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  • Associação para a Cidadania, Empreendedorismo, Género e Inovação Social

    A ACEGIS reconhece-se enquanto entidade de referência nas áreas estratégicas da cidadania, inclusão, igualdade de género, empreendedorismo e inovação social. Intervimos ativamente pela construção de uma sociedade mais justa, paritária e inclusiva!

  • Dia Internacional da Juventude: celebrando os jovens construindo paz Atualmente, existem cerca de 1.8 mil milhões de jovens entre os 10 e os 24 anos de idade, cerca de um quarto da população mundial. A maior geração de jovens de sempre na história da humanidade, está nas nossas mãos ajudá-la a tornar-se a geração que […]

Dia Internacional da Juventude: celebrando os jovens construindo paz

11 Agosto, 2017
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Dia Internacional da Juventude: celebrando os jovens construindo paz

Atualmente, existem cerca de 1.8 mil milhões de jovens entre os 10 e os 24 anos de idade, cerca de um quarto da população mundial.
A maior geração de jovens de sempre na história da humanidade, está nas nossas mãos ajudá-la a tornar-se a geração que mudou o mundo!


Criado por resolução da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1999, todos os anos, a 12 de agosto, celebra-se o Dia Internacional da Juventude.
Dia Internacional da Juventude 2017 «Jovens construindo a paz» | International Youth Day 2017 “Youth Building Peace”
12 de agosto |12 August

ONU define como jovens os cidadãos na faixa etária entre os 15 e os 24 anos, estes representam cerca de um quarto da população mundial, 1.8 mil milhões de jovens. A maior geração de jovens na história da humanidade.
Mais de 600 milhões de jovens vivem em ambientes frágeis e afetados por conflitos armados. Muitos outros são forçados a fugir, a separar-se das suas famílias, tornando-se refugiados ou deslocados.
No entanto, há um crescente reconhecimento do papel dos jovens na agenda para a paz e segurança, de forma a prevenir e combater o extremismo violento, especialmente nas zonas de conflito e mais afetas pela violência.
Conscientes desta situação, em 2017 a Organização das Nações Unidas (ONU) escolheu o tema “Jovens construindo a paz”  (“Youth Building Peace”) para assinalar o Dia Internacional da Juventude.
Desta forma, a ONU sublinha a importância dos jovens na consolidação da paz e da segurança, incentivando a sua participação ativa na manutenção da paz e da segurança internacional. 
Acresce que a Agenda 2030 coloca a paz, justiça e a eficácia das instituições (Objetivo 16) na nova agenda de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas.
Um reconhecimento do papel positivo e construtivo dos jovens na manutenção da paz e na preservação da segurança internacional, como fator decisivo na construção de sociedade justas, pacíficas e inclusivas.

Estima-se que mais de 600 milhões de jovens vivem em ambientes frágeis e afetados por conflitos armados. Excluir um número tão elevado de jovens dos problemas que os afetam diretamente, compromete o desenvolvimento das gerações futuras: 600 milhões são demais.
Não há desenvolvimento sustentável sem paz e segurança. Todos e todas nós temos pelo menos uma obrigação: dar aos jovens a oportunidade de fazer parte da decisão na forma como o mundo procura acabar com a violência e os conflitos, e de construir sociedades pacíficas e inclusivas.
Fazendo dos valores da cidadania, da igualdade, da liberdade, dos direitos humanos, da tolerância e da paz, a solução para alcançar o desenvolvimento sustentável.
Esta é a maior geração de jovens da história da humanidade, está nas nossas mãos ajudá-la a tornar-se a geração que mudou o mundo!
Susana Pereira, ACEGIS

A Associação ACEGIS é Represente Nacional da  IPYG – Grupo Internacional de Jovens pela Paz – ONG Internacional presente em cerca de 79 países de todo o mundo, mobilizando milhares de jovens em todo o mundo na construção e luta pela paz, através da promoção de diálogos, conferências, projetos e educação para a paz.

 

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Convite para apresentação de candidaturas a Bolsas do Ensino Superior

9 Agosto, 2017
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Convite para apresentação de candidaturas a Bolsas do Ensino de Ensino Superior a Alunos/as Carenciados/as.

