Cidadania & Responsabilidade Social

  • Associação para a Cidadania, Empreendedorismo, Género e Inovação Social

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  • A escravatura moderna engloba conceitos como o tráfico humano, servidão, trabalho forçado, trabalho infantil, casamento forçado, exploração sexual, exploração para pagamento de dívida. 2 de dezembro - Dia Internacional da Abolição da Escravatura Artigo - Associação ACEGIS 40,3 Milhões: o número da vergonha da escravatura moderna no século XXI Uma em cada quatro vítimas de […]

Presentes e compras solidárias para apoiar quem mais precisa

15 Dezembro, 2017
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Presentes e compras solidárias para apoiar quem mais precisa

As suas escolhas, vão fazer a diferença.

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Este Natal, faça a sua lista de compras em Compra Solidária.pt presentes e compras solidárias para apoiar quem mais precisa, com a confiança de que o valor indicado reverte na totalidade para as instituições de solidariedade.
As suas escolhas, vão fazer a diferença.

 

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Presentes únicos com significado, todos eles com impacto social acrescido, todos eles, por um mundo melhor.

 
As suas escolhas no dia a dia, podem fazer a diferença para quem mais precisa.
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O único agregador sem taxas lucrativas sobre as iniciativas das instituições de solidariedade.
 

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Parlamento discute proposta lei da igualdade salarial

14 Dezembro, 2017
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Parlamento discute nesta quinta-feira a proposta de lei do Governo que aprova um conjunto de medidas de promoção da igualdade remuneratória entre mulheres e homens no mercado de trabalho.

Parlamento discute nesta quinta-feira a proposta de lei do Governo que aprova um conjunto de medidas de promoção da igualdade remuneratória entre mulheres e homens no mercado de trabalho.


Apesar do princípio da igualdade de remuneração entre mulheres e homens estar consagrado numa vasta legislação internacional, europeia e nacional, o mesmo ainda não se traduziu ou teve efeitos práticos na redução das desigualdades e das disparidades salariais.
Efetivamente, mulheres e homens não têm as mesmas oportunidades no mercado de trabalho, e as disparidades salariais  são uma das  consequências práticas e visíveis das desigualdades e discriminação entre sexos.
Lembramos que de acordo com os últimos dados do Eurostat, os homens ganham mais 17,8% do que as mulheres em Portugal.
Acresce que Portugal é um dos países onde o gap salarial entre mulheres e homens tem aumentado, tendo passado de 12,8% em 2010 para 17,8% em 2015, ou seja 1,5 p.p. superior à média europeia (16,3%).
A proposta de lei visa  aprovar medidas que garantam a promoção e um combate eficaz na redução das desigualdade salariais entre mulheres e homens, e a existência de políticas remuneratórias transparentes por parte das entidades empregadoras, que permitam assegurar o salário igual para trabalho igual.
Entre as medidas, destacamos a "obrigatoriedade da entidade empregadora apresentar um plano de avaliação das diferenças remuneratórias detetadas por via do balanço das diferenças remuneratórias entre mulheres e homens", à Autoridade para as Condições de Trabalho.
Bem como  a possibilidade de os/as trabalhadores/as pedirem um parecer sobre a existência de discriminação em termos remuneratórios. Essa solicitação ou requerimento pode ser feita pelo/a trabalhador/a ou pela representação sindical, à Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego.

A associação ACEGIS relembra que o princípio de salário igual para trabalho igual está consagrado nos Tratados da UE desde 1957. 
A Constituição da República Portuguesa, no artigo 59º, estabelece que :
Todos os trabalhadores, sem distinção de idade, sexo, raça, cidadania, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, têm direito à retribuição do trabalho, segundo a quantidade, natureza e qualidade, observando-se o princípio de que para trabalho igual salário igual, de forma a garantir uma existência condigna.
Está mais do que chegada a hora de pôr em prática igualdade remuneratória entre mulheres e homens no mercado de trabalho.  A Trabalho igual, Salário Igual.

