa sensibilizar as entidades/indivíduos, que realizam formação, para a importância da implementação de procedimentos de controlo e acompanhamento das respectivas práticas de concepção da formação.

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Apresentação do livro “Violências de género” |12 dez., Lisboa

11 Dezembro, 2017
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Apresentação do livro “Violências de género” do CIEG

A sessão de apresentação realiza-se no dia 12 de dezembro de 2017, na Sala Monsanto do Instituto, pelas 18 horas.
No dia 12 de dezembro de 2017, o Centro Interdisciplinar de Estudos de Género (CIEG) do ISCSP-Universidade de Lisboa apresenta o livro Violências de género, a primeira publicação da Coleção “Estudos de Género” das Edições ISCSP.

O Centro Interdisciplinar de Estudos de Género (CIEG) do ISCSP-ULisboa apresenta o livro Violências de Género a primeira publicação da Coleção Estudos de Género das Edições ISCSP.
A sessão de apresentação realiza-se no dia 12 de dezembro de 2017, na Sala Monsanto do Instituto, pelas 18 horas. A obra será apresentada por Elza Pais.
Com coordenação de Sofia Neves e Dália Costa, investigadoras do CIEG, o livro é dirigido a estudantes, docentes, investigadores(as) e profissionais interessados nas perspetivas teóricas e históricas sobre o que é e como se materializa a violência de género nas suas múltiplas expressões.
\"Violências de Género\" reúne um conjunto diverso de capítulos com perspetivas trans e interdisciplinares da autoria de especialistas de universidades e centros de investigação de excelência, nacionais e internacionais, oferecendo reflexões suportadas por evidências empíricas e apresentando pistas para a intervenção especializada com vítimas e agressores(as), sistematizando boas práticas.
Os textos abordados nos 12 capítulos da obra têm por base três pontos de partida comuns: 1) o género é um eixo central de análise de fenómenos de vitimação, 2) a intervenção com as vítimas e os agressores pressupõe um enfoque de género e 3) a educação é, por excelência, a ferramenta promotora da igualdade de género.

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O Cidadania 4Kids é o primeiro Jogo Educativo que ensina às crianças os valores da cidadania, da igualdade, dos direitos humanos e a educar por um ambiente mais sustentável e ecológico.
 
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40,3 Milhões: o número da vergonha da escravatura no século XXI

2 Dezembro, 2017
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A escravatura moderna engloba conceitos como o tráfico humano, servidão, trabalho forçado, trabalho infantil, casamento forçado, exploração sexual, exploração para pagamento de dívida.

2 de dezembro - Dia Internacional da Abolição da Escravatura

Artigo - Associação ACEGIS

40,3 Milhões: o número da vergonha da escravatura moderna no século XXI

Uma em cada quatro vítimas de escravatura moderna são crianças.

40,3 milhões de pessoas. Uma em cada quatro vítimas de escravatura moderna são crianças.
A maioria das vítimas são mulheres e meninas, somando quase 29 milhões do total de pessoas afetadas pela escravatura.
Só nos últimos cinco anos, 89 milhões de pessoas foram submetidas a várias formas de escravatura.
Os números são da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e da Fundação Walk Free, no passado dia 19 de novembro.
 
 

Dia Internacional da Abolição da Escravatura foi instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 2004 e é celebrado a 2 de dezembro para evitar que trabalho forçado, servidão obrigatória, tráfico de crianças e mulheres, prostituição, escravatura doméstica, trabalho infantil, casamentos combinados, entre muitos outros, continuem a ser praticados.
A data lembra a assinatura da Convenção das Nações Unidas para a Supressão do Tráfico de Pessoas e da Exploração da Prostituição de Outrem, a 2 de dezembro de 1949.

Factos e Números

Vítimas da Escravatura Moderna. #EndSlavery

Em 2016, cerca de 40,3 milhões de pessoas foram vítimas da escravatura moderna em todo o mundo.

- 24,9 milhões de pessoas foram submetidas a trabalho forçado;

- 15,4 milhões de pessoas tiveram de casar contra a sua vontade.

Mulheres e as meninas são as mais afetadas - 29 milhões.

mais de sete em cada dez pessoas (71%).