As operações a apoiar enquadra-se no Eixo Prioritário 2 – Reforço do ensino superior e da formação avançada do Programa Operacional Capital Humano (PO CH), incidindo em Bolsas Individuais de Doutoramento e Pós-Doutoramento.
Este apoio visa contribuir para o aumento da percentagem de estudantes apoiados pela Ação Social no ensino superior e atingir os 124.000 estudantes; e de aumentar para 40% a percentagem de pessoas entre os 30-34 anos com formação de nível superior, ou equivalente.
A dotação de Fundo Social Europeu (FSE), a alocar ao presente aviso, é de 84.000.000M€ (oitenta e quatro milhões de euros).
Convite para apresentação de candidaturas à Tipologia de Operação Bolsas Individuais de Doutoramento e Pós-Doutoramento. 
O presente aviso enquadra-se no objetivo especifico do Programa Operacional Capital Humano que visa aumentar o número de diplomados/as do ensino superior, melhoria da qualidade das ofertas e reforço da orientação para as necessidades do mercado de trabalho.
As operações a apoiar enquadra-se no Eixo Prioritário 2 – Reforço do ensino superior e da formação avançada do Programa Operacional Capital Humano (PO CH), incidindo em Bolsas Individuais de Doutoramento (BD), Bolsas de Doutoramento em Empresas (BDE) e Bolsas de Pós-Doutoramento (BPD).
São elegíveis todas as bolsas de doutoramento, doutoramento em empresas e pós-doutoramento em curso no novo período de programação.
Estes apoios deverão estar maioritariamente alinhados com a estratégia nacional para a especialização inteligente (ENEI) ou com outras prioridades políticas nacionais e ainda contribuir para o aumento do número de doutorados e de pós-doutorados no mercado de trabalho não académico, com particular destaque para o tecido empresarial, dotando as pequenas e médias empresas (PME) e as grandes empresas de recursos altamente qualificados que permitam incrementar a exportação de produtos e serviços baseados no conhecimento científico e tecnológico e na criatividade.
Este apoio visa contribuir para o aumento da percentagem de estudantes apoiados pela Ação Social no ensino superior e atingir os 124.000 estudantes,  conformidade à Meta do Plano Nacional de Reformas (PNR) e da Estratégia Europa 2020, nomeadamente com o objetivo de aumentar para 40% a percentagem de pessoas entre os 30-34 anos com formação de nível superior, ou equivalente.
Destinatários/as
São destinatários(as) destas operações pessoas individuais que satisfaçam as condições de acesso necessárias ao ingresso em ciclo de estudos conducente à obtenção do grau académico de doutor (bolsas de doutoramento – BD e bolsas de doutoramento em empresas- BDE) e pessoas individuais detentoras do grau académico de doutor, para realizarem trabalhos avançados de investigação no âmbito de instituições científicas portuguesas de reconhecida idoneidade (bolsas de pós–doutoramento – BPD).
O presente convite para a apresentação de candidaturas é destinado exclusivamente à Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), I.P., enquanto beneficiária responsável pela execução das respetivas medidas de política pública, na aceção prevista no artigo 39.º do Decreto-Lei n.º 137/2014, de 12 de setembro, e nos termos definidos na primeira parte da alínea c) do artigo 23.º do RECH.
O período de candidaturas inicia-se a 09 de Agosto de 2017 e termina a 08 de Setembro de 2017  para alunos/as carenciados/as das regiões de intervenção do POCH, Norte, Centro e Alentejo.

AVISO POCH-68-2017-12
Acesso Balcão 2020 para submissão de candidaturas
As dúvidas ou questões relacionadas com as candidaturas devem ser remetidas para o endereço de correio eletrónico poch@poch.portugal2020.pt, ou para o suporte do Portugal 2020.
Para mais informações, clique aqui.
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Em oitos meses a humanidade já gastou os recursos naturais disponíveis para o ano inteiro

2 Agosto, 2017
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Ambiente: Em oitos meses a humanidade já gastou os recursos naturais disponíveis para o ano inteiro A Humanidade atinge esta quarta-feira o limite dos recursos naturais do Planeta disponíveis para este ano, isto é, o orçamento natural, habitualmente designado como Earth Overshoot Day. Em oitos meses a humanidade já gastou os recursos naturais disponíveis para o […]

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Passaporte Qualifica | Mais Qualificação, Melhor Emprego

20 Julho, 2017
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Passaporte Qualifica |Mais Qualificação, Melhor Emprego

Passaporte Qualifica encontra-se disponível para as entidades de educação e formação, enquanto ferramenta de apoio à dinamização e gestão das suas ofertas, nomeadamente na adequação das mesmas às necessidades dos seus públicos-alvo e territórios de intervenção.