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Concurso Euroscola 2017/2018 no âmbito da Igualdade de Género

11 Dezembro, 2017
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Concurso Euroscola 2017/2018 no âmbito da Igualdade de Género

Elabora um trabalho sobre o tema «Igualdade de Género» e motiva a tua escola a inscrever-se no concurso EUROSCOLA 2017/2018.
Estão abertas as inscrições até ao dia 31 de janeiro de 2018 para o concurso Euroscola 2017/2018.
Objetivos do concurso:
  • Familiarizar os jovens com o funcionamento das instituições europeias;
  • Consciencializar os jovens sobre a sua condição de cidadãos europeus e a sua intervenção na organização futura da Europa;
  • Oferecer aos jovens uma tribuna onde possam exprimir as suas opiniões e valorizar o seu envolvimento no projeto europeu.

Os/as alunos/as até aos 18 anos e inscritos até ao 11.º ano de escolaridade são desafiados a elaborar um trabalho sobre o tema “Igualdade de Género” e motivar a respetiva escola a inscrever-se no concurso Euroscola 2017/2018.
Podem participar as Escolas inscritas no Parlamento dos Jovens - Secundário.
O Euroscola é um concurso que visa selecionar, a nível nacional, as escolas que vão representar Portugal nas Sessões Euroscola do Parlamento Europeu em Estrasburgo onde, durante um dia, jovens de toda a União Europeia debatem temas europeus.
Organizado a nível nacional, pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ,I.P.) e pelo Gabinete de Informação do Parlamento Europeu em Portugal, com a participação da Assembleia da República, das Assembleias Legislativas dos Açores e da Madeira e das Direções Regionais da Juventude das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

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O Cidadania 4Kids é o primeiro Jogo Educativo que ensina às crianças os valores da cidadania, da igualdade, dos direitos humanos e a educar por um ambiente mais sustentável e ecológico.
 
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Apresentação do livro “Violências de género” |12 dez., Lisboa

11 Dezembro, 2017
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Apresentação do livro “Violências de género” do CIEG

A sessão de apresentação realiza-se no dia 12 de dezembro de 2017, na Sala Monsanto do Instituto, pelas 18 horas.
No dia 12 de dezembro de 2017, o Centro Interdisciplinar de Estudos de Género (CIEG) do ISCSP-Universidade de Lisboa apresenta o livro Violências de género, a primeira publicação da Coleção “Estudos de Género” das Edições ISCSP.

O Centro Interdisciplinar de Estudos de Género (CIEG) do ISCSP-ULisboa apresenta o livro Violências de Género a primeira publicação da Coleção Estudos de Género das Edições ISCSP.
A sessão de apresentação realiza-se no dia 12 de dezembro de 2017, na Sala Monsanto do Instituto, pelas 18 horas. A obra será apresentada por Elza Pais.
Com coordenação de Sofia Neves e Dália Costa, investigadoras do CIEG, o livro é dirigido a estudantes, docentes, investigadores(as) e profissionais interessados nas perspetivas teóricas e históricas sobre o que é e como se materializa a violência de género nas suas múltiplas expressões.
\"Violências de Género\" reúne um conjunto diverso de capítulos com perspetivas trans e interdisciplinares da autoria de especialistas de universidades e centros de investigação de excelência, nacionais e internacionais, oferecendo reflexões suportadas por evidências empíricas e apresentando pistas para a intervenção especializada com vítimas e agressores(as), sistematizando boas práticas.
Os textos abordados nos 12 capítulos da obra têm por base três pontos de partida comuns: 1) o género é um eixo central de análise de fenómenos de vitimação, 2) a intervenção com as vítimas e os agressores pressupõe um enfoque de género e 3) a educação é, por excelência, a ferramenta promotora da igualdade de género.

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O Cidadania 4Kids é o primeiro Jogo Educativo que ensina às crianças os valores da cidadania, da igualdade, dos direitos humanos e a educar por um ambiente mais sustentável e ecológico.
 
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Prémio Nobel da Paz foi entregue à Campanha Internacional para a Abolição de Armas Nucleares

11 Dezembro, 2017
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Prémio Nobel da Paz foi entregue à Campanha Internacional para a Abolição de Armas Nucleares.

Nenhum dos nove países com armas nucleares, incluindo os Estados Unidos, a Rússia e outras potências nucleares - Reino Unido, França, Israel, China, Índia, Paquistão e Coreia do Norte - participou nas negociações do Tratado da ONU para a proibição de armas nucleares.

