Atualidade

  • Associação para a Cidadania, Empreendedorismo, Género e Inovação Social

    A ACEGIS reconhece-se enquanto entidade de referência nas áreas estratégicas da cidadania, inclusão, igualdade de género, empreendedorismo e inovação social. Intervimos ativamente pela construção de uma sociedade mais justa, paritária e inclusiva!

  • Dia International da Rapariga O Dia Internacional da Rapariga foi celebrado pela primeira vez a 11 de outubro de 2012.  No mesmo ano, e dois dias antes, uma menina era atacada num autocarro escolar quando saía da escola no Vale de Swat, uma província do Paquistão.  Malala Yousafzai tornava-se o símbolo mundial na luta pela educação e […]

Portugal: 2,6 milhões de pessoas vivem em risco de pobreza e exclusão social

17 Outubro, 2017
/ / /

17 de Outubro, Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza.
No âmbito do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, a ACEGIS publica dados sobre pobreza e exclusão social. Indicadores de Portugal e da UE28.

 

 

Os Números da Pobreza e Exclusão Social

117, 470 Milhões de pessoas na Europa

2, 590 Milhões em Portugal

Portugal: 2,6 milhões de pessoas vivem em risco de pobreza e exclusão social

Dados do Eurostat no âmbito do Dia Internacional pela Erradicação da Pobreza.
Apesar de a União Europeia ser uma das regiões mais ricas do mundo, 117, 5 milhões de pessoas, 23,4% da população, vive em risco de pobreza ou exclusão social.
Em Portugal uma em cada quatro pessoas vive em situação de pobreza ou exclusão social. São 2,6 milhões de pessoas (25,1%) da população.
 

Um dos objectivos objetivos da estratégia Europa 2020 é de reduzir, pelo menos, em 20 milhões o número de pessoas em risco ou em situação de pobreza e de exclusão social.

Em 2016, 117,5 milhões de pessoas, ou 23,4% da população, na União Europeia (UE) estavam em risco de pobreza ou exclusão social.
Uma recuperação para os níveis de 2008 (23,7%) depois dos aumentos consecutivos e constantes registados durante a crise económica e financeira, que entre 2009 e 2012 atingiu quase 25% da população.

Maior risco de pobreza ou taxa de exclusão social na Bulgária, menor na República Checa.

Em 2016, mais de um terço da população vivia em risco de pobreza ou exclusão social em três Estados-Membros: Bulgária (40,4%), Roménia (38,8%) e Grécia (35,6%).
No extremo oposto da escala, onde existe uma menor incidência na taxas de risco de pobreza ou exclusão social foram registadas na República Checa (13,3%), na Finlândia (16,6%), na Dinamarca (16,7%) e na Holanda (16,8%).
 A redução do número de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social na UE é um dos principais objectivos da Estratégia Europa 2020.

.

Um dos objectivos objetivos da estratégia Europa 2020 é de reduzir, pelo menos, em 20 milhões o número de pessoas em risco ou em situação de pobreza e de exclusão social.
No entanto, estes indicadores evidenciam que os países da UE estão longe de cumprir a Estratégia da Europa 2020 e o objetivo europeu de reduzir, pelo menos, em 20 milhões o número de pessoas em risco ou em situação de pobreza e de exclusão social.
A proporção de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social na UE diminuiu para 23,4% em 2016, um decréscimo de apenas 0,3 pontos percentuais antes do início da crise em 2008.

Indicadores em Portugal

Um em cada quatro pessoas em risco de pobreza ou exclusão social

Em Portugal, 2,6 milhões de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social.
Uma em cada quatro pessoas vive em situação de pobreza ou exclusão social - 25,1%. 
Maior impacto é sentido por mulheres (26%) e crianças (27%).
Ter emprego, não é suficiente para reduzir o risco de pobreza e exclusão social.
Em 2016, 14,1% da população portuguesa com emprego estavam em risco de pobreza ou exclusão social.

