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Portugal: 2,6 milhões de pessoas vivem em risco de pobreza e exclusão social

17 Outubro, 2017
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17 de Outubro, Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza.
No âmbito do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, a ACEGIS publica dados sobre pobreza e exclusão social. Indicadores de Portugal e da UE28.

 

 

Os Números da Pobreza e Exclusão Social

117, 470 Milhões de pessoas na Europa

2, 590 Milhões em Portugal

Portugal: 2,6 milhões de pessoas vivem em risco de pobreza e exclusão social

Dados do Eurostat no âmbito do Dia Internacional pela Erradicação da Pobreza.
Apesar de a União Europeia ser uma das regiões mais ricas do mundo, 117, 5 milhões de pessoas, 23,4% da população, vive em risco de pobreza ou exclusão social.
Em Portugal uma em cada quatro pessoas vive em situação de pobreza ou exclusão social. São 2,6 milhões de pessoas (25,1%) da população.
 

Um dos objectivos objetivos da estratégia Europa 2020 é de reduzir, pelo menos, em 20 milhões o número de pessoas em risco ou em situação de pobreza e de exclusão social.

Em 2016, 117,5 milhões de pessoas, ou 23,4% da população, na União Europeia (UE) estavam em risco de pobreza ou exclusão social.
Uma recuperação para os níveis de 2008 (23,7%) depois dos aumentos consecutivos e constantes registados durante a crise económica e financeira, que entre 2009 e 2012 atingiu quase 25% da população.

Maior risco de pobreza ou taxa de exclusão social na Bulgária, menor na República Checa.

Em 2016, mais de um terço da população vivia em risco de pobreza ou exclusão social em três Estados-Membros: Bulgária (40,4%), Roménia (38,8%) e Grécia (35,6%).
No extremo oposto da escala, onde existe uma menor incidência na taxas de risco de pobreza ou exclusão social foram registadas na República Checa (13,3%), na Finlândia (16,6%), na Dinamarca (16,7%) e na Holanda (16,8%).
 A redução do número de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social na UE é um dos principais objectivos da Estratégia Europa 2020.

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Um dos objectivos objetivos da estratégia Europa 2020 é de reduzir, pelo menos, em 20 milhões o número de pessoas em risco ou em situação de pobreza e de exclusão social.
No entanto, estes indicadores evidenciam que os países da UE estão longe de cumprir a Estratégia da Europa 2020 e o objetivo europeu de reduzir, pelo menos, em 20 milhões o número de pessoas em risco ou em situação de pobreza e de exclusão social.
A proporção de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social na UE diminuiu para 23,4% em 2016, um decréscimo de apenas 0,3 pontos percentuais antes do início da crise em 2008.

Indicadores em Portugal

Um em cada quatro pessoas em risco de pobreza ou exclusão social

Em Portugal, 2,6 milhões de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social.
Uma em cada quatro pessoas vive em situação de pobreza ou exclusão social - 25,1%. 
Maior impacto é sentido por mulheres (26%) e crianças (27%).
Ter emprego, não é suficiente para reduzir o risco de pobreza e exclusão social.
Em 2016, 14,1% da população portuguesa com emprego estavam em risco de pobreza ou exclusão social.

De acordo com os últimos dados do Eurostat, em Portugal, uma em cada quatro pessoas (25,1%) estavam, no ano passado, em risco de pobreza ou de exclusão social.
O que coloca Portugal entre os 10 países da UE com mais pessoas em risco de pobreza e exclusão, com uma diferença de 1,7% em relação à média da UE (23,4%).
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Em 2016, Portugal tinha 2,590 milhões de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social, o que representa 25,1% do total da população, traduzindo uma descida de 1,5 pontos percentuais em relação ao ano anterior. 
Uma recuperação de 0.9 pontos percentuais para níveis de 2008, antes do início da crise.
Em apenas um ano, a proporção de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social em Portugal diminuiu para 25,1% (2016), um decréscimo de 1,5 pontos percentuais em relação ao ano de 2015 (26,6%). 
Depois dos aumentos aumentos consecutivos e constantes registados durante a crise económica e financeira, que entre 2013 a 2014 atingiu os 27,5% da população portuguesa, assistimos a uma recuperação de 0.9 pontos percentuais face a 2008 (26%). 

