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Ordem vai criar lista nacional de advogados especialistas em violência doméstica

13 Julho, 2018
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Ordem vai criar lista de advogados especialistas em violência doméstica

O protocolo foi assinado na passada sexta-feira, dia 6 de julho, entre a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género e a Ordem dos Advogados e prevê a formação especializada em violência doméstica e violência de género a advogados.
A Ordem dos Advogados (OA) vai criar uma listagem nacional de advogados com formação específica na área da violência doméstica e de género, no âmbito de um protocolo com o Governo para garantir a eficácia do apoio jurídico às vítimas.
O protocolo foi assinado dia 8 de junho de 2018, entre a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) e a Ordem dos Advogados e prevê a formação especializada em violência doméstica e violência de género a advogados.
A Ordem [dos Advogados] compromete-se a promover esta formação especializada a advogados e advogadas já a partir deste ano, em articulação com a CIG e outras entidades”, adiantou, em declarações à Lusa, a secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade.
Rosa Monteiro explicou que, na sequência dessa formação, a Ordem dos Advogados vai criar uma área específica dedicada à violência doméstica e de género dentro do seu sistema de informação interno, no âmbito do Sistema de Acesso ao Direito e aos Tribunais.
“Aí, os advogados podem registar-se como sendo especialistas nestas áreas de intervenção específicas e teremos uma listagem nacional de profissionais da advocacia com esta especialização e isto é muito importante”, defendeu a secretária de Estado.
O protocolo entre as duas entidades inclui ainda o compromisso por parte da Ordem dos Advogados em “tornar célere o processo de indicação de advogado que seja solicitado pela Segurança Social, no âmbito do acesso ao direito”, acrescentou Rosa Monteiro.
A partir daí, a CIG passa a estar em condições de poder divulgar informação sobre estes profissionais especializados junto das estruturas da Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica.
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Cerdeira – A primeira Aldeia da Inovação Social

3 Julho, 2018
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Cerdeira – A primeira Aldeia da Inovação Social

Nos dias 4 e 5 de julho, a Aldeia da Cerdeira, na Serra da Lousã, será palco do melhor da inovação social, reunindo, num só espaço, os projetos de inovação social mais relevantes que se realizam em Portugal.
A Aldeia do Xisto de Cerdeira, situada na Serra da Lousã, foi o lugar escolhido para a Portugal Inovação Social apresentar os resultados dos dois anos de atividades e partilhar casos de sucesso. Cerdeira transforma-se assim na Aldeia da Inovação Social nos dias 4 e 5 de Julho, onde vai encontrar os projetos de Inovação Social mais relevantes.
Projetos e empreendedores sociais vão juntar-se para discutir ideias e mostrar o impacto dos projetos já apoiados pela Portugal Inovação Social. Recorde-se que, no total, já foram atribuídos 12 milhões de euros a 137 candidaturas da região Norte, Centro e Alentejo, destinados ao financiamento de planos de capacitação para o investimento social e o desenvolvimento de projetos no âmbito dos programas Parcerias para o Impacto e Títulos de Impacto Social.
A sessão de abertura do evento conta com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa (sujeito a confirmação), da Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques, da Representante da Comissão Europeia em Portugal, Sofia Alves, do Presidente da Câmara da Lousã, Luís Antunes, do Presidente da Portugal Inovação Social, Filipe Almeida, e do Presidente da Comissão Diretiva do PO ISE, Domingos Lopes.

 

 

 

A Aldeia da Inovação Social é um projeto promovido pelo Portugal Inovação Social, uma iniciativa pública nacional que tem como missão a promoção da inovação e do empreendedorismo social no País, através da mobilização de fundos da União Europeia, no âmbito do Portugal 2020.

O objectivo é transformar toda a aldeia num espaço de partilha e troca de experiências, bem como fazer uma mostra dos projetos de inovação social portugueses.
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Abertura de candidaturas ao Programa EDP Solidária – Saúde 2018

2 Julho, 2018
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Abertura de candidaturas ao Programa EDP Solidária - Saúde 2018

Decorre, de 2 a 20 de julho, o período de candidaturas ao programa EDP Solidária Saúde 2018. Este ano, será disponibilizado um milhão de euros para apoiar projetos que visem a melhoria do conforto térmico dos/as utentes nas entidades candidatas.

