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Abertura de candidaturas | Medida de Qualificação das Pessoas com Deficiência e Incapacidade

19 Outubro, 2017
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Regiões do Algarve e de Lisboa e Vale do Tejo.

Encontram-se abertas, de 16 de outubro a 14 de novembro de 2017, as candidaturas aos apoios no âmbito da Medida de Qualificação das Pessoas com Deficiência e Incapacidade, para as regiões do Algarve e de Lisboa e Vale do Tejo.

Medida de Qualificação de Pessoas com Deficiência e Incapacidade

Aquisição e o desenvolvimento de competências profissionais orientadas para o exercício de uma atividade no mercado de trabalho, tendo em vista potenciar a empregabilidade das pessoas com deficiência e incapacidade.

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Aviso de Abertura de Candidaturas 2017/2020
O Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. (IEFP, IP) informa de que decorre, de 16 de outubro a 14 de novembro de 2017, o período para apresentação de candidaturas referentes às seguintes ações no âmbito da Medida de Qualificação de Pessoas com Deficiência e Incapacidade:
  • Região de Lisboa e Vale do Tejo - projetos de duração máxima de 36 meses (formação inicial - percursos A e C e formação contínua) para ações a iniciar em 2017 e nos anos seguintes não podendo, em caso algum, ultrapassar 31 de dezembro de 2020.
  • Região do Algarve – projetos de duração máxima de 36 meses (formação inicial - percursos A, B e C e formação contínua) para ações a iniciar em 2017 e nos anos seguintes não podendo, em caso algum, ultrapassar 31 de dezembro de 2020.

 

Candidaturas

Os respetivos Avisos de Abertura de Candidatura, legislação de suporte, formulários de candidatura e respetivas orientações para elaboração das candidaturas encontram-se disponíveis neste portal.
A entrega de candidaturas é efetuada diretamente nos respetivos Serviços Regionais do IEFP, I.P.:
  • Delegação Regional de Lisboa e Vale do Tejo do IEFP, I.P. | Direção de Serviços de Emprego e Formação Profissional R. das Picoas, 14 1069 - 003 LISBOA
  • Delegação Regional ao Algarve do IEFP, I.P.| R. Dr. Cândido Guerreiro, 45 – 1.º - Edifício Nascente 8000 - 318 FARO

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IX Fórum Nacional de Combate à Pobreza e/ou Exclusão Social

16 Outubro, 2017
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IX Fórum Nacional de Combate à Pobreza e/ou Exclusão Social

 

Hotel 3K Barcelona (Lisboa)

IX Fórum Nacional de Combate à Pobreza e/ou Exclusão Social

Lisboa, dias 17 e 18 de outubro
 
Promovido pela EAPN Portugal, o fórum  tem por objetivos refletir a temática da participação como condição para a inclusão social; promover o conhecimento e a partilha de práticas/plataformas de participação e, ainda, sensibilizar a sociedade civil para a importância da participação de pessoas desfavorecidas no processo de inclusão social.

O fórum é promovido pela EAPN Portugal e realiza-se no âmbito do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza – 17 de outubro.

 
No âmbito do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza a EAPN Portugal tem reforçado a visibilidade da sua ação, desenvolvendo um conjunto de iniciativas para que a data seja de facto um marco na luta contra a pobreza e a exclusão social em Portugal e que em paralelo, promova a participação de todos os atores no combate à pobreza e exclusão, sobretudo, daqueles que se encontram numa situação de desfavorecimento social.

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Desigualdade Salarial: Mulheres ganham em média menos 279 euros por mês

13 Outubro, 2017
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Hoje, dia 13 de outubro, é o último dia do ano com igualdade nos ganhos médios mensais entre homens e mulheres.

 

Desigualdade Salarial: Mulheres ganham em média menos 279 euros por mês

Uma diferença salarial de 21,8%.

Em Portugal,  as mulheres ganham em média menos 279,4 euros por mês - ganho médio mensal – do que que os homens.

Uma diferença salarial que traduzida em dias de trabalho, num ano e sem remuneração, equivale a 79 dias de trabalho.

 
Em outubro de 2016, o ganho médio mensal das mulheres era 78,2 % do valor médio dos homens.
De acordo com os últimos dados oficiais divulgados pelo Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho e Solidariedade Social (GEP/ MTSSS), referentes a outubro de 2016, existe uma diferença no ganho médio mensal entre homens e mulheres de 21,8%.
Um diferença de remuneração média mensal de 279,4 euros.

