ACEGIS

  • Associação para a Cidadania, Empreendedorismo, Género e Inovação Social

    A ACEGIS reconhece-se enquanto entidade de referência nas áreas estratégicas da cidadania, inclusão, igualdade de género, empreendedorismo e inovação social. Intervimos ativamente pela construção de uma sociedade mais justa, paritária e inclusiva!

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Dia Internacional da Juventude: celebrando os jovens construindo paz

11 Agosto, 2017
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Dia Internacional da Juventude: celebrando os jovens construindo paz

Atualmente, existem cerca de 1.8 mil milhões de jovens entre os 10 e os 24 anos de idade, cerca de um quarto da população mundial.
A maior geração de jovens de sempre na história da humanidade, está nas nossas mãos ajudá-la a tornar-se a geração que mudou o mundo!


Criado por resolução da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1999, todos os anos, a 12 de agosto, celebra-se o Dia Internacional da Juventude.
Dia Internacional da Juventude 2017 «Jovens construindo a paz» | International Youth Day 2017 “Youth Building Peace”
12 de agosto |12 August

ONU define como jovens os cidadãos na faixa etária entre os 15 e os 24 anos, estes representam cerca de um quarto da população mundial, 1.8 mil milhões de jovens. A maior geração de jovens na história da humanidade.
Mais de 600 milhões de jovens vivem em ambientes frágeis e afetados por conflitos armados. Muitos outros são forçados a fugir, a separar-se das suas famílias, tornando-se refugiados ou deslocados.
No entanto, há um crescente reconhecimento do papel dos jovens na agenda para a paz e segurança, de forma a prevenir e combater o extremismo violento, especialmente nas zonas de conflito e mais afetas pela violência.
Conscientes desta situação, em 2017 a Organização das Nações Unidas (ONU) escolheu o tema “Jovens construindo a paz”  (“Youth Building Peace”) para assinalar o Dia Internacional da Juventude.
Desta forma, a ONU sublinha a importância dos jovens na consolidação da paz e da segurança, incentivando a sua participação ativa na manutenção da paz e da segurança internacional. 
Acresce que a Agenda 2030 coloca a paz, justiça e a eficácia das instituições (Objetivo 16) na nova agenda de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas.
Um reconhecimento do papel positivo e construtivo dos jovens na manutenção da paz e na preservação da segurança internacional, como fator decisivo na construção de sociedade justas, pacíficas e inclusivas.

Estima-se que mais de 600 milhões de jovens vivem em ambientes frágeis e afetados por conflitos armados. Excluir um número tão elevado de jovens dos problemas que os afetam diretamente, compromete o desenvolvimento das gerações futuras: 600 milhões são demais.
Não há desenvolvimento sustentável sem paz e segurança. Todos e todas nós temos pelo menos uma obrigação: dar aos jovens a oportunidade de fazer parte da decisão na forma como o mundo procura acabar com a violência e os conflitos, e de construir sociedades pacíficas e inclusivas.
Fazendo dos valores da cidadania, da igualdade, da liberdade, dos direitos humanos, da tolerância e da paz, a solução para alcançar o desenvolvimento sustentável.
Esta é a maior geração de jovens da história da humanidade, está nas nossas mãos ajudá-la a tornar-se a geração que mudou o mundo!
Susana Pereira, ACEGIS

A Associação ACEGIS é Represente Nacional da  IPYG – Grupo Internacional de Jovens pela Paz – ONG Internacional presente em cerca de 79 países de todo o mundo, mobilizando milhares de jovens em todo o mundo na construção e luta pela paz, através da promoção de diálogos, conferências, projetos e educação para a paz.

 

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Dia Internacional dos Povos Indígenas

9 Agosto, 2017
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Dia Internacional dos Povos Indígenas

9 de agosto | 9 August
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Estima-se que a população indígena ronde as 370 milhões de pessoas – cerca de 5% da população mundial –  um terço vive em situação de pobreza extrema (15%).
O Dia Internacional foi proclamado pela Assembleia Geral das Nações Unidas a 23 de  dezembro de 1994.


9 de Agosto – Dia Internacional dos Povos Indígenas
Os povos indígenas representam um terço da população mais pobre do mundo.
Estima-se que a população indígena ronde as 370 milhões de pessoas – cerca de 5% do total mundial, no entanto encontram-se entre as populações mais desfavorecidas e vulneráveis. Um terço vive em situação de pobreza extrema.