 


Passaporte Qualifica
O Passaporte Qualifica é um instrumento (digital) de orientação e registo individual de qualificações e competências, que permite, não só, registar as qualificações obtidas pelo adulto ao longo da sua vida, mas também simular percursos de qualificação possíveis e organizar o percurso de qualificação efetuado ou a efetuar, em função das qualificações que o indivíduo pode obter e da progressão escolar e profissional que pode alcançar, identificando as competências em falta, por forma a possibilitar a construção de trajetórias de formação mais adequadas às necessidades de cada indivíduo, de entre as diferentes trajetórias possíveis.
O Passaporte Qualifica destina-se:
– a adultos com idade igual ou superior a 18 anos que procurem melhorar as suas qualificações, tendo em vista, nomeadamente, a conclusão do ensino secundário e/ou a obtenção de uma qualificação profissional;
– a jovens, entre os 15 e os 29 anos, que não estejam empregados, nem a estudar ou a frequentar formação (Jovens NEET).
O Passaporte Qualifica é um instrumento (digital) de orientação e registo individual de qualificações e competências, que:
– Regista as qualificações e competências adquiridas ou desenvolvidas ao longo da vida (esta informação poderá ser consultada detalhadamente no Registo Individual de Competências – RIC);
– Simula e apresenta diversos percursos de qualificação possíveis para a obtenção de novas qualificações e/ou progressão escolar e profissional, a partir da capitalização dos resultados de aprendizagem que o adulto já alcançou e das competências que adquiriu até ao momento;
– Sugere diferentes trajetórias de formação (escolar, profissional ou de dupla certificação) ou de reconhecimento, validação e certificação de competências (processo de RVCC) que o adulto poderá escolher para a conclusão da meta de qualificação que selecionou;
– Identifica as unidades de formação concluídas e respetivos pontos de crédito que capitaliza de formações anteriores, para a qualificação pretendida;
– Lista as unidades de formação e respetivos pontos de crédito em falta para a obtenção do percurso selecionado;
– Informa quais as Entidades de Educação e Formação onde o adulto poderá encontrar a oferta de formação que selecionou ou os Centros Qualifica onde poderá realizar um processo de RVCC, tendo como referência o seu local de residência (ou outra à sua escolha) e a data da sua pesquisa.

O Passaporte Qualifica encontra-se disponível para as entidades de educação e formação, enquanto ferramenta de apoio à dinamização e gestão das suas ofertas, nomeadamente na adequação das mesmas às necessidades dos seus públicos-alvo e territórios de intervenção.
Este instrumento torna-se assim de suma importância para as entidades de educação e formação, uma vez que permite a divulgação e promoção das suas ofertas educativas e formativas e, desse modo, um potencial aumento do número de formandos/as.
Nesse sentido, reforçamos a necessidade do registo atualizado de todas as formações a realizar, com vista a uma mais ampla divulgação e um maior ajustamento entre a oferta e a procura.

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Programa Qualifica.
Mais Qualificação, Melhor Emprego

Passaporte Qualifica poderá ser acedido a partir do Portal Qualifica www.qualifica.gov.pt ou diretamente no sítio da Internet especificamente criado para o efeito:www.passaportequalifica.gov.pt
Para mais informações, clique aqui.
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Lançamento da Saudementalpt, a primeira plataforma de saúde mental e neurológica

14 Julho, 2017
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Lançamento da Saudementalpt, a primeira plataforma de saúde mental e neurológica No próximo dia 22 de julho, dia Mundial do Cérebro, vai ser lançada a Plataforma Saudementalpt – a primeira plataforma online que agrega informação e respostas na área da saúde mental e neurológica nacional. Saudementalpt – Plataforma de saúde mental e neurológica nacional.   Lançamento da […]

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Prémio Direitos Humanos 2017 | Assembleia da República

13 Julho, 2017
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Prémio Direitos Humanos 2017 | Assembleia da República

Prémio no valor pecuniário de 25 mil euros, que visa reconhecer e distinguir o alto mérito da atividade de organizações não governamentais na divulgação ou promoção do respeito pelos direitos humanos.
Candidaturas abertas até 31 de julho de 2017.

