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Desigualdade Salarial: Mulheres ganham em média menos 279 euros por mês

13 Outubro, 2017
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Hoje, dia 13 de outubro, é o último dia do ano com igualdade nos ganhos médios mensais entre homens e mulheres.

 

Desigualdade Salarial: Mulheres ganham em média menos 279 euros por mês

Uma diferença salarial de 21,8%.

Em Portugal,  as mulheres ganham em média menos 279,4 euros por mês - ganho médio mensal – do que que os homens.

Uma diferença salarial que traduzida em dias de trabalho, num ano e sem remuneração, equivale a 79 dias de trabalho.

 
Em outubro de 2016, o ganho médio mensal das mulheres era 78,2 % do valor médio dos homens.
De acordo com os últimos dados oficiais divulgados pelo Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho e Solidariedade Social (GEP/ MTSSS), referentes a outubro de 2016, existe uma diferença no ganho médio mensal entre homens e mulheres de 21,8%.
Um diferença de remuneração média mensal de 279,4 euros.

 

Quanto é que as mulher ganham menos do que os homens?
279.4 € por mês
Uma diferença salarial de 21,8%.
o equivalente a 79 dias de trabalho, sem remuneração por ano
 
As mulheres em Portugal ganham, em média, mensalmente menos 279,4€ do que os homens. Uma diferença salarial de 21,8%.
As mulheres em Portugal ganham, em média, mensalmente menos 279,4€ do que os homens – remuneração média mensal base.
Em outubro de 2016, o ganho médio das mulheres trabalhadoras  por conta de outrem a tempo completo era de 1.002,1 euros. 
Um diferença de remuneração de 279,4 euros, comparativamente ao ganho mensal médio dos homens (1.281,5 euros).
Esta realidade é ainda mais visível se convertermos esses indicadores, para o equivalente em número de dias de trabalho não remunerado por ano.
Atendendo a que as mulheres ganham, em média, menos 21,8% do que os homens, se converteremos esse indicador em número de dias de trabalho sem remuneração, equivale a 79 dias de trabalho por ano.
Em 2016, 28,9% das mulheres portuguesas estavam abrangidas pelo salário mínimo nacional, mais 10,4 % do que os homens (18,5%).

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Hoje, dia 13 de outubro é o último dia do ano com igualdade nos ganhos médios mensais entre homens e mulheres. 

Nota: ganho médio mensal / remuneração média mensal base - valor que acresce à remuneração base, prémios, subsídios e remuneração por trabalho suplementar.

 
Boletim Estatístico - GEP/ MTSSS (Setembro de 2017)
Consulte o Boletim Estatístico do Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho e Solidariedade Social (GEP/ MTSSS).
 

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Jogo Educativo – Cidadania 4kIDS! Uma forma divertida de aprender Cidadania.
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Conferência “Novas Perspetivas para a Inovação Social”

12 Outubro, 2017
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Novas Perspetivas para a Inovação Social

Realiza-se em Lisboa, nos dias 27 e 28 de novembro, a conferência “Novas Perspetivas para a Inovação Social”.
Inscrições abertas!

Conferência “Novas Perspetivas para a Inovação Social” | 27 e 28 de novembro, em Lisboa

Organização conjunta da Comissão Europeia, do Governo Português e dFundação Calouste Gulbenkian.
Carlos Moedas, Comissário Europeu para a Investigação, Ciência e Inovação, Marianne Thyssen, Comissária Europeia para o Emprego, Assuntos Sociais, Competências e Mobilidade Laboral, Maria Manuel Leitão Marques, Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa de Portugal e Isabel Mota, Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian são as figuras responsáveis pela organização desta conferência.

Objetivos:
A conferência pretende impulsionar a inovação social na Europa já que esta é uma forma eficiente e eficaz de promover políticas públicas inclusivas e criadoras de riqueza.
A conferência pretende ainda desenvolver uma nova narrativa para a inovação social, criando os meios para que esta se enraíze, cresça, floresça e dê frutos.

A conferência será estruturada da seguinte maneira:
  • Balanço dos resultados da inovação social
  • Identificação de potenciais oportunidades futuras criadas pela inovação social, não só em termos de bem-estar social, mas também de crescimento, emprego e oportunidade de negócios para a Europa
  • Análise das novas tendências de inovação social
  • Avaliação do possível papel da inovação social na próxima geração de políticas públicas
  • Análise dos vários instrumentos de financiamento

 

Candidaturas

O evento procura reunir cientistas de-nível mundial na área de inovação social, inovadores, empreendedores sociais, representantes da sociedade civil, decisores nacionais e regionais, atores municipais e locais, investidores em inovação social, filantropos, investidores de capital de risco, business angels, estudantes e políticos.