Prémio Nobel da Paz foi entregue à Campanha Internacional para a Abolição de Armas Nucleares

Ao receber o Nobel da Paz este domingo, em Oslo, a diretora executiva da ICAN, alertou que o mundo enfrenta uma escolha importante: “Ou o fim das armas nucleares ou o nosso fim”
A ICAN foi criada em 2017 em Genebra, reúne quase 500 ONGs em mais de 100 países.
Nos últimos dez anos tem vindo a alertar par as consequências catastróficas de qualquer uso de armas nucleares e une esforços para alcançar uma proibição baseada em tratados sobre as armas.
Prémio Nobel da Paz já foi entregue à Campanha Internacional para a Abolição de Armas Nucleares.

Ao receber o Nobel da Paz este domingo, em Oslo, a diretora executiva da Campanha Internacional pela Abolição de Armas Nucleares, alertou que o mundo enfrenta uma escolha importante: “Ou o fim das armas nucleares ou o nosso fim”.
Beatrice Fihn, diretora-executiva da ICAN, recebeu o Nobel ao lado de Setsuko Thurlow, de 85 anos, sobrevivente da bomba atómica lançada sobre Hiroshima, no Japão, que fez questão de dizer: \"Ouçam os nossos avisos e saibam que as vossas ações têm consequências. Cada um de vós é parte de um ciclo de violência que ameaça a humanidade\".

A ICAN foi criada em 2017 em Genebra, reúne quase 500 ONGs em mais de 100 países, nos últimos dez anos a alertar par as consequências catastróficas de qualquer uso de armas nucleares e une esforços para alcançar uma proibição baseada em tratados sobre as armas.
Em julho deste ano, 122 nações adotaram um Tratado da ONU para a proibição de armas nucleares.
O trato proíbe uma ampla gama de atividades relacionadas a armamentos nucleares, tais como desenvolver, testar, produzir, manufaturar, adquirir, possuir ou estocar armas ou outros utensílios nucleares explosivos, assim como o uso ou a ameaça de uso de armas nucleares. 
No entanto, nenhum dos nove países com armas nucleares, incluindo os Estados Unidos, a Rússia e outras potências nucleares - Reino Unido, França, Israel, China, Índia, Paquistão e Coreia do Norte - participou nas negociações. 

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Associação para a Cidadania, Empreendedorismo, Género e Inovação Social
O Cidadania 4Kids é o primeiro Jogo Educativo que ensina às crianças os valores da cidadania, da igualdade, dos direitos humanos e a educar por um ambiente mais sustentável e ecológico.
 
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Celebre o Dia Internacional dos Direitos Humanos com o Cidadania 4 KIDS

10 Dezembro, 2017
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Celebre o Dia Internacional dos Direitos Humanos com o Cidadania 4 KIDS

Lançado no Dia Internacional dos Direitos Humanos, o primeiro Jogo Educativo que ensina às crianças os valores da cidadania, da igualdade, dos direitos humanos e a educar por um ambiente mais sustentável e ecológico.

Curiosidades, jogos, quebra-cabeças, puzzles, sudokus e muito mais!

A 10 de dezembro de 2015, a associação ACEGIS lançou o Jogo Educativo - Cidadania 4 KIDS.

Um jogo totalmente desenvolvido e produzido pela associação ACEGIS. Sem qualquer apoio empresarial ou cofinanciamento, apenas a nossa VONTADE de MUDAR o MUNDO!

O que é o Cidadania 4KIDS ?

O Cidadania 4Kids é um jogo educativo que foi pensado em desenvolver de uma forma lúdica competências e conhecimentos tendo como referência os valores da cidadania, da igualdade, da liberdade, dos direitos humanos, da tolerância e da paz.

45 Cartas Educativas em 4 Áreas Temáticas:

Cidadania, Direitos Humanos, Direitos da Criança e Ambiente.

Aprende e joga com o Cidadania 4 KIDS!

O Cidadania 4KIDS é o primeiro Jogo Educativo que ensina às crianças os valores da cidadania, da igualdade, dos direitos humanos e a educar por um ambiente mais sustentável e ecológico.

Jogo Educativo + 7 anos

- 45 Cartas Educativas

Desafios: 40

Atreves-te a jogar os Desafios da Cidadania?

Dimensões:

110 x 156 x 20 mm

Temas em 4 blocos:

Cidadania, Ambiente, Direitos Humanos e Direitos da Criança.