A Associação ACEGIS divulga o Prémio Direitos Humanos da Assembleia da República, edição de 2017.
Prémio no valor pecuniário de 25 mil euros, que visa reconhecer e distinguir o alto mérito da atividade de organizações não governamentais na divulgação ou promoção do respeito pelos direitos humanos.
 O Prémio Direitos Humanos destina-se a reconhecer e distinguir o alto mérito da atividade de organizações não governamentais ou original de trabalho literário, histórico, científico, jornalístico, televisivo ou radiofónico, divulgados em Portugal entre 1 de julho do ano anterior e 30 de junho do ano da atribuição, que contribuam para a divulgação ou o respeito dos direitos humanos, ou ainda para a denúncia da sua violação, no País ou no exterior, da autoria individual ou coletiva de cidadãos portugueses ou estrangeiro.
O Prémio destina-se a galardoar:
– O alto mérito da atividade de ornizações não governamentais; ou
– O trabalho, individual ou coletivo, de cidadãos portugueses ou estrangeiros, designadamente literário, científico, histórico ou jurídico, jornalístico ou audiovisual, qualquer que seja o respetivo suporte, divulgado em Portugal no período a que respeita;
– Que contribua designadamente para:
a) a divulgação ou o respeito dos direitos humanos;
b) a denúncia da sua violação no País ou no exterior.
O Prémio é atribuído a cidadãos (e cidadãs)  portugueses (as)  ou estrangeiros(as)  ou a organizações não-governamentais, sobre os trabalhos e atividades a que se refere o artigo 2.º, independentemente de apresentação de candidatura.
O Prémio é atribuído anualmente pelo Presidente da Assembleia da República, no dia 10 de dezembro, Dia Nacional dos Direitos Humanos, ouvida a Conferência de Líderes, mediante proposta do júri constituído no âmbito da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.
Os trabalhos ou relatos de atividades que sejam objeto de candidatura são apresentados individual ou coletivamente, podendo cada candidatura apresentar mais do que um trabalho, até ao limite de três.
Os mesmos trabalhos ou relatos de atividades devem ser remetidos, em três exemplares, por correio registado, dirigidos ao:
Presidente da Assembleia da República
Prémio Direitos Humanos
Assembleia da República
Palácio de São Bento  1249-068 Lisboa
São admitidos os trabalhos ou relatos de atividades que derem entrada na Assembleia da República até ao dia 31 de julho de cada ano, contando para este efeito a data do respetivo registo postal.
Não são consideradas as candidaturas apresentadas fora do prazo, nem as que não se enquadrem no disposto no artigo 2.º. do regulamento do Prémio.
Findo o período previsto no n.º 3, a lista das candidaturas é divulgada na página da Assembleia da República na Internet, no separador relativo ao Prémio Direitos Humanos.
O Prémio é entregue na Assembleia da República, em cerimónia oficial, no Dia Nacional dos Direitos Humanos.

Candidaturas até ao próximo dia 31 de julho de 2017.​
Regulamento do prémio 
Em 2016, o Prémio Direitos Humanos foi atribuído a António Guterres.
Para mais informações, clique aqui.
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Morreu Liu Xiaobo, ativista chinês e Prémio Nobel da Paz

13 Julho, 2017
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Morreu Liu Xiaobo, ativista chinês e Prémio Nobel da Paz

Liu Xiaobo, Nobel Peace Prize laureate in 2010, dies at the age of 61.
“Freedom of expression is the foundation of human rights, the source of humanity and the mother of truth.” ― Liu Xiaobo

Morreu o ativista chinês Liu Xiaobo, Prémio Nobel da Paz em 2010. Tinha 61 anos.
Liu Xiaobo deixa para trás uma história de ativismo político que começou no massacre de Tiananmen, em 1989, onde foi detido.
Condenado em 2009 a uma pena de 11 anos de cadeia por “incitamento à subversão” contra o Governo por ter participado na redação de um manifesto conhecido pela “Carta 08”, em que se exigiam reformas democráticas no regime chinês, nomeadamente o respeito pelos direitos humanos e a realização de eleições livres.
Liu Xiaobo estava internado num hospital do nordeste da China, em liberdade condicional, após lhe ter sido diagnosticado, em maio deste ano, um cancro no fígado em fase terminal.
Liu sofria ainda de insuficiência renal, e de acordo com o hospital, o doente não podia ser transferido para o estrangeiro, contrariando a vontade de Liu Xiaobo de ser tratado fora da China.
Muitas foram as críticas a Pequim pelas restrições no acesso a tratamentos médicos e consequente deterioração do estado de saúde de Liu Xiaobo, no entanto as autoridades chinesas sempre afirmaram que este estava a ser tratado por médicos especialistas reputados.
O Comité do Nobel da Paz também já reagiu, considerando que “o Governo chinês tem uma pesada responsabilidade pela morte prematura” do laureado.
Foi o primeiro Prémio Nobel a morrer privado de liberdade desde o pacifista alemão Carl von Ossietzky, que morreu em 1938 num hospital quando estava detido pelos nazis.

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“Freedom of expression is the foundation of human rights, the source of humanity and the mother of truth.” 
― Liu Xiaobo
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Aprovado financiamento para integrar 200 psicólogos (as) nas escolas

13 Julho, 2017
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PO CH aprova financiamento para a integração de mais 200 psicólogos(as) nas escolas 

Mais de sete milhões de euros foram aprovados, no âmbito do Programa Operacional de Capital Humano (POCH), para financiar a integração de 200 psicólogos/as nas escolas públicas, mais de metade para a região Norte.

