Assuntos Sociais

  • Associação para a Cidadania, Empreendedorismo, Género e Inovação Social

    A ACEGIS reconhece-se enquanto entidade de referência nas áreas estratégicas da cidadania, inclusão, igualdade de género, empreendedorismo e inovação social. Intervimos ativamente pela construção de uma sociedade mais justa, paritária e inclusiva!

  • A escravatura moderna engloba conceitos como o tráfico humano, servidão, trabalho forçado, trabalho infantil, casamento forçado, exploração sexual, exploração para pagamento de dívida. 2 de dezembro - Dia Internacional da Abolição da Escravatura Artigo - Associação ACEGIS 40,3 Milhões: o número da vergonha da escravatura moderna no século XXI Uma em cada quatro vítimas de […]

Presentes e compras solidárias para apoiar quem mais precisa

15 Dezembro, 2017
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Presentes e compras solidárias para apoiar quem mais precisa

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Associação para a Cidadania, Empreendedorismo, Género e Inovação Social
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Concurso Euroscola 2017/2018 no âmbito da Igualdade de Género

11 Dezembro, 2017
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Concurso Euroscola 2017/2018 no âmbito da Igualdade de Género

Elabora um trabalho sobre o tema «Igualdade de Género» e motiva a tua escola a inscrever-se no concurso EUROSCOLA 2017/2018.
Estão abertas as inscrições até ao dia 31 de janeiro de 2018 para o concurso Euroscola 2017/2018.
Objetivos do concurso:
  • Familiarizar os jovens com o funcionamento das instituições europeias;
  • Consciencializar os jovens sobre a sua condição de cidadãos europeus e a sua intervenção na organização futura da Europa;
  • Oferecer aos jovens uma tribuna onde possam exprimir as suas opiniões e valorizar o seu envolvimento no projeto europeu.

Os/as alunos/as até aos 18 anos e inscritos até ao 11.º ano de escolaridade são desafiados a elaborar um trabalho sobre o tema “Igualdade de Género” e motivar a respetiva escola a inscrever-se no concurso Euroscola 2017/2018.
Podem participar as Escolas inscritas no Parlamento dos Jovens - Secundário.
O Euroscola é um concurso que visa selecionar, a nível nacional, as escolas que vão representar Portugal nas Sessões Euroscola do Parlamento Europeu em Estrasburgo onde, durante um dia, jovens de toda a União Europeia debatem temas europeus.
Organizado a nível nacional, pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ,I.P.) e pelo Gabinete de Informação do Parlamento Europeu em Portugal, com a participação da Assembleia da República, das Assembleias Legislativas dos Açores e da Madeira e das Direções Regionais da Juventude das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

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Associação para a Cidadania, Empreendedorismo, Género e Inovação Social
O Cidadania 4Kids é o primeiro Jogo Educativo que ensina às crianças os valores da cidadania, da igualdade, dos direitos humanos e a educar por um ambiente mais sustentável e ecológico.
 
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II Encontro Deficiência, Cidadania e Inovação Social | 13 de dez., ISCSP-ULisboa

4 Dezembro, 2017
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Observatório da Deficiência e Direitos Humanos (ODDH), sediado no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa (ISCSP-ULisboa), realiza, no dia 13 de dezembro, o seu II Encontro – Deficiência, Cidadania e Inovação Social.

Para assinalar o décimo primeiro aniversário da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, adotada pela ONU a 13 de dezembro de 2006, e ratificada por Portugal em 2009, o Observatório da Deficiência e Direitos Humanos (ODDH), sediado no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa (ISCSP-ULisboa), realiza, no dia 13 de dezembro, o seu II Encontro – Deficiência, Cidadania e Inovação Social.