 

Quanto é que as mulher ganham menos do que os homens?
279.4 € por mês
Uma diferença salarial de 21,8%.
o equivalente a 79 dias de trabalho, sem remuneração por ano
 
As mulheres em Portugal ganham, em média, mensalmente menos 279,4€ do que os homens. Uma diferença salarial de 21,8%.
As mulheres em Portugal ganham, em média, mensalmente menos 279,4€ do que os homens – remuneração média mensal base.
Em outubro de 2016, o ganho médio das mulheres trabalhadoras  por conta de outrem a tempo completo era de 1.002,1 euros. 
Um diferença de remuneração de 279,4 euros, comparativamente ao ganho mensal médio dos homens (1.281,5 euros).
Esta realidade é ainda mais visível se convertermos esses indicadores, para o equivalente em número de dias de trabalho não remunerado por ano.
Atendendo a que as mulheres ganham, em média, menos 21,8% do que os homens, se converteremos esse indicador em número de dias de trabalho sem remuneração, equivale a 79 dias de trabalho por ano.
Em 2016, 28,9% das mulheres portuguesas estavam abrangidas pelo salário mínimo nacional, mais 10,4 % do que os homens (18,5%).

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Hoje, dia 13 de outubro é o último dia do ano com igualdade nos ganhos médios mensais entre homens e mulheres. 

Nota: ganho médio mensal / remuneração média mensal base - valor que acresce à remuneração base, prémios, subsídios e remuneração por trabalho suplementar.

 
Boletim Estatístico - GEP/ MTSSS (Setembro de 2017)
Consulte o Boletim Estatístico do Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho e Solidariedade Social (GEP/ MTSSS).
 

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Prémio de Boas Práticas de Envelhecimento Ativo e Saudável

13 Outubro, 2017
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Prémio de Boas Práticas de Envelhecimento Ativo e Saudável da Região Centro

O Prémio visa potenciar a divulgação e o reconhecimento dos projetos e iniciativas que promovam o envelhecimento saudável e ativo existentes na Região Centro.
As candidaturas devem ser submetidas até 15 de outubro.
O Prémio de Boas Práticas de Envelhecimento Ativo e Saudável da Região Centro é uma iniciativa da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) em estreita colaboração com o consórcio Ageing@Coimbra, Reference Site da European Innovation Partnership on Active and Healthy Ageing1 , reconhecido pela Comissão Europeia.

 
Com esta iniciativa , a CCDRC,  visa potenciar a divulgação e o reconhecimento dos projetos e iniciativas que promovam o envelhecimento saudável e ativo existentes na Região Centro.
Candidaturas até 15 de outubro de 2017.
OBJETIVOS:
  1. distinguir projetos e iniciativas de boas práticas inovadoras em curso, no âmbito da qualidade de vida e do envelhecimento, que atinjam ou demonstrem ter potencial para gerar impacto no território da Região Centro; 
  2. realçar publicamente os intervenientes e as entidades que promovam estas iniciativas, quer no setor público ou privado, no sentido de os estimular a desenvolver novos projetos e parcerias, valorizar o seu trabalho e estimular o aparecimento de novas formas de promoção do envelhecimento ativo e saudável;
  3. disseminar o conhecimento obtido com as candidaturas a concurso, com vista à divulgação dos seus conteúdos, estratégias e objetivos para que a adesão por parte dos cidadãos a estas práticas e projetos se alargue na região ou a outros locais.

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CANDIDATURAS
A apresentação de candidaturas deverá ser efetuada através do envio do formulário de candidatura disponível para o efeito, totalmente preenchido, para o correio eletrónico boaspraticas@ageingcoimbra.pt.
As candidaturas submetidas são consideradas oponentes ao presente concurso quando obtiverem um correio eletrónico de confirmação da organização

 

Documentos para Download

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Conferência “Novas Perspetivas para a Inovação Social”

12 Outubro, 2017
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Novas Perspetivas para a Inovação Social

Realiza-se em Lisboa, nos dias 27 e 28 de novembro, a conferência “Novas Perspetivas para a Inovação Social”.
Inscrições abertas!