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU) cerca de 15% dos 370 milhões de pessoas indígenas vivem em situação de pobreza extrema, representando um terço da população mais pobre do mundo.
O relatório da ONU revela que as pessoas indígenas “constituem uma parte desproporcional da população pobre, analfabeta e desempregada do planeta”.
Os povos indígenas são herdeiros de uma rica diversidade cultural, costumes e tradições linguísticas. Eles representam mais de 5.000 culturas diferentes, mais de 7.000 línguas em mais de 90 países de todo o mundo.
Apesar da diversidade de comunidades indígenas em todo o mundo, a maioria tem procurado preservar a sua identidade e os seus valores culturais, sociais e económicos, incluindo as suas terras, territórios e recursos naturais.
Compete à comunidade internacional o reconhecimento da identidade dos povos indígenas para proteger os seus direitos e manter a sua cultura e estilos de vida.

Tema de 2017: 10.º aniversário da Declaração da ONU dos Direitos dos Povos Indígenas
Este ano assinala-se também o 10.º aniversário da Declaração da ONU dos Direitos dos Povos Indígenas, adotada em 13 de setembro de 2007.
Declaração sobre os Direitos dos Povos Indígenas é um marco importante e uma referência em termos de cooperação e solidariedade entre os povos indígenas e Estados-Membros  das Nações Unidas, sendo o instrumento internacional mais abrangente que existe sobre os direitos dos povos indígenas.
O dia 9 de agosto foi instituído no ano de 1994, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em reconhecimento da primeira reunião do Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre Populações Indígenas, realizada em Genebra em 1982. 
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O Dia Internacional foi proclamado pela Assembleia Geral das Nações Unidas a 23 de  dezembro de 1994, e representa uma conquista para a preservação e integridade física e cultural desses povos.

Leia na íntegra a Declaração sobre os Direitos dos Povos Indígenas
Relatório State of the World’s Indigenous People
Hashtag nas redes sociais: #WeAreIndigenous 
Para obter mais informações, consultewww.un.org/indigenous

 

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Em oitos meses a humanidade já gastou os recursos naturais disponíveis para o ano inteiro

2 Agosto, 2017
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Ambiente: Em oitos meses a humanidade já gastou os recursos naturais disponíveis para o ano inteiro A Humanidade atinge esta quarta-feira o limite dos recursos naturais do Planeta disponíveis para este ano, isto é, o orçamento natural, habitualmente designado como Earth Overshoot Day. Em oitos meses a humanidade já gastou os recursos naturais disponíveis para o […]

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Maria de Lurdes Pintasilgo, uma Mulher que foi pioneira em quase tudo o que fez

1 Agosto, 2017
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Maria de Lourdes Pintasilgo, uma Mulher que foi pioneira em quase tudo o que fez

1 de agosto de 1979, Maria de Lurdes Pintasilgo, primeira e única mulher Primeira-Ministra, que chegou ao poder dois meses depois de Margaret Thatcher.
« O feminismo não é a luta das mulheres contra os homens: é a luta das mulheres pela sua autodeterminação; é o processo de libertação de uma cultura subjugada; é a conquista que do espaço social e político onde ser mulher tenha lugar». 


1 de agosto de 1979, Maria de Lurdes Pintasilgo, primeira e única mulher Primeira-Ministra, que chegou ao poder dois meses depois de Margaret Thatcher.
Maria de Lourdes Pintasilgo é uma referência incontornável na história da política portuguesa e na Europa, não só por ter sido a primeira e única mulher a ocupar o cargo de primeira-ministra em Portugal, e a segunda na Europa, dois meses após a tomada de posse de Margarete Thatcher, no Reino Unido.
Maria de Lurdes Pintasilgo, uma Mulher que foi pioneira em quase tudo o que fez.
Maria de Lurdes Pintasilgo distinguiu-se em várias áreas da vida pública nacional e internacional. Para a história ficam as batalhas de uma Mulher que foi pioneira em quase tudo o que fez.
Primeira mulher quadro superior da maior empresa nacional da época, a CUF, em 1953.
Primeira mulher a exercer um cargo ministerial em 1974.
Primeira e única mulher a desempenhar o cargo de primeira-ministra em Portugal, em 1979.
Primeira mulher a candidatar-se à Presidência da República em 1986.

