Cidadania & Responsabilidade Social

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  • Espanha. Grupo 'La Manada' libertado sob fiança de seis mil euros Esta quinta-feira o Tribunal de Navarra decretou que os cinco homens seriam libertados, na condição de pagarem, cada um, uma caução de seis mil euros. O grupo de cinco homens conhecidos como La Manada (A Manada) foi esta sexta-feira libertado sob caução. O Tribunal de Navarra […]

Ordem vai criar lista nacional de advogados especialistas em violência doméstica

13 Julho, 2018
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Ordem vai criar lista de advogados especialistas em violência doméstica

O protocolo foi assinado na passada sexta-feira, dia 6 de julho, entre a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género e a Ordem dos Advogados e prevê a formação especializada em violência doméstica e violência de género a advogados.
A Ordem dos Advogados (OA) vai criar uma listagem nacional de advogados com formação específica na área da violência doméstica e de género, no âmbito de um protocolo com o Governo para garantir a eficácia do apoio jurídico às vítimas.
O protocolo foi assinado dia 8 de junho de 2018, entre a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) e a Ordem dos Advogados e prevê a formação especializada em violência doméstica e violência de género a advogados.
A Ordem [dos Advogados] compromete-se a promover esta formação especializada a advogados e advogadas já a partir deste ano, em articulação com a CIG e outras entidades”, adiantou, em declarações à Lusa, a secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade.
Rosa Monteiro explicou que, na sequência dessa formação, a Ordem dos Advogados vai criar uma área específica dedicada à violência doméstica e de género dentro do seu sistema de informação interno, no âmbito do Sistema de Acesso ao Direito e aos Tribunais.
“Aí, os advogados podem registar-se como sendo especialistas nestas áreas de intervenção específicas e teremos uma listagem nacional de profissionais da advocacia com esta especialização e isto é muito importante”, defendeu a secretária de Estado.
O protocolo entre as duas entidades inclui ainda o compromisso por parte da Ordem dos Advogados em “tornar célere o processo de indicação de advogado que seja solicitado pela Segurança Social, no âmbito do acesso ao direito”, acrescentou Rosa Monteiro.
A partir daí, a CIG passa a estar em condições de poder divulgar informação sobre estes profissionais especializados junto das estruturas da Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica.
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3.ª Edição Concurso PARTIS – Práticas Artísticas para a Inclusão Social

9 Julho, 2018
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3.ª Edição Concurso PARTIS – Práticas Artísticas para a Inclusão Social | Candidaturas Abertas

As candidaturas à 3.ª edição do PARTIS – Práticas Artísticas para a Inclusão Social estão abertas e decorrem até às 12 horas de dia 20 de setembro.

O concurso PARTIS – Práticas Artísticas para a Inclusão Social pretende apoiar projetos destinados à integração social através das práticas artísticas.
Os melhores e mais inovadores projetos de integração social pela prática artística, nas áreas das artes visuais, performativas ou audiovisuais serão apoiados, até um máximo de €25 mil euros/ano. As propostas devem ser consistentes, informadas e sustentadas, assentes em parcerias alargadas e passíveis de avaliação.
Podem concorrer organizações sem fins lucrativos com projetos que promovam a inclusão social de cidadãos em situação de maior vulnerabilidade social, tendo em vista a promoção do encontro e diálogo entre diferentes – em termos sociais, etários, culturais, entre outros -, e também a igualdade de oportunidades e o reforço da coesão social e territorial.

Período de candidatura

  • Submissão de candidatura: até às 12:00 GMT de 20 de setembro
  • Encontro e sessão de capacitação dos projetos pré-selecionados: dias 3 e 4 de dezembro
  • Arranque dos projetos selecionados: início de janeiro de 2019

Elegibilidade

Podem candidatar-se pessoas coletivas públicas ou privadas, sem fins lucrativos, legalmente reconhecidas, com sede em território nacional.
As entidades que foram apoiadas em ambas as edições anteriores do PARTIS, na qualidade de promotores, apenas poderão participar nesta terceira edição enquanto entidades parceiras.