De acordo com os últimos dados do Eurostat, em Portugal, uma em cada quatro pessoas (25,1%) estavam, no ano passado, em risco de pobreza ou de exclusão social.
O que coloca Portugal entre os 10 países da UE com mais pessoas em risco de pobreza e exclusão, com uma diferença de 1,7% em relação à média da UE (23,4%).
.
Em 2016, Portugal tinha 2,590 milhões de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social, o que representa 25,1% do total da população, traduzindo uma descida de 1,5 pontos percentuais em relação ao ano anterior. 
Uma recuperação de 0.9 pontos percentuais para níveis de 2008, antes do início da crise.
Em apenas um ano, a proporção de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social em Portugal diminuiu para 25,1% (2016), um decréscimo de 1,5 pontos percentuais em relação ao ano de 2015 (26,6%). 
Depois dos aumentos aumentos consecutivos e constantes registados durante a crise económica e financeira, que entre 2013 a 2014 atingiu os 27,5% da população portuguesa, assistimos a uma recuperação de 0.9 pontos percentuais face a 2008 (26%). 

.

No período de 2013 a 2014, 27,5% da população portuguesa estava em risco de pobreza e exclusão social, o valor mais elevado registado durante durante a crise económica e financeira.
Evolução do risco de pobreza ou exclusão social em Portugal, 2016 ( % do total da população)



Olhando para os vários indicadores e dimensão salientamos que o maior impacto é sentido por mulheres (26%) e crianças (27%).
Em 2016, os riscos de pobreza mais elevados continuavam a registar-se nas famílias com crianças (25,6%) e nas pessoas com mais de 65 anos (21,8%).
Nos desempregados/as (59,8%) e na população empregada (14,1%), as percentagens tiveram uma descida em relação ao ano anterior (60,5% e 14,8% respetivamente).
Não podemos deixar de salientar, e ver com preocupação o número de pessoas que mesmo tendo trabalho, se encontram em situação de pobreza ou exclusão social. Ter emprego, não é suficiente para reduzir o risco de pobreza e exclusão social.
Em 2016, 14,1% da população portuguesa emprego encontravam-se em risco de pobreza ou exclusão social, uma descida de 0,7 pontos percentuais em relação ao ano anterior.
Dados do Eurostat no âmbito do Dia Internacional pela Erradicação da Pobreza.
 16 October 2017 | 16 de outubro de 2017

Links de Leitura adicional:

Associação para a Cidadania, Empreendedorismo, Género e Inovação Social
© ACEGIS, direitos reservados.
Informação e atualidade no âmbito da Economia Social e Solidária.

 

Jogo Educativo – Cidadania 4kIDS! Uma forma divertida de aprender Cidadania.
Ao COMPRAR está a APOIAR a Associação ACEGIS!
 

 

Read More

Dia Internacional da Rapariga: a igualdade está longe de ser alcançada

11 Outubro, 2017
/ / /

Dia International da Rapariga

O Dia Internacional da Rapariga foi celebrado pela primeira vez a 11 de outubro de 2012. 
No mesmo ano, e dois dias antes, uma menina era atacada num autocarro escolar quando saía da escola no Vale de Swat, uma província do Paquistão. 
Malala Yousafzai tornava-se o símbolo mundial na luta pela educação e direitos das raparigas.

MALALA YOUSAFZAI

A educação das raparigas tem de ser vista como o investimento mais eficaz e com maior impacto na redução da pobreza e das desigualdades sociais.
Traduzindo-se a médio e longo prazo no desenvolvimento socioeconómico dos países em desenvolvimento e das economias mais frágeis.
 
A desigualdade, de nascer do sexo feminino, só poderá acabar quando conseguirmos incluir o direito à educação, o direito à saúde, de lutar contra a contra a discriminação, a violência contra as mulheres, a mutilação gentil feminina e contra práticas repugnantes como o casamento infantil. 

Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável

A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável veio justamente afirmar a importância da igualdade entre homens e mulheres para a realização dos 17 objectivos de desenvolvimento sustentável.
Adotada em 2015, a Agenda 2030 coloca o combate às desigualdades (Objetivo 10), a educação (objetivo 4) e a promoção da igualdade de género (Objetivo 5), na nova agenda de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas. 
Alcançar os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável implica assegurar que todas as meninas e raparigas têm condições para realizar o seu potencial e participar em igualdade de direitos e oportunidades em todas as esferas da sua vida.
 