Mulheres e meninas - 29 milhões

As mulheres e as meninas são mais afetadas por este flagelo, somando quase 29 milhões do total de pessoas afetadas pela escravatura moderna, ou seja, mais de sete em cada dez pessoas (71%).

Crianças vítimas de escravatura moderna – 10 milhões

Uma em cada quatro vítimas de escravatura moderna são crianças.

Crianças - 10 milhões

Uma em cada quatro vítimas de escravatura moderna são crianças.
 As crianças  representam 37% das vítimas de casamentos forçados, 21,3%  de exploração sexual forçada e 19% do trabalho forçado.

Casamento Forçado - 15,4 milhões de vitimas

Muitas são compradas, vendidas ou mesmo fazer parte da herança de alguém.

Mais de um terço dos 15,4 milhões de vítimas de casamentos forçados tinha menos de 18 anos aquando do casamento, a maioria são mulheres e meninas (84%).
Quase de metade das vítimas tinha menos de 15 anos no momento do casamento (44%).
A vítima mais jovem da amostra tinha 9 anos quando foi forçada a casar.

Trabalho Infantil – 152 milhões de crianças

Uma em cada dez crianças de todo o mundo.

O trabalho infantil, por seu lado, envolve 152 milhões de crianças – 64 milhões de meninas e 88 milhões de meninos. Ou seja, uma em cada dez crianças de todo o mundo.
Muitas delas estão envolvidas em trabalhos perigosos pondo em risco a sua saúde, segurança e desenvolvimento moral. Um grande número das crianças submetidas a trabalho infantil encontra-se fora do sistema educativo.
Na faixa etárias entre os cinco e os 14 anos, há 36 milhões de crianças que trabalham e não estão escolarizadas.

A taxa de escravatura moderna é mais alta em África

 
A taxa de escravatura moderna é mais alta em África, com 7,6 vítimas por cada mil pessoas na região.
Seguindo-se a Ásia e do Pacífico (6,1 em 1000 pessoas) e, por último, na Europa e Ásia Central (3,9 em cada 1000).

Estes indicadores baseiam-se no relatório Estimações globais da escravatura moderna: trabalho forçado e casamento forçado  , desenvolvido pela Organização Internacional do Trabalho e pela Fundação Walk Free em parceria com a Organização Internacional para as Migrações.


As novas estimativas globais da escravatura moderna, revelam que é cada vez mais urgente implementar medidas imediatas e eficazes no combate à escravatura moderna, correndo o risco de falhar o objectivo 8.7 da Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável.
Só nos últimos cinco anos, 89 milhões de pessoas foram submetidas a várias formas de escravatura moderna por um período que varia de alguns dias a cinco anos.
Por isso, é cada vez mais urgente pedir ao mundo e unir todos os esforços no sentido de “tomar medidas imediatas e eficazes para erradicar o trabalho forçado, acabar com a escravidão moderna e o tráfico de pessoas, e assegurar a proibição e eliminação das piores formas de trabalho infantil, incluindo recrutamento e utilização de crianças-soldado, e até 2025 acabar com o trabalho infantil em todas as suas formas”.
Susana Pereira
A escravatura moderna é uma grave violação dos direitos humanos e um atentado à integridade e dignidade das suas vítimas.
Um crime hediondo que exige todos os esforços para proteger os cidadãos e as cidadãs mais vulneráreis.
Quando falamos de escravatura moderna, estamos a falar de um dos negócios ilegais mais rentáveis do mundo, que gera elevados lucros.
 A Organização Internacional do trabalho estima que a escravatura moderna gera mais de 150 bilhões de lucro todos os anos, o equivalente à soma dos lucros das quatro empresas mais rentáveis do mundo.
Servidão, trabalho forçado, trabalho escravo, tráfico de seres humanos, prostituição forçada, incluindo de crianças, a exploração sexual, casamentos forçados e otrabalho infantil constituem novas formas de escravatura.
Combater a escravatura significa não só a sua condenação, mas também lutar contra a pobreza, a discriminação e a violência contra as mulheres e as crianças.
Neste Dia Internacional, renovamos o nosso compromisso em lutar contra a escravatura e todas as formas de negação dos direitos e da dignidade do ser humano.
Um crime contra a humanidade. #EndSlavery