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No período de 2013 a 2014, 27,5% da população portuguesa estava em risco de pobreza e exclusão social, o valor mais elevado registado durante durante a crise económica e financeira.
Evolução do risco de pobreza ou exclusão social em Portugal, 2016 ( % do total da população)



Olhando para os vários indicadores e dimensão salientamos que o maior impacto é sentido por mulheres (26%) e crianças (27%).
Em 2016, os riscos de pobreza mais elevados continuavam a registar-se nas famílias com crianças (25,6%) e nas pessoas com mais de 65 anos (21,8%).
Nos desempregados/as (59,8%) e na população empregada (14,1%), as percentagens tiveram uma descida em relação ao ano anterior (60,5% e 14,8% respetivamente).
Não podemos deixar de salientar, e ver com preocupação o número de pessoas que mesmo tendo trabalho, se encontram em situação de pobreza ou exclusão social. Ter emprego, não é suficiente para reduzir o risco de pobreza e exclusão social.
Em 2016, 14,1% da população portuguesa emprego encontravam-se em risco de pobreza ou exclusão social, uma descida de 0,7 pontos percentuais em relação ao ano anterior.
Dados do Eurostat no âmbito do Dia Internacional pela Erradicação da Pobreza.
 16 October 2017 | 16 de outubro de 2017

Links de Leitura adicional:

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Desigualdade Salarial: Mulheres ganham em média menos 279 euros por mês

13 Outubro, 2017
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Hoje, dia 13 de outubro, é o último dia do ano com igualdade nos ganhos médios mensais entre homens e mulheres.

 

Desigualdade Salarial: Mulheres ganham em média menos 279 euros por mês

Uma diferença salarial de 21,8%.

Em Portugal,  as mulheres ganham em média menos 279,4 euros por mês - ganho médio mensal – do que que os homens.

Uma diferença salarial que traduzida em dias de trabalho, num ano e sem remuneração, equivale a 79 dias de trabalho.

 
Em outubro de 2016, o ganho médio mensal das mulheres era 78,2 % do valor médio dos homens.
De acordo com os últimos dados oficiais divulgados pelo Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho e Solidariedade Social (GEP/ MTSSS), referentes a outubro de 2016, existe uma diferença no ganho médio mensal entre homens e mulheres de 21,8%.
Um diferença de remuneração média mensal de 279,4 euros.

 

Quanto é que as mulher ganham menos do que os homens?
279.4 € por mês
Uma diferença salarial de 21,8%.
o equivalente a 79 dias de trabalho, sem remuneração por ano
 
As mulheres em Portugal ganham, em média, mensalmente menos 279,4€ do que os homens. Uma diferença salarial de 21,8%.
As mulheres em Portugal ganham, em média, mensalmente menos 279,4€ do que os homens – remuneração média mensal base.
Em outubro de 2016, o ganho médio das mulheres trabalhadoras  por conta de outrem a tempo completo era de 1.002,1 euros. 
Um diferença de remuneração de 279,4 euros, comparativamente ao ganho mensal médio dos homens (1.281,5 euros).
Esta realidade é ainda mais visível se convertermos esses indicadores, para o equivalente em número de dias de trabalho não remunerado por ano.
Atendendo a que as mulheres ganham, em média, menos 21,8% do que os homens, se converteremos esse indicador em número de dias de trabalho sem remuneração, equivale a 79 dias de trabalho por ano.
Em 2016, 28,9% das mulheres portuguesas estavam abrangidas pelo salário mínimo nacional, mais 10,4 % do que os homens (18,5%).

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Hoje, dia 13 de outubro é o último dia do ano com igualdade nos ganhos médios mensais entre homens e mulheres. 

Nota: ganho médio mensal / remuneração média mensal base - valor que acresce à remuneração base, prémios, subsídios e remuneração por trabalho suplementar.

 
Boletim Estatístico - GEP/ MTSSS (Setembro de 2017)
Consulte o Boletim Estatístico do Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho e Solidariedade Social (GEP/ MTSSS).
 

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Dia Internacional da Rapariga: a igualdade está longe de ser alcançada

11 Outubro, 2017
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Dia International da Rapariga

O Dia Internacional da Rapariga foi celebrado pela primeira vez a 11 de outubro de 2012. 
No mesmo ano, e dois dias antes, uma menina era atacada num autocarro escolar quando saía da escola no Vale de Swat, uma província do Paquistão. 
Malala Yousafzai tornava-se o símbolo mundial na luta pela educação e direitos das raparigas.

MALALA YOUSAFZAI

A educação das raparigas tem de ser vista como o investimento mais eficaz e com maior impacto na redução da pobreza e das desigualdades sociais.
Traduzindo-se a médio e longo prazo no desenvolvimento socioeconómico dos países em desenvolvimento e das economias mais frágeis.
 