Lançado no Dia Internacional dos Direitos Humanos.

O Cidadania 4KIDS é o primeiro Jogo Educativo em Cidadania, Ambiente, Direitos Humanos e Direitos da Criança!

Se educarmos as nossas crianças nos valores da cidadania, da igualdade, da liberdade, dos direitos humanos, da tolerância e da paz, podemos ajudá-las a tornar-se na geração que mudou o mundo!

Um jogo totalmente desenvolvido e produzido pela ACEGIS.

Sem qualquer apoio empresarial ou cofinanciamento, apenas a nossa VONTADE de MUDAR o MUNDO!

" Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos."

Primeiro artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos

Em 2015, a associação ACEGIS lançou o Jogo Educativo - Cidadania 4 KIDS.
Acreditamos que a EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA pode transformar o mundo.
Acreditamos que se educarmos as nossas crianças nos valores da cidadania, da igualdade, da liberdade, dos direitos humanos, da tolerância e da paz, podemos ajudá-las a tornar-se na GERAÇÃO que vai mesmo MUDAR o MUNDO!
Construída por todos/as e para todos/as. Assente nas premissas e nos valores da cidadania, igualdade, solidariedade, participação e diversidade.
A construção de uma sociedade onde a tolerância é respeitada, a união se faz pela diversidade e a paz é construída, só é possível se garantirmos a universalidade dos direitos humanos. 
Rejeitando o discurso do ódio, da xenofobia e do preconceito. Defendendo o direito universal de viver em igualdade e sem discriminação, respeitando a dignidade e os direitos humanos.

por Susana Pereira 

Fundadora da associação ACEGIS

Como humanidade temos a obrigação de garantir a universalidade da igualdade de direitos e da igualdade de oportunidades enquanto valores fundamentais

A educação para a cidadania visa contribuir para a formação de crianças e jovens, mais responsáveis, autónomas, solidárias, que conhecem e exercem os seus direitos e deveres, tendo como referência os valores da igualdade, respeito pela diversidade, na defesa dos Direitos Humanos e do meio ambiente.

BRINCAR e APRENDER!

Ao comprar jogo educativo  - Cidadania 4KIDS vai estar a dar às crianças a oportunidade de brincarem e se divertirem, com os pais e amigos/as, enquanto aprendem os valores da cidadania, da igualdade, dos direitos humanos e um ambiente mais sustentável e ecológico.

Encomende agora Jogo Educativo - Cidadania 4KIDS

Pagamento por Transferência Bancária

Após finalizar a sua encomenda, irá receber um email com todas a informações para finalizar a sua compra, com a indicação do NIB e IBAN para o qual deverá efetuar o pagamento.
Para efetuar o pagamento da sua compra basta dirigir-se a qualquer terminal Multibanco ou aceder através do seu Homebanking

Pagamento por Transferência Bancária

O jogo educativo - Cidadania 4 KIDS é enviado através dos Serviços de Correio Verde dos CTT, num envelope almofadado, de forma a garantir a qualidade e rapidez do serviço de entregas!
O prazo de entrega é de 2 dias úteis após a receção do comprovativo de pagamento da encomenda.
 
 

Se preferir também pode efetuar a sua encomenda utilizando os nossos contactos!

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68 empresas assumem compromissos para a igualdade de género

7 Dezembro, 2017
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Fórum Empresas para a Igualdade (iGen), foi criado em 2013 e integrava 60 organizações desde dezembro de 2016, conta a partir, de 5 de dezembro, com 68 organizações.

68 empresas que assumem compromissos para a igualdade de género.

68 empresas assumem compromissos para a igualdade de género

O número de empresas que participam no fórum para a igualdade de género mais do que duplicou desde que foi lançado, em 2013, atingindo agora 68 entidades com medidas concretas para a aplicar nas suas organizações.
No dia 5 de dezembro de 2017, 68 organizações representativas de diversos e importantes setores da economia nacional juntaram-se na Gare Marítima de Alcântara, em Lisboa, numa cerimónia co-organizada pela Administração do Porto de Lisboa e pela Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, para assinar Acordos de Adesão e de Renovação de Compromissos ao Fórum Empresas para a Igualdade (iGen).