​No conjunto das três candidaturas apresentadas pela Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), foi solicitado um montante global de 7,4 milhões de euros (M€), 85% dos quais financiados pelo Fundo Social Europeu.

Aprovado financiamento de 7,4 milhões de euros para integrar 200 novos psicólogos (as) nas escolas públicas.
O Programa Operacional Capital Humano (PO CH), aprovou um valor global de 7,4 milhões de euros para a integração de 200 novos psicólogos/as nas escolas públicas, mais de metade são para a região Norte.
Nas escolas da região Norte foi aprovado o valor de 4 milhões de euros de despesa total para a integração, até ao final de 2018, de 108 psicólogos. Para a região Centro serão integrados mais de 52 psicólogos, com um financiamento de 1,9 milhões de euros. Na região de Alentejo o valor é de 1,5 milhões de euros e está prevista a inclusão de 40 novos profissionais.
A integração de 200 novos(as) psicólogos(as) em escolas públicas visa apoiar o desenvolvimento psicológico dos(as) alunos(as), a melhoria da sua orientação escolar e profissional, bem como o apoio psicopedagógico às atividades educativas e ao sistema de relações da comunidade escolar.
O objetivo central do reforço da rede de psicólogos(as) é a prevenção do abandono escolar precoce e o absentismo, através do diagnóstico das dificuldades que afetam a aprendizagem, de modo a agir atempadamente sobre as mesmas, identificando e analisando as causas do insucesso escolar e propondo medidas tendentes à sua diminuição, incluindo a promoção de uma adequada orientação escolar e profissional, em estreita articulação com a comunidade educativa.
A integração dos(as) novos(as) psicólogos deverá ocorrer até ao final de 2018, respondendo assim a uma necessidade que também já tinha sido identificada pela comunidade educativa e pela Ordem dos Psicólogos.
Para mais informações, clique aqui.
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Porque precisamos de quotas para as mulheres em cargos de decisão

22 Junho, 2017
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Lei da Paridade: Porque precisamos de quotas para as mulheres em cargos de decisão

O setor empresarial tende a não ver com bons olhos a adoção de leis que impõem quotas de género. Porém, e se o objectivo é trazer mais mulheres para cargos de decisão e para os conselhos de administração das empresas, a verdade é que elas funcionam.
A Noruega foi o primeiro país a colocar em evidência a necessidade da implementação de quotas para as mulheres em cargos de decisão.
Com a adoção Lei da Paridade em 2003, a proporção de mulheres nos Conselhos de Administração passou de 3% em 2003 para 42% em 2012.
 

Esta sexta-feira vai ser votada na Assembleia da República a proposta de lei que estabelece o regime da representação equilibrada entre mulheres e homens nos órgãos de administração e de fiscalização das empresas do setor público empresarial e das empresas cotadas em bolsa.
Lembramos que esta proposta, muito embora seja um passo decisivo para o equilíbrio entre mulheres e homens em cargos de decisão, fica muito aquém da proposta de diretiva da Comissão Europeia de 2012, que fixa um mínimo de 40% para o sexo sub-representado entre os administradores não-executivos das empresas cotadas em bolsa.
Na verdade, não podemos falar em equilíbrio ou paridade entre mulheres e homens, quando nos referimos a uma quota de 20%, no caso das empresas cotadas em bolsa, ou 33,3% para as empresas do setor público empresarial.
Mesmo que as empresas cumpram a nova Lei da Paridade, vamos continuar a falar em desequilíbrios entre mulheres e homens nos Conselhos de Administração, seja em 2018 ou em 2020.
Efetivamente, apenas podemos falar em paridade e equilíbrio entre os sexos em cargos de decisão se estabeleceremos como patamar uma representação de, pelo menos, 40% para o sexo sub-representado.
Neste artigo iremos dar destaque à Noruega e à França, dois países que colocam em evidência como a adoção de legislação, com a aplicação de sanções, permitiu alcançar num curto espaço de tempo o objectivo dos 40% para o sexo sub-representado nos Conselhos de Administração das empresas.

Na Noruega, e com a adoção Lei da Paridade em 2003, a proporção de mulheres nos Conselhos de Administração passou de 3% em 2003 para 42% em 2012.