A desigualdade, de nascer do sexo feminino, só poderá acabar quando conseguirmos incluir o direito à educação, o direito à saúde, de lutar contra a contra a discriminação, a violência contra as mulheres, a mutilação gentil feminina e contra práticas repugnantes como o casamento infantil. 

Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável

A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável veio justamente afirmar a importância da igualdade entre homens e mulheres para a realização dos 17 objectivos de desenvolvimento sustentável.
Adotada em 2015, a Agenda 2030 coloca o combate às desigualdades (Objetivo 10), a educação (objetivo 4) e a promoção da igualdade de género (Objetivo 5), na nova agenda de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas. 
Alcançar os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável implica assegurar que todas as meninas e raparigas têm condições para realizar o seu potencial e participar em igualdade de direitos e oportunidades em todas as esferas da sua vida.
 

A igualdade está longe de ser alcançada

Neste dia, a ACEGIS procura sensibilizar e dar visibilidade aos números da desigualdade e da discriminação das raparigas. Os números que pesam todos os dias nas meninas em todo o mundo.
Uma luta que muitas meninas enfrentam não apenas hoje, mas todos os dias das suas vidas, ao longo das suas vidas. A luta pelo direito e acesso à educação, o combate à mutilação genital feminina, à pobreza e ao casamento infantil. 
1 100 milhões de meninas em todo o mundo esperam por essa mudança. O mundo não continuar a perder o potencial de uma parte tão significativa da sua população.

Dados do Fórum Económico Mundial e da Organização Internacional do Trabalho.
Quais os desafios de hoje?

Não podemos falar em desenvolvimento sustentável se continuarmos a deixar de parte, uma parte significativa da população.

62 milhões de meninas não têm acesso à educação

Milhões de mulheres e meninas continuam a ser impedidas de ir à escola, de saber ler e escrever. Em todo o mundo, dois terços das pessoas analfabetas são mulheres.

33 milhões de meninas são impedidas de frequentar a escola

Cerca de 33 milhões de meninas são impedidas de frequentar a escolas, por nenhuma outra razão, para além de terem nascido do sexo feminino.

Casamento Infantil – 700 milhões

Mais de 700 milhões de mulheres já foram casadas ou tiveram uma união informal quando eram meninas.

Em todo o mundo uma em cada três meninas é obrigada a casar antes de completar os 18 anos. Uma em cada sete casa antes dos 15 anos.

 
A cada 3 segundos uma menina é obrigada a casar

Se nada for feito, o número de mulheres e meninas casadas durante a infância poderá passar dos 700 milhões atuais para 950 milhões em 2030.

Mutilação Genital Feminina – 200 milhões

Atualmente, pelo menos 200 milhões de meninas e mulheres de 30 países foram submetidas a esta prática.

250 milhões de meninas vivem na pobreza

 A falta de recursos económicos das suas famílias impedem-nas de frequentar a escolar, criando um ciclo vicioso de perpetuação da pobreza.

1 100 milhões de meninas
exigem o fim das desigualdades, o fim da discriminação pelo simples facto de terem nascido do sexo feminino.
O mundo não continuar a perder o potencial de uma parte tão significativa da sua população.
Susana Pereira
Acreditamos que nenhuma sociedade pode ser sustentável e desenvolvida se continuar a perder, a desperdiçar o potencial de uma parte significativa da sua população.
Precisamos de mulheres e meninas para participar plenamente na vida social, económica e política de suas comunidades, regiões e dos seus países.
Precisamos das 1 100 milhões de meninas de todo o mundo para construir o progresso e o desenvolvimento sustentável no século XXI.
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Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares ganha Prémio Nobel da Paz 2017

6 Outubro, 2017
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Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares ganha Prémio Nobel da Paz 2017

A Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares (ICAN) foi distinguida, esta sexta-feira, 6 de outubro, com o Prémio Nobel da Paz 2017.
O anúncio foi feito pela presidente do Comité Nobel norueguês, Berit Reiss-Anderse esta manhã em Oslo, na Noruega.
O Prémio Nobel da Paz 2017 foi esta sexta-feira atribuído à Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares (ICAN).
O Comité Nobel norueguês decidiu distinguir a organização "pelos esforços para captar atenção para as catastróficas consequências humanas" da utilização deste tipo de armamento.
A escolha da ICAN surge numa conjuntura internacional em que a utilização de armamento nuclear é uma das principais preocupações mundiais. E numa altura em que a Coreia do Norte tem multiplicados ensaios nucleares e disparos de mísseis balísticos, traduzindo-se num aumento da tensão na região e com os Estados Unidos.
 