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Dia Internacional da Rapariga: a igualdade está longe de ser alcançada

11 Outubro, 2017
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Dia International da Rapariga

O Dia Internacional da Rapariga foi celebrado pela primeira vez a 11 de outubro de 2012. 
No mesmo ano, e dois dias antes, uma menina era atacada num autocarro escolar quando saía da escola no Vale de Swat, uma província do Paquistão. 
Malala Yousafzai tornava-se o símbolo mundial na luta pela educação e direitos das raparigas.

MALALA YOUSAFZAI

A educação das raparigas tem de ser vista como o investimento mais eficaz e com maior impacto na redução da pobreza e das desigualdades sociais.
Traduzindo-se a médio e longo prazo no desenvolvimento socioeconómico dos países em desenvolvimento e das economias mais frágeis.
 
A desigualdade, de nascer do sexo feminino, só poderá acabar quando conseguirmos incluir o direito à educação, o direito à saúde, de lutar contra a contra a discriminação, a violência contra as mulheres, a mutilação gentil feminina e contra práticas repugnantes como o casamento infantil. 

Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável

A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável veio justamente afirmar a importância da igualdade entre homens e mulheres para a realização dos 17 objectivos de desenvolvimento sustentável.
Adotada em 2015, a Agenda 2030 coloca o combate às desigualdades (Objetivo 10), a educação (objetivo 4) e a promoção da igualdade de género (Objetivo 5), na nova agenda de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas. 
Alcançar os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável implica assegurar que todas as meninas e raparigas têm condições para realizar o seu potencial e participar em igualdade de direitos e oportunidades em todas as esferas da sua vida.
 

A igualdade está longe de ser alcançada

Neste dia, a ACEGIS procura sensibilizar e dar visibilidade aos números da desigualdade e da discriminação das raparigas. Os números que pesam todos os dias nas meninas em todo o mundo.
Uma luta que muitas meninas enfrentam não apenas hoje, mas todos os dias das suas vidas, ao longo das suas vidas. A luta pelo direito e acesso à educação, o combate à mutilação genital feminina, à pobreza e ao casamento infantil. 
1 100 milhões de meninas em todo o mundo esperam por essa mudança. O mundo não continuar a perder o potencial de uma parte tão significativa da sua população.

Dados do Fórum Económico Mundial e da Organização Internacional do Trabalho.
Quais os desafios de hoje?

Não podemos falar em desenvolvimento sustentável se continuarmos a deixar de parte, uma parte significativa da população.

62 milhões de meninas não têm acesso à educação

Milhões de mulheres e meninas continuam a ser impedidas de ir à escola, de saber ler e escrever. Em todo o mundo, dois terços das pessoas analfabetas são mulheres.

33 milhões de meninas são impedidas de frequentar a escola

Cerca de 33 milhões de meninas são impedidas de frequentar a escolas, por nenhuma outra razão, para além de terem nascido do sexo feminino.

Casamento Infantil – 700 milhões

Mais de 700 milhões de mulheres já foram casadas ou tiveram uma união informal quando eram meninas.

Em todo o mundo uma em cada três meninas é obrigada a casar antes de completar os 18 anos. Uma em cada sete casa antes dos 15 anos.

 
A cada 3 segundos uma menina é obrigada a casar

Se nada for feito, o número de mulheres e meninas casadas durante a infância poderá passar dos 700 milhões atuais para 950 milhões em 2030.

Mutilação Genital Feminina – 200 milhões

Atualmente, pelo menos 200 milhões de meninas e mulheres de 30 países foram submetidas a esta prática.

250 milhões de meninas vivem na pobreza

 A falta de recursos económicos das suas famílias impedem-nas de frequentar a escolar, criando um ciclo vicioso de perpetuação da pobreza.