O PARTIS apoia projetos que promovam a inclusão social de cidadãos em situação de maior vulnerabilidade social, tendo em vista a facilitação do encontro e diálogo entre diferentes (em termos sociais, etários, culturais, entre outros), a igualdade de oportunidades e o reforço da coesão social e territorial.

Os melhores e mais inovadores projetos de integração social pela prática artística serão apoiados, até um máximo de €25 mil euros/ano.

Sessão de divulgação e esclarecimento da iniciativa PARTIS - Práticas artísticas para a inclusão social.
12 de junho, às 10:00, em Bragança
Auditório do Centro de Arte Contemporânea Graça Morais
R. Abílio Beça 105, 5300-007 Bragança
15 de junho, às 10:30, em Évora
Auditório da CIMAC – Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central
Rua 24 de Julho 1, 7000-367 Évora
18 de junho, às 10:30, em Loulé
Antigo Convento do Espírito Santo, 8100-507 Loulé
9 de julho, às 10:30, em Lisboa
na Fundação Calouste Gulbenkian – Sala 2
Sessão com transmissão web

Candidaturas

As candidaturas ao PARTIS são apresentadas em formulários próprios disponibilizados através do sítio específico da Fundação Calouste Gulbenkian  - secção “apoios Gulbenkian”.
As candidaturas devem ser submetidas informaticamente até às 12 horas do dia 20 de setembro de 2018.De forma a prevenir dificuldades na submissão das candidaturas, evite submeter a sua candidatura nos últimos dias do prazo.
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Protocolo reforça direito à habitação de mulheres vítimas de violência doméstica

4 Julho, 2018
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Protocolo reforça direito à habitação de mulheres vítimas de violência doméstica

Protocolo entre a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) e o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) visa garantir um maior acesso à habitação por parte de mulheres vítimas de violência doméstica.
A Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) e o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) assinaram, no dia 26 de junho, um protocolo para garantir um maior acesso à habitação por parte de mulheres alvo de acompanhamento no âmbito da Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica (RNAVVD), coordenada pela CIG.
O protocolo foi celebrado no quadro da nova Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação Portugal + Igual 2018-2030 e reforça a colaboração estabelecida em 2013.
O protocolo agora em vigor alarga o âmbito de respostas da RNAVVD, permitindo-lhes acionar um pedido de habitação junto do IHRU, de acordo com as suas necessidades.
A falta de acesso à habitação condiciona a liberdade de escolha da vitima face à relação abusiva e, consequentemente, o seu processo de autonomização e de empoderamento.
Com este alargamento pretende-se que o número de vítimas de violência doméstica apoiadas em matéria habitacional cresça consideravelmente.
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Estão abertas as candidaturas à 6ª edição do Prémio Municipal Madalena Barbosa

2 Julho, 2018
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Estão abertas as candidaturas à 6ª edição do Prémio Municipal Madalena Barbosa

O prémio visa distinguir o melhor projeto/ação no âmbito da temática da “Igualdade de Género”, desenvolvido e concretizado em 2017 ou a concretizar até final o primeiro semestre de 2018. O prazo de candidatura decorre de 1 de Junho a 14 de setembro de 2018, inclusive.

6.ª edição - Prémio Municipal Madalena Barbosa

Estão abertas as inscrições até dia 14 de setembro, para a 6.ª edição do Prémio Municipal Madalena Barbosa, que visa distinguir o melhor projeto/ação no âmbito da temática da “Igualdade de Género”, desenvolvido e concretizado em 2017 ou a concretizar até final o primeiro semestre de 2018, que contribua, designadamente, para a eliminação dos estereótipos de género e que favoreça a alteração dos modelos sociais e comportamentais a eles associados.
Poderão concorrer à atribuição do Prémio Municipal “Madalena Barbosa” as pessoas singulares maiores de 18 anos que tenham a sua residência ou domicílio profissional no Município de Lisboa e as pessoas coletivas que tenham sede social no mesmo, ou, não possuindo aí a sua sede, promovam atividades de reconhecido interesse municipal.
O prémio é promovido em parceria pelo Município de Lisboa e pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.