O Comité Nobel norueguês advertiu que o risco de um conflito nuclear é agora muito maior e, acrescentou, que este prémio, é “também um apelo” para que os países não signatários do Tratado para a proibição de armas nucleares comecem “negociações sérias” para a eliminação das armas nucleares no mundo.
“Vivemos num mundo onde o risco de serem usadas armas nucleares é muito maior do que em relação há muito tempo”, Berit Reiss-Andersen, presidente do Comité Nobel

Em julho deste ano, 122 nações adotaram um Tratado da ONU para a Proibição de armas nucleares.
O trato proíbe uma ampla gama de atividades relacionadas a armamentos nucleares, tais como desenvolver, testar, produzir, manufaturar, adquirir, possuir ou estocar armas ou outros utensílios nucleares explosivos, assim como o uso ou a ameaça de uso de armas nucleares. 
No entanto, nenhum dos nove países com armas nucleares, incluindo os Estados Unidos, a Rússia e outras potências nucleares - Reino Unido, França, Israel, China, Índia, Paquistão e Coreia do Norte - participou nas negociações. 
A entrega dos prémios Nobel está agendada para o dia 10 de dezembro em Oslo, no aniversário da morte do fundador dos galardões, Alfred Nobel (1833-1896).
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21 de setembro Dia Internacional da Paz

21 Setembro, 2017
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Dia Internacional da Paz 21 de setembro de 2017 O Dia Internacional da Paz é celebrado anualmente em todo o mundo no dia 21 de Setembro. O tema para 2017 é “Juntos pela Paz: Respeito, Segurança e Dignidade para Todos”. International Day of Peace | 21 September  The theme for 2017 is “Together for Peace: Respect, […]

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Aylan Kurdi: dois anos depois continuamos a ignorar os factos

1 Setembro, 2017
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Aylan Kurdi: dois anos depois continuamos a ignorar os factos

Passaram dois anos desde que Aylan Kurdi, o menino sírio de três anos perdeu a vida na travessia do Mediterrâneo.
Dois anos depois continuamos a ignorar os factos. Desde o dia 2 de setembro de 2015, pelo menos 8 500 refugiados e imigrantes morreram ou desapareceram ao tentar atravessar o mesmo mar. 
Só este ano, pelo menos 2 421 pessoas morreram no mar Mediterrâneo ao tentar chegar à Europa.

“Não basta que o mundo fique chocado com as imagens que tem visto nas últimas semanas. O choque deve dar lugar à acção.”
Anthony Lake, Director Executivo da UNICEF

Passaram dois anos desde que Aylan, um menino sírio de três anos, foi encontrado afogado numa praia turca. A imagem foi partilhada até à exaustão.
Apesar das palavras, da indignação, do choque e das promessas, milhares de pessoas e crianças continuam a morrer no mesmo mar.

Só este ano, pelo menos 2 421 pessoas morreram no mar Mediterrâneo ao tentar chegar à Europa.

A crise dos refugiados em números
Desde o dia 2 de setembro de 2015, data em que Aylan foi encontrado afogado em uma praia turca, pelo menos 8 500 refugiados e imigrantes morreram ou desapareceram ao tentar atravessar o mesmo mar.
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A Europa enfrenta uma crise sem precedentes. Dois anos depois da morte de Aylan Kurdi continuamos a ignorar os factos.
Em 2016, 362 753 pessoas chegaram à Europa através do mar Mediterrâneo, mais de 5 mil perderam a vida.
Este ano, e só nos primeiros 6 meses, 123 950 pessoas fizeram a travessia do mar Mediterrâneo. Estima-se que, pelo menos 2 421 pessoas perderam a vida ao tentar chegar à Europa através do Mediterrâneo.
.Hoje, voltamos a lembrar as palavras de Abdullah Kurdi, pai de Aylan Kurdi, em entrevista à BBC:
“Os políticos afirmaram: Nunca mais. Todos queriam fazer algo depois da foto que comoveu todo o mundo. Mas o que acontece agora? As mortes continuam e ninguém faz nada”.

Indicadores Estatísticos Oficiais – Via UNHCR 
Chegadas por mar em 2017: 123.950 
Mortos e desaparecidos em 2017 (estimativa): 2.421
Anos anteriores 2016 2015 2014
Chegadas por mar 362.753 1.015.078 216.054
Mortos e desaparecidos 5.096 3.771 3.538
(Última atualização 31 de agosto de 2017)
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Parecer Técnico da CIG relativo aos Blocos de Atividades da Porto Editora

29 Agosto, 2017
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Parecer Técnico da CIG relativo aos Blocos de Atividades da Porto Editora

A Associação ACEGIS divulga o Parecer Técnico da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) relativo aos conteúdos dos Blocos de Atividades da Porto Editora.