13 Dez. 2017 | II Encontro do ODDH – Deficiência, Cidadania e Inovação Social

 
O Observatório da Deficiência e Direitos Humanos (ODDH) do ISCSP-ULisboa organiza o II Encontro ODDH - Deficiência, Cidadania e Inovação Social no dia 13 de dezembro, às 9h00, no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas.
Paula Campos Pinto, do ODDH, Manuel Meirinho, Presidente do ISCSP, e Ana Sofia Antunes, Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, marcam presença na sessão de abertura do evento. O relatório Pessoas com Deficiências em Portugal - Indicadores de Direitos Humanos 2017 será apresentado publicamente na sessão plenária da manhã, seguindo-se uma mesa redonda com deputados de diversos grupos parlamentares.
Durante a tarde realizam-se sessões paralelas com quatro painéis temáticos - Educação, Proteção Social, Emprego e Saúde - que contam com a participação de investigadores, organizações da deficiência e entidades públicas com projetos inovadores em curso nas áreas em discussão.
A organização da iniciativa contou com a parceira da Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA), da Associação NOVAMENTE, da Federação Portuguesa de Autismo (FPDA), da Fundação LIGA, da Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social (FENACERCI) e da Federação Portuguesa para a Deficiência Mental (HUMANITAS).

entrada é livre, mas sujeita a inscrição prévia. As inscrições são em número limitado e serão registadas, por ordem de chegada.
Para informações adicionais por favor contactar oddh@iscsp.ulisboa.pt

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Associação para a Cidadania, Empreendedorismo, Género e Inovação Social

Uma forma divertida de apreender Cidadania, Ambiente, Direitos Humanos e Direitos da Criança.

São jogos, quebra-cabeças, puzzles, sudokus e muito mais!

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40,3 Milhões: o número da vergonha da escravatura no século XXI

2 Dezembro, 2017
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A escravatura moderna engloba conceitos como o tráfico humano, servidão, trabalho forçado, trabalho infantil, casamento forçado, exploração sexual, exploração para pagamento de dívida.

2 de dezembro - Dia Internacional da Abolição da Escravatura

Artigo - Associação ACEGIS

40,3 Milhões: o número da vergonha da escravatura moderna no século XXI

Uma em cada quatro vítimas de escravatura moderna são crianças.

40,3 milhões de pessoas. Uma em cada quatro vítimas de escravatura moderna são crianças.
A maioria das vítimas são mulheres e meninas, somando quase 29 milhões do total de pessoas afetadas pela escravatura.
Só nos últimos cinco anos, 89 milhões de pessoas foram submetidas a várias formas de escravatura.
Os números são da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e da Fundação Walk Free, no passado dia 19 de novembro.
 
 

Dia Internacional da Abolição da Escravatura foi instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 2004 e é celebrado a 2 de dezembro para evitar que trabalho forçado, servidão obrigatória, tráfico de crianças e mulheres, prostituição, escravatura doméstica, trabalho infantil, casamentos combinados, entre muitos outros, continuem a ser praticados.
A data lembra a assinatura da Convenção das Nações Unidas para a Supressão do Tráfico de Pessoas e da Exploração da Prostituição de Outrem, a 2 de dezembro de 1949.

Factos e Números

Vítimas da Escravatura Moderna. #EndSlavery

Em 2016, cerca de 40,3 milhões de pessoas foram vítimas da escravatura moderna em todo o mundo.

- 24,9 milhões de pessoas foram submetidas a trabalho forçado;

- 15,4 milhões de pessoas tiveram de casar contra a sua vontade.

Mulheres e as meninas são as mais afetadas - 29 milhões.

mais de sete em cada dez pessoas (71%).

Mulheres e meninas - 29 milhões

As mulheres e as meninas são mais afetadas por este flagelo, somando quase 29 milhões do total de pessoas afetadas pela escravatura moderna, ou seja, mais de sete em cada dez pessoas (71%).

Crianças vítimas de escravatura moderna – 10 milhões

Uma em cada quatro vítimas de escravatura moderna são crianças.

Crianças - 10 milhões

Uma em cada quatro vítimas de escravatura moderna são crianças.
 As crianças  representam 37% das vítimas de casamentos forçados, 21,3%  de exploração sexual forçada e 19% do trabalho forçado.

Casamento Forçado - 15,4 milhões de vitimas

Muitas são compradas, vendidas ou mesmo fazer parte da herança de alguém.