 

Candidaturas

O prazo de candidatura decorre de 1 de Junho a 14 de setembro de 2018, inclusive.
As candidaturas devem ser enviadas para:
Departamento para os Direitos Sociais
Câmara Municipal de Lisboa
Campo Grande 25, 7º Piso, Bloco B
1749-099 Lisboa
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Estão abertas as candidaturas à 9ª edição do Prémio BPI Capacitar

29 Junho, 2018
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Estão abertas as candidaturas à 9ª edição do Prémio BPI Capacitar

O BPI e a Fundação "la Caixa" atribuem 750 mil euros para melhorar a vida de pessoas com deficiência. Candidaturas de 29 de junho a 29 de julho de 2018.

Prémio BPI Capacitar - Edição 2018

Um prémio anual de 750 mil euros para apoiar pessoas com deficiência.
O Premio BPI Capacitar tem como objetivo apoiar projetos que promovam a melhoria da qualidade de vida e a integração social das pessoas com deficiência ou incapacidade permanente.
Criado em 2010, o Prémio BPI Capacitar já atribuiu mais de 4,6 milhões de euros em donativos, distribuídos por 145 projetos de Norte a Sul do País e Ilhas.
A quem se destina
A todas as instituições privadas sem fins lucrativos, com sede em Portugal, cujos projetos visem a integração social e promovam a melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência ou incapacidade permanente.
Cada entidade promotora apenas se poderá candidatar a um dos Prémios BPI (Prémio BPI Capacitar, Prémio BPI Seniores ou Prémio BPI Solidário).
Prémio
O valor total do donativo atribuído ao Prémio BPI Capacitar será de € 750.000, com um 1º prémio cujo montante poderá ir até € 200.000 e menções honrosas até € 50.000 cada. Os vencedores serão anunciados no dia 3 de dezembro de 2018 (data sujeita a confirmação).
Critérios de avaliação 
Um júri independente, nomeado pelo BPI, avaliará as candidaturas e premiará os projetos, de acordo com os seguintes critérios:
  • Qualidade Técnica da Candidatura - valorizada tendo em linha de conta a relevância, fundamentação e programação dos seus objetivos, a sua abrangência em termos de população alvo e o carácter inovador da sua abordagem;
  • Sustentabilidade da Candidatura - valorizada com base na experiência e solidez da instituição candidata, bem como a adequabilidade e a exequibilidade do projeto em termos da sua aplicação de recursos humanos, materiais e financeiros.

O Premio BPI Capacitar tem como objetivo apoiar projetos que promovam a melhoria da qualidade de vida e a integração social das pessoas com deficiência ou incapacidade permanente.

Candidaturas

Prazo de candidatura à edição 2018: 29 de junho a 29 de julho.
As candidaturas só poderão ser efectuadas on-line, neste site, durante o período acima referido.
A candidatura exige a aceitação das condições do regulamento do prémio. Antes de se candidatar consulte o regulamento, o guia do formulário e as perguntas frequentes.

 

Contactos:

premiobpicapacitar@bancobpi.pt
800 22 33 44 (disponível das 8h às 20h)
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Isabel Ventura vence Prémio Maria Lamas 2018

29 Junho, 2018
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Isabel Ventura vence Prémio Maria Lamas 2018

A investigadora Isabel Ventura, autora do livro Medusa no Palácio da Justiça, ou Uma História da Violação Sexual, venceu a edição de 2018 do prémio Maria Lamas.
A tese de doutoramento “Medusa no Palácio da Justiça: imagens sobre mulheres, sexualidade e violência a partir dos discursos e práticas judiciais”, de Isabel Ventura, um livro com edição Tinta da China, foi a grande vencedora do Prémio Maria Lamas 2018.
A obra, publicada este ano pelas Edições Tinta da China, foi distinguida com o Prémio APAV Para a Investigação em dezembro de 2016.
O livro, que agora é premiado pela segunda vez, resulta do projeto de investigação académica desenvolvido por Isabel Ventura. A autora é investigadora integrada do Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais (CEMRI) da Universidade Aberta.
O prémio Maria Lamas para estudos sobre a mulher, género e igualdade, de periodicidade bienal e promovido pelo município de Torres Novas, evoca a figura de Maria Lamas, perpetuando o seu testemunho de lutadora pelos direitos das mulheres portuguesas,\"perpetuando o seu testemunho de lutadora pelos direitos das mulheres portuguesas\".
Com um valor pecuniário de 3 mil euros, pretende ainda contribuir para o desenvolvimento do conhecimento numa perspetiva de transversalidade e pluralidade e reconhecer estudos académicos e científicos realizados em Portugal, produzidos por autores/as portugueses/as ou estrangeiros/as.
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Alto Comissariado para as Migrações lança Planos Locais para a integração das Comunidades Ciganas

