Cidadania & Responsabilidade Social

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Desigualdade Salarial: Mulheres ganham em média menos 279 euros por mês

13 Outubro, 2017
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Hoje, dia 13 de outubro, é o último dia do ano com igualdade nos ganhos médios mensais entre homens e mulheres.

 

Desigualdade Salarial: Mulheres ganham em média menos 279 euros por mês

Uma diferença salarial de 21,8%.

Em Portugal,  as mulheres ganham em média menos 279,4 euros por mês - ganho médio mensal – do que que os homens.

Uma diferença salarial que traduzida em dias de trabalho, num ano e sem remuneração, equivale a 79 dias de trabalho.

 
Em outubro de 2016, o ganho médio mensal das mulheres era 78,2 % do valor médio dos homens.
De acordo com os últimos dados oficiais divulgados pelo Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho e Solidariedade Social (GEP/ MTSSS), referentes a outubro de 2016, existe uma diferença no ganho médio mensal entre homens e mulheres de 21,8%.
Um diferença de remuneração média mensal de 279,4 euros.

 

Quanto é que as mulher ganham menos do que os homens?
279.4 € por mês
Uma diferença salarial de 21,8%.
o equivalente a 79 dias de trabalho, sem remuneração por ano
 
As mulheres em Portugal ganham, em média, mensalmente menos 279,4€ do que os homens. Uma diferença salarial de 21,8%.
As mulheres em Portugal ganham, em média, mensalmente menos 279,4€ do que os homens – remuneração média mensal base.
Em outubro de 2016, o ganho médio das mulheres trabalhadoras  por conta de outrem a tempo completo era de 1.002,1 euros. 
Um diferença de remuneração de 279,4 euros, comparativamente ao ganho mensal médio dos homens (1.281,5 euros).
Esta realidade é ainda mais visível se convertermos esses indicadores, para o equivalente em número de dias de trabalho não remunerado por ano.
Atendendo a que as mulheres ganham, em média, menos 21,8% do que os homens, se converteremos esse indicador em número de dias de trabalho sem remuneração, equivale a 79 dias de trabalho por ano.
Em 2016, 28,9% das mulheres portuguesas estavam abrangidas pelo salário mínimo nacional, mais 10,4 % do que os homens (18,5%).

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Hoje, dia 13 de outubro é o último dia do ano com igualdade nos ganhos médios mensais entre homens e mulheres. 

Nota: ganho médio mensal / remuneração média mensal base - valor que acresce à remuneração base, prémios, subsídios e remuneração por trabalho suplementar.

 
Boletim Estatístico - GEP/ MTSSS (Setembro de 2017)
Consulte o Boletim Estatístico do Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho e Solidariedade Social (GEP/ MTSSS).
 

Associação para a Cidadania, Empreendedorismo, Género e Inovação Social
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Dia Internacional da Rapariga: a igualdade está longe de ser alcançada

11 Outubro, 2017
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Dia International da Rapariga

O Dia Internacional da Rapariga foi celebrado pela primeira vez a 11 de outubro de 2012. 
No mesmo ano, e dois dias antes, uma menina era atacada num autocarro escolar quando saía da escola no Vale de Swat, uma província do Paquistão. 
Malala Yousafzai tornava-se o símbolo mundial na luta pela educação e direitos das raparigas.

MALALA YOUSAFZAI

A educação das raparigas tem de ser vista como o investimento mais eficaz e com maior impacto na redução da pobreza e das desigualdades sociais.
Traduzindo-se a médio e longo prazo no desenvolvimento socioeconómico dos países em desenvolvimento e das economias mais frágeis.
 
A desigualdade, de nascer do sexo feminino, só poderá acabar quando conseguirmos incluir o direito à educação, o direito à saúde, de lutar contra a contra a discriminação, a violência contra as mulheres, a mutilação gentil feminina e contra práticas repugnantes como o casamento infantil. 

Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável

A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável veio justamente afirmar a importância da igualdade entre homens e mulheres para a realização dos 17 objectivos de desenvolvimento sustentável.
Adotada em 2015, a Agenda 2030 coloca o combate às desigualdades (Objetivo 10), a educação (objetivo 4) e a promoção da igualdade de género (Objetivo 5), na nova agenda de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas. 
Alcançar os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável implica assegurar que todas as meninas e raparigas têm condições para realizar o seu potencial e participar em igualdade de direitos e oportunidades em todas as esferas da sua vida.
 