Mais de um terço dos 15,4 milhões de vítimas de casamentos forçados tinha menos de 18 anos aquando do casamento, a maioria são mulheres e meninas (84%).
Quase de metade das vítimas tinha menos de 15 anos no momento do casamento (44%).
A vítima mais jovem da amostra tinha 9 anos quando foi forçada a casar.

Trabalho Infantil – 152 milhões de crianças

Uma em cada dez crianças de todo o mundo.

O trabalho infantil, por seu lado, envolve 152 milhões de crianças – 64 milhões de meninas e 88 milhões de meninos. Ou seja, uma em cada dez crianças de todo o mundo.
Muitas delas estão envolvidas em trabalhos perigosos pondo em risco a sua saúde, segurança e desenvolvimento moral. Um grande número das crianças submetidas a trabalho infantil encontra-se fora do sistema educativo.
Na faixa etárias entre os cinco e os 14 anos, há 36 milhões de crianças que trabalham e não estão escolarizadas.

A taxa de escravatura moderna é mais alta em África

 
A taxa de escravatura moderna é mais alta em África, com 7,6 vítimas por cada mil pessoas na região.
Seguindo-se a Ásia e do Pacífico (6,1 em 1000 pessoas) e, por último, na Europa e Ásia Central (3,9 em cada 1000).

Estes indicadores baseiam-se no relatório Estimações globais da escravatura moderna: trabalho forçado e casamento forçado  , desenvolvido pela Organização Internacional do Trabalho e pela Fundação Walk Free em parceria com a Organização Internacional para as Migrações.


As novas estimativas globais da escravatura moderna, revelam que é cada vez mais urgente implementar medidas imediatas e eficazes no combate à escravatura moderna, correndo o risco de falhar o objectivo 8.7 da Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável.
Só nos últimos cinco anos, 89 milhões de pessoas foram submetidas a várias formas de escravatura moderna por um período que varia de alguns dias a cinco anos.
Por isso, é cada vez mais urgente pedir ao mundo e unir todos os esforços no sentido de “tomar medidas imediatas e eficazes para erradicar o trabalho forçado, acabar com a escravidão moderna e o tráfico de pessoas, e assegurar a proibição e eliminação das piores formas de trabalho infantil, incluindo recrutamento e utilização de crianças-soldado, e até 2025 acabar com o trabalho infantil em todas as suas formas”.
Susana Pereira
A escravatura moderna é uma grave violação dos direitos humanos e um atentado à integridade e dignidade das suas vítimas.
Um crime hediondo que exige todos os esforços para proteger os cidadãos e as cidadãs mais vulneráreis.
Quando falamos de escravatura moderna, estamos a falar de um dos negócios ilegais mais rentáveis do mundo, que gera elevados lucros.
 A Organização Internacional do trabalho estima que a escravatura moderna gera mais de 150 bilhões de lucro todos os anos, o equivalente à soma dos lucros das quatro empresas mais rentáveis do mundo.
Servidão, trabalho forçado, trabalho escravo, tráfico de seres humanos, prostituição forçada, incluindo de crianças, a exploração sexual, casamentos forçados e otrabalho infantil constituem novas formas de escravatura.
Combater a escravatura significa não só a sua condenação, mas também lutar contra a pobreza, a discriminação e a violência contra as mulheres e as crianças.
Neste Dia Internacional, renovamos o nosso compromisso em lutar contra a escravatura e todas as formas de negação dos direitos e da dignidade do ser humano.
Um crime contra a humanidade. #EndSlavery

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Associação para a Cidadania, Empreendedorismo, Género e Inovação Social
Um jogo educativo que foi pensado em desenvolver de uma forma lúdica competências e conhecimentos tendo como referência os valores da cidadania, da igualdade, da liberdade, dos direitos humanos, da tolerância e da paz.
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Aprovado Plano de Ação para a Integração de Pessoas em Situação de Sem-abrigo

29 Novembro, 2017
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Saúde, integração no mercado de trabalho, habitação. São as três prioridades do Plano de Ação para a Integração de Pessoas em Situação de Sem-abrigo.

« O principal objetivo do Governo passa por não deixar ninguém sem resposta».