EDP Solidária - Saúde 2018

Fundação EDP disponibiliza €1.000.000 para iniciativas que visem a melhoria do conforto térmico em instalações do Serviço Nacional de Saúde e de IPSS. Candidaturas decorrem de 2 a 20 de julho de 2018.

Decorre, de 2 a 20 de julho, o período de candidaturas ao programa EDP Solidária Saúde 2018. Este ano, será disponibilizado um milhão de euros para apoiar projetos que visem a melhoria do conforto térmico dos utentes nas entidades candidatas.
Os projetos podem ser apresentados por instituições de carácter público integradas no Serviço Nacional de Saúde e por IPSS que prestem serviços de saúde, com registo obrigatório na Entidade Reguladora da Saúde.
“O programa EDP Solidária tem sido, desde a sua génese, um motor de desenvolvimento de centenas de projetos ligados à área social, em todos os distritos do país, apoiando projetos que melhoram a qualidade de vida de pessoas e comunidades vulneráveis e que combatem situações de exclusão social”, explica Miguel Coutinho, administrador e diretor geral da Fundação EDP. Em 2018, a Fundação EDP volta a apostar num programa que, destaca Miguel Coutinho, “tendo o seu foco no conforto térmico, contribuirá para a diminuição de assimetrias sociais, ou seja, para uma sociedade mais equitativa e sustentável”.
O Programa EDP Solidária Saúde apoia anualmente projetos que tenham como objetivo melhorar as condições clínicas e sociais decorrentes de problemas de Saúde, incluindo a reabilitação pontual de instalações e a aquisição de equipamentos médicos, entre outros recursos.
Criado pela Fundação EDP em 2004, o Programa EDP Solidária é uma das maiores linhas privada de investimento social em Portugal. Desde então, apoiou já 370 projetos em todo o país, num investimento global superior a 12,5 milhões de euros.

Em 2018, o foco do Programa EDP Solidária Saúde será dirigido ao apoio a iniciativas que visem a melhoria do conforto térmico dos utentes de instituições ou serviços do SNS e de IPSS que prestem serviços de saúde.

Candidaturas

As candidaturas decorrem entre os dias 2 e 20 de julho de 2018. 
Mais informações:edpsolidaria@sairdacasca.com / 910087550 (dias úteis das 10h-13h e 14-17h).
Se tiver dificuldades técnicas ao submeter a sua candidatura: 213008056 (dias úteis das 10h-13h e 14h-17h). Caso não receba a confirmação no prazo de 48 horas, deve enviar um email solicitando a mesma para edpsolidaria@sairdacasca.com, indicando o nome da entidade promotora.
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Espanha. Grupo ‘La Manada’ libertado sob fiança de seis mil euros

22 Junho, 2018
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Espanha. Grupo 'La Manada' libertado sob fiança de seis mil euros

Esta quinta-feira o Tribunal de Navarra decretou que os cinco homens seriam libertados, na condição de pagarem, cada um, uma caução de seis mil euros.
O grupo de cinco homens conhecidos como La Manada (A Manada) foi esta sexta-feira libertado sob caução.
O Tribunal de Navarra decretou que os cinco homens seriam libertados, na condição de pagarem, cada um, uma caução de seis mil euros. Os cinco membros do grupo conhecido por La Manada, tinham sido condenados a nove anos de prisão por terem abusado sexualmente e em grupo de uma mulher durante as festas de San Fermín de 2016.
O crime sexual aconteceu na madrugada do dia 7 de Julho de 2016, quando uma jovem de 18 anos foi alvo de uma violação colectiva.
Os cinco homens utilizaram telemóveis para filmar a violação da jovem. O vídeo da agressão foi trocados pelos cinco num grupo de Whatsapp, a que chamaram La Manada. Entre os cinco envolvidos, está um militar e um guarda civil.
Já em abril, a decisão de não condenar os agressores pelo crime de violação provocou uma vaga de manifestações em toda a Espanha.
A notícia desencadeou de novo reações de indignação em toda a Espanha, sob o mote: "Se 'La Manada' sai para a rua, nós também saímos".
Infelizmente continuamos a identificar decisões judiciais que desvalorizam a violência contra as mulheres e que têm o efeito perverso na descrença do sistema judicial que deve proteger as vítimas.
A descrença no sistema judicial e nos tribunais, onde procuramos a aplicação justa e imparcial da lei, é particularmente prejudicial, uma vez que traz consigo o efeito dissuasor na apresentação de queixa por parte das vítimas de violência face à impunidade dos agressores.
Cada vez que a justiça falha, estamos a validar uma série de preconceitos e estereótipos de géneros.
Cada vez que a justiça falha, estamos a reconhecer, a aceitar, a desculpabilizar, a normalização da violência contra as mulheres.
Susana Pereira
Fundadora da Associação ACEGIS
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Estados Unidos abandonam Conselho de Direitos Humanos da ONU