A igualdade está longe de ser alcançada

Neste dia, a ACEGIS procura sensibilizar e dar visibilidade aos números da desigualdade e da discriminação das raparigas. Os números que pesam todos os dias nas meninas em todo o mundo.
Uma luta que muitas meninas enfrentam não apenas hoje, mas todos os dias das suas vidas, ao longo das suas vidas. A luta pelo direito e acesso à educação, o combate à mutilação genital feminina, à pobreza e ao casamento infantil. 
1 100 milhões de meninas em todo o mundo esperam por essa mudança. O mundo não continuar a perder o potencial de uma parte tão significativa da sua população.

Dados do Fórum Económico Mundial e da Organização Internacional do Trabalho.
Quais os desafios de hoje?

Não podemos falar em desenvolvimento sustentável se continuarmos a deixar de parte, uma parte significativa da população.

62 milhões de meninas não têm acesso à educação

Milhões de mulheres e meninas continuam a ser impedidas de ir à escola, de saber ler e escrever. Em todo o mundo, dois terços das pessoas analfabetas são mulheres.

33 milhões de meninas são impedidas de frequentar a escola

Cerca de 33 milhões de meninas são impedidas de frequentar a escolas, por nenhuma outra razão, para além de terem nascido do sexo feminino.

Casamento Infantil – 700 milhões

Mais de 700 milhões de mulheres já foram casadas ou tiveram uma união informal quando eram meninas.

Em todo o mundo uma em cada três meninas é obrigada a casar antes de completar os 18 anos. Uma em cada sete casa antes dos 15 anos.

 
A cada 3 segundos uma menina é obrigada a casar

Se nada for feito, o número de mulheres e meninas casadas durante a infância poderá passar dos 700 milhões atuais para 950 milhões em 2030.

Mutilação Genital Feminina – 200 milhões

Atualmente, pelo menos 200 milhões de meninas e mulheres de 30 países foram submetidas a esta prática.

250 milhões de meninas vivem na pobreza

 A falta de recursos económicos das suas famílias impedem-nas de frequentar a escolar, criando um ciclo vicioso de perpetuação da pobreza.

1 100 milhões de meninas
exigem o fim das desigualdades, o fim da discriminação pelo simples facto de terem nascido do sexo feminino.
O mundo não continuar a perder o potencial de uma parte tão significativa da sua população.
Susana Pereira
Acreditamos que nenhuma sociedade pode ser sustentável e desenvolvida se continuar a perder, a desperdiçar o potencial de uma parte significativa da sua população.
Precisamos de mulheres e meninas para participar plenamente na vida social, económica e política de suas comunidades, regiões e dos seus países.
Precisamos das 1 100 milhões de meninas de todo o mundo para construir o progresso e o desenvolvimento sustentável no século XXI.
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Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania

3 Outubro, 2017
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Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania

Já está disponível para consulta a nova Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania

Um documento de referência a implementar nas escolas do ensino público e privado, com o objetivo de incluir nas saídas curriculares, e em todos os graus de ensino, um conjunto de competências e conhecimentos em matéria de cidadania.
A Educação para a Cidadania constitui-se como uma ferramenta vital para o exercício de uma cidadania ativa e esclarecida, garantindo o respeito pelos valores democráticos básicos e pelos Direitos Humanos.

A Estratégia alicerça-se na proposta elaborada pelo Grupo de Trabalho de Educação para a Cidadania (GTEC), com a missão de conceber uma Estratégia de Educação para a Cidadania  a implementar nas  escolas públicas e privadas que integram o Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular,
A Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania constitui-se como um documento de referência a ser implementado nas escolas públicas e privadas, de modo que as crianças e jovens ao longo dos diferentes ciclos experienciem e adquiram competências e conhecimentos de cidadania e respeito pelos direitos humanos.

A escola pública, pelo seu caráter de abrangência universal apresenta-se como o espaço privilegiado para a implementação de uma estratégia de educação para a cidadania, de modo a que as crianças e jovens ao longo dos diferentes ciclos experienciem e adquiram competências e conhecimentos de cidadania em várias vertentes, designadamente;
nos valores e conceitos de cidadania nacional, direitos humanos, igualdade de género, não discriminação, interculturalidade, inclusão das pessoas com deficiência, educação para a saúde, educação para os direitos sexuais e reprodutivos e educação rodoviária.

EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO

A Estratégia integra um conjunto de direitos e deveres que devem estar presentes na formação cidadã das crianças e dos jovens portugueses, para que no futuro sejam adultos e adultas com uma conduta cívica que privilegie a igualdade nas relações interpessoais, a integração da diferença, o respeito pelos Direitos Humanos e a valorização de conceitos e valores de cidadania democrática, no quadro do sistema educativo.
A Educação de qualidade é um direito humano fundamental e um investimento para o futuro. Aprender a tomar decisões informadas é aprender a exercer uma cidadania democrática.
A imprevisibilidade característica do mundo atual coloca desafios novos à educação.
Hoje vivemos num mundo com problemas globais como as alterações climáticas, os extremismos, as desigualdades no acesso aos bens e direitos fundamentais e as crises humanitárias, entre outros, em que a solução passa por trabalharmos em conjunto, unindo esforços para encontrar soluções para os desafios que ameaçam a humanidade.
O futuro do planeta, em termos sociais e ambientais, depende da formação de cidadãs/ãos com competências e valores não apenas para compreender o mundo que os rodeia, mas também para procurar soluções que contribuam para nos colocar na rota de um desenvolvimento sustentável e inclusivo.
As questões relacionadas com a sustentabilidade, a interculturalidade, a igualdade, a identidade, a participação na vida democrática, a inovação e a criatividade estão, de facto, no cerne do debate atual.
Neste sentido, a presença mais acentuada da cidadania na educação assume-se, assim, como uma prioridade na na educação das nossas crianças e jovens; bem como um espaço curricular privilegiado para o desenvolvimento de competências e aprendizagens nas áreas da Cidadania, dos Direitos Humanos, da Igualdade de Género e Não Discriminação.
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Seminário – A Diversidade e as Organizações Sustentáveis | Lisboa, 10 out.

29 Setembro, 2017
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Seminário – A Diversidade e as Organizações Sustentáveis

Decorre a 10 de outubro próximo, em Lisboa, na sede do IEFP, o seminário subordinado ao tema: A Diversidade e as Organizações Sustentáveis.

Seminário – A Diversidade e as Organizações Sustentáveis

O seminário conta com a participação de várias empresas, na partilha da sua realidade, numa reflexão conjunta sobre os desafios do presente, para a construção de um futuro melhor.

É uma prova de vitalidade das organizações a constante reflexão interna e participada sobre a temática da diversidade e sustentabilidade, designadamente ao nível social, económico e ambiental.
O IEFP, é uma organização que respeita e valoriza a diferença, combate o preconceito e a discriminação, defende a competência e o talento, promovendo a igualdade de oportunidades e, por isso, assinou a Carta Portuguesa para a Diversidade.
No mundo atual, falar de organizações sustentáveis é referir-se a organizações que apresentam sucesso organizacional, assente numa forte relação com a sociedade em que se inserem.
As organizações de sucesso, estruturaram-se estrategicamente para satisfazer as necessidades sociais de forma viável financeiramente, para tal têm que ser capazes de cumprir com a sua missão, ao nível social, económico e ambiental.
Os/as participantes são convidados, como forma de participação solidária, a trazer, pelo menos, um bem alimentar não perecível (enlatados, arroz, massas, farinha, bolachas, açúcar...), para posterior distribuição junto a famílias carenciadas.
A participação neste evento implica a inscrição prévia e a confirmação da mesma, uma vez que o número de participantes é limitado.
Para mais informações envie-nos um email para: aqja.qualidade@iefp.pt.
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III Conferência Internacional da Rede Global Youth Mentoring Network

18 Setembro, 2017
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III Conferência Internacional da Rede Global Youth Mentoring Network  | Youth Mentoring, Cultural Diversity, Minorities and Migrant Groups

Decorrerá no próximo dia 19 de outubro, no ISCTE-IUL, a III conferência internacional da rede Global Youth Mentoring Network. 
A entrada é gratuita e sujeita a registo prévio, de acordo com a capacidade da sala.