A igualdade está longe de ser alcançada

Neste dia, a ACEGIS procura sensibilizar e dar visibilidade aos números da desigualdade e da discriminação das raparigas. Os números que pesam todos os dias nas meninas em todo o mundo.
Uma luta que muitas meninas enfrentam não apenas hoje, mas todos os dias das suas vidas, ao longo das suas vidas. A luta pelo direito e acesso à educação, o combate à mutilação genital feminina, à pobreza e ao casamento infantil. 
1 100 milhões de meninas em todo o mundo esperam por essa mudança. O mundo não continuar a perder o potencial de uma parte tão significativa da sua população.

Dados do Fórum Económico Mundial e da Organização Internacional do Trabalho.
Quais os desafios de hoje?

Não podemos falar em desenvolvimento sustentável se continuarmos a deixar de parte, uma parte significativa da população.

62 milhões de meninas não têm acesso à educação

Milhões de mulheres e meninas continuam a ser impedidas de ir à escola, de saber ler e escrever. Em todo o mundo, dois terços das pessoas analfabetas são mulheres.

33 milhões de meninas são impedidas de frequentar a escola

Cerca de 33 milhões de meninas são impedidas de frequentar a escolas, por nenhuma outra razão, para além de terem nascido do sexo feminino.

Casamento Infantil – 700 milhões

Mais de 700 milhões de mulheres já foram casadas ou tiveram uma união informal quando eram meninas.

Em todo o mundo uma em cada três meninas é obrigada a casar antes de completar os 18 anos. Uma em cada sete casa antes dos 15 anos.

 
A cada 3 segundos uma menina é obrigada a casar

Se nada for feito, o número de mulheres e meninas casadas durante a infância poderá passar dos 700 milhões atuais para 950 milhões em 2030.

Mutilação Genital Feminina – 200 milhões

Atualmente, pelo menos 200 milhões de meninas e mulheres de 30 países foram submetidas a esta prática.

250 milhões de meninas vivem na pobreza

 A falta de recursos económicos das suas famílias impedem-nas de frequentar a escolar, criando um ciclo vicioso de perpetuação da pobreza.

1 100 milhões de meninas
exigem o fim das desigualdades, o fim da discriminação pelo simples facto de terem nascido do sexo feminino.
O mundo não continuar a perder o potencial de uma parte tão significativa da sua população.
Susana Pereira
Acreditamos que nenhuma sociedade pode ser sustentável e desenvolvida se continuar a perder, a desperdiçar o potencial de uma parte significativa da sua população.
Precisamos de mulheres e meninas para participar plenamente na vida social, económica e política de suas comunidades, regiões e dos seus países.
Precisamos das 1 100 milhões de meninas de todo o mundo para construir o progresso e o desenvolvimento sustentável no século XXI.
Read More

Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares ganha Prémio Nobel da Paz 2017

6 Outubro, 2017
/ / /

Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares ganha Prémio Nobel da Paz 2017

A Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares (ICAN) foi distinguida, esta sexta-feira, 6 de outubro, com o Prémio Nobel da Paz 2017.
O anúncio foi feito pela presidente do Comité Nobel norueguês, Berit Reiss-Anderse esta manhã em Oslo, na Noruega.
O Prémio Nobel da Paz 2017 foi esta sexta-feira atribuído à Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares (ICAN).
O Comité Nobel norueguês decidiu distinguir a organização "pelos esforços para captar atenção para as catastróficas consequências humanas" da utilização deste tipo de armamento.
A escolha da ICAN surge numa conjuntura internacional em que a utilização de armamento nuclear é uma das principais preocupações mundiais. E numa altura em que a Coreia do Norte tem multiplicados ensaios nucleares e disparos de mísseis balísticos, traduzindo-se num aumento da tensão na região e com os Estados Unidos.
 
O Comité Nobel norueguês advertiu que o risco de um conflito nuclear é agora muito maior e, acrescentou, que este prémio, é “também um apelo” para que os países não signatários do Tratado para a proibição de armas nucleares comecem “negociações sérias” para a eliminação das armas nucleares no mundo.
“Vivemos num mundo onde o risco de serem usadas armas nucleares é muito maior do que em relação há muito tempo”, Berit Reiss-Andersen, presidente do Comité Nobel