21 Junho, 2018
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Artigo ACEGIS | Estados Unidos abandonam Conselho de Direitos Humanos da ONU

No ano em que assinalamos aos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos humanos, o abandono dos Estados Unidos do Conselho de Direitos Humanos da ONU representa um retrocesso na defesa e garantida da universalidade da igualdade de direitos a todos os seres humanos.
Os Estados Unidos abandonaram o Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU). A decisão foi anunciada esta terça-feira pelo secretário de Estado Mike Pompeo e pela embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, Nikki Haley.
Os EUA justificam a saída com uma alegada política de “preconeceito crónico contra Israel” por parte do Conselho dos Direitos Humanos da ONU.
Nikki Haley criticou ainda a presença no órgão de países acusados de violação dos Direitos Humanos, como a China, Cuba e Venezuela.

“Terminamos aqui a nossa adesão ao Conselho de Direitos Humanos, uma organização que não merece o nome que tem”, Nikki Haley embaixadora norte-americana nas Nações Unidas.

O Conselho de Direitos Humanos é parte integrante de um sistema internacional que ajuda a proteger os direitos e valores fundamentais.
A retirada dos EUA envia uma sinal preocupante quando os diretos humanos estão sob ataque em quadrantes diferentes e em todo o mundo. Ao transmitir a mensagem de que podemos ignorar as decisões e recomendações do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas em função de interesses económicos, sociais e/ou políticos.
Esta decisão é particularmente preocupante no momento em que os Estados Unidos ignoram o sofrimento de migrantes, refugiados e de crianças detidas e separadas dos seus pais na fronteira entre os EUA e o México.
Estes factos colocam ainda mais em evidencia a necessidade e a importância de mecanismos internacionais na defesa dos direitos e da dignidade do ser humano.
A defesa dos direitos humanos enquanto valores universais são os alicerces da sociedade do século XXI e um reflexo de quem somos.
No ano em que assinalamos aos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos humanos, o abandono dos Estados Unidos do Conselho de Direitos Humanos da ONU representa um retrocesso na defesa e garantida da universalidade da igualdade de direitos a todos os seres humanos.
Lembrar o passado significa aprender com os erros. Significa que podemos reescrever a história de todos aqueles e aquelas que precisam de nós, hoje e agora.
Rejeitando o discurso do ódio, da xenofobia e do preconceito. Defendendo o direito universal, de viver em igualdade, sem discriminação, respeitando a dignidade e os direitos humanos.
Como humanidade temos a obrigação de garantir a universalidade da igualdade de direitos e da igualdade de oportunidades enquanto valores fundamentais.

 

Susana Pereira
Fundadora da Associação ACEGIS
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MyCNAIM: lançamento da aplicação móvel de apoio a pessoas migrantes e refugiadas

20 Junho, 2018
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Alto Comissariado para as Migrações lançou esta quarta-feira a aplicação móvel MyCNAIM. Uma ferramenta de apoio a pessoas migrantes e refugiadas.