Conferência “Novas Perspetivas para a Inovação Social” | 27 e 28 de novembro, em Lisboa

Organização conjunta da Comissão Europeia, do Governo Português e dFundação Calouste Gulbenkian.
Carlos Moedas, Comissário Europeu para a Investigação, Ciência e Inovação, Marianne Thyssen, Comissária Europeia para o Emprego, Assuntos Sociais, Competências e Mobilidade Laboral, Maria Manuel Leitão Marques, Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa de Portugal e Isabel Mota, Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian são as figuras responsáveis pela organização desta conferência.

Objetivos:
A conferência pretende impulsionar a inovação social na Europa já que esta é uma forma eficiente e eficaz de promover políticas públicas inclusivas e criadoras de riqueza.
A conferência pretende ainda desenvolver uma nova narrativa para a inovação social, criando os meios para que esta se enraíze, cresça, floresça e dê frutos.

A conferência será estruturada da seguinte maneira:
  • Balanço dos resultados da inovação social
  • Identificação de potenciais oportunidades futuras criadas pela inovação social, não só em termos de bem-estar social, mas também de crescimento, emprego e oportunidade de negócios para a Europa
  • Análise das novas tendências de inovação social
  • Avaliação do possível papel da inovação social na próxima geração de políticas públicas
  • Análise dos vários instrumentos de financiamento

 

Candidaturas

O evento procura reunir cientistas de-nível mundial na área de inovação social, inovadores, empreendedores sociais, representantes da sociedade civil, decisores nacionais e regionais, atores municipais e locais, investidores em inovação social, filantropos, investidores de capital de risco, business angels, estudantes e políticos.

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Dia Internacional da Rapariga: a igualdade está longe de ser alcançada

11 Outubro, 2017
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Dia International da Rapariga

O Dia Internacional da Rapariga foi celebrado pela primeira vez a 11 de outubro de 2012. 
No mesmo ano, e dois dias antes, uma menina era atacada num autocarro escolar quando saía da escola no Vale de Swat, uma província do Paquistão. 
Malala Yousafzai tornava-se o símbolo mundial na luta pela educação e direitos das raparigas.

MALALA YOUSAFZAI

A educação das raparigas tem de ser vista como o investimento mais eficaz e com maior impacto na redução da pobreza e das desigualdades sociais.
Traduzindo-se a médio e longo prazo no desenvolvimento socioeconómico dos países em desenvolvimento e das economias mais frágeis.
 
A desigualdade, de nascer do sexo feminino, só poderá acabar quando conseguirmos incluir o direito à educação, o direito à saúde, de lutar contra a contra a discriminação, a violência contra as mulheres, a mutilação gentil feminina e contra práticas repugnantes como o casamento infantil. 

Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável

A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável veio justamente afirmar a importância da igualdade entre homens e mulheres para a realização dos 17 objectivos de desenvolvimento sustentável.
Adotada em 2015, a Agenda 2030 coloca o combate às desigualdades (Objetivo 10), a educação (objetivo 4) e a promoção da igualdade de género (Objetivo 5), na nova agenda de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas. 
Alcançar os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável implica assegurar que todas as meninas e raparigas têm condições para realizar o seu potencial e participar em igualdade de direitos e oportunidades em todas as esferas da sua vida.
 

A igualdade está longe de ser alcançada

Neste dia, a ACEGIS procura sensibilizar e dar visibilidade aos números da desigualdade e da discriminação das raparigas. Os números que pesam todos os dias nas meninas em todo o mundo.
Uma luta que muitas meninas enfrentam não apenas hoje, mas todos os dias das suas vidas, ao longo das suas vidas. A luta pelo direito e acesso à educação, o combate à mutilação genital feminina, à pobreza e ao casamento infantil. 
1 100 milhões de meninas em todo o mundo esperam por essa mudança. O mundo não continuar a perder o potencial de uma parte tão significativa da sua população.

Dados do Fórum Económico Mundial e da Organização Internacional do Trabalho.
Quais os desafios de hoje?

Não podemos falar em desenvolvimento sustentável se continuarmos a deixar de parte, uma parte significativa da população.

62 milhões de meninas não têm acesso à educação

Milhões de mulheres e meninas continuam a ser impedidas de ir à escola, de saber ler e escrever. Em todo o mundo, dois terços das pessoas analfabetas são mulheres.