Cláudia Joaquim, Secretária de Estado da Segurança Social

Aprovado Plano de Ação para a Integração de Pessoas em Situação de Sem-abrigo
A Comissão Interministerial da Estratégia Nacional para a Integração de Pessoas em Situação de Sem-abrigo aprovou o Plano de Ação para o biénio 2017-2018, cuja dotação orçamental é superior a 60 milhões de euros.
 Ao todo são 100 as medidas para a integração de pessoas em situação de sem-abrigo, destacam-se o acolhimento residencial, alargamento e integração da intervenção na área da saúde e a promoção da formação e da integração profissional das pessoas sem-abrigo.

Áreas prioritárias

Como principais medidas do Plano, algumas já em desenvolvimento, destacam-se o acolhimento residencial, alargamento e integração da intervenção na área da saúde e a promoção da formação e da integração profissional das pessoas sem-abrigo.

Em termos de habitação, o plano destaca a priorização do alojamento permanente em habitações individualizadas, através da criação de uma bolsa de casas. 

Está também prevista a disponibilização de casas a pessoas em situação de sem-abrigo pelas entidades proprietárias ou gestoras de património de habitação social e o desenvolvimento de programas específicos já experimentados a nível nacional e internacional. 

No acolhimento residencial, as ações definidas visam alargar as atividades relacionadas com o acolhimento e respostas sociais, avaliando as necessidades identificadas no diagnóstico local.

Na área da Saúde, o Plano prevê o alargamento e integração da intervenção, desde cuidados primários, hospitalares, continuados, saúde pública, saúde mental, comportamentos aditivos e dependências.

Está ainda previsto o encaminhamento e integração de pessoas sem-abrigo em programas e medidas ativas de emprego e formação profissional.

Como aspetos inovadores, a Estratégia apresenta Planos de Ação bienais com avaliação anual e a existência da Comissão Interministerial que assegura a execução da estratégia, dando cumprimento à Resolução do Conselho de Ministros n.º 107/2017.

O Plano de Ação 2017-2023 será formalmente homologado pelo Ministro nos próximos dias. 

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Associação para a Cidadania, Empreendedorismo, Género e Inovação Social

Uma forma divertida de apreender Cidadania, Ambiente, Direitos Humanos e Direitos da Criança.

São jogos, quebra-cabeças, puzzles, sudokus e muito mais!

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IEFP atribui Marca Entidade Empregadora Inclusiva 2017. Conheça as entidades premiadas!

28 Novembro, 2017
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IEFP atribui Marca Entidade Empregadora Inclusiva 2017. 

O Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) reconheceu, pela primeira vez, um conjunto de entidades com a Marca Entidade Empregadora Inclusiva.
Conheça as entidades premiadas!

O IEFP distinguiu 11 entidades públicas e privadas com a Marca Entidade Empregadora Inclusiva 2017.

O galardão tem periodicidade bienal e foi entregue a 11 instituições e empresas portuguesas, no passado dia 20 de novembro.

A Cerimónia de entrega dos troféus contou com a presença da Secretária de Estado para a Inclusão das Pessoas com Deficiência e serviu para assinalar o empenho destas entidades, públicas ou privadas, na adoção de práticas de gestão que garantam maior igualdade no acesso, manutenção e progressão na carreira das pessoas com deficiência e incapacidade.

Empresas e Instituições Marca Entidade Empregadora Inclusiva 2017

  • CAID – Cooperativa de Apoio à Integração de Deficiente;
  • El Corte Inglés;
  • Fundação ADFP – Assistência Desenvolvimento e Formação Profissional;
  • Horizonte – Cooperativa de Solidariedade Social e de Ensino;
  • MAPADI – Movimento de Apoio de Pais e Amigos ao Diminuído Intelectual;
  • Município de Ílhavo;
  • Município de Portel;
  • Santa Casa da Misericórdia de Almada;
  • Santa Casa da Misericórdia do Porto; Teatro Nacional de D. Maria II;
  • Universidade de Aveiro.
Criada em 2015, a Marca Entidade Empregadora Inclusiva estabelece quatro domínios fundamentais de avaliação: recrutamento, desenvolvimento e progressão profissional, manutenção e retoma do emprego, acessibilidades e serviço e relação com a comunidade.
Esta é uma iniciativa do IEFP, em parceria com a Associação Portuguesa de Ética Empresarial, a Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas e o Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável.