28 Junho, 2018
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Alto Comissariado para as Migrações lança planos Locais para a integração das Comunidades Ciganas

O financiamento aos municípios para a elaboração do projeto será na ordem de 4500 euros. Os municípios motivados em participar, deverão enviar, até dia 14 de julho de 2018.
O Alto Comissariado para as Migrações lançou recentemente o projeto “Planos Locais para a Integração das Comunidades Ciganas”, dirigido a municípios e comunidades locais.
Com esta iniciativa, o ACM, enquanto entidade coordenadora, pretende promover a intervenção local e a participação democrática das comunidades ciganas, promover parcerias para desenhar e implementar estratégias de aproximação entre as comunidades ciganas e a sociedade maioritária, apoiar a conceção de 10 Planos Locais para a Integração das Comunidades Ciganas e conceber um Guia para a elaboração de Planos Locais, que possa ser disseminado a outros municípios após o fim do projeto.
Este projeto-piloto, financiado pelo Programa da União Europeia de Direitos, Igualdade e Cidadania (2014-2020), terá a duração de 12 meses, com início a 1 de maio de 2018 e conclusão a 30 de abril de 2019.
O financiamento aos municípios para a elaboração do projeto será na ordem de 4500 euros.
Os municípios motivados em participar, deverão enviar, até dia 14 de julho, uma “Manifestação de interesse”, para o email naci@acm.gov.pt.

 

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Ação de Sensibilização Agentes Educativos: Violência no Namoro

27 Junho, 2018
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Violência no Namoro: Como intervir na Escola e na Sala de Aula | Ação Gratuita

O Projeto CHEGA – Prevenção/Intervenção na Violência no Namoro/Doméstica e (Des)Igualdade de Género - cofinanciado pelo Programa Operacional de Inclusão Social e Emprego – POISE - Portugal 2020 – vai realizar uma Ação de Sensibilização para Agentes Educativos no domínio da Violência no Namoro/Género que será realizada no Colégio La Salle em Barcelos, no dia 10 de julho, entre as 09h e as 12h.
O Projeto CHEGA vai realizar uma Ação de Sensibilização para Agentes Educativos no domínio da Violência no Namoro/Género que será realizada no Colégio La Salle em Barcelos, no dia 10 de julho, entre as 09h e as 12h.
Esta ação tem como população alvo professores, pessoal não docente, técnicos de instituições, estudantes, entre outros profissionais interessados na temática, tendo como objetivo facilitar a consciencialização e asensibilização relativamente à violência de género/namoro e promover uma melhor compreensão do fenómeno, das dinâmicas e processos associados, dotando os agentes educativos de diferentes formas e estratégias de intervenção junto dos jovens assumindo-se como um elemento pertinente na capacitação destes, salientando as estratégias de perceção, aquisição e desenvolvimento de competências de despistagem e atuação perante situações de violência no namoro por parte dos jovens.
Apesar de trata-se de uma ação gratuita é necessária a realização de inscrição prévia para assegurar a vaga neste evento. 
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MyCNAIM: lançamento da aplicação móvel de apoio a pessoas migrantes e refugiadas

20 Junho, 2018
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Alto Comissariado para as Migrações lançou esta quarta-feira a aplicação móvel MyCNAIM. Uma ferramenta de apoio a pessoas migrantes e refugiadas.