Parecer Técnico da CIG relativo aos conteúdos dos Blocos de Atividades da Porto Editora
Salientamos que, de entre as atribuições, compete à Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género a elaboração de recomendações gerais relativas a boas práticas de promoção de igualdade de género, através da emissão de pareceres e recomendações, junto das autoridades competentes ou das atividades envolvidas.
Assim, e atendendo aos princípios da igualdade de oportunidades e da igualdade de tratamento e não discriminação entre mulheres e homens, a Comissão recomenda a adoção de apenas um bloco de atividade para crianças dos 4 aos 6 anos para que todas possam aceder aos exercícios  e atividades pedagógicas de forma igual.

Recomendação: Que se adote apenas 1 Bloco de Atividades para crianças dos 4-6 anos para que todas possam praticar todos os exercícios de forma igual.

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A Associação ACEGIS volta a sublinhar:
Um brinquedo, um livro não é um objeto neutro. É um veículo de aprendizagem e de reprodução de estereótipos de género que irá refletir-se, mais tarde, no que é suposto ‘ser e fazer’ um rapaz e uma rapariga.
Mais entendemos, que esta questão não deve ser só colocada na perspetiva da discriminação de um dos sexo, o feminino. As desigualdades e os estereótipos de género subjacentes nos livros de atividades pedagógicas afetam ambos os sexos, rapazes e raparigas.
A separação simbólica entre sexos, masculino e feminino, e a visão dicotómica menino/menina, não só põe em causa o princípio da igualdade de oportunidades, bem como reforça os mecanismos sociais na reprodução de estereótipos de género.
A existência de livros de atividades  ‘para rapazes’ e ‘para meninas’, é impedir, da forma mais básica, que todas as crianças possam em igualdade desenvolver os seus talentos, aptidões e interesses.
É confinar as escolhas e a liberdade individual de rapazes e raparigas a papéis pré-definidos, a normas de conduta ou expectativas diferenciadas que limitam o seu potencial de aprendizagem e de desenvolvimento.

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Uma menina pode construir foguetões e um menino pode fazer bolos. Não devemos limitar esta simples possibilidade: a de apreender e de brincar em igualdade. Sem qualquer diferenciação, separação ou exclusão. 

 


Clique aqui para aceder ao documento
Para mais informações, clique aqui.
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Discurso “I Have a Dream” de Luther King faz hoje 54 anos

28 Agosto, 2017
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Discurso “I Have a Dream” de Luther King faz hoje 54 anos

28 de agosto de 2017. Assinalamos os 54 anos do Discurso “I Have a Dream” de Luther King, um dos mais belos discursos de todos os tempos na história da humanidade.
54 anos depois, perguntamos: O que estamos nós a fazer para manter o sonho vivo? #KeeptheDreamAlive!

Discurso “I Have a Dream” de Luther King faz hoje 54 anos
Duzentas e cinquenta mil pessoas assistiram ao vivo, diante do Lincoln Memorial. Milhões viram-no na televisão ou ouviram-no na rádio. As três televisões que existiam na altura cobriram o discurso ao vivo. Ao longo dos 55 minutos, Martin Luther King repete a frase “I Have a Dream” oito vezes.
Martin Luther King, nunca desistiu do sonho de ver “filhos de ex-escravos e filhos de ex-proprietários de escravos sentados à mesa da fraternidade”.
Um ano depois deste discurso, em 1964, Martin Luther King ganhou o Prêmio Nobel da Paz, sendo na altura a pessoa mais jovem a receber este galardão, com 35 anos de idade. Em 1968, o Dr. Martin Luther King foi assassinado enquanto estava na varanda do hotel onde estava hospedado.

#KeeptheDreamAlive!
«Eu tenho um sonho. O sonho de ver os meus filhos a serem julgados pela sua personalidade e não pela cor da sua pele.»
54 anos depois, perguntamos: o que estamos nós a fazer para manter o sonho vivo? 