1 100 milhões de meninas
exigem o fim das desigualdades, o fim da discriminação pelo simples facto de terem nascido do sexo feminino.
O mundo não continuar a perder o potencial de uma parte tão significativa da sua população.
Susana Pereira
Acreditamos que nenhuma sociedade pode ser sustentável e desenvolvida se continuar a perder, a desperdiçar o potencial de uma parte significativa da sua população.
Precisamos de mulheres e meninas para participar plenamente na vida social, económica e política de suas comunidades, regiões e dos seus países.
Precisamos das 1 100 milhões de meninas de todo o mundo para construir o progresso e o desenvolvimento sustentável no século XXI.
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3º Congresso Nacional – Educar Hoje | 25 de outubro, Perafita

10 Outubro, 2017
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Inscrições abertas!

25 de outubro, Centro Social Paroquial Padre Ângelo Ferreira Pinto

Já na sua 3.ª Edição, o Centro Social Paroquial Padre Ângelo Ferreira Pinto, acolhe mais uma vez, a 25 de outubro, um encontro científico de âmbito nacional, sob o tema Educar Hoje.

 

3º CONGRESSO NACIONAL – EDUCAR HOJE

Depois do sucesso alcançado em 2015 e 2016, o Centro Social Paroquial Padre Ângelo Ferreira Pinto organiza a 25 de outubro de 2017, pelo terceiro ano consecutivo, um encontro científico de âmbito nacional, no Salão Paroquial de Perafita com capacidade para 500 pessoas.
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PROGRAMA

Este ano, o desafio cabe à área da infância, pretendendo abordar diferentes questões/problemáticas relacionadas com a educação dos dias de hoje.
Como oradores estão confirmados alguns nomes de profissionais da educação e da saúde, destacando-se o Professor Nuno Lobo Antunes.
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O evento destina-se a pessoas dos mais diversos quadrantes: Psicólogos/as; Professores/as; Educadores/as de Infância, Educadores/as Sociais e outros/as profissionais de intervenção socioeducativa.

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Se educar hoje é uma preocupação para si, não pode perder esta oportunidade.
Participe neste grande evento cientifico. Inscrições abertas! 

Contactos

Utilize um dos contactos disponíveis

Telefone

(+351) 229 996 731

Morada

Praceta Padre Ângelo Ferreira Pinto, 7 
4455-469 – Perafita 
Matosinhos – Portugal

Centro Social Paroquial Padre Ângelo Ferreira Pinto

Fundado em 17 de janeiro de 1988 pelo Padre Ângelo, o Centro Social e Paroquial de Perafita é uma instituição particular de solidariedade social, sendo uma reconhecida referência no concelho de Matosinhos pelas excelentes condições e oferta inovadora, que dão resposta às reais necessidades sociais dos escalões infantil e sénior.
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Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares ganha Prémio Nobel da Paz 2017

6 Outubro, 2017
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Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares ganha Prémio Nobel da Paz 2017

A Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares (ICAN) foi distinguida, esta sexta-feira, 6 de outubro, com o Prémio Nobel da Paz 2017.
O anúncio foi feito pela presidente do Comité Nobel norueguês, Berit Reiss-Anderse esta manhã em Oslo, na Noruega.
O Prémio Nobel da Paz 2017 foi esta sexta-feira atribuído à Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares (ICAN).
O Comité Nobel norueguês decidiu distinguir a organização "pelos esforços para captar atenção para as catastróficas consequências humanas" da utilização deste tipo de armamento.
A escolha da ICAN surge numa conjuntura internacional em que a utilização de armamento nuclear é uma das principais preocupações mundiais. E numa altura em que a Coreia do Norte tem multiplicados ensaios nucleares e disparos de mísseis balísticos, traduzindo-se num aumento da tensão na região e com os Estados Unidos.
 
O Comité Nobel norueguês advertiu que o risco de um conflito nuclear é agora muito maior e, acrescentou, que este prémio, é “também um apelo” para que os países não signatários do Tratado para a proibição de armas nucleares comecem “negociações sérias” para a eliminação das armas nucleares no mundo.
“Vivemos num mundo onde o risco de serem usadas armas nucleares é muito maior do que em relação há muito tempo”, Berit Reiss-Andersen, presidente do Comité Nobel

Em julho deste ano, 122 nações adotaram um Tratado da ONU para a Proibição de armas nucleares.
O trato proíbe uma ampla gama de atividades relacionadas a armamentos nucleares, tais como desenvolver, testar, produzir, manufaturar, adquirir, possuir ou estocar armas ou outros utensílios nucleares explosivos, assim como o uso ou a ameaça de uso de armas nucleares. 
No entanto, nenhum dos nove países com armas nucleares, incluindo os Estados Unidos, a Rússia e outras potências nucleares - Reino Unido, França, Israel, China, Índia, Paquistão e Coreia do Norte - participou nas negociações. 
A entrega dos prémios Nobel está agendada para o dia 10 de dezembro em Oslo, no aniversário da morte do fundador dos galardões, Alfred Nobel (1833-1896).
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Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania

3 Outubro, 2017
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Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania

Já está disponível para consulta a nova Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania

Um documento de referência a implementar nas escolas do ensino público e privado, com o objetivo de incluir nas saídas curriculares, e em todos os graus de ensino, um conjunto de competências e conhecimentos em matéria de cidadania.
A Educação para a Cidadania constitui-se como uma ferramenta vital para o exercício de uma cidadania ativa e esclarecida, garantindo o respeito pelos valores democráticos básicos e pelos Direitos Humanos.

A Estratégia alicerça-se na proposta elaborada pelo Grupo de Trabalho de Educação para a Cidadania (GTEC), com a missão de conceber uma Estratégia de Educação para a Cidadania  a implementar nas  escolas públicas e privadas que integram o Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular,
A Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania constitui-se como um documento de referência a ser implementado nas escolas públicas e privadas, de modo que as crianças e jovens ao longo dos diferentes ciclos experienciem e adquiram competências e conhecimentos de cidadania e respeito pelos direitos humanos.

A escola pública, pelo seu caráter de abrangência universal apresenta-se como o espaço privilegiado para a implementação de uma estratégia de educação para a cidadania, de modo a que as crianças e jovens ao longo dos diferentes ciclos experienciem e adquiram competências e conhecimentos de cidadania em várias vertentes, designadamente;
nos valores e conceitos de cidadania nacional, direitos humanos, igualdade de género, não discriminação, interculturalidade, inclusão das pessoas com deficiência, educação para a saúde, educação para os direitos sexuais e reprodutivos e educação rodoviária.

EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO

A Estratégia integra um conjunto de direitos e deveres que devem estar presentes na formação cidadã das crianças e dos jovens portugueses, para que no futuro sejam adultos e adultas com uma conduta cívica que privilegie a igualdade nas relações interpessoais, a integração da diferença, o respeito pelos Direitos Humanos e a valorização de conceitos e valores de cidadania democrática, no quadro do sistema educativo.
A Educação de qualidade é um direito humano fundamental e um investimento para o futuro. Aprender a tomar decisões informadas é aprender a exercer uma cidadania democrática.
A imprevisibilidade característica do mundo atual coloca desafios novos à educação.
Hoje vivemos num mundo com problemas globais como as alterações climáticas, os extremismos, as desigualdades no acesso aos bens e direitos fundamentais e as crises humanitárias, entre outros, em que a solução passa por trabalharmos em conjunto, unindo esforços para encontrar soluções para os desafios que ameaçam a humanidade.
O futuro do planeta, em termos sociais e ambientais, depende da formação de cidadãs/ãos com competências e valores não apenas para compreender o mundo que os rodeia, mas também para procurar soluções que contribuam para nos colocar na rota de um desenvolvimento sustentável e inclusivo.
As questões relacionadas com a sustentabilidade, a interculturalidade, a igualdade, a identidade, a participação na vida democrática, a inovação e a criatividade estão, de facto, no cerne do debate atual.
Neste sentido, a presença mais acentuada da cidadania na educação assume-se, assim, como uma prioridade na na educação das nossas crianças e jovens; bem como um espaço curricular privilegiado para o desenvolvimento de competências e aprendizagens nas áreas da Cidadania, dos Direitos Humanos, da Igualdade de Género e Não Discriminação.
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Disciplina de Cidadania e Desenvolvimento começa este ano letivo

15 Setembro, 2017
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Disciplina de Cidadania e Desenvolvimento começa este ano letivo

A disciplina de Cidadania e Desenvolvimento começa este ano letivo, de 2017-18, a ser lecionada em 235 escolas do País com o objetivo de promover uma sociedade mais justa e inclusiva através da educação.


Temas como direitos humanos, igualdade de género, interculturalidade, desenvolvimento sustentável, educação ambiental ou saúde, serão de abordagem obrigatória em todos os ciclos de ensino, no âmbito da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, apresentada nesta sexta-feira pelo Governo.

A Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania vai ser implementada, este ano letivo, em 235 escolas públicas e privadas que integram o Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, através da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento lecionada nos anos iniciais de cada ciclo de ensino.
Pretende-se que os estudantes desenvolvam e participem ativamente em projetos que promovam a construção de sociedades mais justas e inclusivas, no quadro da Democracia, do respeito pela diversidade e da defesa dos direitos humanos.
O ensino desta disciplina avança no âmbito da Estratégia Nacional para a Cidadania que foi apresentada esta sexta-feira na Covilhã, numa cerimónia em que marcaram presença o ministro Ajunto, Eduardo Cabrita, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, a secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Catarina Marcelino, e o secretário de Estado da Educação, João Costa.
«Este é um projeto-piloto que serve para nos preparar para os próximos anos», afirmou o Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, acrescentando que a nova disciplina «vem formalizar muitas das práticas que já aconteciam nas escolas e que agora ficam regulamentadas, acabando por acontecer com outra robustez».
Estrutura da nova disciplina
Na fase-piloto, a disciplina Cidadania e Desenvolvimento abrangerá os anos iniciais de cada ciclo de ensino, ou seja, 1.º, 5.º, 7.º e 10.º. A partir do ano letivo 2018-19, o objetivo é alargar a disciplina Cidadania e Desenvolvimento a todo o País.
No primeiro ciclo, a disciplina tem uma natureza transdisciplinar, no segundo e terceiro ciclos Cidadania e Desenvolvimento será autonomizada e com avaliação, como qualquer unidade curricular.
Em termos curriculares, o ensino de Cidadania e Desenvolvimento será organizado por três grupos: o primeiro é obrigatório para todos os níveis e ciclos de escolaridade, tratando de temas como direitos humanos, igualdade de género, interculturalidade, desenvolvimento sustentável, educação ambiental ou saúde.
O segundo grupo deverá abranger pelo menos dois ciclos do ensino básico, tratando de temas como os media, instituições e participação democrática, literacia financeira, educação para o consumo, sexualidade e segurança rodoviária.
O terceiro grupo tem aplicação opcional em qualquer ano de escolaridade, abordando as temáticas do empreendedorismo, mercado de trabalho, risco, segurança, defesa e paz, bem-estar animal e voluntariado.
Na apresentação da nova disciplina estiveram também presentes os Secretários de Estado para a Cidadania e Igualdade, Catarina Marcelino, e da Educação, João Costa.

Conheça aqui a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania.

 

 

 

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Bolsas Gulbenkian Novos Talentos | Edição 2017-2018

14 Setembro, 2017
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Bolsas Gulbenkian Novos Talentos | Edição 2017-2018

As Bolsas Gulbenkian Novos Talentos destinam-se a estudantes do ensino superior interessados/as em aprofundar o estudo numa das seguintes áreas: Matemática, Tecnologias Quânticas ou Inteligência Artificial.
Candidaturas abertas de 1 a 27 de setembro.


A Fundação Calouste Gulbenkian instituiu o Programa de Bolsas Gulbenkian Novos Talentos.
Estas Bolsas abrangerão, anualmente, alunos/as do 1.º ou 2.º ciclo de qualquer curso universitário nas áreas da Matemática, Tecnologias Quânticas ou Inteligência Artificial, inscritos para a obtenção do respetivo grau numa universidade portuguesa.
Estas bolsas vão permitir aos estudantes a investigação e o estudo aprofundado numa destas matérias, sob a orientação de tutores/as, e a participação ativa num conjunto de workshops de formação.
Os/as bolseiros/as serão integrados/as num programa em que, sob a orientação de tutores/as, realizam trabalho de estudo e de investigação aprofundada numa destas matérias, e a participar ativamente num conjunto de workshops de formação.
Candidaturas
Só serão aceites a concurso as candidaturas registadas no formulário próprio disponível em gulbenkian.pt e submetidas online até ao dia 27 de setembro de 2017.
A candidatura tem que ser complementada com duas cartas de recomendação de professores, que as deverão enviar diretamente para talentos@gulbenkian.pt até ao dia 27 de setembro de 2017, com a indicação do nome do/a candidato/a no corpo da mensagem.

Novos Talentos em Matemática – Candidatar
Novos Talentos em Tecnologias Quânticas – Candidatar
Novos Talentos em Inteligência Artificial – Candidatar

Contactos: 
Tel: (+351) 217823365
Email: talentos@gulbenkian.pt
Para mais informações, clique aqui.