Conferência Global de Mentores Juvenis 2017: Aconselhamento juvenil, diversidade cultural, minorias e migrantes – 19 de outubro – ISCTE-IUL

Decorrerá no próximo dia 19 de outubro, no ISCTE-IUL, a III conferência internacional da rede Global Youth Mentoring Network. Esta rede foi criada em 2014 e reúne, presentemente, universidades e organizações não-governamentais de nove países.
A conferência será dedicada ao tema “Youth Mentoring, Cultural Diversity, Minorities and Migrant Groups” e contará com comunicações de investigadores nacionais e internacionais na área da mentoria, bem como apresentações de iniciativas de entidades públicas e privadas, na área da mentoria de jovens.
A entrada é gratuita e sujeita a registo prévio, de acordo com a capacidade da sala.
Link para o formulário de registo.
Para mais informações, clique aqui.
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Conferência Internacional “Ambiente e Direitos Humanos” |Submissão de Artigos

15 Setembro, 2017
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Conferência Internacional “Ambiente e Direitos Humanos”

Convite à submissão de resumos.
Termina a 30 de setembro o prazo de submissão de resumos à 1ª Conferência Internacional de Ambiente em Língua Portuguesa, promovida, de 8 a 10 de maio de 2018.

 


A Universidade de Aveiro organiza a 11ª Conferência Nacional do Ambiente, 30 anos após a primeira edição. O evento conjunto decorrerá entre 8 e 10 de maio de 2018 na Universidade de Aveiro, assinalando também o 40º Aniversário do Departamento de Ambiente e Ordenamento da UA.

Em 2018 comemoram-se várias efemérides: os 40 anos do DAO (Departamento de Ambiente e Ordenamento da Universidade de Aveiro), os 30 anos da CNA (Conferência Nacional de Ambiente) e nasce a CIALP (Conferência Internacional de Ambiente dos Países de Língua Portuguesa).
A associação destes eventos ao XX Encontro da REALP (Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa) destaca os interesses, desafios e abordagens da comunidade lusófona no que ao Ambiente diz respeito. O lema da 1ª CIALP – “Ambiente e Direitos Humanos” – assume que a proteção dos direitos humanos e a proteção do ambiente estão intrinsecamente ligados e se reforçam mutuamente.

1ª Conferência Internacional de Ambiente em Língua PortuguesaConvite à submissão de resumos


Cada resumo submetido deve enquadrar-se num dos seguintes tópicos:
– Alterações climáticas e os seus impactos
– Prevenção e gestão de riscos naturais e tecnológicos
– Uso sustentável dos ecossistemas e proteção da biodiversidade
– Gestão sustentável dos oceanos e recursos marinhos
– Gestão sustentável da água e do saneamento
– Agricultura sustentável
– Eficiência energética e recursos energéticos renováveis
– Cidades inclusivas, resilientes e sustentáveis
– Padrões de consumo de recursos e estilos de vida sustentáveis
– Sistemas de transportes integrados, inteligentes e sustentáveis
– Educação para a sustentabilidade
– Economia circular e economia verde
– Inovação tecnológica para a sustentabilidade
– Direito do ambiente, do ordenamento do território e do urbanismo.

A data limite para submissão de resumos é 30 de Setembro.
Download convite submissão resumos
Download template artigo

 


Para mais informações, clique aqui.

 

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2.ª Edição do Ciclo de Laboratórios de Igualdade

14 Setembro, 2017
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2.º Edição do Ciclo de Laboratórios de Igualdade Vai ter início, no dia 28 de setembro, o 2.º Ciclo de Laboratórios de Igualdade: Género no Trabalho e no Emprego. Inscrições até 26 de setembro de 2017. GÉNERO NO TRABALHO E NO EMPREGO – Duração: 12 horas O Ciclo de “Laboratórios de Igualdade” tem por objetivo […]

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Conferência Internacional «Meninas e raparigas entre direitos e tradições: a excisão e outras práticas nefastas»

12 Setembro, 2017
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Conferência Internacional «Meninas e raparigas entre direitos e tradições: a excisão e outras práticas nefastas»

11 de outubro – Dia Internacional das Rapariga.
A entrada é livre, mas sujeita a inscrição até 5 de outubro de 2017.

Centro de Juventude de Lisboa, a 11 de outubro de 2017.

A conferência internacional «Meninas e raparigas entre direitos e tradições: a excisão e outras práticas nefastas» terá lugar no Centro de Juventude de Lisboa, a 11 de outubro de 2017, sendo promovida pela Associação Mulheres sem Fronteiras no âmbito do projeto Pelo Fim da Excisão. Faço (p)Arte, vencedor do 2.º prémio da 3.ª edição do Prémio Contra a Mutilação Genital Feminina – Mudar aGora o Futuro, atribuído pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG).