33 milhões de meninas são impedidas de frequentar a escola

Cerca de 33 milhões de meninas são impedidas de frequentar a escolas, por nenhuma outra razão, para além de terem nascido do sexo feminino.

Casamento Infantil – 700 milhões

Mais de 700 milhões de mulheres já foram casadas ou tiveram uma união informal quando eram meninas.

Em todo o mundo uma em cada três meninas é obrigada a casar antes de completar os 18 anos. Uma em cada sete casa antes dos 15 anos.

 
A cada 3 segundos uma menina é obrigada a casar

Se nada for feito, o número de mulheres e meninas casadas durante a infância poderá passar dos 700 milhões atuais para 950 milhões em 2030.

Mutilação Genital Feminina – 200 milhões

Atualmente, pelo menos 200 milhões de meninas e mulheres de 30 países foram submetidas a esta prática.

250 milhões de meninas vivem na pobreza

 A falta de recursos económicos das suas famílias impedem-nas de frequentar a escolar, criando um ciclo vicioso de perpetuação da pobreza.

1 100 milhões de meninas
exigem o fim das desigualdades, o fim da discriminação pelo simples facto de terem nascido do sexo feminino.
O mundo não continuar a perder o potencial de uma parte tão significativa da sua população.
Susana Pereira
Acreditamos que nenhuma sociedade pode ser sustentável e desenvolvida se continuar a perder, a desperdiçar o potencial de uma parte significativa da sua população.
Precisamos de mulheres e meninas para participar plenamente na vida social, económica e política de suas comunidades, regiões e dos seus países.
Precisamos das 1 100 milhões de meninas de todo o mundo para construir o progresso e o desenvolvimento sustentável no século XXI.
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3º Congresso Nacional – Educar Hoje | 25 de outubro, Perafita

10 Outubro, 2017
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Inscrições abertas!

25 de outubro, Centro Social Paroquial Padre Ângelo Ferreira Pinto

Já na sua 3.ª Edição, o Centro Social Paroquial Padre Ângelo Ferreira Pinto, acolhe mais uma vez, a 25 de outubro, um encontro científico de âmbito nacional, sob o tema Educar Hoje.

 

3º CONGRESSO NACIONAL – EDUCAR HOJE

Depois do sucesso alcançado em 2015 e 2016, o Centro Social Paroquial Padre Ângelo Ferreira Pinto organiza a 25 de outubro de 2017, pelo terceiro ano consecutivo, um encontro científico de âmbito nacional, no Salão Paroquial de Perafita com capacidade para 500 pessoas.
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PROGRAMA

Este ano, o desafio cabe à área da infância, pretendendo abordar diferentes questões/problemáticas relacionadas com a educação dos dias de hoje.
Como oradores estão confirmados alguns nomes de profissionais da educação e da saúde, destacando-se o Professor Nuno Lobo Antunes.
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O evento destina-se a pessoas dos mais diversos quadrantes: Psicólogos/as; Professores/as; Educadores/as de Infância, Educadores/as Sociais e outros/as profissionais de intervenção socioeducativa.

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Se educar hoje é uma preocupação para si, não pode perder esta oportunidade.
Participe neste grande evento cientifico. Inscrições abertas! 

Contactos

Utilize um dos contactos disponíveis

Telefone

(+351) 229 996 731

Morada

Praceta Padre Ângelo Ferreira Pinto, 7 
4455-469 – Perafita 
Matosinhos – Portugal

Centro Social Paroquial Padre Ângelo Ferreira Pinto

Fundado em 17 de janeiro de 1988 pelo Padre Ângelo, o Centro Social e Paroquial de Perafita é uma instituição particular de solidariedade social, sendo uma reconhecida referência no concelho de Matosinhos pelas excelentes condições e oferta inovadora, que dão resposta às reais necessidades sociais dos escalões infantil e sénior.
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Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares ganha Prémio Nobel da Paz 2017

6 Outubro, 2017
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Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares ganha Prémio Nobel da Paz 2017

A Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares (ICAN) foi distinguida, esta sexta-feira, 6 de outubro, com o Prémio Nobel da Paz 2017.
O anúncio foi feito pela presidente do Comité Nobel norueguês, Berit Reiss-Anderse esta manhã em Oslo, na Noruega.
O Prémio Nobel da Paz 2017 foi esta sexta-feira atribuído à Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares (ICAN).
O Comité Nobel norueguês decidiu distinguir a organização "pelos esforços para captar atenção para as catastróficas consequências humanas" da utilização deste tipo de armamento.
A escolha da ICAN surge numa conjuntura internacional em que a utilização de armamento nuclear é uma das principais preocupações mundiais. E numa altura em que a Coreia do Norte tem multiplicados ensaios nucleares e disparos de mísseis balísticos, traduzindo-se num aumento da tensão na região e com os Estados Unidos.
 