 

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Prémio Fidelidade Comunidade 2017

13 Setembro, 2017
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Prémio Fidelidade Comunidade 2017

Conheça o Prémio Fidelidade Comunidade, uma iniciativa com uma dotação anual de 500 mil euros para apoiar financeiramente instituições sem fins lucrativos, que desenvolvam a sua atividade nas áreas da inclusão social e/ou prevenção na saúde.
Candidaturas até 10 de outubro de 2017.

500 MIL EUROS PARA ORGANIZAÇÕES DA ECONOMIA SOCIAL E SOLIDÁRIA

A Fidelidade lançou o Prémio Fidelidade Comunidade, no valor total de 500 mil euros, que pretende contribuir financeiramente para instituições que promovam a inclusão social e a prevenção na saúde.
O Prémio Fidelidade Comunidade tem como missão o fortalecimento do setor social através do apoio a instituições que desenvolvam a sua atividade nas áreas da inclusão social e prevenção na saúde, áreas que correspondem à essência dos impactos da atividade seguradora: a proteção das pessoas, do património e da atividade económica, no presente e no futuro. 
As instituições sociais poderão candidatar-se anualmente ao Prémio Fidelidade Comunidade para obter financiamento para os seus projetos ou apoio à sua capacitação, gestão e desenvolvimento, visando garantir a sua sustentabilidade a longo prazo. 
Podem candidatar-se ao Prémio Fidelidade Comunidade pessoas coletivas de direito privado sem fins lucrativos, desde que atuem dentro das categorias designadas no Prémio (com exceção das fundações-empresa).

CATEGORIAS
A edição de 2017 do Prémio Fidelidade Comunidade destina-se a instituições sociais que desenvolvam a sua atividade numa das seguintes áreas de intervenção:

 

INCLUSÃO SOCIAL
Empregabilidade de públicos vulneráveis | Deficiência ou incapacidade permanente

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PREVENÇÃO NA SAÚDE
Promoção de estilos de vida saudável | Envelhecimento ativo

 


Enquadram-se no Prémio:
  • Associações; Cooperativas; Fundações (não empresariais)
  • Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), Misericórdias, Mutualidades
  • Organizações não-governamentais (ONG e ONGD)

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Só serão aceites candidaturas de entidades que respeitem as seguintes condições cumulativas:
  • Desenvolvam a sua atividade em território nacional (Portugal Continental e Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira);
  • Estejam legalmente constituídas e devidamente registadas;
  • Tenham situação regularizada face à administração fiscal e à segurança social;
  • Tenham contabilidade organizada nos termos da legislação aplicável

As candidaturas estão abertas de 8 de setembro a 10 de outubro.

Descarregue aqui a versão integral do Regulamento
 REGULAMENTO
Para mais informações, clique aqui.

 

Fidelidade Comunidade – Para que a vida não pare

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Discurso “I Have a Dream” de Luther King faz hoje 54 anos

28 Agosto, 2017
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Discurso “I Have a Dream” de Luther King faz hoje 54 anos

28 de agosto de 2017. Assinalamos os 54 anos do Discurso “I Have a Dream” de Luther King, um dos mais belos discursos de todos os tempos na história da humanidade.
54 anos depois, perguntamos: O que estamos nós a fazer para manter o sonho vivo? #KeeptheDreamAlive!

Discurso “I Have a Dream” de Luther King faz hoje 54 anos
Duzentas e cinquenta mil pessoas assistiram ao vivo, diante do Lincoln Memorial. Milhões viram-no na televisão ou ouviram-no na rádio. As três televisões que existiam na altura cobriram o discurso ao vivo. Ao longo dos 55 minutos, Martin Luther King repete a frase “I Have a Dream” oito vezes.
Martin Luther King, nunca desistiu do sonho de ver “filhos de ex-escravos e filhos de ex-proprietários de escravos sentados à mesa da fraternidade”.
Um ano depois deste discurso, em 1964, Martin Luther King ganhou o Prêmio Nobel da Paz, sendo na altura a pessoa mais jovem a receber este galardão, com 35 anos de idade. Em 1968, o Dr. Martin Luther King foi assassinado enquanto estava na varanda do hotel onde estava hospedado.

#KeeptheDreamAlive!
«Eu tenho um sonho. O sonho de ver os meus filhos a serem julgados pela sua personalidade e não pela cor da sua pele.»
54 anos depois, perguntamos: o que estamos nós a fazer para manter o sonho vivo? 