MyCNAIM é uma aplicação móvel disponibilizada nos sistemas operacionais IOS e Android, a partir da qual os/as migrantes podem aceder às informações sobre os vários serviços promovidos pelo ACM,I.P.. APP está disponível em Português, Inglês e Árabe e pode ser instalada a partir da PlayStore e APPStore para IOS e Android.
MyCNAIM APP is a mobile application where migrants are able to access information about the various services promoted by ACM, IP, as well as information on the legal framework for entry and stay in Portugal, requests for international protection, access to Portuguese nationality, housing, work, health, education, equivalence and recognition of academic qualifications, learning Portuguese, among other useful information related to their integration in Portugal.
O Alto Comissariado para as Migrações, no âmbito das medidas Simplex +, lançou esta quarta-feira, dia 20 de junho, a APP MyCNAIM, uma aplicação para telemóvel que faculta informação em diversas áreas aos cidadãos migrantes e refugiados/as. A APP está disponível em Português, Inglês e Árabe e pode ser instalada a partir da PlayStore e APPStore para IOS e Android.
MyCNAIM é uma aplicação móvel disponibilizada nos sistemas operacionais IOS e Android, a partir da qual os migrantes podem aceder às informações sobre os vários serviços promovidos pelo ACM,I.P., bem como informações sobre o enquadramento legal de entrada e permanência em Portugal, pedidos de proteção internacional, acesso à nacionalidade portuguesa, habitação, trabalho, saúde, educação, equivalência reconhecimento de habilitações académicas, aprendizagem da língua portuguesa, entre outras informações uteis relacionadas com a sua integração em Portugal.

Desta forma, a App MyCNAIM visa aproximar os serviços existentes nos Centros Nacionais de Apoio à Integração de Migrantes (CNAIM) e Centros Locais de Apoio à Integração de Migrantes (CLAIM), à população migrante, através de um novo canal de comunicação. A funcionar como alternativa ou complemento ao atendimento presencial nos serviços do Alto Comissariado para as Migrações, facilita o acesso imediato à informação relacionada com a integração de migrantes em Portugal, nomeadamente por pessoas que se encontrem em regiões do país onde não existam CNAIM e/ou CLAIM.

 

App MyCNAIM

Através do sistema de georreferenciação, são disponibilizados a localização e os contactos de vários serviços como os Centros Nacionais de Apoio à Integração de Migrantes (CNAIM), os Centros Locais de Apoio à Integração de Migrantes (CLAIM), as associações de imigrantes, os gabinetes de inserção profissional, entre outros.
Os/as utilizadores/as podem também aceder através de uma hiperligação ao website da Plataforma de Português Online, ao formulário de queixa disponibilizado no website da Comissão para Igualdade e Contra a Discriminação Racial, ou ao Welcome Kit aos Refugiados.
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Relatório do Alto-Comissariado da ONU revela que 68,5 milhões de pessoas foram obrigadas a fugir

20 Junho, 2018
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Relatório do Alto-Comissariado da ONU revela que 68,5 milhões de pessoas foram obrigadas a fugir

Nunca houve tanta gente a cruzar fronteiras à procura de refúgio e proteção. O número de pessoas que foram forçadas a abandonar as suas casas devido à guerra, violência ou perseguição atingiu um valor recorde com 68,5 milhões de pessoas deslocadas à força em todo o mundo.
Refugiado é alguém que é obrigado a deslocar-se, a atravessar fronteiras, a arriscar a vida e, por fim, a pedir esmola pela sua própria cidadania
Relatório do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados revela que o número de deslocados cresceu pelo quinto ano consecutivo. Nunca houve tanta gente a cruzar fronteiras à procura de refúgio e proteção.
O número de pessoas que foram forçadas a abandonar as suas casas devido à guerra, violência ou perseguição atingiu um valor recorde com 68,5 milhões de pessoas deslocadas à força em todo o mundo.
O "Relatório Mundial sobre Tendências em Deslocamento Forçado" da Agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) revela que das 68,5 milhões de pessoas deslocadas à força no mundo, 25,4 milhões são refugiados, 40 milhões são deslocados internos e 3,1 milhões de requerentes de asilo O ACNUR contabiliza uma média de 44.400 novos/as deslocados/as todos os dias.
Tal como em anos anteriores, a Síria surge como o país com mais deslocamentos forçados, com 12,6 milhões no final de 2017, dos quais 6,3 milhões eram refugiados/as, 146.700 requerentes de asilo e 6,2 milhões de pessoas deslocadas internamente.
O aumento sem precedentes do número de pessoas à procura de proteção internacional constituiu um importante teste e desafio a novas formas de cooperação internacional e na instauração de um sistema de asilo baseado na solidariedade e na partilha equitativa de responsabilidades.

 

A crise migratória e dos refugiados não se trata de uma emergência temporária, mas sim um fenómeno estrutural e complexo que exige a cooperação e solidariedade de todos os povos.