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Associação para a Cidadania, Empreendedorismo, Género e Inovação Social

O primeiro jogo educativo que ensina às crianças os valores da cidadania, da igualdade, dos direitos humanos e a educar por um ambiente mais sustentável e ecológico.

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Iémen – Uma crise humanitária sem precedentes

23 Novembro, 2017
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Iémen – Uma crise humanitária sem precedentes
Cerca de 7 milhões de pessoas passam fome e dependem totalmente da ajuda humanitária para sobreviver.
A situação agrava-se cada dia que passa, devido ao bloqueio dos aeroportos e fronteiras do Iémen que impede a entrada de alimentos e medicamentos.

Iémen – Uma crise humanitária sem precedentes

Milhares de vítimas inocentes entre elas muitas crianças, vão morrer de fome se coligação liderada pela Arábia Saudita mantiver bloqueadas as ligações aéreas, terrestres e marítimas ao país.
Cerca de 17 milhões de pessoas no Iémen precisam de ajuda alimentar, das quais sete milhões passam a fome, segundo a ONU.
Se nada for feito, em seis semanas, os suprimentos de alimentos estarão esgotados. 
No início de novembro, Mark Lowcock,  subsecretário-geral da ONU para os Assuntos Humanitários, alertava que a menos que voltem a abrir as fronteiras para os envios de ajuda, o Iémen viverá a maior fome que o mundo já viu em muitas décadas, com milhões de vítimas.
“A menos que essas medidas sejam suspensas, haverá fome severa no Iémen. Será a pior crise deste género em muitas décadas e fará milhões de vítimas."
 
Lembramos que bloqueio foi imposto no passado dia 4 de novembro, após o lançamento de um míssil pelos rebeldes Huthis, que controlam Hodeida e Sanaa, que foi interceptado perto da capital saudita.
Além da fome, um surto de cólera que assola o país infetou milhares de pessoas causando a morte de outras centenas.
Em junho deste ano, a Organização Mundial da Saúde alertava para aquele que era o “maior surto de cólera do mundo”. O número de casos de cólera tinha já ultrapassou o meio milhão pessoas e causado mais de 2.000 mortes.

O porto de Hodeida e o aeroporto de Sanaa, no Iémen, vão ser reabertos, esta quinta-feira, à ajuda humanitária.
A coligação dirigida pela Arábia Saudita que combate os rebeldes xiitas no Iémen anunciou reabertura do porto de Hodeida (oeste) e do aeroporto de Sanaa à ajuda humanitária a partir de quinta-feira (23 de novembro).

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Associação para a Cidadania, Empreendedorismo, Género e Inovação Social
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Candidaturas ao Prémio Engº Jaime Filipe – 2017 | Instituto Nacional para a Reabilitação

9 Novembro, 2017
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Candidaturas ao Prémio Engº Jaime Filipe - 2017
Instituto Nacional de Reabilitação, I.P
Estão abertas, até 15 de novembro, as candidaturas à 17ª edição do Prémio de Inovação Tecnológica Engenheiro Jaime Filipe, relativa ao ano de 2017.
O prémio pretende impulsionar o desenvolvimento e investigação na área da deficiência.

Prémio Engº Jaime Filipe - Edição 2017

 
Estão abertas, até 15 de novembro, as candidaturas à 17ª edição do Prémio de Inovação Tecnológica Engenheiro Jaime Filipe, relativa ao ano de 2017.  
 
O prémio visa  promover, premiar e dar notoriedade pública às invenções, projetos ou produtos tecnológicos inovadores que contribuem para a melhoria de qualidade de vida das pessoas com deficiência.