  Exemplos da Noruega e França na adoção da Lei da Paridade
Dois países que colocam em evidência como a adoção de legislação, com a aplicação de sanções, permitiu alcançar num curto espaço de tempo o objectivo dos 40% de mulheres nos Conselhos de Administração.
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O setor empresarial tende a não ver com bons olhos a adoção de leis que impõem quotas de género. Porém, e se o objetivo é trazer mais mulheres para cargos de decisão e para os conselhos de administração das empresas, elas funcionam mesmo.
Em 2003, a Noruega foi o primeiro país a demostrar como aplicação de legislação e respetivas sanções para as empresas permitiu alcançar num curto espaço de tempo o objetivo dos 40% para o sexo sub-representado nos Conselhos de Administração.
Acresce que as sanções previstas não precisaram sequer de ser aplicadas. Graças à implementação da Lei da Paridade, as mulheres nos Conselhos de Administração nas empresas passaram de 3% em 2003 para os 42% em 2012.
Assim, e no ano em que a Comissão Europeia redigia uma proposta de diretiva fixando um mínimo de 40%  para o sexo sub-representado das empresas cotadas em bolsa, a Noruega alcançava esse mesmo objetivo (42%).  
No mesmo sentido, e desde que em 2011 a França introduziu a Lei da Paridade, com sanções associadas, a representação de mulheres nos conselhos de admiração das empresas passou de 22% em 2012 para 36% em 2015, alcançando os 37,1% em abril de 2016.
Por sua vez, em Portugal o número de mulheres nos conselhos de administração das empresas em 2012 era de apenas 6%, um valor consideravelmente inferior em comparação com a média europeia (13,7%.)

Em 2014, a percentagem de mulheres em Conselhos de Administração das empresas do PSI 20 era de apenas 6,5%. Dados 2014 do Relatório da ACEGIS Equilíbrio de Género nos Conselhos de Administração: as Empresas do PSI 20″.
Portugal – Mulheres nos Conselhos de Administração
Em 2016, a percentagem de mulheres em Conselhos de Administração das empresas  era de apenas 14,2%.

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Em 2014, a ACEGIS tinha alertado para a urgência de encarar com determinação estes indicadores, sublinhando a necessidade de promover e incentivar medidas mais eficazes que conduzam as empresas à adoção de políticas de igualdade de género, e no acesso às mulheres a cargos de administração e de fiscalização das empresas.
Em Março de 2014, publicámos o primeiro relatório que evidenciava estas mesmas preocupações e uma evidência: a sub-representação do sexo feminino em cargos de decisão e nos Conselhos de Administração.
Em 2014, a percentagem de mulheres em conselhos de administração das empresas do PSI 20 era de apenas 6,5%;
Em 277 membros de conselho de administração das empresas, apenas 18 eram mulheres;
Em 7 empresas do PSI 20 nenhuma mulher ocupava qualquer cargo nos respetivos conselhos de administração.
Entre as recomendações feitas, sublinhávamos a necessidade de Portugal adotar medidas assentes num quadro legal, destinadas a promover um melhor equilíbrio entre homens e mulheres em cargos de liderança a nível económico, nomeadamente, uma representação de, pelo menos, 40% do sexo sub-representado entre os administradores não executivos das empresas cotadas em bolsa.
Acresce que os últimos indicadores da Comissão Europeia, referentes as 2016 continuam a evidenciar esta realidade. 
Assim, e muito embora Portugal tenha registado uma evolução no número de mulheres nos Conselhos de Administração das empresas, a verdade é que fica muito longe da média dos países da União europeia (UE 28).
A proporção de mulheres nos Conselhos de Administração aumentou de 4% em 2003 para 13% em 2015, atingindo os 14,2% em abril de 2016. Uma proporção significativamente menor à média da UE-28, que é de 23,3%.
Verifica-se, portanto, que no sector empresarial português o desequilíbrio na representação de género em lugares de decisão económica, nomeadamente nos conselhos de administração, é dos mais profundos da Europa.
A participação equilibrada de homens e mulheres no poder e tomada de decisão, política e económica é reconhecida como um requisito da democracia igualitária e como um contributo para desenvolvimento sustentável.
Entendemos que a verdadeira mudança, passa pela alteração do paradigma e do modelo conceptual subjacente às políticas e à perspetiva de género.
As questões de género, não podem continuar a ser entendidas somente como questões sociais ou de direitos.
A verdadeira mudança passa por integrar a perspetiva de género enquanto estratégia e fator essencial para o desenvolvimento económico.

Promover a participação das mulher nos processos de tomada de decisão política e económica é promover o desenvolvimento económico. 
Nenhuma região, ou país pode alcançar o progresso e desenvolvimento económico enquanto deixar de fora uma parte significativa da sua população.
Nenhum país, ou região pode alcançar o progresso e desenvolvimento económico enquanto houver uma discrepância entre o elevado número de diplomados do sexo feminino e sua sub-representação nos processos de tomada de decisão.
Acresce que não existe equivalência no reconhecimento do mérito e das competências profissionais e académicas no acesso a cargos de decisão.
Se a abordagem fosse mesmo a questão do mérito e das competência profissionais e académicas, o sexo sub-representado nos conselhos de administração das empresas, seria mesmo o sexo masculino.
por Susana Pereira
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Celebre o Dia da Europa com o Cidadania 4 Kids!