São 68,5 milhões de vidas, 68,5 milhões de histórias diferentes, um passado comum: milhões de pessoas obrigadas a deslocar-se, a atravessar fronteiras, a arriscar a sua própria vida para fugir da guerra e da pobreza.

A nível da União Europeia urge enfrentar o problema mais urgente: salvar vidas no mar.

Só este ano, mais de 40 mil pessoas fizeram a travessia do mar Mediterrâneo. Estima-se que, pelo menos 845 pessoas perderam a vida ao tentar chegar à Europa através do Mediterrâneo.
O avanço do populismo e de movimentos anti-imigração tem conduzido ao deterioramento crescente do projeto europeu e potencia a ideia da ameaça das fronteiras europeias.
A incapacidade de antecipar o desafio previsível face ao aumento do número de refugiados e migrantes gerados pela guerra na Síria e no Iraque, soma-se a cresce divergência e conflitos dentro da União Europeia em matéria de acolhimento e integração originada pelos movimentos xenófobos, nacionalistas e populistas.
Estes movimentos exploram a fragilidade e fomentam reações adversas em relação aos refugiados/as e migrantes na opinião pública.
Alimentando o sentimento anti-imigração face a uma crise humanitária sem precedentes, contra vítimas já por si vulneráveis pelas condições que levaram a fugir da guerra, da violência e da carestia.
Os refugiados são o rosto da violação sistemática dos direitos humanos, e da dignidade do ser humano, que começa no seu país de origem, e que se estende muitas vezes nos países de acolhimento onde são construídos muros e erguidas fronteiras.
Milhões de pessoas que são forçadas a deixar o seu país, que arriscam as suas vidas, fugindo da guerra, da fome, da misérias e do terror. Muitos só conhecem uma condição: nascer e ser refugiado/a.
Susana Pereira
Fundadora da Associação ACEGIS

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OMS retira transexualidade da lista de doenças mentais

19 Junho, 2018
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OMS retira transexualidade da lista de doenças mentais

Decisão histórica: Atualização do manual de classificação de doenças da agência de saúde da ONU retira a transexualidade da lista de doenças mentais
A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta segunda-feira (18) uma decisão histórica: a transexualidade foi, oficialmente, retirada da lista de doenças mentais da agência da Organização das Nações Unidas (ONU).
De acordo com a organização, a transexualidade ainda está presente na CID, mas agora em uma nova categoria, denominada "saúde sexual" para que esta população possa aceder a cuidados de saúde.
Segundo a ONU, existem claras evidências científicas de que a transexualidade não se trata de uma doença mental. Esta mudança é um passo significativo no reconhecimentos dos direitos das pessoas LGBTI.
Encarar as questões da orientação sexual ou da identidade de género como uma doença ou uma perturbação mental, legitima o preconceito na sociedade e expõe as pessoas trans e intersexo a crime de ódio, tortura e violência.
Esta mudança é uma decisão histórica. Em pleno século XXI, não há lugar para o preconceito, a discriminação e perseguição das pessoas tendo por base a sua orientação sexual ou identidade de género.

 

 

A homofobia, a transfobia e preconceito tem de dar lugar à cidadania, à igualdade e à universalidade dos Direitos Humanos.

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ONU elege ministra equatoriana para nova presidente da Assembleia Geral

7 Junho, 2018
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Assembleia Geral da ONU elege ministra equatoriana para nova presidente

A Assembleia Geral da ONU elegeu, nesta terça-feira, a quarta mulher a presidir o órgão desde a criação da organização. Nova presidente dedicou a sua eleição a "todas as mulheres no mundo que participam na política hoje e que enfrentam ataques políticos e mediáticos marcados pelo machismo e a discriminação".
María Fernanda Espinosa Garces, recebeu 128 dos 190 votos válidos, com duas abstenções.  A candidata de Honduras, a embaixadora Mary Elizabeth Flores Flake ficou em segundo lugar com 62 votos.
A nova presidente dedicou a sua eleição a "todas as mulheres no mundo que participam na política hoje e que enfrentam ataques políticos e mediáticos marcados pelo machismo e a discriminação".
Espinosa Garces sucede ao atual presidente da Assembleia Geral da ONU, o eslovaco Miroslav Lajcak, em setembro.
María Fernanda Espinosa Garcés tem mais de 20 anos de experiência no cenário internacional. Ao longo da sua carreira participou ativamente na discussão de temas ligados aos  direitos humanos, igualdade de género, meio ambiente, entre outros assuntos.