Em 1986, Maria de Lurdes Pintasilgo foi a primeira portuguesa a candidatar-se a umas eleições presidenciais, sete anos depois de ter ficado na história como a primeira mulher a desempenhar o cargo de primeira-ministra em Portugal, em 1979, no V Governo Constitucional.
Foi presidente da Comissão da Condição Feminina e após o 25 de abril de 1974 integrou vários governos provisórios, tendo assumido cargos com grande protagonismo e visibilidade, nomeadamente na UNESCO, onde foi embaixadora.
A sua candidatura às eleições presidenciais de 1986, como independente, mobilizou multidões, sob o lema: “Pintassilgo Presidente – a coragem da decisão!”, num sufrágio que viria a ser ganho, à segunda volta, por Mário Soares.
A nível internacional Maria de Lourdes Pintasilgo integrou o Conselho da Ciência e Tecnologia ao Serviço do Desenvolvimento da ONU (1989-1991), foi membro da Universidade da ONU, pertenceu ao Comité de Sábios da Europa, presidiu à Comissão Independente para a População e a Qualidade de Vida (1992-1999) e foi co-presidente da Comissão Mundial da Globalização.
Maria de Lourdes Pintasilgo faleceu a 10 de Julho de 2004, na sua residência, vítima de ataque cardíaco.
« O feminismo não é a luta das mulheres contra os homens: é a luta das mulheres pela sua autodeterminação; é o processo de libertação de uma cultura subjugada; é a conquista que do espaço social e político onde ser mulher tenha lugar». 
Maria de Lurdes Pintasilgo (1981)

 

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22 de julho: Dia Europeu de Ação pelas Vítimas de Crimes de Ódio

18 Julho, 2017
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22 de julho: Dia Europeu de Ação pelas Vítimas de Crimes de Ódio Muitos crimes de ódio continuam a não ser denunciados, a não ser objeto de qualquer processo judicial, permanecendo assim invisíveis. Porém, os esforços para combater os crimes de ódio só podem ter êxito se as vítimas relatarem os crimes de que foram […]

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Porque precisamos de quotas para as mulheres em cargos de decisão

22 Junho, 2017
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Lei da Paridade: Porque precisamos de quotas para as mulheres em cargos de decisão

O setor empresarial tende a não ver com bons olhos a adoção de leis que impõem quotas de género. Porém, e se o objectivo é trazer mais mulheres para cargos de decisão e para os conselhos de administração das empresas, a verdade é que elas funcionam.
A Noruega foi o primeiro país a colocar em evidência a necessidade da implementação de quotas para as mulheres em cargos de decisão.
Com a adoção Lei da Paridade em 2003, a proporção de mulheres nos Conselhos de Administração passou de 3% em 2003 para 42% em 2012.
 

Esta sexta-feira vai ser votada na Assembleia da República a proposta de lei que estabelece o regime da representação equilibrada entre mulheres e homens nos órgãos de administração e de fiscalização das empresas do setor público empresarial e das empresas cotadas em bolsa.
Lembramos que esta proposta, muito embora seja um passo decisivo para o equilíbrio entre mulheres e homens em cargos de decisão, fica muito aquém da proposta de diretiva da Comissão Europeia de 2012, que fixa um mínimo de 40% para o sexo sub-representado entre os administradores não-executivos das empresas cotadas em bolsa.
Na verdade, não podemos falar em equilíbrio ou paridade entre mulheres e homens, quando nos referimos a uma quota de 20%, no caso das empresas cotadas em bolsa, ou 33,3% para as empresas do setor público empresarial.
Mesmo que as empresas cumpram a nova Lei da Paridade, vamos continuar a falar em desequilíbrios entre mulheres e homens nos Conselhos de Administração, seja em 2018 ou em 2020.
Efetivamente, apenas podemos falar em paridade e equilíbrio entre os sexos em cargos de decisão se estabeleceremos como patamar uma representação de, pelo menos, 40% para o sexo sub-representado.
Neste artigo iremos dar destaque à Noruega e à França, dois países que colocam em evidência como a adoção de legislação, com a aplicação de sanções, permitiu alcançar num curto espaço de tempo o objectivo dos 40% para o sexo sub-representado nos Conselhos de Administração das empresas.

Na Noruega, e com a adoção Lei da Paridade em 2003, a proporção de mulheres nos Conselhos de Administração passou de 3% em 2003 para 42% em 2012.