9 Maio, 2017
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Celebre o Dia da Europa com o Cidadania 4 Kids! Sabes o que é preciso para teres direito à Cidadania Europeia? APRENDE  e JOGA pela Cidadania com o CIDADANIA 4KIDS! Celebre o Dia da Europa com o Cidadania 4 Kids! Sabia que o Jogo Educativo da Cidadania – Cidadania 4 Kids! tem várias cartas dedicadas à União Europeia? […]

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#GirlsinIct: quebrar barreiras construir oportunidades

27 Abril, 2017
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#GirlsinIct: quebrar barreiras construir oportunidades

O setor das tecnologias emprega cerca de 8 milhões de pessoas, representando 3,7% de todo o mercado de trabalho europeu. No entanto, apenas 16% são do sexo feminino.
A entrada de mais mulheres no sector digital significaria um aumento anual de 9 mil milhões de euros ao PIB da União Europeia.


27 de abril – Dia Internacional das Jovens Mulheres nas TIC |  International Girls in ICT Day
Promover as mulheres no setor tecnológico dará um impulso à economia e permitirá a plena participação na sociedade. Competências e educação para o mundo digital são os elementos-chave para que isso aconteça.
«Girls in ICT Day» é uma iniciativa da União Internacional de Telecomunicações (UIT), organismo das Nações Unidas responsável pelas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), que tem como missão incentivar a utilização das tecnologias, definir padrões globais e tratar questões relacionadas com o desenvolvimento tecnológico.
De acordo com União Internacional de Telecomunicações mais de 90% dos postos de trabalho no mundo já possuem um componente digital
Numa altura em que a economia digital e o setor das tecnologia estão em franca expansão o número reduzido de mulheres no setor tecnológico tem limitado a existência de profissionais qualificados nesta área, repercutindo-se no crescimento e desenvolvimento do próprio setor.

#GirlsinIct: quebrar barreiras construir oportunidades
Na União Europeia, apenas 16% dos 8 milhões de pessoas que trabalham na área das TIC são mulheres.
De acordo com o Eurostatcerca de 8 milhões de pessoas estavam empregadas na UE como especialistas em TIC em 2015,  representando 3,7% de todo o mercado de trabalho europeu.
As mulheres encontram-se particularmente sub-representada, os números mostram que apenas 1.2 milhões de pessoas que trabalham no setor das tecnologias são do sexo feminino, o  que corresponde a 16,1% do mercado laboral das TIC na UE.
Entre os piores resultados estão países como a Republica Checa (9,9%) a Eslováquia (11,4%)  e a Hungria (11,95), com menos de 12%. Entre os melhores aparecem a Bulgária (27,7%), a Roménia (27,2%) e a Letónia (24,7%).
Portugal está próximo da média europeia no número de mulheres especialistas nas áreas das tecnologias, com 15,3%.


A entrada de mais mulheres no sector digital significaria um aumento anual de 9 mil milhões de euros ao PIB da União Europeia.
O setor das teconologias seria amplamente beneficiado com a entrada de mais mulheres, impulsionado decisivamente o seu crescimento e criação de riqueza na Europa.
Esta é a principal conclusão do estudo Women active in the ICT da Comissão Europeia, estimando um aumento anual de 9 mil milhões de euros ao PIB da União Europeia com a entrada de mais mulheres no sector digital.
Assim, atrair mais raparigas para uma carreira digital e criar mais postos de trabalho seria não só benéfico para o setor das TIC, para as próprias mulheres e  sobretudo para o crescimento da economia europeia.

#GirlsinIct: indicadores educação
Em 2015, apenas 17% de todos os estudantes de TIC na União Europeia eram do sexo feminino.
Em 2015, cerca de 1,4 milhões de pessoas estudavam tecnologias de informação e comunicação (TIC) nos países da União Europeia.
As raparigas estão em larga minoria, apenas 17,2 % de todos os estudantes das TIC eram do sexo feminino.
No entanto, as variações são muitos significativas entre os países da UE , oscilando entre países com menos de 10%, Holanda (6%), Luxemburgo (8%) e Eslovénia (10%) aos mais de 30% alcançados pela Bulgária (34%), Bélgica (33%) e Grécia (31%).
 Portugal encontra-se abaixo da média europeia, com 14%.