Esta conferência pretende assinalar o Dia Internacional das Raparigas, instituído em 2011 pela Assembleia Geral das Nações Unidas, e proporcionar um espaço no qual meninas e raparigas possam expressar necessidades e desafios que enfrentam no quotidiano.

Em simultâneo, profissionais, ativistas e académicas partilharão experiências, conhecimentos e diversas abordagens com vista ao abandono da excisão e outras práticas nefastas, bem como iniciativas de apoio a sobreviventes.

A entrada é livre, mas sujeita a inscrição até 5 de outubro de 2017.
Inscrição na conferência aqui.
Para mais informações, clique aqui.

 

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Exposição Mercadoria Humana | Fotografia e Artes Plásticas – Águeda

7 Setembro, 2017
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Exposição Mercadoria Humana | Fotografia e Artes Plásticas – Águeda Até 30 de setembro | Biblioteca Manuel Alegre, em Águeda. MERCADORIA HUMANA 3: Um Projeto de Sensibilização em Tráfico de Seres Humanos A Saúde em Português, em colaboração com o Município de Águeda, convida/a a visitar a exposição Mercadoria Humana | Fotografia e Artes Plásticas, no […]

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3ª edição PRÉMIO VIDArte – A arte contra a violência doméstica

4 Setembro, 2017
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3ª edição PRÉMIO VIDArte – A arte contra a violência doméstica

Estão abertas as candidaturas à 3ª edição do Prémio VIDArte – A arte contra a violência doméstica.
Prémio, no valor de 7.500 Euros, ao melhor trabalho admitido a concurso. Candidaturas até 16 de outubro 2017.


A Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) e o Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais (GEPAC) promovem a 3ª edição do Prémio VIDArte – A arte contra a violência doméstica.
O Prémio VIDArte tem como objetivo distinguir trabalhos artísticos nas áreas de cinema, teatro, literatura e artes plásticas, divulgados na vigência do V Plano Nacional de Prevenção e Combate à Violência Doméstica e de Género 2014-2017, (V PNPCVDG) especificamente durante o período compreendido entre 01 de janeiro de 2016 e 31 de agosto de 2017.
São admitidas a concurso obras portuguesas ou coproduções, cuja expressão seja a língua portuguesa, que tenham chegado ao público durante o período definido, e que procurem retratar:
– a violência resultante de um desequilíbrio de poder entre homens e mulheres, que se traduz em atos de violência física, psicológica e sexual, e cujas vítimas são, na sua grande maioria, mulheres;
– a violência enquanto obstáculo à concretização dos objetivos de igualdade, desenvolvimento e paz, que viola, dificulta ou anula o gozo dos direitos humanos e as liberdades fundamentais.
Ao Prémio VIDArte podem concorrer trabalhos nas seguintes categorias:
a) Teatro; b) Cinema; c) Literatura; d) Artes Plásticas (pintura, escultura, fotografia e multimédia).

Será atribuído um prémio, no valor de 7.500,00 Euros, ao melhor trabalho admitido a concurso.
Candidaturas de 1 de setembro a 16 de outubro 2017.

Prazo e forma de candidaturas:
O prazo de candidatura decorrerá entre 1 de setembro e 16 de outubro de 2017, podendo os trabalhos concorrentes ser entregues, em mão própria, na sede da CIG, sita na Avenida da República, 32 – 1º, 1050‐193 Lisboa, ou, em alternativa, enviados por correio registado para a mesma morada, com aviso de receção, contando neste caso a data do respetivo registo postal.

Documentos para download:
Regulamento (3ª edição)
Ficha de Candidatura
Candidaturas até 16 de outubro de 2017.

Para mais informações, clique aqui. 
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Alteração dos Avisos PO ISE | Novo Prazo de Candidaturas

31 Agosto, 2017
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Alteração dos Avisos PO ISE | Novo Prazo de Candidaturas

Programa Operacional de Inclusão Social e Emprego (PO ISE)
Âmbito: Proteção das Vítimas de Violência Doméstica, Violência de Género e Tráfico de Seres Humanos.
O período para apresentação de candidaturas passa a decorrer até às 18h00 de dia 15 de setembro.