MyCNAIM é uma aplicação móvel disponibilizada nos sistemas operacionais IOS e Android, a partir da qual os/as migrantes podem aceder às informações sobre os vários serviços promovidos pelo ACM,I.P.. APP está disponível em Português, Inglês e Árabe e pode ser instalada a partir da PlayStore e APPStore para IOS e Android.
MyCNAIM APP is a mobile application where migrants are able to access information about the various services promoted by ACM, IP, as well as information on the legal framework for entry and stay in Portugal, requests for international protection, access to Portuguese nationality, housing, work, health, education, equivalence and recognition of academic qualifications, learning Portuguese, among other useful information related to their integration in Portugal.
O Alto Comissariado para as Migrações, no âmbito das medidas Simplex +, lançou esta quarta-feira, dia 20 de junho, a APP MyCNAIM, uma aplicação para telemóvel que faculta informação em diversas áreas aos cidadãos migrantes e refugiados/as. A APP está disponível em Português, Inglês e Árabe e pode ser instalada a partir da PlayStore e APPStore para IOS e Android.
MyCNAIM é uma aplicação móvel disponibilizada nos sistemas operacionais IOS e Android, a partir da qual os migrantes podem aceder às informações sobre os vários serviços promovidos pelo ACM,I.P., bem como informações sobre o enquadramento legal de entrada e permanência em Portugal, pedidos de proteção internacional, acesso à nacionalidade portuguesa, habitação, trabalho, saúde, educação, equivalência reconhecimento de habilitações académicas, aprendizagem da língua portuguesa, entre outras informações uteis relacionadas com a sua integração em Portugal.

Desta forma, a App MyCNAIM visa aproximar os serviços existentes nos Centros Nacionais de Apoio à Integração de Migrantes (CNAIM) e Centros Locais de Apoio à Integração de Migrantes (CLAIM), à população migrante, através de um novo canal de comunicação. A funcionar como alternativa ou complemento ao atendimento presencial nos serviços do Alto Comissariado para as Migrações, facilita o acesso imediato à informação relacionada com a integração de migrantes em Portugal, nomeadamente por pessoas que se encontrem em regiões do país onde não existam CNAIM e/ou CLAIM.

 

App MyCNAIM

Através do sistema de georreferenciação, são disponibilizados a localização e os contactos de vários serviços como os Centros Nacionais de Apoio à Integração de Migrantes (CNAIM), os Centros Locais de Apoio à Integração de Migrantes (CLAIM), as associações de imigrantes, os gabinetes de inserção profissional, entre outros.
Os/as utilizadores/as podem também aceder através de uma hiperligação ao website da Plataforma de Português Online, ao formulário de queixa disponibilizado no website da Comissão para Igualdade e Contra a Discriminação Racial, ou ao Welcome Kit aos Refugiados.
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Relatório do Alto-Comissariado da ONU revela que 68,5 milhões de pessoas foram obrigadas a fugir

20 Junho, 2018
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Relatório do Alto-Comissariado da ONU revela que 68,5 milhões de pessoas foram obrigadas a fugir

Nunca houve tanta gente a cruzar fronteiras à procura de refúgio e proteção. O número de pessoas que foram forçadas a abandonar as suas casas devido à guerra, violência ou perseguição atingiu um valor recorde com 68,5 milhões de pessoas deslocadas à força em todo o mundo.
Refugiado é alguém que é obrigado a deslocar-se, a atravessar fronteiras, a arriscar a vida e, por fim, a pedir esmola pela sua própria cidadania
Relatório do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados revela que o número de deslocados cresceu pelo quinto ano consecutivo. Nunca houve tanta gente a cruzar fronteiras à procura de refúgio e proteção.
O número de pessoas que foram forçadas a abandonar as suas casas devido à guerra, violência ou perseguição atingiu um valor recorde com 68,5 milhões de pessoas deslocadas à força em todo o mundo.
O "Relatório Mundial sobre Tendências em Deslocamento Forçado" da Agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) revela que das 68,5 milhões de pessoas deslocadas à força no mundo, 25,4 milhões são refugiados, 40 milhões são deslocados internos e 3,1 milhões de requerentes de asilo O ACNUR contabiliza uma média de 44.400 novos/as deslocados/as todos os dias.
Tal como em anos anteriores, a Síria surge como o país com mais deslocamentos forçados, com 12,6 milhões no final de 2017, dos quais 6,3 milhões eram refugiados/as, 146.700 requerentes de asilo e 6,2 milhões de pessoas deslocadas internamente.
O aumento sem precedentes do número de pessoas à procura de proteção internacional constituiu um importante teste e desafio a novas formas de cooperação internacional e na instauração de um sistema de asilo baseado na solidariedade e na partilha equitativa de responsabilidades.