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Associação para a Cidadania, Empreendedorismo, Género e Inovação Social
Um jogo educativo que foi pensado em desenvolver de uma forma lúdica competências e conhecimentos tendo como referência os valores da cidadania, da igualdade, da liberdade, dos direitos humanos, da tolerância e da paz.
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Apresentação pública do “Relatório AidWatch Portugal 2017 – A Cooperação Portuguesa no início da era pós-2015”

27 Novembro, 2017
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Apresentação pública do Relatório AidWatch Portugal 2017 – A Cooperação Portuguesa no início da era pós-2015.
28 de Novembro de 2017 | 9h-13h
Auditório do Edifício Novo da Assembleia da República - Auditório António de Almeida Santos
A Plataforma Portuguesa das ONGD e o Grupo de Trabalho Aidwatch da Plataforma organizam a apresentação pública do Relatório AidWatch Portugal 2017 – A  Cooperação Portuguesa no início da era pós-2015  no dia 28 de Novembro de 2017, entre as 9h e as 13h, no Auditório do Edifício Novo da Assembleia da República (Auditório António de Almeida Santos).

O Relatório Aidwatch Nacional, no qual são analisadas as tendências da Cooperação Portuguesa nos últimos anos e apresentadas várias recomendações para o sector, será o ponto de partida para um evento de reflexão em torno das prioridades da Cooperação Portuguesa e dos principais desafios que se colocam às Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento (ONGD) no período pós-2015.

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O Cidadania 4Kids é o primeiro jogo educativo que ensina às crianças os valores da cidadania, da igualdade, dos direitos humanos e a educar por um ambiente mais sustentável e ecológico.

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Disparidades Salariais: Trabalho e Salários Iguais

31 Outubro, 2017
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Artigo associação ACEGIS 

European Equal Pay Day
3 de novembro - Dia Europeu da Igualdade Salarial

FACTOS - Disparidades Salariais

Globalmente, estima-se em 23% as disparidades salariais de género. As mulheres ganham 77% do que ganham os homens.

2186, talvez o Ano da Igualdade Económica

A este ritmo, a igualdade de género nos salários e oportunidades de emprego só será atingida daqui a 169 anos, ou seja em 2186.

2086, talvez o Ano da Igualdade salarial

Se a tendência atual prosseguir, será necessário esperar até 2086 para que mulheres e homens aufiram salários equivalentes.

.
As desigualdade de género no mercado de trabalho variam em todos os países e regiões do mundo e de forma muito diferente. Em termos globais, não deixará de haver desigualdade económica entre homens e mulheres nos próximos 169 anos. Só em 2186 é que será atingida a igualdade económica entre sexos.
.
No entanto, se há regiões do mundo que poderão alcançar a igualdade ainda neste século e nos próximos 46 anos, outras terão de esperar mais de 1.000 anos.

Trabalho e Salários Iguais

Europa Ocidental, poderá alcançar a igualdade económica em 2063
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Atendendo aos progressos até agora realizados, a Europa Ocidental poderá ser a primeira região do mundo a fechar o hiato de género em termos económicos em 46 anos.
Se a tendência atual prosseguir, será necessário esperar até 2063 para que mulheres e homens aufiram salários equivalentes. 
Quanto é que as mulheres ganham menos do que os homens?
.
Na Europa, uma mulher ganha 84 cêntimos por cada euro ganho por um homem.
Em média, as mulheres europeias para conseguirem ganhar o mesmo que os homens teriam de trabalhar mais 59 dias por ano. O que significa que na prática, trabalham gratuitamente cerca de 2 meses por ano.
 

 

Nenhum país europeu alcançou a igualdade salarial,

muito embora exista uma variação bastante significativa este os 28 países da União Europeia no que diz respeito às disparidades salariais.

UE 28 - 16,3%
Estónia - 26,9%
República Checa - 22,5%
Alemanha - 22%
Portugal - 17,8%
Itália e Luxemburgo - 5,5%

Como consequência direta as mulheres auferem reformas e pensões mais baixas e estão mais expostas ao risco de pobreza.