Alteração dos Avisos PO ISE | Novo Prazo de Candidaturas
Informam-se as entidades interessadas que os seguintes avisos para apresentação de candidaturas foram alvo de alteração nos respetivos pontos 5 e 12:
POISE-37-2017-06 – Estruturas de atendimento, acompanhamento e apoio especializado a vítimas de violência doméstica e violência de género e sensibilização e produção de materiais nestas áreas
POISE-37-2017-07 – Acolhimento de emergência de vítimas de violência doméstica
POISE-37-2017-08 – Combate ao tráfico de seres humanos e sensibilização e produção de materiais de suporte nesta área
POISE-37-2017-09 – Ações de sensibilização para o público em geral e ou para públicos específicos e produção e divulgação de material formativo, informativo e pedagógico.

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Com esta alteração,
o período para apresentação de candidaturas passa a decorrer até às 18h00 de dia 15 de Setembro para os 4 avisos (ponto 5);
apesar da duração das candidaturas se manter inalterada, a data limite para a conclusão dos projetos foi adiada (cf. ponto 12).

Para mais informações, clique aqui.
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Parecer Técnico da CIG relativo aos Blocos de Atividades da Porto Editora

29 Agosto, 2017
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Parecer Técnico da CIG relativo aos Blocos de Atividades da Porto Editora

A Associação ACEGIS divulga o Parecer Técnico da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) relativo aos conteúdos dos Blocos de Atividades da Porto Editora.


Parecer Técnico da CIG relativo aos conteúdos dos Blocos de Atividades da Porto Editora
Salientamos que, de entre as atribuições, compete à Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género a elaboração de recomendações gerais relativas a boas práticas de promoção de igualdade de género, através da emissão de pareceres e recomendações, junto das autoridades competentes ou das atividades envolvidas.
Assim, e atendendo aos princípios da igualdade de oportunidades e da igualdade de tratamento e não discriminação entre mulheres e homens, a Comissão recomenda a adoção de apenas um bloco de atividade para crianças dos 4 aos 6 anos para que todas possam aceder aos exercícios  e atividades pedagógicas de forma igual.

Recomendação: Que se adote apenas 1 Bloco de Atividades para crianças dos 4-6 anos para que todas possam praticar todos os exercícios de forma igual.

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A Associação ACEGIS volta a sublinhar:
Um brinquedo, um livro não é um objeto neutro. É um veículo de aprendizagem e de reprodução de estereótipos de género que irá refletir-se, mais tarde, no que é suposto ‘ser e fazer’ um rapaz e uma rapariga.
Mais entendemos, que esta questão não deve ser só colocada na perspetiva da discriminação de um dos sexo, o feminino. As desigualdades e os estereótipos de género subjacentes nos livros de atividades pedagógicas afetam ambos os sexos, rapazes e raparigas.
A separação simbólica entre sexos, masculino e feminino, e a visão dicotómica menino/menina, não só põe em causa o princípio da igualdade de oportunidades, bem como reforça os mecanismos sociais na reprodução de estereótipos de género.
A existência de livros de atividades  ‘para rapazes’ e ‘para meninas’, é impedir, da forma mais básica, que todas as crianças possam em igualdade desenvolver os seus talentos, aptidões e interesses.
É confinar as escolhas e a liberdade individual de rapazes e raparigas a papéis pré-definidos, a normas de conduta ou expectativas diferenciadas que limitam o seu potencial de aprendizagem e de desenvolvimento.

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Uma menina pode construir foguetões e um menino pode fazer bolos. Não devemos limitar esta simples possibilidade: a de apreender e de brincar em igualdade. Sem qualquer diferenciação, separação ou exclusão. 

 


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    Abertura de candidaturas | Medida de Qualificação das Pessoas com Deficiência e Incapacidade

    19 Outubro, 2017
    Saiba mais Abertura de candidaturas | Medida de Qualificação das Pessoas com Deficiência e Incapacidade Regiões do Algarve e de Lisboa e Vale do Tejo. Encontram-se abertas, de 16 de outubro a 14 de novembro de 2017, as candidaturas aos apoios no âmbito da Medida de Qualificação das Pessoas com Deficiência e Incapacidade, para as […]

    Conferência “Novas Perspetivas para a Inovação Social”

    12 Outubro, 2017
    Saiba mais Conferência “Novas Perspetivas para a Inovação Social” Novas Perspetivas para a Inovação Social Realiza-se em Lisboa, nos dias 27 e 28 de novembro, a conferência “Novas Perspetivas para a Inovação Social”. Inscrições abertas! Conferência “Novas Perspetivas para a Inovação Social” | 27 e 28 de novembro, em Lisboa Organização conjunta da Comissão Europeia, do
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