Em julho deste ano, 122 nações adotaram um Tratado da ONU para a Proibição de armas nucleares.
O trato proíbe uma ampla gama de atividades relacionadas a armamentos nucleares, tais como desenvolver, testar, produzir, manufaturar, adquirir, possuir ou estocar armas ou outros utensílios nucleares explosivos, assim como o uso ou a ameaça de uso de armas nucleares. 
No entanto, nenhum dos nove países com armas nucleares, incluindo os Estados Unidos, a Rússia e outras potências nucleares - Reino Unido, França, Israel, China, Índia, Paquistão e Coreia do Norte - participou nas negociações. 
A entrega dos prémios Nobel está agendada para o dia 10 de dezembro em Oslo, no aniversário da morte do fundador dos galardões, Alfred Nobel (1833-1896).
© ACEGIS, direitos reservados.

Informação e atualidade no âmbito da Economia Social e Solidária.

Read More

Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania

3 Outubro, 2017
/ / /

Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania

Já está disponível para consulta a nova Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania

Um documento de referência a implementar nas escolas do ensino público e privado, com o objetivo de incluir nas saídas curriculares, e em todos os graus de ensino, um conjunto de competências e conhecimentos em matéria de cidadania.
A Educação para a Cidadania constitui-se como uma ferramenta vital para o exercício de uma cidadania ativa e esclarecida, garantindo o respeito pelos valores democráticos básicos e pelos Direitos Humanos.

A Estratégia alicerça-se na proposta elaborada pelo Grupo de Trabalho de Educação para a Cidadania (GTEC), com a missão de conceber uma Estratégia de Educação para a Cidadania  a implementar nas  escolas públicas e privadas que integram o Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular,
A Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania constitui-se como um documento de referência a ser implementado nas escolas públicas e privadas, de modo que as crianças e jovens ao longo dos diferentes ciclos experienciem e adquiram competências e conhecimentos de cidadania e respeito pelos direitos humanos.

A escola pública, pelo seu caráter de abrangência universal apresenta-se como o espaço privilegiado para a implementação de uma estratégia de educação para a cidadania, de modo a que as crianças e jovens ao longo dos diferentes ciclos experienciem e adquiram competências e conhecimentos de cidadania em várias vertentes, designadamente;
nos valores e conceitos de cidadania nacional, direitos humanos, igualdade de género, não discriminação, interculturalidade, inclusão das pessoas com deficiência, educação para a saúde, educação para os direitos sexuais e reprodutivos e educação rodoviária.

EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO

A Estratégia integra um conjunto de direitos e deveres que devem estar presentes na formação cidadã das crianças e dos jovens portugueses, para que no futuro sejam adultos e adultas com uma conduta cívica que privilegie a igualdade nas relações interpessoais, a integração da diferença, o respeito pelos Direitos Humanos e a valorização de conceitos e valores de cidadania democrática, no quadro do sistema educativo.
A Educação de qualidade é um direito humano fundamental e um investimento para o futuro. Aprender a tomar decisões informadas é aprender a exercer uma cidadania democrática.
A imprevisibilidade característica do mundo atual coloca desafios novos à educação.
Hoje vivemos num mundo com problemas globais como as alterações climáticas, os extremismos, as desigualdades no acesso aos bens e direitos fundamentais e as crises humanitárias, entre outros, em que a solução passa por trabalharmos em conjunto, unindo esforços para encontrar soluções para os desafios que ameaçam a humanidade.
O futuro do planeta, em termos sociais e ambientais, depende da formação de cidadãs/ãos com competências e valores não apenas para compreender o mundo que os rodeia, mas também para procurar soluções que contribuam para nos colocar na rota de um desenvolvimento sustentável e inclusivo.
As questões relacionadas com a sustentabilidade, a interculturalidade, a igualdade, a identidade, a participação na vida democrática, a inovação e a criatividade estão, de facto, no cerne do debate atual.
Neste sentido, a presença mais acentuada da cidadania na educação assume-se, assim, como uma prioridade na na educação das nossas crianças e jovens; bem como um espaço curricular privilegiado para o desenvolvimento de competências e aprendizagens nas áreas da Cidadania, dos Direitos Humanos, da Igualdade de Género e Não Discriminação.
Read More