 


Vídeo: Martin Luther King | I Have A Dream – 28 de Agosto, 1963 


Martin Luther King Júnior (1929 – 1968) 
Biografia
Martin Luther King ativista norte-americano Nascido em 15 de janeiro de 1929, Luther King, ministro batista, dedicou sua vida a garantir direitos iguais aos afro-americanos e a todas as minorias que eram discriminadas e marginalizadas na sociedade american
Lutou contra a discriminação racial e tornou-se um dos mais importantes líderes dos movimentos pelos direitos civis dos negros nos Estados Unidos.
Considerado um dos mais importantes líderes do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos, e no mundo, com uma campanha de não violência e de amor ao próximo. Em 1955 liderou o boicote aos autocarros de Montgomery. A sua luta levou à Marcha sobre Washington de 1963, onde fez o seu célebre discurso “I Have a Dream”. Em 14 de Outubro de 1964 recebeu o Prémio Nobel da Paz pelo combate à desigualdade racial sem recurso à violência.
Nunca desistiu do sonho de ver “filhos de ex-escravos e filhos de ex-proprietários de escravos sentados à mesa da fraternidade”.
A defesa da paz no mundo era a sua grande causa. Em 1964, com apenas 35 anos, torna-se na pessoa mais jovem a receber o Prémio Nobel da Paz. Destacando-se pela sua capacidade de liderança pela não-violência e pelo fim do preconceito racial nos Estados Unidos.
Martin Luther King foi assassinado em 4 de abril de 1968, em Memphis, Tennessee. Recebeu postumamente a Medalha Presidencial da Liberdade em 1977 e Medalha de Ouro do Congresso em 2004. Centenas de ruas nos EUA também foram renomeadas em sua homenagem.

 

 

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Economia Social: Linha de Crédito Social Investe

21 Agosto, 2017
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Economia Social: Linha de Crédito Social Investe

Uma linha de crédito de 12,5 milhões de euros que visa facilitar o acesso a financiamento  a entidades que integram o setor da Economia Social.

SOCIAL INVESTE | Financiamento no âmbito do programa de apoio à economia social

O SOCIAL INVESTE é um programa de apoio à Economia Social, concretizado numa linha de crédito, que visa facilitar o acesso a financiamento por parte de entidades que integram o setor.
Este programa destina-se a incentivar o desenvolvimento das atividades de natureza social e solidária das entidades que integram o setor da Economia Social, traduzindo desta forma, o reconhecimento de que este setor constitui, inquestionavelmente, um dos pilares do desenvolvimento económico e social do país.
Montante global
Até 12,5 milhões de euros.
São elegíveis as seguintes operações:
Investimento no reforço da atividade em áreas existentes ou em novas áreas de intervenção;
Modernização dos serviços prestados às comunidades;
Modernização da gestão e reforço de tesouraria.
Entidades Destinatárias:
 As instituições particulares de solidariedade social; As mutualidades;
 As misericórdias;  As cooperativas;  As associações de desenvolvimento local:
 Outras entidades da economia social sem fins lucrativos.
As operações elegíveis são classificadas em duas tipologias específicas, diferenciadas de acordo com o objetivo do financiamento e a preponderância das rubricas.

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SOCIAL INVESTE | Tipologias Específicas
Eixo I – Investimento no reforço da atividade em áreas existentes ou em novas áreas de intervenção e modernização dos serviços prestados às comunidades
Enquadramento das operações:
Investimento + Modernização dos Serviços ≥ 50% do investimento.
Montante máximo de financiamento por entidade:
Até 100.000,00 €, tendo como limite 95% do montante do projeto.
Prazo de elegibilidade da Operação:
7 anos.

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Eixo II – Modernização da gestão e reforço da tesouraria
Montante Máximo de financiamento por Entidade:
Até 75.000,00 €, tendo como limite 95% do montante do projeto.
Enquadramento das operações:
Modernização da gestão e reforço da tesouraria ≥ 50%.
Prazo de elegibilidade da Operação:
5 anos.

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Apresentação de candidaturas:
A entidade candidata deverá requerer junto da CASES: (i)Emissão de credencial, no caso das cooperativas; (ii) Declaração a atestar a qualidade de destinatário, para as demais organizações.
As candidaturas deverão ser enviadas para socialinveste@cases.pt, solicitando a emissão da referida declaração, em conjunto com a documentação necessária, consoante a entidade em questão.