 


Vídeo: Martin Luther King | I Have A Dream – 28 de Agosto, 1963 


Martin Luther King Júnior (1929 – 1968) 
Biografia
Martin Luther King ativista norte-americano Nascido em 15 de janeiro de 1929, Luther King, ministro batista, dedicou sua vida a garantir direitos iguais aos afro-americanos e a todas as minorias que eram discriminadas e marginalizadas na sociedade american
Lutou contra a discriminação racial e tornou-se um dos mais importantes líderes dos movimentos pelos direitos civis dos negros nos Estados Unidos.
Considerado um dos mais importantes líderes do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos, e no mundo, com uma campanha de não violência e de amor ao próximo. Em 1955 liderou o boicote aos autocarros de Montgomery. A sua luta levou à Marcha sobre Washington de 1963, onde fez o seu célebre discurso “I Have a Dream”. Em 14 de Outubro de 1964 recebeu o Prémio Nobel da Paz pelo combate à desigualdade racial sem recurso à violência.
Nunca desistiu do sonho de ver “filhos de ex-escravos e filhos de ex-proprietários de escravos sentados à mesa da fraternidade”.
A defesa da paz no mundo era a sua grande causa. Em 1964, com apenas 35 anos, torna-se na pessoa mais jovem a receber o Prémio Nobel da Paz. Destacando-se pela sua capacidade de liderança pela não-violência e pelo fim do preconceito racial nos Estados Unidos.
Martin Luther King foi assassinado em 4 de abril de 1968, em Memphis, Tennessee. Recebeu postumamente a Medalha Presidencial da Liberdade em 1977 e Medalha de Ouro do Congresso em 2004. Centenas de ruas nos EUA também foram renomeadas em sua homenagem.

 

 

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Mais de 20 milhões de pessoas estão em risco de morrer à fome

25 Agosto, 2017
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Mais de 20 milhões de pessoas em quatro países estão em risco de morrer à fome

África enfrenta a maior crise humanitária desde 1945, com mais de 20 milhões de pessoas em risco de vida e de morrer à fome na Nigéria, Somália, Sudão do Sul e Iémen. 1,4 milhões são crianças.
Conflitos, secas e doenças estão entre as principais causas deste flagelo.


More than 20 million people in Nigeria, Somalia, South Sudan and Yemen are experiencing the risk of famine over the coming six months.
The world faces an unprecedented catastrophe unless urgent funding is provided NOW: 20 million people in Yemen, Somalia, South Sudan and Nigeria living on the brink of famine. People are already dying from starvation and disease in the four countries.

“Fome é uma situação rara. Quatro países à beira de fome ao mesmo tempo?”
O alerta é feito pelo diretor do Programa Alimentar Mundial que considera que estamos perante a maior crise humanitária nos últimos 70 anos.
A fome ameaça mais de 20 milhões de pessoas na Nigéria, Somália, Sudão do Sul e Iémen. Conflitos, secas e doenças estão entre as principais causas deste flagelo.
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Dados: Mais de 20 milhões de pessoas em risco de fome. 1,4 milhões são crianças
África enfrenta a maior crise humanitária desde 1945, com mais de 20 milhões de pessoas na Nigéria, Somália, Sudão do Sul e Iémen em risco de fome. 1,4 milhões são crianças.
O mundo enfrenta uma catástrofe sem precedentes, a menos que um financiamento urgente seja fornecido agora, 20 milhões pessoas correm risco de vida e de morrer à fome. 1,4 milhões de crianças sofrem de desnutrição grave e correm risco de vida.
Os conflitos, as restrições de acesso ou de segurança têm dificultado a chegada da ajuda humanitária colocando em risco de vida as milhões de pessoas.
A situação mais preocupante é no Iémen, cerca de 6,8 milhões de pessoas correm risco de vida sem saberem quando será a sua próxima refeição.
Além da fome, um surto de cólera que assola o país infetou milhares de pessoas causando a morte de outras centenas.
Em junho deste ano, a Organização Mundial da Saúde alertava para aquele que era o “maior surto de cólera do mundo”. O número de casos de cólera tinha já ultrapassou o meio milhão pessoas e causado mais de 2.000 mortes.

“Quatro países à beira de fome ao mesmo tempo? Nunca se ouviu falar. Enfrentamos a maior crise humanitária em 70 anos”.
David Beasley, Director do Programa Alimentar Mundial

Situação: estima-se que sejam necessários 850 milhões de euros para combater a fome nos próximos seis meses
A Nigéria, Somália, Sudão do Sul e Iémen estão perto de atingir o limite que levará à fome milhares de pessoas que dependem de ajuda alimentar.
O Programa Alimentar Mundial estima que, até ao final do ano, vão ser necessários cerca de 850 milhões de euros para satisfazer as necessidades mais urgentes das populações.
Permitir que mais de 20 milhões de pessoas morram de fome também é uma escolha nossa.  20 milhões de pessoas, 1,4 milhões de crianças precisam da sua ajuda AGORA.
Ninguém pode ignorar o apelo, em pleno século XXI não podemos deixar homens, mulheres e crianças a morrer à fome.