O Comité Nobel norueguês advertiu que o risco de um conflito nuclear é agora muito maior e, acrescentou, que este prémio, é “também um apelo” para que os países não signatários do Tratado para a proibição de armas nucleares comecem “negociações sérias” para a eliminação das armas nucleares no mundo.
“Vivemos num mundo onde o risco de serem usadas armas nucleares é muito maior do que em relação há muito tempo”, Berit Reiss-Andersen, presidente do Comité Nobel

Em julho deste ano, 122 nações adotaram um Tratado da ONU para a Proibição de armas nucleares.
O trato proíbe uma ampla gama de atividades relacionadas a armamentos nucleares, tais como desenvolver, testar, produzir, manufaturar, adquirir, possuir ou estocar armas ou outros utensílios nucleares explosivos, assim como o uso ou a ameaça de uso de armas nucleares. 
No entanto, nenhum dos nove países com armas nucleares, incluindo os Estados Unidos, a Rússia e outras potências nucleares - Reino Unido, França, Israel, China, Índia, Paquistão e Coreia do Norte - participou nas negociações. 
A entrega dos prémios Nobel está agendada para o dia 10 de dezembro em Oslo, no aniversário da morte do fundador dos galardões, Alfred Nobel (1833-1896).
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Santander lança 2.ª edição do Prémio Voluntariado Universitário

4 Outubro, 2017
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Incentivando a prática do Voluntariado e recompensando o esforço dos jovens mais envolvidos, o Santander Universidades lança a 2.ª Edição do Prémio de Voluntariado Universitário.

O Prémio visa distinguir 10 projetos finalista de elevado mérito e premiar três projetos com 3.000 euros.
Candidaturas de 02 a 27 de outubro de 2017.

Santander lança 2.ª edição do Prémio Voluntariado Universitário

Estão abertas, até 27 de outubro, as candidaturas para a 2.ª edição do Prémio de Voluntariado Universitário do Santander Universidades.
Incentivando a prática do Voluntariado e recompensando o esforço dos jovens mais envolvidos, o Santander Universidades lança a 2.ª Edição do Prémio de Voluntariado Universitário.
O Prémio de Voluntariado Universitário visa reconhecer os projetos de voluntariado promovidos por estudantes do Ensino Superior, com benefícios para a sociedade e igualmente para o desenvolvimento das suas competências pessoais.

Podem candidatar-se ao presente Prémio entidades coletivas constituídas e participadas maioritariamente por estudantes universitários, que respeitem as seguintes condições:
a) Promovam atividades de voluntariado em território nacional;
b) Estejam legalmente constituídas e possuam personalidade jurídica;
c) Estejam enquadradas, diretamente ou por via de uma Associação Académica, numa Instituição de Ensino Superior (I.E.S.).
São elegíveis projetos dirigidos a diferentes faixas etárias (crianças, jovens, adultos, idosos) e perfis de beneficiários/as (crianças e jovens em risco, desempregados/as, emigrantes, pessoas com deficiência, entre outros) que possam contribuir para a educação/sensibilização, capacitação, inserção profissional, melhoria das condições de vida, entre outros.

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O Prémio pretende apoiar o desenvolvimento e distinguir as melhores práticas de voluntariado universitário, concorrendo para:
  • Contribuir para uma sociedade mais justa e equitativa através da sensibilização e divulgação do voluntariado junto de todo o coletivo do ensino superior.
  • Promover o voluntariado como exercício de responsabilidade social e cidadania ativa, com benefícios para a sociedade e igualmente para o desenvolvimento das suas competências pessoais;
  • Valorizar e divulgar as melhores práticas de voluntariado universitário que contribuam para o desenvolvimento do terceiro setor.