 

 

Consulte o Regulamento

Poderá ser obtida informação mais detalhada sobre a Linha de Crédito através do contacto com:
CASES – Cooperativa António Sérgio para a Economia Social, CIPRL
Tel: 21 387 80 46/7 / 21 043 68 77 / 21 043 68 76     |  E-mail: socialinveste@cases.pt

Para mais informações, clique aqui

 

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Convite para apresentação de candidaturas a Bolsas do Ensino Superior

9 Agosto, 2017
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Convite para apresentação de candidaturas a Bolsas do Ensino de Ensino Superior a Alunos/as Carenciados/as.

As operações a apoiar enquadra-se no Eixo Prioritário 2 – Reforço do ensino superior e da formação avançada do Programa Operacional Capital Humano (PO CH), incidindo em Bolsas Individuais de Doutoramento e Pós-Doutoramento.
Este apoio visa contribuir para o aumento da percentagem de estudantes apoiados pela Ação Social no ensino superior e atingir os 124.000 estudantes; e de aumentar para 40% a percentagem de pessoas entre os 30-34 anos com formação de nível superior, ou equivalente.
A dotação de Fundo Social Europeu (FSE), a alocar ao presente aviso, é de 84.000.000M€ (oitenta e quatro milhões de euros).
Convite para apresentação de candidaturas à Tipologia de Operação Bolsas Individuais de Doutoramento e Pós-Doutoramento. 
O presente aviso enquadra-se no objetivo especifico do Programa Operacional Capital Humano que visa aumentar o número de diplomados/as do ensino superior, melhoria da qualidade das ofertas e reforço da orientação para as necessidades do mercado de trabalho.
As operações a apoiar enquadra-se no Eixo Prioritário 2 – Reforço do ensino superior e da formação avançada do Programa Operacional Capital Humano (PO CH), incidindo em Bolsas Individuais de Doutoramento (BD), Bolsas de Doutoramento em Empresas (BDE) e Bolsas de Pós-Doutoramento (BPD).
São elegíveis todas as bolsas de doutoramento, doutoramento em empresas e pós-doutoramento em curso no novo período de programação.
Estes apoios deverão estar maioritariamente alinhados com a estratégia nacional para a especialização inteligente (ENEI) ou com outras prioridades políticas nacionais e ainda contribuir para o aumento do número de doutorados e de pós-doutorados no mercado de trabalho não académico, com particular destaque para o tecido empresarial, dotando as pequenas e médias empresas (PME) e as grandes empresas de recursos altamente qualificados que permitam incrementar a exportação de produtos e serviços baseados no conhecimento científico e tecnológico e na criatividade.
Este apoio visa contribuir para o aumento da percentagem de estudantes apoiados pela Ação Social no ensino superior e atingir os 124.000 estudantes,  conformidade à Meta do Plano Nacional de Reformas (PNR) e da Estratégia Europa 2020, nomeadamente com o objetivo de aumentar para 40% a percentagem de pessoas entre os 30-34 anos com formação de nível superior, ou equivalente.
Destinatários/as
São destinatários(as) destas operações pessoas individuais que satisfaçam as condições de acesso necessárias ao ingresso em ciclo de estudos conducente à obtenção do grau académico de doutor (bolsas de doutoramento – BD e bolsas de doutoramento em empresas- BDE) e pessoas individuais detentoras do grau académico de doutor, para realizarem trabalhos avançados de investigação no âmbito de instituições científicas portuguesas de reconhecida idoneidade (bolsas de pós–doutoramento – BPD).
O presente convite para a apresentação de candidaturas é destinado exclusivamente à Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), I.P., enquanto beneficiária responsável pela execução das respetivas medidas de política pública, na aceção prevista no artigo 39.º do Decreto-Lei n.º 137/2014, de 12 de setembro, e nos termos definidos na primeira parte da alínea c) do artigo 23.º do RECH.
O período de candidaturas inicia-se a 09 de Agosto de 2017 e termina a 08 de Setembro de 2017  para alunos/as carenciados/as das regiões de intervenção do POCH, Norte, Centro e Alentejo.

AVISO POCH-68-2017-12
Acesso Balcão 2020 para submissão de candidaturas
As dúvidas ou questões relacionadas com as candidaturas devem ser remetidas para o endereço de correio eletrónico poch@poch.portugal2020.pt, ou para o suporte do Portugal 2020.
Para mais informações, clique aqui.
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