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A Associação ACEGIS reitera o pedido de David Beasley, Director do Programa Alimentar Mundial.
“A minha mensagem é simples: não podemos simplesmente deixar pessoas morrer de fome no mundo de hoje. Juntos temos de agir para salvar vidas agora. Todos podem apoiar a luta contra a fome”.

20 milhões de pessoas precisam da sua ajuda AGORA.

Ajude a salvar vidas e a combater a fome.

People are dying NOW. Help us to save lives and defeat famine.

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Livros ‘para rapazes’ e ‘para meninas’: reprodução de estereótipos de género

22 Agosto, 2017
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Artigo  ACEGIS

Livros ‘para rapazes’ e ‘para meninas’: reprodução de estereótipos de género

Porto Editora e a Editorial Presença vendem livros de atividades ‘para rapazes’ e ‘para meninas’.
Um brinquedo, um livro não é um objeto neutro. É um veículo de aprendizagem e de reprodução de estereótipos de género que irá refletir-se, mais tarde, no que é suposto ser e fazer um rapaz e uma rapariga.


Livro de Atividades para Meninas e Livro de Atividades para Meninos, da Editorial Presença (agosto 2014)

Livros ‘para rapazes’ e ‘para meninas’: reprodução de estereótipos de género

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A área da educação tem assumido um papel cada vez mais central na promoção da igualdade entre mulheres e homens.
Educar para que cada criança e jovem tome consciência dos mecanismos sociais na reprodução de estereótipos de género, é parte essencial da educação para os direitos humanos e das liberdades individuais na perspetiva da construção de uma sociedade mais justa, paritária e inclusiva.
O impacto dos estereótipos de género na educação, sobretudo na educação de infância e em idades pré-escolar são determinantes no futuro. Acresce que entendemos que a tomada de consciência dos mecanismos sociais na reprodução de estereótipos de género constitui um dever de educação para a cidadania.
Um brinquedo, um livro não é um objeto neutro. É um veículo de aprendizagem e de reprodução de estereótipos de género que irá refletir-se, mais tarde, no que é suposto ser e fazer um rapaz e uma rapariga.  

 

 


Bloco de Atividade para Rapazes e Bloco de Atividades para Meninas, da Porto Editora (2016)

Porto Editora e a Editorial Presença vendem  livros de atividades  ‘para rapazes’ e ‘para meninas’.

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Seria de esperar que em contexto de educação, livros e brinquedos não fossem promotores de desigualdade e de reprodução de estereótipos de género.
Não há atividades ‘para rapazes’ e ‘para meninas’. A prática de dividir por sexo é uma atitude discriminatória que reforça os estereótipos de género.
Vender livros de atividades  ‘para rapazes’ e ‘para meninas’, é impedir, da forma mais básica, que todas as crianças possam em igualdade desenvolver os seus talentos, aptidões e interesses.
Se queremos construir uma sociedade que promova a igualdade, temos de começar por dar os mesmos direitos, de apreender e de brincar, a rapazes e raparigas. Eliminado a visão dicotómica menino/menina subjacente na separação simbólica entre sexos e nas expectativas sociais relativas a cada um deles.
Acresce que entendemos que é justamente nas idades do pré-escolar, entre os quatro e os seis anos, que estas questões devem ser trabalhadas.
É nestas idades que a eliminação dos estereótipos de género produz efeitos no futuro e que acabam por interferir nas relações sociais entre sexos, nomeadamente nas escolhas dos percursos académicos e profissionais por parte de rapazes e raparigas.
Torna-se, por isso, fundamental o desenvolvimento de uma atuação pedagógica adequada que corrija as mensagens estereotipadas sobre os papéis e as relações sociais de sexo, que a criança vai aprendendo e solidificando através dos brinquedos, dos jogos e dos livros.
Essa responsabilidade pedagógica cabe a cada um e cada uma de nós: pais, educadores/as, professores/as e sociedade civil.
A primeira é a de dar a rapazes e raparigas os mesmos direitos: de aprender e de brincar em igualdade.  
Sem qualquer diferenciação, separação ou exclusão. Sem normas de conduta ou expectativas diferenciadas  ‘para rapazes’ e ‘para meninas’.
por Susana Pereira
Fundadora da Associação ACEGIS
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Charlottesville: Não ao Discurso de Ódio