21 de setembro Dia Internacional da Paz

21 Setembro, 2017
/ / /
Comments Closed

Dia Internacional da Paz 21 de setembro de 2017 O Dia Internacional da Paz é celebrado anualmente em todo o mundo no dia 21 de Setembro. O tema para 2017 é “Juntos pela Paz: Respeito, Segurança e Dignidade para Todos”. International Day of Peace | 21 September  The theme for 2017 is “Together for Peace: Respect, […]

Read More

Encontro Nacional “Fazer o Futuro em Rede”

18 Setembro, 2017
/ / /
Comments Closed

Encontro Nacional “Fazer o Futuro em Rede” | 28 de setembro, Lisboa

No próximo dia 28 de setembro, em Lisboa, irá decorrer o Encontro Nacional “Fazer o Futuro em Rede”.
Vagas limitadas – inscrições até 25 de Setembro 2017.

28 de Setembro 2017 Lisboa – CITEFORMA- Av. Marquês de Tomar, Nº 91

O Instituto de Emprego e Formação Profissional, na qualidade de Coordenador Nacional da Garantia Jovem, convida a participar no evento “FAZER O FUTURO EM REDE”.

.

PROGRAMA
10H00 – RECEÇÃO
10H30 – SESSÃO DE ABERTURA
10H45 – GARANTIA JOVEM: dos primeiros passos à Estratégia Nacional de sinalização de jovens que não estão em emprego, educação ou formação
Vítor Pinheiro – Diretor Executivo da Garantia Jovem – IEFP (Instituto de Emprego e Formação Profissional)
11H30 – DEBATE
12H00 – HISTÓRIAS DE JOVENS que se encontram em emprego, educação ou formação, após o apoio de parceiros
12H45 – ALMOÇO (LIVRE)
14h15 InspirAção: partilha e discussão de ferramentas para o trabalho com jovens (sessões de trabalho paralelas)
• Ligar o jovem à rede: estratégias de comunicação e mobilização de jovens
• Upgrade de competências dos jovens: iniciativas e metodologias
• Promover a empregabilidade em rede: exemplos
16H15 – SESSÃO DE ENCERRAMENTO

Vagas limitadas, mediante inscrição prévia até dia 25 de setembro 2017.
Veja o PROGRAMA e clique aqui para se INSCREVER.

 

Read More

III Conferência Internacional da Rede Global Youth Mentoring Network

18 Setembro, 2017
/ / /
Comments Closed

III Conferência Internacional da Rede Global Youth Mentoring Network  | Youth Mentoring, Cultural Diversity, Minorities and Migrant Groups

Decorrerá no próximo dia 19 de outubro, no ISCTE-IUL, a III conferência internacional da rede Global Youth Mentoring Network. 
A entrada é gratuita e sujeita a registo prévio, de acordo com a capacidade da sala.


Conferência Global de Mentores Juvenis 2017: Aconselhamento juvenil, diversidade cultural, minorias e migrantes – 19 de outubro – ISCTE-IUL

Decorrerá no próximo dia 19 de outubro, no ISCTE-IUL, a III conferência internacional da rede Global Youth Mentoring Network. Esta rede foi criada em 2014 e reúne, presentemente, universidades e organizações não-governamentais de nove países.
A conferência será dedicada ao tema “Youth Mentoring, Cultural Diversity, Minorities and Migrant Groups” e contará com comunicações de investigadores nacionais e internacionais na área da mentoria, bem como apresentações de iniciativas de entidades públicas e privadas, na área da mentoria de jovens.
A entrada é gratuita e sujeita a registo prévio, de acordo com a capacidade da sala.
Link para o formulário de registo.
Para mais informações, clique aqui.
Read More

Disciplina de Cidadania e Desenvolvimento começa este ano letivo

15 Setembro, 2017
/ / /
Comments Closed

Disciplina de Cidadania e Desenvolvimento começa este ano letivo

A disciplina de Cidadania e Desenvolvimento começa este ano letivo, de 2017-18, a ser lecionada em 235 escolas do País com o objetivo de promover uma sociedade mais justa e inclusiva através da educação.


Temas como direitos humanos, igualdade de género, interculturalidade, desenvolvimento sustentável, educação ambiental ou saúde, serão de abordagem obrigatória em todos os ciclos de ensino, no âmbito da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, apresentada nesta sexta-feira pelo Governo.

A Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania vai ser implementada, este ano letivo, em 235 escolas públicas e privadas que integram o Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, através da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento lecionada nos anos iniciais de cada ciclo de ensino.
Pretende-se que os estudantes desenvolvam e participem ativamente em projetos que promovam a construção de sociedades mais justas e inclusivas, no quadro da Democracia, do respeito pela diversidade e da defesa dos direitos humanos.
O ensino desta disciplina avança no âmbito da Estratégia Nacional para a Cidadania que foi apresentada esta sexta-feira na Covilhã, numa cerimónia em que marcaram presença o ministro Ajunto, Eduardo Cabrita, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, a secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Catarina Marcelino, e o secretário de Estado da Educação, João Costa.
«Este é um projeto-piloto que serve para nos preparar para os próximos anos», afirmou o Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, acrescentando que a nova disciplina «vem formalizar muitas das práticas que já aconteciam nas escolas e que agora ficam regulamentadas, acabando por acontecer com outra robustez».
Estrutura da nova disciplina
Na fase-piloto, a disciplina Cidadania e Desenvolvimento abrangerá os anos iniciais de cada ciclo de ensino, ou seja, 1.º, 5.º, 7.º e 10.º. A partir do ano letivo 2018-19, o objetivo é alargar a disciplina Cidadania e Desenvolvimento a todo o País.
No primeiro ciclo, a disciplina tem uma natureza transdisciplinar, no segundo e terceiro ciclos Cidadania e Desenvolvimento será autonomizada e com avaliação, como qualquer unidade curricular.
Em termos curriculares, o ensino de Cidadania e Desenvolvimento será organizado por três grupos: o primeiro é obrigatório para todos os níveis e ciclos de escolaridade, tratando de temas como direitos humanos, igualdade de género, interculturalidade, desenvolvimento sustentável, educação ambiental ou saúde.
O segundo grupo deverá abranger pelo menos dois ciclos do ensino básico, tratando de temas como os media, instituições e participação democrática, literacia financeira, educação para o consumo, sexualidade e segurança rodoviária.
O terceiro grupo tem aplicação opcional em qualquer ano de escolaridade, abordando as temáticas do empreendedorismo, mercado de trabalho, risco, segurança, defesa e paz, bem-estar animal e voluntariado.
Na apresentação da nova disciplina estiveram também presentes os Secretários de Estado para a Cidadania e Igualdade, Catarina Marcelino, e da Educação, João Costa.

Conheça aqui a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania.

 

 

 

Read More

Aylan Kurdi: dois anos depois continuamos a ignorar os factos

1 Setembro, 2017
/ / /
Comments Closed

Aylan Kurdi: dois anos depois continuamos a ignorar os factos

Passaram dois anos desde que Aylan Kurdi, o menino sírio de três anos perdeu a vida na travessia do Mediterrâneo.
Dois anos depois continuamos a ignorar os factos. Desde o dia 2 de setembro de 2015, pelo menos 8 500 refugiados e imigrantes morreram ou desapareceram ao tentar atravessar o mesmo mar. 
Só este ano, pelo menos 2 421 pessoas morreram no mar Mediterrâneo ao tentar chegar à Europa.

“Não basta que o mundo fique chocado com as imagens que tem visto nas últimas semanas. O choque deve dar lugar à acção.”
Anthony Lake, Director Executivo da UNICEF

Passaram dois anos desde que Aylan, um menino sírio de três anos, foi encontrado afogado numa praia turca. A imagem foi partilhada até à exaustão.
Apesar das palavras, da indignação, do choque e das promessas, milhares de pessoas e crianças continuam a morrer no mesmo mar.

Só este ano, pelo menos 2 421 pessoas morreram no mar Mediterrâneo ao tentar chegar à Europa.

A crise dos refugiados em números
Desde o dia 2 de setembro de 2015, data em que Aylan foi encontrado afogado em uma praia turca, pelo menos 8 500 refugiados e imigrantes morreram ou desapareceram ao tentar atravessar o mesmo mar.
.
A Europa enfrenta uma crise sem precedentes. Dois anos depois da morte de Aylan Kurdi continuamos a ignorar os factos.
Em 2016, 362 753 pessoas chegaram à Europa através do mar Mediterrâneo, mais de 5 mil perderam a vida.
Este ano, e só nos primeiros 6 meses, 123 950 pessoas fizeram a travessia do mar Mediterrâneo. Estima-se que, pelo menos 2 421 pessoas perderam a vida ao tentar chegar à Europa através do Mediterrâneo.
.Hoje, voltamos a lembrar as palavras de Abdullah Kurdi, pai de Aylan Kurdi, em entrevista à BBC:
“Os políticos afirmaram: Nunca mais. Todos queriam fazer algo depois da foto que comoveu todo o mundo. Mas o que acontece agora? As mortes continuam e ninguém faz nada”.