Estima-se que em média, o valor das reformas das mulheres seja inferior em 38,6% do que a dos homens, aumentado o risco de pobreza da mulher na terceira idade.
A situação precária das mulheres idosas é uma consequência direta da disparidade salarial. Como consequência direta as mulheres auferem reformas e pensões mais baixas  e estão mais expostas ao risco de pobreza.
Em 2016, 24,3% das mulheres europeias vivia em risco de pobreza e exclusão social.

Disparidades Salariais: Trabalho e Salários Iguais

Susana Pereira
Os mais recentes progressos e avanços das mulheres no acesso à educação e formação profissional, ainda não se traduziram na melhoria das condições e posições no mercado de trabalho.
Efetivamente, homens e mulheres não têm as mesmas oportunidades no mercado de trabalho, e as disparidades salariais entre homens e mulheres são a consequência prática e visível das desigualdades e discriminação entre sexos.
O direito ao trabalho é condição essencial à efetivação da igualdade de direitos, na independência económica e na realização profissional, pessoal e social das mulheres. É condição essencial na construção de uma sociedade mais justa, paritária e desenvolvida.
 

Publicações em destaque

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Informação e atualidade no âmbito da Economia Social e Solidária.

 

Jogo Educativo – Cidadania 4kIDS! Uma forma divertida de aprender Cidadania.
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Portugal: 2,6 milhões de pessoas vivem em risco de pobreza e exclusão social

17 Outubro, 2017
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17 de Outubro, Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza.
No âmbito do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, a ACEGIS publica dados sobre a pobreza e exclusão social. Indicadores de Portugal e da UE28.

 

Os Números da Pobreza e Exclusão Social

117, 470 Milhões de pessoas na Europa

2, 590 Milhões em Portugal

Portugal: 2,6 milhões de pessoas vivem em risco de pobreza e exclusão social

Dados do Eurostat no âmbito do Dia Internacional pela Erradicação da Pobreza.
Apesar de a União Europeia ser uma das regiões mais ricas do mundo, 117, 5 milhões de pessoas, 23,4% da população, vive em risco de pobreza ou exclusão social.
Em Portugal uma em cada quatro pessoas vive em situação de pobreza ou exclusão social. São 2,6 milhões de pessoas (25,1%) da população.
 

Um dos objetivos da estratégia Europa 2020 é de reduzir, pelo menos, em 20 milhões o número de pessoas em risco ou em situação de pobreza e de exclusão social.

Em 2016, 117,5 milhões de pessoas, ou 23,4% da população, na União Europeia (UE) estavam em risco de pobreza ou exclusão social.
Uma recuperação para os níveis de 2008 (23,7%) depois dos aumentos consecutivos e constantes registados durante a crise económica e financeira, que entre 2009 e 2012 atingiu quase 25% da população.

Maior risco de pobreza ou taxa de exclusão social na Bulgária, menor na República Checa.

Em 2016, mais de um terço da população vivia em risco de pobreza ou exclusão social em três Estados-Membros: Bulgária (40,4%), Roménia (38,8%) e Grécia (35,6%).
No extremo oposto da escala, onde existe uma menor incidência na taxas de risco de pobreza ou exclusão social foram registadas na República Checa (13,3%), na Finlândia (16,6%), na Dinamarca (16,7%) e na Holanda (16,8%).
 A redução do número de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social na UE é um dos principais objectivos da Estratégia Europa 2020.

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Um dos objetivos da estratégia Europa 2020 é de reduzir, pelo menos, em 20 milhões o número de pessoas em risco ou em situação de pobreza e de exclusão social.
No entanto, estes indicadores evidenciam que os países da UE estão longe de cumprir a Estratégia da Europa 2020 e o objetivo europeu de reduzir, pelo menos, em 20 milhões o número de pessoas em risco ou em situação de pobreza e de exclusão social.
A proporção de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social na UE diminuiu para 23,4% em 2016, um decréscimo de apenas 0,3 pontos percentuais antes do início da crise em 2008.

Indicadores em Portugal

Uma em cada quatro pessoas em risco de pobreza ou exclusão social

Em Portugal, 2,6 milhões de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social.
Uma em cada quatro pessoas vive em situação de pobreza ou exclusão social - 25,1%. 
Maior impacto é sentido por mulheres (26%) e crianças (27%).
Ter emprego não é suficiente para reduzir o risco de pobreza e exclusão social.
Em 2016, 14,1% da população portuguesa com emprego estavam em risco de pobreza ou exclusão social.