O número de empresas que participam no fórum para a igualdade de género mais do que duplicou desde que foi lançado, em 2013, atingindo agora 68 entidades com medidas concretas para a aplicar nas suas organizações.
A secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro, disse à agência Lusa que, no início, eram cerca de 30 empresas que pretendiam "ser um modelo para as outras".
A ideia era trabalhar para "combater disparidades salariais" e esforçar-se por abrir mais às mulheres carreiras das quais costumam estar afastadas, como as engenharias, explicou.

 

As organizações acordaram desenvolver ações de promoção de igualdade de género, assumindo compromissos de melhoria dos princípios de igualdade e não discriminação entre homens e mulheres no emprego, implementação de normas de conciliação entre vida profissional, pessoal e familiar e de proteção na parentalidade.
Condições para o teletrabalho, horários flexíveis, dispensas nos dias de aniversário dos filhos ou protocolos com creches encontram-se entre alguns dos compromissos  assumidos.

O Fórum IGen, criado em 2013, é um Fórum de organizações dos setores privado, público e cooperativo, reunido em torno de um compromisso comum – promover medidas para a Igualdade de Género nas políticas internas – em linha com a Estratégia Europeia 2020, as prioridades do Estado Português e os objetivos da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego – CITE.

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Movimento #MeToo é a personalidade do ano da revista Time

6 Dezembro, 2017
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TIME has named the Silence Breakers, the individuals who set off a national reckoning over the prevalence of sexual harassment, as its 2017 Person of the Year.
Publicação norte-americana distinguiu as mulheres e homens que nos últimos meses denunciaram casos de assédio e abuso sexual, num movimento coletivo denominado #MeToo, surgido nos Estados Unidos, foram nomeadas Personalidade do Ano pela revista Time.

 

A revista Time homenageia mulheres e homens que denunciaram casos de abusos e assédio sexual.

Publicação norte-americana distinguiu as mulheres e homens que nos últimos meses denunciaram casos de assédio e abuso sexual, num movimento coletivo denominado #MeToo, surgido nos Estados Unidos, foram nomeadas Personalidade do Ano pela revista Time.
Na capa da próxima edição da Time surgem cinco mulheres, entre as quais a atriz Ashley Judd e a cantora Taylor Swift, que quebraram o silêncio, denunciaram casos em que foram vítimas de assédio sexual, e fizeram com que milhares de outras pessoas partilhassem histórias semelhantes.
"Esta é a mudança social mais rápida que vimos em décadas, e começou com atos individuais de coragem por centenas de mulheres (e também alguns homens) que se apresentaram para contar suas próprias histórias". Edward Felsenthal, editor-chefe da revista Time.
A distinção é um reconhecimento do papel de mulheres e homens “por dar voz a segredos abertos, por mover redes de murmúrios para as redes sociais, por nos motivar a todos para parar de aceitar o inaceitável”.

VídeoTIME Person of the Year 2017: The Silence Breakers

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Uma forma divertida de apreender Cidadania, Ambiente, Direitos Humanos e Direitos da Criança.

São jogos, quebra-cabeças, puzzles, sudokus e muito mais!

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40,3 Milhões: o número da vergonha da escravatura no século XXI

2 Dezembro, 2017
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A escravatura moderna engloba conceitos como o tráfico humano, servidão, trabalho forçado, trabalho infantil, casamento forçado, exploração sexual, exploração para pagamento de dívida.

2 de dezembro - Dia Internacional da Abolição da Escravatura

Artigo - Associação ACEGIS

40,3 Milhões: o número da vergonha da escravatura moderna no século XXI

Uma em cada quatro vítimas de escravatura moderna são crianças.

40,3 milhões de pessoas. Uma em cada quatro vítimas de escravatura moderna são crianças.
A maioria das vítimas são mulheres e meninas, somando quase 29 milhões do total de pessoas afetadas pela escravatura.
Só nos últimos cinco anos, 89 milhões de pessoas foram submetidas a várias formas de escravatura.
Os números são da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e da Fundação Walk Free, no passado dia 19 de novembro.
 
 

Dia Internacional da Abolição da Escravatura foi instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 2004 e é celebrado a 2 de dezembro para evitar que trabalho forçado, servidão obrigatória, tráfico de crianças e mulheres, prostituição, escravatura doméstica, trabalho infantil, casamentos combinados, entre muitos outros, continuem a ser praticados.
A data lembra a assinatura da Convenção das Nações Unidas para a Supressão do Tráfico de Pessoas e da Exploração da Prostituição de Outrem, a 2 de dezembro de 1949.