 

A crise migratória e dos refugiados não se trata de uma emergência temporária, mas sim um fenómeno estrutural e complexo que exige a cooperação e solidariedade de todos os povos.

São 68,5 milhões de vidas, 68,5 milhões de histórias diferentes, um passado comum: milhões de pessoas obrigadas a deslocar-se, a atravessar fronteiras, a arriscar a sua própria vida para fugir da guerra e da pobreza.

A nível da União Europeia urge enfrentar o problema mais urgente: salvar vidas no mar.

Só este ano, mais de 40 mil pessoas fizeram a travessia do mar Mediterrâneo. Estima-se que, pelo menos 845 pessoas perderam a vida ao tentar chegar à Europa através do Mediterrâneo.
O avanço do populismo e de movimentos anti-imigração tem conduzido ao deterioramento crescente do projeto europeu e potencia a ideia da ameaça das fronteiras europeias.
A incapacidade de antecipar o desafio previsível face ao aumento do número de refugiados e migrantes gerados pela guerra na Síria e no Iraque, soma-se a cresce divergência e conflitos dentro da União Europeia em matéria de acolhimento e integração originada pelos movimentos xenófobos, nacionalistas e populistas.
Estes movimentos exploram a fragilidade e fomentam reações adversas em relação aos refugiados/as e migrantes na opinião pública.
Alimentando o sentimento anti-imigração face a uma crise humanitária sem precedentes, contra vítimas já por si vulneráveis pelas condições que levaram a fugir da guerra, da violência e da carestia.
Os refugiados são o rosto da violação sistemática dos direitos humanos, e da dignidade do ser humano, que começa no seu país de origem, e que se estende muitas vezes nos países de acolhimento onde são construídos muros e erguidas fronteiras.
Milhões de pessoas que são forçadas a deixar o seu país, que arriscam as suas vidas, fugindo da guerra, da fome, da misérias e do terror. Muitos só conhecem uma condição: nascer e ser refugiado/a.
Susana Pereira
Fundadora da Associação ACEGIS

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OMS retira transexualidade da lista de doenças mentais

19 Junho, 2018
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OMS retira transexualidade da lista de doenças mentais

Decisão histórica: Atualização do manual de classificação de doenças da agência de saúde da ONU retira a transexualidade da lista de doenças mentais
A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta segunda-feira (18) uma decisão histórica: a transexualidade foi, oficialmente, retirada da lista de doenças mentais da agência da Organização das Nações Unidas (ONU).
De acordo com a organização, a transexualidade ainda está presente na CID, mas agora em uma nova categoria, denominada "saúde sexual" para que esta população possa aceder a cuidados de saúde.
Segundo a ONU, existem claras evidências científicas de que a transexualidade não se trata de uma doença mental. Esta mudança é um passo significativo no reconhecimentos dos direitos das pessoas LGBTI.
Encarar as questões da orientação sexual ou da identidade de género como uma doença ou uma perturbação mental, legitima o preconceito na sociedade e expõe as pessoas trans e intersexo a crime de ódio, tortura e violência.
Esta mudança é uma decisão histórica. Em pleno século XXI, não há lugar para o preconceito, a discriminação e perseguição das pessoas tendo por base a sua orientação sexual ou identidade de género.

 

 

A homofobia, a transfobia e preconceito tem de dar lugar à cidadania, à igualdade e à universalidade dos Direitos Humanos.