Podem candidatar-se pessoas individuais com mais de 18 anos, residentes em Portugal, assim como as empresas com sede em território nacional.
O Instituto Nacional de Reabilitação, I.P., através deste prémio visa:
  • Promover o desenvolvimento de projetos de investigação inovadores, de prevenção e promoção de autonomia e independência das pessoas com deficiência, que incluam medidas, propostas e soluções que facilitem a realização dos atos da sua vida diária pessoal e social;
  • Estimular a invenção e desenvolvimento de equipamentos, instrumentos, utensílios, tecnologias e metodologias que facilitem, otimizem e prolonguem as capacidades físicas, cognitivas e sociais e sejam garante de uma maior qualidade de vida;
  • Estimular a criatividade nas áreas tecnológica e de design, podendo ser consideradas neste âmbito, as tecnologias de informação e comunicação, metodologias de distribuição de serviços, design universal, acessibilidades e outras que contribuam efetivamente, para a promoção da funcionalidade e da participação social das pessoas com deficiência;
  • Sensibilizar a sociedade e os sectores nacionais do design, da indústria e da economia em particular, para a área da prevenção da incapacidade, para a necessidade de invenção, produção e comercialização de produtos, equipamentos ou adaptações que assegurem a funcionalidade, a inclusão e a participação das pessoas com deficiência.

Os Prémios de Inovação Tecnológica "Eng.º Jaime Filipe" são entregues no evento de comemoração do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, no dia 5 de Dezembro.
Este Prémio, promovido desde 2001, homenageia o Engenheiro Jaime Filipe que se dedicou em vida à defesa do exercício de cidadania e inclusão social das pessoas com deficiência.

 

 

 Candidaturas até 15 de novembro de 2017.


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Encontro “O que é e o que não é lutar contra a pobreza” | 22 de nov., Porto

8 Novembro, 2017
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Instituto Superior de Serviço Social do Porto

Encontro Nacional EAPN Portugal  “O que é e o que não é lutar contra a pobreza”

No âmbito do Encontro Nacional de Associados da Rede Europeia Anti Pobreza (EAPN Portugal) vai ser debatido o papel do Programa Operacional de Apoio às Pessoas mais Carenciadas enquanto instrumento de combate à pobreza.
     

 
Encontro Nacional EAPN Portugal: "O que é e o que não é lutar contra a pobreza"
22 de novembro, Instituto Superior de Serviço Social do Porto

A EAPN Portugal convida uma vez mais todos os seus membros para um momento de reflexão estratégica sobre a intervenção da organização no combate à pobreza e à exclusão social  e a definição de uma atuação conjunta e concertada que responda aos principais desafios, orientações e estratégias que a situação de pobreza e exclusão social no contexto nacional e europeu exige atualmente.
Este ano e no âmbito do Encontro Nacional de Associados da EAPN Portugal pretendemos pôr em discussão o papel do Programa Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas enquanto instrumento de combate à pobreza.
Ou seja, em que medida ele se revela eficaz em situações de maior vulnerabilidade, ou se por sua vez tende a perpetuar condições de dependência dos serviços.
Procuraremos igualmente repensar formas de intervenção que respondam aos problemas da pobreza e exclusão e que simultaneamente ataquem as suas causas.

O Encontro sob o tema “O que é e o que não é lutar contra a pobreza” decorrerá no dia 22 de novembro, no Instituto Superior de Serviço Social do Porto.
Conheça o programa do Encontro em anexo e a respetiva ficha de inscrição que deve ser enviada até ao dia 18 de novembro para mj.vicente@eapn.pt.

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Tertúlia – As Três Formas de Demência Mais Frequentes em Portugal

6 Novembro, 2017
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Tertúlia - As Três Formas de Demência Mais Frequentes em Portugal
9 novembro | 18h00 | Salão Paroquial de Perafita

 

Salão Paroquial de Perafita, Matosinhos

Tertúlia - As Três Formas de Demência Mais Frequentes em Portugal

9 de novembro - Salão Paroquial de Perafita
Entrada gratuita, mas sujeita a inscrição.

Tertúlia - As Três Formas de Demência Mais Frequentes em Portugal


O Centro Social Paroquial Padre Angelo Ferreira Pinto, em parceria com a ULS de Matosinhos, organiza no próximo dia 09.11.2017, pelas 18h, uma Tertúlia para abordar o tema Demências.