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RefuJobs – A Plataforma de Emprego para Refugiados

29 Maio, 2018
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RefuJobs – A Plataforma de Emprego para Refugiados

A procura e oferta de emprego para refugiados/as em Portugal podem ser feitas, através da plataforma RefuJobs. Uma ferramenta digital de apoio à contração, que conta com mais de 150 ofertas de emprego, com informação em inglês, árabe e português.
RefuJobs – A Plataforma de Emprego para Refugiados
A plataforma RefuJobs tem por objetivo potenciar as competências profissionais das pessoas refugiadas e as oportunidades de emprego disponíveis em entidades e empresas portuguesas.

A procura e oferta de emprego para refugiados/as em Portugal podem ser feitas, através da plataforma RefuJobs. Uma ferramenta digital de apoio à contração, que conta com mais de 150 ofertas de emprego, com informação em inglês, árabe e português.
A plataforma digital, lançada na passada sexta-feira pelo Alto Comissariado para as Migrações (ACM) visa potenciar não só as competências profissionais das pessoas refugiadas, mas também publicitar as oportunidades de emprego disponíveis em entidades e empresas portuguesas.
A Plataforma Refujobs é uma ferramenta online de apoio à contratação na qual poderão inscrever-se, de forma gratuita, potenciais candidatos/as e empresas com o objetivo de realizar o matching entre os perfis das pessoas refugiadas e as respetivas oportunidades de Emprego/Formação.
Além de disponibilizar informação acerca de emprego, a plataforma disponibiliza ainda informação sobre apoios ao empreendedorismo e formação e capacitação de pessoas refugiadas para a implementação dos seus próprios negócios.
Esta é mais uma medida do Governo inscrita no “Simplex +” para a integração no mercado de trabalho das pessoas refugidas em Portugal.

A plataforma digital que visa potenciar não só as competências profissionais das pessoas refugiadas, mas também publicitar as oportunidades de emprego disponíveis em entidades e empresas portuguesas.

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Política de Privacidade e Proteção de Dados Pessoais da Associação ACEGIS

25 Maio, 2018
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Política de Privacidade e Proteção de Dados Pessoais da Associação ACEGIS

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FOXlife e Priberam alteram a palavra “mulher” no dicionário

24 Maio, 2018
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O canal televisivo FoxLife e o dicionário online Priberam atribuíram à palavra MULHER uma nova definição no dicionário.

Movimento "A palavra mulher definida por nós" levou a que centenas de pessoas deixassem o seu contributo.
Durante três semanas, o movimento "A palavra mulher definida por nós" levou a que centenas de pessoas deixassem o seu contributo no site www.palavramulher.pt na revisão da palavra “mulher”.
Após a análise de mais de 500 propostas, o dicionário online Priberam passou a definir mulher como sendo:
Antes da alteração, o Priberam tinha como definição "pessoa adulta do sexo feminino; conjugue ou pessoa do sexo feminino com quem se mantém uma relação sentimental e/ou sexual; pejorativo: mulher pública: meretriz".

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  • ECONOMIA SOCIAL EM DESTAQUE | ATUALIDADEInformação e atualidade no âmbito da Economia Social e Solidária

    Abertura Candidaturas para Financiamento de Projetos no âmbito do Programa Nacional para a Saúde Mental

    11 Julho, 2018
    Abertura de Candidaturas para Financiamento de Projetos no âmbito do Programa Nacional para a Saúde Mental A Direção-Geral da Saúde abriu 6 concursos para financiamento de projetos no âmbito do Programa Nacional para a Saúde Mental para entidades coletivas privadas sem fins lucrativos. Candidaturas até 25 de julho de 2018. A Direção-Geral da Saúde (www.dgs.pt) […]

    Cerdeira – A primeira Aldeia da Inovação Social

    3 Julho, 2018
    Cerdeira – A primeira Aldeia da Inovação Social Nos dias 4 e 5 de julho, a Aldeia da Cerdeira, na Serra da Lousã, será palco do melhor da inovação social, reunindo, num só espaço, os projetos de inovação social mais relevantes que se realizam em Portugal. Saiba mais, aqui. A Aldeia do Xisto de Cerdeira, situada […]
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