18 Agosto, 2017
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Charlottesville: Não ao Discurso de Ódio EUA, agosto de 2017, mais de 6.000 pessoas desfilam naquela que foi a maior marcha de extrema-direita das últimas décadas. O discurso dominante é o do ódio, da intolerância e da violência. Tochas acesas, bandeiras nazis, discursos de incitação ao ódio, à intolerância e à supremacia racial branca, não são […]

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Dia Internacional da Juventude: celebrando os jovens construindo paz

11 Agosto, 2017
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Dia Internacional da Juventude: celebrando os jovens construindo paz

Atualmente, existem cerca de 1.8 mil milhões de jovens entre os 10 e os 24 anos de idade, cerca de um quarto da população mundial.
A maior geração de jovens de sempre na história da humanidade, está nas nossas mãos ajudá-la a tornar-se a geração que mudou o mundo!


Criado por resolução da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1999, todos os anos, a 12 de agosto, celebra-se o Dia Internacional da Juventude.
Dia Internacional da Juventude 2017 «Jovens construindo a paz» | International Youth Day 2017 “Youth Building Peace”
12 de agosto |12 August

ONU define como jovens os cidadãos na faixa etária entre os 15 e os 24 anos, estes representam cerca de um quarto da população mundial, 1.8 mil milhões de jovens. A maior geração de jovens na história da humanidade.
Mais de 600 milhões de jovens vivem em ambientes frágeis e afetados por conflitos armados. Muitos outros são forçados a fugir, a separar-se das suas famílias, tornando-se refugiados ou deslocados.
No entanto, há um crescente reconhecimento do papel dos jovens na agenda para a paz e segurança, de forma a prevenir e combater o extremismo violento, especialmente nas zonas de conflito e mais afetas pela violência.
Conscientes desta situação, em 2017 a Organização das Nações Unidas (ONU) escolheu o tema “Jovens construindo a paz”  (“Youth Building Peace”) para assinalar o Dia Internacional da Juventude.
Desta forma, a ONU sublinha a importância dos jovens na consolidação da paz e da segurança, incentivando a sua participação ativa na manutenção da paz e da segurança internacional. 
Acresce que a Agenda 2030 coloca a paz, justiça e a eficácia das instituições (Objetivo 16) na nova agenda de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas.
Um reconhecimento do papel positivo e construtivo dos jovens na manutenção da paz e na preservação da segurança internacional, como fator decisivo na construção de sociedade justas, pacíficas e inclusivas.

Estima-se que mais de 600 milhões de jovens vivem em ambientes frágeis e afetados por conflitos armados. Excluir um número tão elevado de jovens dos problemas que os afetam diretamente, compromete o desenvolvimento das gerações futuras: 600 milhões são demais.
Não há desenvolvimento sustentável sem paz e segurança. Todos e todas nós temos pelo menos uma obrigação: dar aos jovens a oportunidade de fazer parte da decisão na forma como o mundo procura acabar com a violência e os conflitos, e de construir sociedades pacíficas e inclusivas.
Fazendo dos valores da cidadania, da igualdade, da liberdade, dos direitos humanos, da tolerância e da paz, a solução para alcançar o desenvolvimento sustentável.
Esta é a maior geração de jovens da história da humanidade, está nas nossas mãos ajudá-la a tornar-se a geração que mudou o mundo!
Susana Pereira, ACEGIS

A Associação ACEGIS é Represente Nacional da  IPYG – Grupo Internacional de Jovens pela Paz – ONG Internacional presente em cerca de 79 países de todo o mundo, mobilizando milhares de jovens em todo o mundo na construção e luta pela paz, através da promoção de diálogos, conferências, projetos e educação para a paz.

 

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    Abertura de candidaturas | Medida de Qualificação das Pessoas com Deficiência e Incapacidade

    19 Outubro, 2017
    Saiba mais Abertura de candidaturas | Medida de Qualificação das Pessoas com Deficiência e Incapacidade Regiões do Algarve e de Lisboa e Vale do Tejo. Encontram-se abertas, de 16 de outubro a 14 de novembro de 2017, as candidaturas aos apoios no âmbito da Medida de Qualificação das Pessoas com Deficiência e Incapacidade, para as […]

    Conferência “Novas Perspetivas para a Inovação Social”

    12 Outubro, 2017
    Saiba mais Conferência “Novas Perspetivas para a Inovação Social” Novas Perspetivas para a Inovação Social Realiza-se em Lisboa, nos dias 27 e 28 de novembro, a conferência “Novas Perspetivas para a Inovação Social”. Inscrições abertas! Conferência “Novas Perspetivas para a Inovação Social” | 27 e 28 de novembro, em Lisboa Organização conjunta da Comissão Europeia, do
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