  Exemplos da Noruega e França na adoção da Lei da Paridade
Dois países que colocam em evidência como a adoção de legislação, com a aplicação de sanções, permitiu alcançar num curto espaço de tempo o objectivo dos 40% de mulheres nos Conselhos de Administração.
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O setor empresarial tende a não ver com bons olhos a adoção de leis que impõem quotas de género. Porém, e se o objetivo é trazer mais mulheres para cargos de decisão e para os conselhos de administração das empresas, elas funcionam mesmo.
Em 2003, a Noruega foi o primeiro país a demostrar como aplicação de legislação e respetivas sanções para as empresas permitiu alcançar num curto espaço de tempo o objetivo dos 40% para o sexo sub-representado nos Conselhos de Administração.
Acresce que as sanções previstas não precisaram sequer de ser aplicadas. Graças à implementação da Lei da Paridade, as mulheres nos Conselhos de Administração nas empresas passaram de 3% em 2003 para os 42% em 2012.
Assim, e no ano em que a Comissão Europeia redigia uma proposta de diretiva fixando um mínimo de 40%  para o sexo sub-representado das empresas cotadas em bolsa, a Noruega alcançava esse mesmo objetivo (42%).  
No mesmo sentido, e desde que em 2011 a França introduziu a Lei da Paridade, com sanções associadas, a representação de mulheres nos conselhos de admiração das empresas passou de 22% em 2012 para 36% em 2015, alcançando os 37,1% em abril de 2016.
Por sua vez, em Portugal o número de mulheres nos conselhos de administração das empresas em 2012 era de apenas 6%, um valor consideravelmente inferior em comparação com a média europeia (13,7%.)

Em 2014, a percentagem de mulheres em Conselhos de Administração das empresas do PSI 20 era de apenas 6,5%. Dados 2014 do Relatório da ACEGIS Equilíbrio de Género nos Conselhos de Administração: as Empresas do PSI 20″.
Portugal – Mulheres nos Conselhos de Administração
Em 2016, a percentagem de mulheres em Conselhos de Administração das empresas  era de apenas 14,2%.

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Em 2014, a ACEGIS tinha alertado para a urgência de encarar com determinação estes indicadores, sublinhando a necessidade de promover e incentivar medidas mais eficazes que conduzam as empresas à adoção de políticas de igualdade de género, e no acesso às mulheres a cargos de administração e de fiscalização das empresas.
Em Março de 2014, publicámos o primeiro relatório que evidenciava estas mesmas preocupações e uma evidência: a sub-representação do sexo feminino em cargos de decisão e nos Conselhos de Administração.
Em 2014, a percentagem de mulheres em conselhos de administração das empresas do PSI 20 era de apenas 6,5%;
Em 277 membros de conselho de administração das empresas, apenas 18 eram mulheres;
Em 7 empresas do PSI 20 nenhuma mulher ocupava qualquer cargo nos respetivos conselhos de administração.
Entre as recomendações feitas, sublinhávamos a necessidade de Portugal adotar medidas assentes num quadro legal, destinadas a promover um melhor equilíbrio entre homens e mulheres em cargos de liderança a nível económico, nomeadamente, uma representação de, pelo menos, 40% do sexo sub-representado entre os administradores não executivos das empresas cotadas em bolsa.
Acresce que os últimos indicadores da Comissão Europeia, referentes as 2016 continuam a evidenciar esta realidade. 
Assim, e muito embora Portugal tenha registado uma evolução no número de mulheres nos Conselhos de Administração das empresas, a verdade é que fica muito longe da média dos países da União europeia (UE 28).
A proporção de mulheres nos Conselhos de Administração aumentou de 4% em 2003 para 13% em 2015, atingindo os 14,2% em abril de 2016. Uma proporção significativamente menor à média da UE-28, que é de 23,3%.
Verifica-se, portanto, que no sector empresarial português o desequilíbrio na representação de género em lugares de decisão económica, nomeadamente nos conselhos de administração, é dos mais profundos da Europa.
A participação equilibrada de homens e mulheres no poder e tomada de decisão, política e económica é reconhecida como um requisito da democracia igualitária e como um contributo para desenvolvimento sustentável.
Entendemos que a verdadeira mudança, passa pela alteração do paradigma e do modelo conceptual subjacente às políticas e à perspetiva de género.
As questões de género, não podem continuar a ser entendidas somente como questões sociais ou de direitos.
A verdadeira mudança passa por integrar a perspetiva de género enquanto estratégia e fator essencial para o desenvolvimento económico.