Indicadores Estatísticos Oficiais – Via UNHCR 
Chegadas por mar em 2017: 123.950 
Mortos e desaparecidos em 2017 (estimativa): 2.421
Anos anteriores 2016 2015 2014
Chegadas por mar 362.753 1.015.078 216.054
Mortos e desaparecidos 5.096 3.771 3.538
(Última atualização 31 de agosto de 2017)
Read More

Parecer Técnico da CIG relativo aos Blocos de Atividades da Porto Editora

29 Agosto, 2017
/ / /
Comments Closed

Parecer Técnico da CIG relativo aos Blocos de Atividades da Porto Editora

A Associação ACEGIS divulga o Parecer Técnico da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) relativo aos conteúdos dos Blocos de Atividades da Porto Editora.


Parecer Técnico da CIG relativo aos conteúdos dos Blocos de Atividades da Porto Editora
Salientamos que, de entre as atribuições, compete à Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género a elaboração de recomendações gerais relativas a boas práticas de promoção de igualdade de género, através da emissão de pareceres e recomendações, junto das autoridades competentes ou das atividades envolvidas.
Assim, e atendendo aos princípios da igualdade de oportunidades e da igualdade de tratamento e não discriminação entre mulheres e homens, a Comissão recomenda a adoção de apenas um bloco de atividade para crianças dos 4 aos 6 anos para que todas possam aceder aos exercícios  e atividades pedagógicas de forma igual.

Recomendação: Que se adote apenas 1 Bloco de Atividades para crianças dos 4-6 anos para que todas possam praticar todos os exercícios de forma igual.

.

A Associação ACEGIS volta a sublinhar:
Um brinquedo, um livro não é um objeto neutro. É um veículo de aprendizagem e de reprodução de estereótipos de género que irá refletir-se, mais tarde, no que é suposto ‘ser e fazer’ um rapaz e uma rapariga.
Mais entendemos, que esta questão não deve ser só colocada na perspetiva da discriminação de um dos sexo, o feminino. As desigualdades e os estereótipos de género subjacentes nos livros de atividades pedagógicas afetam ambos os sexos, rapazes e raparigas.
A separação simbólica entre sexos, masculino e feminino, e a visão dicotómica menino/menina, não só põe em causa o princípio da igualdade de oportunidades, bem como reforça os mecanismos sociais na reprodução de estereótipos de género.
A existência de livros de atividades  ‘para rapazes’ e ‘para meninas’, é impedir, da forma mais básica, que todas as crianças possam em igualdade desenvolver os seus talentos, aptidões e interesses.
É confinar as escolhas e a liberdade individual de rapazes e raparigas a papéis pré-definidos, a normas de conduta ou expectativas diferenciadas que limitam o seu potencial de aprendizagem e de desenvolvimento.

.

Uma menina pode construir foguetões e um menino pode fazer bolos. Não devemos limitar esta simples possibilidade: a de apreender e de brincar em igualdade. Sem qualquer diferenciação, separação ou exclusão. 

 


Clique aqui para aceder ao documento
Para mais informações, clique aqui.
Read More

Discurso “I Have a Dream” de Luther King faz hoje 54 anos

28 Agosto, 2017
/ / /
Comments Closed

Discurso “I Have a Dream” de Luther King faz hoje 54 anos

28 de agosto de 2017. Assinalamos os 54 anos do Discurso “I Have a Dream” de Luther King, um dos mais belos discursos de todos os tempos na história da humanidade.
54 anos depois, perguntamos: O que estamos nós a fazer para manter o sonho vivo? #KeeptheDreamAlive!