Candidaturas

As candidaturas deverão ser efetuadas através do preenchimento completo do formulário digital criado para o efeito, disponibilizado no site (pvu.ajudamos.pt), de 2 a 27 de outubro de 2017.
Apenas serão consideradas válidas as candidaturas que, juntamente com o formulário digital, submetam um breve vídeo de apresentação (partilhado através do youtube).
Não existe qualquer limite de candidaturas por entidade, podendo os candidatos concorrer com quantos projetos desejem, desde que comprovem a sua pertinência e enquadramento na comunidade envolvente e submetam uma candidatura por projeto.

 

Contactos

Para mais informações ou esclarecimento de dúvidas relacionadas com o Prémio, poderão contactar-nos através do e-mail candidaturas@pvu.pt ou do telefone 913 604 515 (dias úteis, das 9h às 13h e das 14h às 18h). 
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Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania

3 Outubro, 2017
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Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania

Já está disponível para consulta a nova Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania

Um documento de referência a implementar nas escolas do ensino público e privado, com o objetivo de incluir nas saídas curriculares, e em todos os graus de ensino, um conjunto de competências e conhecimentos em matéria de cidadania.
A Educação para a Cidadania constitui-se como uma ferramenta vital para o exercício de uma cidadania ativa e esclarecida, garantindo o respeito pelos valores democráticos básicos e pelos Direitos Humanos.

A Estratégia alicerça-se na proposta elaborada pelo Grupo de Trabalho de Educação para a Cidadania (GTEC), com a missão de conceber uma Estratégia de Educação para a Cidadania  a implementar nas  escolas públicas e privadas que integram o Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular,
A Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania constitui-se como um documento de referência a ser implementado nas escolas públicas e privadas, de modo que as crianças e jovens ao longo dos diferentes ciclos experienciem e adquiram competências e conhecimentos de cidadania e respeito pelos direitos humanos.

A escola pública, pelo seu caráter de abrangência universal apresenta-se como o espaço privilegiado para a implementação de uma estratégia de educação para a cidadania, de modo a que as crianças e jovens ao longo dos diferentes ciclos experienciem e adquiram competências e conhecimentos de cidadania em várias vertentes, designadamente;
nos valores e conceitos de cidadania nacional, direitos humanos, igualdade de género, não discriminação, interculturalidade, inclusão das pessoas com deficiência, educação para a saúde, educação para os direitos sexuais e reprodutivos e educação rodoviária.

EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO

A Estratégia integra um conjunto de direitos e deveres que devem estar presentes na formação cidadã das crianças e dos jovens portugueses, para que no futuro sejam adultos e adultas com uma conduta cívica que privilegie a igualdade nas relações interpessoais, a integração da diferença, o respeito pelos Direitos Humanos e a valorização de conceitos e valores de cidadania democrática, no quadro do sistema educativo.
A Educação de qualidade é um direito humano fundamental e um investimento para o futuro. Aprender a tomar decisões informadas é aprender a exercer uma cidadania democrática.
A imprevisibilidade característica do mundo atual coloca desafios novos à educação.
Hoje vivemos num mundo com problemas globais como as alterações climáticas, os extremismos, as desigualdades no acesso aos bens e direitos fundamentais e as crises humanitárias, entre outros, em que a solução passa por trabalharmos em conjunto, unindo esforços para encontrar soluções para os desafios que ameaçam a humanidade.
O futuro do planeta, em termos sociais e ambientais, depende da formação de cidadãs/ãos com competências e valores não apenas para compreender o mundo que os rodeia, mas também para procurar soluções que contribuam para nos colocar na rota de um desenvolvimento sustentável e inclusivo.
As questões relacionadas com a sustentabilidade, a interculturalidade, a igualdade, a identidade, a participação na vida democrática, a inovação e a criatividade estão, de facto, no cerne do debate atual.
Neste sentido, a presença mais acentuada da cidadania na educação assume-se, assim, como uma prioridade na na educação das nossas crianças e jovens; bem como um espaço curricular privilegiado para o desenvolvimento de competências e aprendizagens nas áreas da Cidadania, dos Direitos Humanos, da Igualdade de Género e Não Discriminação.
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4ª edição da MICAR – Mostra Internacional de Cinema Anti-Racista