De acordo com os últimos dados do Eurostat, em Portugal, uma em cada quatro pessoas (25,1%) estavam, no ano passado, em risco de pobreza ou de exclusão social.
O que coloca Portugal entre os 10 países da UE com mais pessoas em risco de pobreza e exclusão, com uma diferença de 1,7% em relação à média da UE (23,4%).
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Em 2016, Portugal tinha 2,590 milhões de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social, o que representa 25,1% do total da população, traduzindo uma descida de 1,5 pontos percentuais em relação ao ano anterior. 
Uma recuperação de 0.9 pontos percentuais para níveis de 2008, antes do início da crise.
Em apenas um ano, a proporção de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social em Portugal diminuiu para 25,1% (2016), um decréscimo de 1,5 pontos percentuais em relação ao ano de 2015 (26,6%). 
Depois dos aumentos aumentos consecutivos e constantes registados durante a crise económica e financeira, que entre 2013 a 2014 atingiu os 27,5% da população portuguesa, assistimos a uma recuperação de 0.9 pontos percentuais face a 2008 (26%). 

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No período de 2013 a 2014, 27,5% da população portuguesa estava em risco de pobreza e exclusão social, o valor mais elevado registado durante durante a crise económica e financeira.
Evolução do risco de pobreza ou exclusão social em Portugal, 2016 ( % do total da população)



Ter emprego não é suficiente para reduzir o risco de pobreza e exclusão social.

Olhando para os vários indicadores e dimensão salientamos que o maior impacto é sentido por mulheres (26%) e crianças (27%).
Em 2016, os riscos de pobreza mais elevados continuavam a registar-se nas famílias com crianças (25,6%) e nas pessoas com mais de 65 anos (21,8%).
Nos desempregados/as (59,8%) e na população empregada (14,1%), as percentagens tiveram uma descida em relação ao ano anterior (60,5% e 14,8% respetivamente).
Não podemos deixar de salientar, e ver com preocupação, o número de pessoas que mesmo tendo trabalho se encontram em situação de pobreza ou exclusão social. Ter emprego não é suficiente para reduzir o risco de pobreza e exclusão social.
Em 2016, 14,1% da população portuguesa com emprego encontravam-se em risco de pobreza ou exclusão social, uma descida de 0,7 pontos percentuais em relação ao ano anterior.
Dados do Eurostat no âmbito do Dia Internacional pela Erradicação da Pobreza.
 16 October 2017 | 16 de outubro de 2017

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Desigualdade Salarial: Mulheres ganham em média menos 279 euros por mês

13 Outubro, 2017
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Hoje, dia 13 de outubro, é o último dia do ano com igualdade nos ganhos médios mensais entre homens e mulheres.

 

Desigualdade Salarial: Mulheres ganham em média menos 279 euros por mês

Uma diferença salarial de 21,8%.

Em Portugal,  as mulheres ganham em média menos 279,4 euros por mês - ganho médio mensal – do que que os homens.

Uma diferença salarial que traduzida em dias de trabalho, num ano e sem remuneração, equivale a 79 dias de trabalho.

 
Em outubro de 2016, o ganho médio mensal das mulheres era 78,2 % do valor médio dos homens.
De acordo com os últimos dados oficiais divulgados pelo Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho e Solidariedade Social (GEP/ MTSSS), referentes a outubro de 2016, existe uma diferença no ganho médio mensal entre homens e mulheres de 21,8%.
Um diferença de remuneração média mensal de 279,4 euros.

 

Quanto é que as mulher ganham menos do que os homens?
279.4 € por mês
Uma diferença salarial de 21,8%.
o equivalente a 79 dias de trabalho, sem remuneração por ano
 
As mulheres em Portugal ganham, em média, mensalmente menos 279,4€ do que os homens. Uma diferença salarial de 21,8%.
As mulheres em Portugal ganham, em média, mensalmente menos 279,4€ do que os homens – remuneração média mensal base.
Em outubro de 2016, o ganho médio das mulheres trabalhadoras  por conta de outrem a tempo completo era de 1.002,1 euros. 
Um diferença de remuneração de 279,4 euros, comparativamente ao ganho mensal médio dos homens (1.281,5 euros).
Esta realidade é ainda mais visível se convertermos esses indicadores, para o equivalente em número de dias de trabalho não remunerado por ano.
Atendendo a que as mulheres ganham, em média, menos 21,8% do que os homens, se converteremos esse indicador em número de dias de trabalho sem remuneração, equivale a 79 dias de trabalho por ano.
Em 2016, 28,9% das mulheres portuguesas estavam abrangidas pelo salário mínimo nacional, mais 10,4 % do que os homens (18,5%).