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Sendo as Demências um tema cada vez mais abordado e discutido pela nossa sociedade, e porque é objectivo do Centro Social Paroquial Padre Angelo Ferreira Pinto é cuidar da melhor forma os seus utentes, consideramos que seria muito pertinente promover junto dos nossos colaboradores, familiares e demais população um momento de reflexão propicio a este tema.

 

 

O evento é gratuito e destina-se à população em geral nomeadamente a cuidadores/as formais e informais.

Verifique o cartaz e contacte-nos para mais informações e inscrições.

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Abertura de candidaturas | Medida de Qualificação das Pessoas com Deficiência e Incapacidade

19 Outubro, 2017
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Regiões do Algarve e de Lisboa e Vale do Tejo.

Encontram-se abertas, de 16 de outubro a 14 de novembro de 2017, as candidaturas aos apoios no âmbito da Medida de Qualificação das Pessoas com Deficiência e Incapacidade, para as regiões do Algarve e de Lisboa e Vale do Tejo.

Medida de Qualificação de Pessoas com Deficiência e Incapacidade

Aquisição e o desenvolvimento de competências profissionais orientadas para o exercício de uma atividade no mercado de trabalho, tendo em vista potenciar a empregabilidade das pessoas com deficiência e incapacidade.

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Aviso de Abertura de Candidaturas 2017/2020
O Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. (IEFP, IP) informa de que decorre, de 16 de outubro a 14 de novembro de 2017, o período para apresentação de candidaturas referentes às seguintes ações no âmbito da Medida de Qualificação de Pessoas com Deficiência e Incapacidade:
  • Região de Lisboa e Vale do Tejo - projetos de duração máxima de 36 meses (formação inicial - percursos A e C e formação contínua) para ações a iniciar em 2017 e nos anos seguintes não podendo, em caso algum, ultrapassar 31 de dezembro de 2020.
  • Região do Algarve – projetos de duração máxima de 36 meses (formação inicial - percursos A, B e C e formação contínua) para ações a iniciar em 2017 e nos anos seguintes não podendo, em caso algum, ultrapassar 31 de dezembro de 2020.

 

Candidaturas

Os respetivos Avisos de Abertura de Candidatura, legislação de suporte, formulários de candidatura e respetivas orientações para elaboração das candidaturas encontram-se disponíveis neste portal.
A entrega de candidaturas é efetuada diretamente nos respetivos Serviços Regionais do IEFP, I.P.:
  • Delegação Regional de Lisboa e Vale do Tejo do IEFP, I.P. | Direção de Serviços de Emprego e Formação Profissional R. das Picoas, 14 1069 - 003 LISBOA
  • Delegação Regional ao Algarve do IEFP, I.P.| R. Dr. Cândido Guerreiro, 45 – 1.º - Edifício Nascente 8000 - 318 FARO

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Portugal: 2,6 milhões de pessoas vivem em risco de pobreza e exclusão social

17 Outubro, 2017
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17 de Outubro, Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza.
No âmbito do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, a ACEGIS publica dados sobre pobreza e exclusão social. Indicadores de Portugal e da UE28.

 

 

Os Números da Pobreza e Exclusão Social

117, 470 Milhões de pessoas na Europa

2, 590 Milhões em Portugal

Portugal: 2,6 milhões de pessoas vivem em risco de pobreza e exclusão social

Dados do Eurostat no âmbito do Dia Internacional pela Erradicação da Pobreza.
Apesar de a União Europeia ser uma das regiões mais ricas do mundo, 117, 5 milhões de pessoas, 23,4% da população, vive em risco de pobreza ou exclusão social.
Em Portugal uma em cada quatro pessoas vive em situação de pobreza ou exclusão social. São 2,6 milhões de pessoas (25,1%) da população.
 

Um dos objectivos objetivos da estratégia Europa 2020 é de reduzir, pelo menos, em 20 milhões o número de pessoas em risco ou em situação de pobreza e de exclusão social.

Em 2016, 117,5 milhões de pessoas, ou 23,4% da população, na União Europeia (UE) estavam em risco de pobreza ou exclusão social.
Uma recuperação para os níveis de 2008 (23,7%) depois dos aumentos consecutivos e constantes registados durante a crise económica e financeira, que entre 2009 e 2012 atingiu quase 25% da população.