Promover a participação das mulher nos processos de tomada de decisão política e económica é promover o desenvolvimento económico. 
Nenhuma região, ou país pode alcançar o progresso e desenvolvimento económico enquanto deixar de fora uma parte significativa da sua população.
Nenhum país, ou região pode alcançar o progresso e desenvolvimento económico enquanto houver uma discrepância entre o elevado número de diplomados do sexo feminino e sua sub-representação nos processos de tomada de decisão.
Acresce que não existe equivalência no reconhecimento do mérito e das competências profissionais e académicas no acesso a cargos de decisão.
Se a abordagem fosse mesmo a questão do mérito e das competência profissionais e académicas, o sexo sub-representado nos conselhos de administração das empresas, seria mesmo o sexo masculino.
por Susana Pereira
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Número de refugiados atinge recorde de 65,6 milhões, segundo a ONU

20 Junho, 2017
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Artigo Associação ACEGIS

Número de refugiados atinge recorde de 65,6 milhões, segundo a ONU

Nunca houve tanta gente a cruzar fronteiras à procura de refúgio e proteção. O número de pessoas que foram forçadas a abandonar as suas casas devido à guerra, violência ou perseguição atingiu um valor recorde em 2016, com 65,6 milhões de deslocados internos e refugiados.
Em todo o mundo, 1 em cada 113 pessoas está deslocada, refugiada ou pediu asilo, uma população maior que o Reino Unido.

20 junho – Dia Mundial do Refugiado
Em 2016, 65,6 milhões de pessoas foram deslocadas à força, mais 300 mil do que em 2015.
A Organização das Nações Unidas (ONU) estima um recorde de 65,6 milhões de deslocados em todo o mundo em 2016, conforme o relatório Tendências Globais, divulgado nesta segunda-feira.
Este número significa que 300 mil pessoas a mais foram obrigadas a fugir de suas casas, quando o dado é comparado aos registros do final de 2015, e mais de seis milhões em relação ao ano de 2014.
Em todo o mundo, 1 em cada 113 pessoas está deslocada, refugiada ou pediu asilo, uma população maior que o Reino Unido, o 21º país mais populoso do mundo.
A Síria continua a ser o país com mais deslocados do mundo, com 12 milhões de pessoas (quase dois terços da população) que ou estão deslocadas dentro do país (6,3 milhões), ou foram forçadas a fugir e são hoje refugiados (5,5 milhões).

 

Nunca houve tanta gente a cruzar fronteiras à procura de refúgio e proteção.
O número de pessoas que foram forçadas a abandonar as suas casas devido à guerra, violência ou perseguição atingiu um valor recorde em 2016, com 65,6 milhões de deslocados internos e refugiados.
São 65,6 milhões de vidas, 65,6 milhões de histórias diferentes, um passado comum: milhões de pessoas obrigadas a deslocar-se, a atravessar fronteiras, a arriscar a sua própria vida para fugir da guerra e da pobreza.
A crise dos refugiados é uma questão social, económica e política que afeta toda a humanidade, e não são apenas números, são vidas humanas!
Não podemos esquecer que estamos a falar de seres humanos, pessoas cuja dignidade deve ser respeitada e protegida.
Os refugiados são o rosto da violação sistemática dos direitos humanos, e da dignidade do ser humano, que começa no seu país de origem, e que se estende muitas vezes nos países de acolhimento onde são construídos muros e erguidas fronteiras.
Milhões de pessoas que são forçadas a deixar o seu país, que arriscam as suas vidas, fugindo da guerra, da fome, da misérias e do terror. Muitos só conhecem uma condição: nascer e ser refugiado.

 


Refugiado é alguém que é obrigado a deslocar-se, a atravessar fronteiras, a arriscar a vida e, por fim, a pedir esmola pela sua própria cidadania.
A crise agrava-se. A resposta tarda. Constroem-se muros.
por Susana Pereira

 

 

 

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A ACEGIS celebra hoje o seu 8º aniversário: 8 anos de Ativismo Social

8 Junho, 2017
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 A ACEGIS celebra hoje o seu 8º aniversário: 8 anos de Ativismo Social!

8 de junho de 2017
A Associação ACEGIS completa hoje oito anos desde a sua fundação.  Em 2017, voltamos a reafirmar os princípios de há oito anos.
Nenhum país ou região pode alcançar o progresso e desenvolvimento económico enquanto deixar de fora uma parte significativa da sua população. Só as sociedades que têm acesso total a todo o potencial humano vão manter-se competitivas e prosperar.
Como humanidade temos a obrigação de garantir a universalidade da igualdade de direitos e da igualdade de oportunidades enquanto valores fundamentais.  