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Hoje, dia 13 de outubro é o último dia do ano com igualdade nos ganhos médios mensais entre homens e mulheres. 

Nota: ganho médio mensal / remuneração média mensal base - valor que acresce à remuneração base, prémios, subsídios e remuneração por trabalho suplementar.

 
Boletim Estatístico - GEP/ MTSSS (Setembro de 2017)
Consulte o Boletim Estatístico do Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho e Solidariedade Social (GEP/ MTSSS).
 

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Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania

3 Outubro, 2017
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Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania

Já está disponível para consulta a nova Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania

Um documento de referência a implementar nas escolas do ensino público e privado, com o objetivo de incluir nas saídas curriculares, e em todos os graus de ensino, um conjunto de competências e conhecimentos em matéria de cidadania.
A Educação para a Cidadania constitui-se como uma ferramenta vital para o exercício de uma cidadania ativa e esclarecida, garantindo o respeito pelos valores democráticos básicos e pelos Direitos Humanos.

A Estratégia alicerça-se na proposta elaborada pelo Grupo de Trabalho de Educação para a Cidadania (GTEC), com a missão de conceber uma Estratégia de Educação para a Cidadania  a implementar nas  escolas públicas e privadas que integram o Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular,
A Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania constitui-se como um documento de referência a ser implementado nas escolas públicas e privadas, de modo que as crianças e jovens ao longo dos diferentes ciclos experienciem e adquiram competências e conhecimentos de cidadania e respeito pelos direitos humanos.

A escola pública, pelo seu caráter de abrangência universal apresenta-se como o espaço privilegiado para a implementação de uma estratégia de educação para a cidadania, de modo a que as crianças e jovens ao longo dos diferentes ciclos experienciem e adquiram competências e conhecimentos de cidadania em várias vertentes, designadamente;
nos valores e conceitos de cidadania nacional, direitos humanos, igualdade de género, não discriminação, interculturalidade, inclusão das pessoas com deficiência, educação para a saúde, educação para os direitos sexuais e reprodutivos e educação rodoviária.

EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO

A Estratégia integra um conjunto de direitos e deveres que devem estar presentes na formação cidadã das crianças e dos jovens portugueses, para que no futuro sejam adultos e adultas com uma conduta cívica que privilegie a igualdade nas relações interpessoais, a integração da diferença, o respeito pelos Direitos Humanos e a valorização de conceitos e valores de cidadania democrática, no quadro do sistema educativo.
A Educação de qualidade é um direito humano fundamental e um investimento para o futuro. Aprender a tomar decisões informadas é aprender a exercer uma cidadania democrática.
A imprevisibilidade característica do mundo atual coloca desafios novos à educação.
Hoje vivemos num mundo com problemas globais como as alterações climáticas, os extremismos, as desigualdades no acesso aos bens e direitos fundamentais e as crises humanitárias, entre outros, em que a solução passa por trabalharmos em conjunto, unindo esforços para encontrar soluções para os desafios que ameaçam a humanidade.
O futuro do planeta, em termos sociais e ambientais, depende da formação de cidadãs/ãos com competências e valores não apenas para compreender o mundo que os rodeia, mas também para procurar soluções que contribuam para nos colocar na rota de um desenvolvimento sustentável e inclusivo.
As questões relacionadas com a sustentabilidade, a interculturalidade, a igualdade, a identidade, a participação na vida democrática, a inovação e a criatividade estão, de facto, no cerne do debate atual.
Neste sentido, a presença mais acentuada da cidadania na educação assume-se, assim, como uma prioridade na na educação das nossas crianças e jovens; bem como um espaço curricular privilegiado para o desenvolvimento de competências e aprendizagens nas áreas da Cidadania, dos Direitos Humanos, da Igualdade de Género e Não Discriminação.
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