Maior risco de pobreza ou taxa de exclusão social na Bulgária, menor na República Checa.

Em 2016, mais de um terço da população vivia em risco de pobreza ou exclusão social em três Estados-Membros: Bulgária (40,4%), Roménia (38,8%) e Grécia (35,6%).
No extremo oposto da escala, onde existe uma menor incidência na taxas de risco de pobreza ou exclusão social foram registadas na República Checa (13,3%), na Finlândia (16,6%), na Dinamarca (16,7%) e na Holanda (16,8%).
 A redução do número de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social na UE é um dos principais objectivos da Estratégia Europa 2020.

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Um dos objectivos objetivos da estratégia Europa 2020 é de reduzir, pelo menos, em 20 milhões o número de pessoas em risco ou em situação de pobreza e de exclusão social.
No entanto, estes indicadores evidenciam que os países da UE estão longe de cumprir a Estratégia da Europa 2020 e o objetivo europeu de reduzir, pelo menos, em 20 milhões o número de pessoas em risco ou em situação de pobreza e de exclusão social.
A proporção de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social na UE diminuiu para 23,4% em 2016, um decréscimo de apenas 0,3 pontos percentuais antes do início da crise em 2008.

Indicadores em Portugal

Uma em cada quatro pessoas em risco de pobreza ou exclusão social

Em Portugal, 2,6 milhões de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social.
Uma em cada quatro pessoas vive em situação de pobreza ou exclusão social - 25,1%. 
Maior impacto é sentido por mulheres (26%) e crianças (27%).
Ter emprego não é suficiente para reduzir o risco de pobreza e exclusão social.
Em 2016, 14,1% da população portuguesa com emprego estavam em risco de pobreza ou exclusão social.

De acordo com os últimos dados do Eurostat, em Portugal, uma em cada quatro pessoas (25,1%) estavam, no ano passado, em risco de pobreza ou de exclusão social.
O que coloca Portugal entre os 10 países da UE com mais pessoas em risco de pobreza e exclusão, com uma diferença de 1,7% em relação à média da UE (23,4%).
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Em 2016, Portugal tinha 2,590 milhões de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social, o que representa 25,1% do total da população, traduzindo uma descida de 1,5 pontos percentuais em relação ao ano anterior. 
Uma recuperação de 0.9 pontos percentuais para níveis de 2008, antes do início da crise.
Em apenas um ano, a proporção de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social em Portugal diminuiu para 25,1% (2016), um decréscimo de 1,5 pontos percentuais em relação ao ano de 2015 (26,6%). 
Depois dos aumentos aumentos consecutivos e constantes registados durante a crise económica e financeira, que entre 2013 a 2014 atingiu os 27,5% da população portuguesa, assistimos a uma recuperação de 0.9 pontos percentuais face a 2008 (26%). 

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No período de 2013 a 2014, 27,5% da população portuguesa estava em risco de pobreza e exclusão social, o valor mais elevado registado durante durante a crise económica e financeira.
Evolução do risco de pobreza ou exclusão social em Portugal, 2016 ( % do total da população)



Olhando para os vários indicadores e dimensão salientamos que o maior impacto é sentido por mulheres (26%) e crianças (27%).
Em 2016, os riscos de pobreza mais elevados continuavam a registar-se nas famílias com crianças (25,6%) e nas pessoas com mais de 65 anos (21,8%).
Nos desempregados/as (59,8%) e na população empregada (14,1%), as percentagens tiveram uma descida em relação ao ano anterior (60,5% e 14,8% respetivamente).
Não podemos deixar de salientar, e ver com preocupação, o número de pessoas que mesmo tendo trabalho se encontram em situação de pobreza ou exclusão social. Ter emprego não é suficiente para reduzir o risco de pobreza e exclusão social.
Em 2016, 14,1% da população portuguesa emprego encontravam-se em risco de pobreza ou exclusão social, uma descida de 0,7 pontos percentuais em relação ao ano anterior.
Dados do Eurostat no âmbito do Dia Internacional pela Erradicação da Pobreza.
 16 October 2017 | 16 de outubro de 2017

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