Factos e Números

Vítimas da Escravatura Moderna. #EndSlavery

Em 2016, cerca de 40,3 milhões de pessoas foram vítimas da escravatura moderna em todo o mundo.

- 24,9 milhões de pessoas foram submetidas a trabalho forçado;

- 15,4 milhões de pessoas tiveram de casar contra a sua vontade.

Mulheres e as meninas são as mais afetadas - 29 milhões.

mais de sete em cada dez pessoas (71%).

Mulheres e meninas - 29 milhões

As mulheres e as meninas são mais afetadas por este flagelo, somando quase 29 milhões do total de pessoas afetadas pela escravatura moderna, ou seja, mais de sete em cada dez pessoas (71%).

Crianças vítimas de escravatura moderna – 10 milhões

Uma em cada quatro vítimas de escravatura moderna são crianças.

Crianças - 10 milhões

Uma em cada quatro vítimas de escravatura moderna são crianças.
 As crianças  representam 37% das vítimas de casamentos forçados, 21,3%  de exploração sexual forçada e 19% do trabalho forçado.

Casamento Forçado - 15,4 milhões de vitimas

Muitas são compradas, vendidas ou mesmo fazer parte da herança de alguém.

Mais de um terço dos 15,4 milhões de vítimas de casamentos forçados tinha menos de 18 anos aquando do casamento, a maioria são mulheres e meninas (84%).
Quase de metade das vítimas tinha menos de 15 anos no momento do casamento (44%).
A vítima mais jovem da amostra tinha 9 anos quando foi forçada a casar.

Trabalho Infantil – 152 milhões de crianças

Uma em cada dez crianças de todo o mundo.

O trabalho infantil, por seu lado, envolve 152 milhões de crianças – 64 milhões de meninas e 88 milhões de meninos. Ou seja, uma em cada dez crianças de todo o mundo.
Muitas delas estão envolvidas em trabalhos perigosos pondo em risco a sua saúde, segurança e desenvolvimento moral. Um grande número das crianças submetidas a trabalho infantil encontra-se fora do sistema educativo.
Na faixa etárias entre os cinco e os 14 anos, há 36 milhões de crianças que trabalham e não estão escolarizadas.

A taxa de escravatura moderna é mais alta em África

 
A taxa de escravatura moderna é mais alta em África, com 7,6 vítimas por cada mil pessoas na região.
Seguindo-se a Ásia e do Pacífico (6,1 em 1000 pessoas) e, por último, na Europa e Ásia Central (3,9 em cada 1000).

Estes indicadores baseiam-se no relatório Estimações globais da escravatura moderna: trabalho forçado e casamento forçado  , desenvolvido pela Organização Internacional do Trabalho e pela Fundação Walk Free em parceria com a Organização Internacional para as Migrações.


As novas estimativas globais da escravatura moderna, revelam que é cada vez mais urgente implementar medidas imediatas e eficazes no combate à escravatura moderna, correndo o risco de falhar o objectivo 8.7 da Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável.
Só nos últimos cinco anos, 89 milhões de pessoas foram submetidas a várias formas de escravatura moderna por um período que varia de alguns dias a cinco anos.
Por isso, é cada vez mais urgente pedir ao mundo e unir todos os esforços no sentido de “tomar medidas imediatas e eficazes para erradicar o trabalho forçado, acabar com a escravidão moderna e o tráfico de pessoas, e assegurar a proibição e eliminação das piores formas de trabalho infantil, incluindo recrutamento e utilização de crianças-soldado, e até 2025 acabar com o trabalho infantil em todas as suas formas”.
Susana Pereira
A escravatura moderna é uma grave violação dos direitos humanos e um atentado à integridade e dignidade das suas vítimas.
Um crime hediondo que exige todos os esforços para proteger os cidadãos e as cidadãs mais vulneráreis.
Quando falamos de escravatura moderna, estamos a falar de um dos negócios ilegais mais rentáveis do mundo, que gera elevados lucros.
 A Organização Internacional do trabalho estima que a escravatura moderna gera mais de 150 bilhões de lucro todos os anos, o equivalente à soma dos lucros das quatro empresas mais rentáveis do mundo.
Servidão, trabalho forçado, trabalho escravo, tráfico de seres humanos, prostituição forçada, incluindo de crianças, a exploração sexual, casamentos forçados e otrabalho infantil constituem novas formas de escravatura.
Combater a escravatura significa não só a sua condenação, mas também lutar contra a pobreza, a discriminação e a violência contra as mulheres e as crianças.
Neste Dia Internacional, renovamos o nosso compromisso em lutar contra a escravatura e todas as formas de negação dos direitos e da dignidade do ser humano.
Um crime contra a humanidade. #EndSlavery