As tradições culturais e estereótipos sobre o papel das mulheres e visão das TIC enquanto “domínio” do masculino é um dos principais entraves que impedem as mulheres de participar plenamente no setor.
Para contrariar a tendência atual, a ACEGIS associa-se à iniciativa da  ITU, e ao Dia internacional das Mulheres na Tecnologia, “Girls in ICT”, no sentido de promover a igualdade de género nas TIC e evidenciar as mais-valias da entrada de maios mulheres no setor digital e tecnológico.
As tecnologias são o futuro. Quebrar barreiras construir oportunidades. Mudar o futuro!

Women active in the ICT sector
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ONU elege Arábia Saudita para Comissão dos Direitos das Mulheres

24 Abril, 2017
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ONU elege Arábia Saudita para Comissão dos Direitos das Mulheres

A Arábia Saudita é internacionalmente reconhecida como um dos Estados que impõe os maiores níveis de restrições aos direitos da mulher em todo mundo.
A pergunta que se impõe: Pode o regime mais misógino do mundo, onde impera a discriminação e sistemática violação dos direitos da mulher, se sentar na Comissão para os Direitos das Mulheres da ONU?

O Conselho Económico e Social da ONU (ECOSOC) elegeu 13 membros, incluindo a Arábia Saudita, para o mandato de quatro anos (2018-2022) na Comissão dos Direitos das Mulheres, principal organismo internacional de promoção da igualdade de género e dos direitos da mulher.
A Comissão dos Direitos das Mulheres, Commission on the Status of Women (CSW), conta com 45 países, nesta eleição participaram os 54 membros do Conselho Económico e Social, entre os quais Portugal.
A Arábia Saudita foi eleita, através de voto secreto, obtendo 47 votos dos 54 países que participaram nesta eleição. Pelo menos cinco países da União Europeia votaram a favor da eleição da Arábia Saudita para a Comissão dos Direitos das Mulheres da ONU.
O diretor executivo A Organização Não Governamental (ONG) ONU Watch, Hillel Neuer, criticou esta escolha considerando “um absurdo” o resultado da votação do “regime mais misógino do mundo”:
“A Arábia Saudita provavelmente tem os piores resultados em todo o mundo na área de liberdade religiosa e direitos das mulheres”.
“Eleger a Arábia Saudita para proteger os direitos das mulheres é como escolher um incendiário para chefe dos bombeiros”,  Hillel Neuer.

A Arábia Saudita é um dos países onde a liberdade das mulheres é mais limitada e que impõe mais restrições aos direitos da mulher em todo mundo.
Contudo, foi eleita para fazer parte da Comissão para os Direitos das Mulheres da ONU, obtendo 47 votos dos 54 países membros do Conselho Económico e Social.
Igualdade de Género: Arábia Saudita ocupa o 141º lugar entre 144 países
De acordo com o relatório ‘Global Gender Gap Report 2016’, publicado pelo Fórum Económico Mundial, a Arábia Saudita ocupava os últimos lugares do ranking global da igualdade de género, ficando em 141º lugar.
A Arábia Saudita é internacionalmente reconhecida como um dos Estados que impõe os maiores níveis de restrições aos direitos da mulher em todo mundo.
 As mulheres não podem conduzir, e precisam de ter permissão de um membro da família do sexo masculino, normalmente o pai, marido ou irmão – no caso de uma viúva do filho – para obter um passaporte, viajar, casar, estudar, trabalhar ou simplesmente ter acesso a cuidados de saúde.
Em 2015 a Arábia Saudita era o último país do mundo a negar às mulheres o direito ao voto.
Recordamos que só em dezembro de 2015 foi permitido às mulheres participar em atos eleitorais enquanto candidatas e votantes.  Nas primeiras eleições abertas ao voto feminino, quatro mulheres fizeram história e conseguiram ser eleitas para os conselhos municipais.
A eleição da Arábia Saudita para este organismo surge poucos meses depois de ter sido reeleita para Conselho dos Direitos Humanos (CDH) com 152 votos, em outubro de 2016, como membro do grupo Ásia-Pacífico.
Ae eleição teve lugar na Assembleia Geral das Nações Unidas a 28 de outubro de 2016, no qual foram eleitos 14 membros e cumprem um mandato de três anos com início em 2017.
A eleição da Arábia Saudita gerou fortes críticas, precisamente pelo seu desempenho na área dos direitos humanos e com base no elevado número de execuções e outras violações de direitos a nível interno e externo.
Como membro do Conselho de Direitos Humanos da ONU, a Arábia Saudita está vinculada a cumprir e fazer cumprir os mais elevados padrões de direitos humanos.

A pergunta que se impõe:

Pode o regime mais misógino do mundo, onde impera a discriminação e sistemática violação dos direitos da mulher, se sentar na Comissão para os Direitos das Mulheres da ONU?

 

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