2 Outubro, 2017
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2017 marca a 4ª edição da MICAR – Mostra Internacional de Cinema Anti-Racista. Os últimos 3 anos foram para o SOS RACISMO, promotor deste evento, uma enorme aventura e aprendizagem.
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São mais de 30 filmes a esta sala que nos acolhe - entre curtas e longas metragens, ficção, animação e documentário – sobre as temáticas da imigração, do racismo, da xenofobia e da discriminação.
A Mostra abriu ainda espaço ao debate e à reflexão a partir das conversas que antecedem e que se seguem aos filmes, dos convidados que partilham a sua experiência de viva voz e aqueles que colaboram com os seus textos para a publicação que acompanha a MICAR.
Este é um evento de cinema que combate o racismo e pela participação crescente de cidadãos e cidadãs, amantes do cinema e da diversidade.

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Todas as sessões têm entrada gratuita, embora sujeita a levantamento prévio de bilhetes, os quais estarão disponíveis na bilheteira do Teatro Municipal do Porto - Rivoli.

 

Filmes em exibição

De 13 a 15 de outubro de 2017 | Teatro Municipal do Porto – Rivoli.

“I am not your negro” é um documentário sobre as palavras do escritor e ativista James Baldwin, que na década de 1970 anunciou o seu propósito de contar a história dos EUA, através da história de três amigos assassinados: Medgar Evars, Malcolm X e Martin Luther King.

A viagem de Baldwin tem como propósito analisar o racismo na América e as suas origens, abarcando também os seus principais motores, como a cultura e a indústria cinematográfica, peças essenciais na construção da imagem do negro como um “outro” inferior.

Vencedor de um Urso de Ouro na edição de 2016 do Festival Internacional de Cinema de Berlim, “Fogo no Mar” é um documento brilhante sobre a tragédia vivenciada por milhares de pessoas às portas da Europa.

O olhar de Gianfranco Rosi fixa-se na pequena ilha italiana de Lampedusa e acompanha os dois mundos que ali partilham um mesmo espaço, e que raramente se cruzam: o mundo dos seus habitantes e aquele dos migrantes que ali procuram liberdade e dignidade, levando consigo diferentes histórias de vida e carregando um pesado fardo – a travessia do mediterrâneo, em condições desumanas e sem segurança, e o testemunho de muitas vidas perdidas.

Não sou o teu negro | 15 Out – 14h30

Fogo no Mar

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Seminário – A Diversidade e as Organizações Sustentáveis | Lisboa, 10 out.

29 Setembro, 2017
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Seminário – A Diversidade e as Organizações Sustentáveis

Decorre a 10 de outubro próximo, em Lisboa, na sede do IEFP, o seminário subordinado ao tema: A Diversidade e as Organizações Sustentáveis.

Seminário – A Diversidade e as Organizações Sustentáveis

O seminário conta com a participação de várias empresas, na partilha da sua realidade, numa reflexão conjunta sobre os desafios do presente, para a construção de um futuro melhor.

É uma prova de vitalidade das organizações a constante reflexão interna e participada sobre a temática da diversidade e sustentabilidade, designadamente ao nível social, económico e ambiental.
O IEFP, é uma organização que respeita e valoriza a diferença, combate o preconceito e a discriminação, defende a competência e o talento, promovendo a igualdade de oportunidades e, por isso, assinou a Carta Portuguesa para a Diversidade.
No mundo atual, falar de organizações sustentáveis é referir-se a organizações que apresentam sucesso organizacional, assente numa forte relação com a sociedade em que se inserem.
As organizações de sucesso, estruturaram-se estrategicamente para satisfazer as necessidades sociais de forma viável financeiramente, para tal têm que ser capazes de cumprir com a sua missão, ao nível social, económico e ambiental.
Os/as participantes são convidados, como forma de participação solidária, a trazer, pelo menos, um bem alimentar não perecível (enlatados, arroz, massas, farinha, bolachas, açúcar...), para posterior distribuição junto a famílias carenciadas.
A participação neste evento implica a inscrição prévia e a confirmação da mesma, uma vez que o número de participantes é limitado.
Para mais informações envie-nos um email para: aqja.qualidade@iefp.pt.
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    São jogos, quebra-cabeças, puzzles, sudokus e muito mais!

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