Associação ACEGIS - ONGD

Associação para a Cidadania, Empreendedorismo, Género e Inovação Social
Um jogo educativo que foi pensado em desenvolver de uma forma lúdica competências e conhecimentos tendo como referência os valores da cidadania, da igualdade, da liberdade, dos direitos humanos, da tolerância e da paz.
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Bela, recatada e dona ‘do lar’ a “Agenda Doméstica 2018” da Porto Editora

30 Novembro, 2017
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Porto Editora continua a atribuir às mulheres o papel de cuidadora e dona do lar, assente num ‘gosto natural pela esfera doméstica', que sustentaram, durante décadas, a ideologia patriarcal do Estado Novo.

“Bela, recatada e ‘do lar’. Podia muito bem ser o slogan da “Agenda Doméstica 2018” da Porto Editora.

Depois dos Blocos de Atividades para Rapazes e para Meninas, a Porto Editora acaba de lançar a “Agenda Doméstica 2018”.
Se na infância devem existir livros de atividades em que as meninas são princesas e aprendem a fazer bolos, na idade adulta a agenda de uma mulher deve ser marcada pelo “cuidado do lar”, “noções de etiqueta” e idas ao ginásio.
Agenda Doméstica 2018 será, sem dúvida, a companheira ideal para o seu dia a dia, refere a Porto Editora.
Nela encontrará:
• Design prático e atrativo, para registar o que é importante.
• Receitas de culinária, do prato mais simples à ementa mais requintada. 
• Conselhos de beleza, ginástica, elegância feminina e noções de etiqueta. 
• Registo dos feriados municipais e demais dias festivos. 
• Passatempos com aliciantes prémios. 
 
Depois dos Blocos de Atividades para Rapazes e para Meninas, a Porto Editora acaba de lançar a “Agenda Doméstica 2018”.

Muito embora a Porto Editora refute que nos seus critérios editoriais estejam subjacentes conteúdos reprodutores de estereótipos de género, verificamos que são várias as publicações que acentuam o gosto natural pela esfera doméstica das mulheres e raparigas.
Efetivamente, são gostos, aptidões e interesses que têm início na infância, com a venda de livros de atividades para meninas que são princesas e aprendem a fazer bolos, e perpetuados na idade adulta em que o espaço doméstico e a beleza devem ocupar a centralidade e a agenda das mulheres.
Nomeadamente, o cuidado do lar, o gosto pela culinária, as noções de etiqueta, elegância e ginástica feminina.
Este vínculo de aprendizagem e de reprodução de estereótipos de género, que se inicia na infância e se reflete mais tarde na idade adulta, muito devemos à Porto Editora.
Que continua a atribuir à mulher o papel de cuidadora e dona do lar, assente num gosto natural pela esfera doméstica, inscrita em normas de conduta e estereótipos de género que sustentaram, durante décadas, a ideologia patriarcal do Estado Novo, bem presente no ideal feminino da mulher Bela, recatada e ‘do lar’.
E esta é a visão e a imagem que a Porto Editora ainda tem da mulher portuguesa em pleno século XXI.