Discurso “I Have a Dream” de Luther King faz hoje 54 anos
Duzentas e cinquenta mil pessoas assistiram ao vivo, diante do Lincoln Memorial. Milhões viram-no na televisão ou ouviram-no na rádio. As três televisões que existiam na altura cobriram o discurso ao vivo. Ao longo dos 55 minutos, Martin Luther King repete a frase “I Have a Dream” oito vezes.
Martin Luther King, nunca desistiu do sonho de ver “filhos de ex-escravos e filhos de ex-proprietários de escravos sentados à mesa da fraternidade”.
Um ano depois deste discurso, em 1964, Martin Luther King ganhou o Prêmio Nobel da Paz, sendo na altura a pessoa mais jovem a receber este galardão, com 35 anos de idade. Em 1968, o Dr. Martin Luther King foi assassinado enquanto estava na varanda do hotel onde estava hospedado.

#KeeptheDreamAlive!
«Eu tenho um sonho. O sonho de ver os meus filhos a serem julgados pela sua personalidade e não pela cor da sua pele.»
54 anos depois, perguntamos: o que estamos nós a fazer para manter o sonho vivo? 

 


Vídeo: Martin Luther King | I Have A Dream – 28 de Agosto, 1963 


Martin Luther King Júnior (1929 – 1968) 
Biografia
Martin Luther King ativista norte-americano Nascido em 15 de janeiro de 1929, Luther King, ministro batista, dedicou sua vida a garantir direitos iguais aos afro-americanos e a todas as minorias que eram discriminadas e marginalizadas na sociedade american
Lutou contra a discriminação racial e tornou-se um dos mais importantes líderes dos movimentos pelos direitos civis dos negros nos Estados Unidos.
Considerado um dos mais importantes líderes do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos, e no mundo, com uma campanha de não violência e de amor ao próximo. Em 1955 liderou o boicote aos autocarros de Montgomery. A sua luta levou à Marcha sobre Washington de 1963, onde fez o seu célebre discurso “I Have a Dream”. Em 14 de Outubro de 1964 recebeu o Prémio Nobel da Paz pelo combate à desigualdade racial sem recurso à violência.
Nunca desistiu do sonho de ver “filhos de ex-escravos e filhos de ex-proprietários de escravos sentados à mesa da fraternidade”.
A defesa da paz no mundo era a sua grande causa. Em 1964, com apenas 35 anos, torna-se na pessoa mais jovem a receber o Prémio Nobel da Paz. Destacando-se pela sua capacidade de liderança pela não-violência e pelo fim do preconceito racial nos Estados Unidos.
Martin Luther King foi assassinado em 4 de abril de 1968, em Memphis, Tennessee. Recebeu postumamente a Medalha Presidencial da Liberdade em 1977 e Medalha de Ouro do Congresso em 2004. Centenas de ruas nos EUA também foram renomeadas em sua homenagem.

 

 

Read More
  • Jogo Educativo – Cidadania 4Kids!

  • UMA FORMA DIVERTIDA DE APRENDER CIDADANIA!

    São jogos, quebra-cabeças, puzzles, sudokus e muito mais!

    100% Português. 100% Solidário.

    Ao COMPRAR está a APOIAR a Associação ACEGIS!

  • ECONOMIA SOCIAL EM DESTAQUE | ATUALIDADEInformação e atualidade no âmbito da Economia Social e Solidária

    Abertura de candidaturas | Medida de Qualificação das Pessoas com Deficiência e Incapacidade

    19 Outubro, 2017
    Saiba mais Abertura de candidaturas | Medida de Qualificação das Pessoas com Deficiência e Incapacidade Regiões do Algarve e de Lisboa e Vale do Tejo. Encontram-se abertas, de 16 de outubro a 14 de novembro de 2017, as candidaturas aos apoios no âmbito da Medida de Qualificação das Pessoas com Deficiência e Incapacidade, para as […]

    Conferência “Novas Perspetivas para a Inovação Social”

    12 Outubro, 2017
    Saiba mais Conferência “Novas Perspetivas para a Inovação Social” Novas Perspetivas para a Inovação Social Realiza-se em Lisboa, nos dias 27 e 28 de novembro, a conferência “Novas Perspetivas para a Inovação Social”. Inscrições abertas! Conferência “Novas Perspetivas para a Inovação Social” | 27 e 28 de novembro, em Lisboa Organização conjunta da Comissão Europeia, do
51 visitantes ligados agora
3 visitantes, 48 bots, 0 membros