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Jogo Educativo sobre os Direitos da Criança – Conheces os teus direitos?

30 Maio, 2018
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Direitos da Criança - Conheces os teus direitos?

O Dia Mundial da Criança serve para lembrar os Direitos da Criança.

Tens o direito de conhecer os teus direitos!

Jogo Educativo – Cidadania 4 KIDS!

No Dia Mundial da Criança ofereça os Direitos da Criança às crianças.

São jogos, quebra-cabeças, puzzles, sudokus e muito mais!

Aprende e joga com o Cidadania 4 KIDS!

Se educarmos as nossas crianças nos valores da cidadania, da igualdade, da liberdade, dos direitos humanos, da tolerância e da paz, podemos ajudá-las a tornar-se na geração que mudou o mundo!

O que é o Cidadania 4KIDS ?

O Cidadania 4Kids é um jogo educativo que foi pensado em desenvolver de uma forma lúdica competências e conhecimentos tendo como referência os valores da cidadania, da igualdade, da liberdade, dos direitos humanos, da tolerância e da paz.

45 Cartas Educativas em 4 Áreas Temáticas:

Cidadania, Direitos Humanos, Direitos da Criança e Ambiente.

CIDADANIA

- Conceitos e valores de cidadania, cidadania europeia.

DIREITOS da CRIANÇA

- A Convenção e a Declaração dos Direitos da Criança.

DIREITOS HUMANOS

- Os 30 Artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos

AMBIENTE

-Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável.

Porquê escolher o Jogo Educativo – Cidadania 4 KIDS?

O Cidadania 4KIDS é o primeiro jogo educativo que ensina às crianças os valores da cidadania, da igualdade, dos direitos humanos e a educar por um ambiente mais sustentável e ecológico.

Jogo produzido e desenvolvido pela associação ACEGIS, sem qualquer apoio empresarial ou financiamento. Apenas a nossa vontade de mudar o mundo!

Uma forma divertida de aprender Cidadania, Ambiente, Direitos Humanos e Direitos da Criança.

JOGO EDUCATIVO  - CIDADANIA 4KIDS!

A educação para a cidadania visa contribuir para a formação de crianças e jovens, mais responsáveis, autónomas, solidárias, que conhecem e exercem os seus direitos e deveres, tendo como referência os valores da igualdade, respeito pela diversidade, na defesa dos Direitos Humanos e do meio ambiente.

BRINCAR e APRENDER!

Ao comprar jogo educativo  - Cidadania 4KIDS vai estar a dar às crianças a oportunidade de brincarem e se divertirem, com os pais e amigos/as, enquanto aprendem os valores da cidadania, da igualdade, dos direitos humanos e um ambiente mais sustentável e ecológico.

O jogo educativo - Cidadania 4 KIDS é enviado através dos Serviços de Correio Verde dos CTT, num envelope almofadado, de forma a garantir a qualidade e rapidez do serviço de entregas!
O prazo de entrega é de 2 dias úteis após a receção do comprovativo de pagamento da encomenda.
Ao clicar em “Encomendar”, está a aceitar a nossa política de privacidade.

Pagamento por Transferência Bancária

Após finalizar a sua encomenda, irá receber um email com todas a informações para finalizar a sua compra, com a indicação do NIB e IBAN para o qual deverá efetuar o pagamento.
Para efetuar o pagamento da sua compra basta dirigir-se a qualquer terminal Multibanco ou aceder através do seu Homebanking

Se preferir também pode efetuar a sua encomenda utilizando os nossos contactos!

Basta enviar-nos os seguintes dados: Nome - Email - Nº de Jogos e NIF (para emissão de fatura/recibo)
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Associação ACEGIS - ONGD

Associação para a Cidadania, Empreendedorismo, Género e Inovação Social
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  • Jogo Educativo – Cidadania 4Kids!

  • UMA FORMA DIVERTIDA DE APRENDER CIDADANIA!

    São jogos, quebra-cabeças, puzzles, sudokus e muito mais!

    100% Português. 100% Solidário.

    Ao COMPRAR está a APOIAR a Associação ACEGIS!

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