A associação ACEGIS salienta que é urgente combater, desmistificar e educar para a tomada de consciência dos mecanismos sociais  subjacentes na reprodução de estereótipos de género que ainda se encontram enraizados nas mensagens estereotipadas sobre os papéis e as relações sociais entre mulheres e homens na esfera familiar, profissional e social.
Difundir uma visão estereotipada dos papéis de género, no qual cabe à mulher a organização da vida quotidiana da família e dos aspectos ligados ao cuidado do lar e das tarefas domésticas, é estar a legitimar as desigualdades e a hierarquia entre homens e mulheres dentro e fora da família.
Sobretudo quando são mais do que evidentes os mecanismos sociais na reprodução de estereótipos, em que é a elas cabe o cuidado da casa e dos espaço doméstico, e a eles a esfera profissional e o sustento do lar.
De acordo com último Eurobarómetro, de 20 de novembro de 2017, mais de quatro em cada dez europeus acreditam que o papel mais importante de uma mulher é cuidar da casa e da família (44%) e o de um homem é ganhar dinheiro (43%).
Bela, recatada e dona do lar não é a agenda de uma mulher em 2018 e muito menos do século XXI.
É sim, uma agenda que apenas e só contribui para a difundir uma visão de subalternidade da mulher relegando-a à esfera doméstica e ao cuidado do lar.
 
 por Susana Pereira
Fundadora da associação ACEGIS 

 

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Seminário Final do UNigualdade

Realiza-se a 11 de dezembro de 2017, no Auditório do Instituto Universitário da Maia (ISMAI), o Seminário Final do Programa UNigualdade, financiado pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) e promovido pela Associação Plano i.

A entrada é livre, mas sujeita a inscrição para igualdadedegenero@associacaoplanoi.org

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11 de dezembro, entre as 14h30 e as 18h, no Auditório do Instituto Universitário da Maia

O UNigualdade - Programa de Promoção da Igualdade de Género e Diversidade Social e de Combate à Violência Doméstica e de Género, dirigido a alunos/as e docentes do Ensino Superior, resulta da atribuição de uma subvenção pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) com implementação entre novembro/2016 e novembro/2017.
Tem como entidade executora a Associação Plano i, associação sem fins lucrativos criada em 2015 e sediada no Porto, que apresenta como missão a promoção da igualdade e inclusão em todas as esferas da vida social, sendo presidida pela docente do ISMAI, Profª Dra. Sofia Neves.
 
 
De forma assinalar o término deste projeto, convidamos todos e todas a estarem presentes no próximo dia 11 de dezembro, entre as 14h30 e as 18h, no Auditório do Instituto Universitário da Maia, decorrerá o seminário final, numa tarde que se espera de reflexão e partilha de saberes com os/as vários/as interlocutores/as.
Entrada gratuita mas sujeita a inscrição através do email igualdadegenero@associacaoplanoi.org

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Aprovado Plano de Ação para a Integração de Pessoas em Situação de Sem-abrigo
A Comissão Interministerial da Estratégia Nacional para a Integração de Pessoas em Situação de Sem-abrigo aprovou o Plano de Ação para o biénio 2017-2018, cuja dotação orçamental é superior a 60 milhões de euros.
 Ao todo são 100 as medidas para a integração de pessoas em situação de sem-abrigo, destacam-se o acolhimento residencial, alargamento e integração da intervenção na área da saúde e a promoção da formação e da integração profissional das pessoas sem-abrigo.

Áreas prioritárias

Como principais medidas do Plano, algumas já em desenvolvimento, destacam-se o acolhimento residencial, alargamento e integração da intervenção na área da saúde e a promoção da formação e da integração profissional das pessoas sem-abrigo.

Em termos de habitação, o plano destaca a priorização do alojamento permanente em habitações individualizadas, através da criação de uma bolsa de casas. 

Está também prevista a disponibilização de casas a pessoas em situação de sem-abrigo pelas entidades proprietárias ou gestoras de património de habitação social e o desenvolvimento de programas específicos já experimentados a nível nacional e internacional. 

No acolhimento residencial, as ações definidas visam alargar as atividades relacionadas com o acolhimento e respostas sociais, avaliando as necessidades identificadas no diagnóstico local.

Na área da Saúde, o Plano prevê o alargamento e integração da intervenção, desde cuidados primários, hospitalares, continuados, saúde pública, saúde mental, comportamentos aditivos e dependências.

Está ainda previsto o encaminhamento e integração de pessoas sem-abrigo em programas e medidas ativas de emprego e formação profissional.

Como aspetos inovadores, a Estratégia apresenta Planos de Ação bienais com avaliação anual e a existência da Comissão Interministerial que assegura a execução da estratégia, dando cumprimento à Resolução do Conselho de Ministros n.º 107/2017.

O Plano de Ação 2017-2023 será formalmente homologado pelo Ministro nos próximos dias. 

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