Só podemos falar em democracia, progresso e desenvolvimento social económico e humano se inscrevermos nas suas premissas os valores da cidadania, igualdade, solidariedade, participação e diversidade.
 Isto significa que para construir o progresso e o desenvolvimento sustentável no século XXI, é necessário colocar  a igualdade de direitos e da igualdade de oportunidades enquanto parte integrante do progresso e desenvolvimento económico.
A construção de uma sociedade onde a tolerância é respeitada, a união se faz pela diversidade e a paz é construída, só é possível se garantirmos a universalidade dos direitos humanos. 
Rejeitando o discurso do ódio, da xenofobia e do preconceito. Defendendo o direito universal de viver em igualdade e sem discriminação, respeitando a dignidade e os direitos humanos.
Nenhum país ou região pode alcançar o progresso e desenvolvimento económico enquanto deixar de fora uma parte significativa da sua população. Só as sociedades que têm acesso total a todo o potencial humano vão manter-se competitivas e prosperar.
Mas, ainda mais importante, a integração da perspectiva dos direitos humanos e da igualdade de oportunidades é estratégia inteligente para o progresso e desenvolvimento económico e humano. 
Como humanidade temos a obrigação de garantir a universalidade da igualdade de direitos e da igualdade de oportunidades enquanto valores fundamentais.

Em 2017, voltamos a reafirmar os princípios de há oito anos.
Lutamos pela construção de uma sociedade mais justa, paritária e inclusiva.
Construída por todos/as e para todos/as. Assente nas premissas e nos valores da cidadania, igualdade, solidariedade, participação e diversidade.
por Susana Pereira
Fundadora e Presidenta Executiva da Associação ACEGIS

 

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O Dia Mundial da Criança é com o Cidadania 4 Kids!

19 Maio, 2017
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O Dia Mundial da Criança é com o Cidadania 4 Kids! Cidadania 4 Kids! Apreende os TEUS DIREITOS. Os DIREITOS da CRIANÇA. As crianças têm o Direito de aprender os seus Direitos! No Dia Mundial da Criança ofereça os Direitos da Criança às crianças. Ofereça o nosso Jogo Educativo da Cidadania – Cidadania 4 Kids! […]

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Celebre o Dia da Europa com o Cidadania 4 Kids!

9 Maio, 2017
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Celebre o Dia da Europa com o Cidadania 4 Kids! Sabes o que é preciso para teres direito à Cidadania Europeia? APRENDE  e JOGA pela Cidadania com o CIDADANIA 4KIDS! Celebre o Dia da Europa com o Cidadania 4 Kids! Sabia que o Jogo Educativo da Cidadania – Cidadania 4 Kids! tem várias cartas dedicadas à União Europeia? […]

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Licença Parental: Governo quer aumentar licença de parentalidade do pai para 20 dias úteis

5 Maio, 2017
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Licença Parental: Governo quer aumentar licença de parentalidade do pai para 20 dias úteis

Governo quer aumentar licença de parentalidade do pai para 20 dias úteis e alargar para um mês do acompanhamento de filhos recém-nascidos internados.
O pai passará obrigatoriamente a gozar 20 dias úteis de licença e terá ainda direito a mais 5 dias facultativos.

O Governo apresentou à Concertação Social a proposta de aumento da licença de paternidade para 20 dias obrigatórios e de alargamento para um mês do acompanhamento de filhos recém-nascidos internados.
Atualmente a licença de parentalidade do pai é de 15 dias úteis, que são obrigatórios, sendo cinco após o nascimento e dez nos 30 dias seguintes. A proposta alarga para 20, sendo cinco gozados após o nascimento e os restantes até a criança fazer 30 dias.
De acordo com o documento que o ministro Adjunto, Eduardo Cabrita, entregou na quinta-feira aos parceiros sociais na reunião da Concertação Social, a licença de gozo obrigatório do pai passa a ser de 20 dias úteis e o período facultativo é reduzido e passa a ser de cinco dias úteis.
Na prática, o alargamento do período obrigatório da licença do pai será acompanhado por uma diminuição também em cinco dias do período facultativo, pelo que a duração da licença de parentalidade global do pai continuará a ser de 25 dias úteis.
A diferença é que o período obrigatório passará a ter cinco dias a mais e o período facultativo passará a ter cinco dias a menos.
Além disso, foi ainda proposto o alargamento para um mês da licença parental para o acompanhamento de filhos recém-nascidos internados.
A lei atualmente prevê a suspensão da concessão do subsídio parental inicial.
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#GirlsinIct: quebrar barreiras construir oportunidades

27 Abril, 2017
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#GirlsinIct: quebrar barreiras construir oportunidades

O setor das tecnologias emprega cerca de 8 milhões de pessoas, representando 3,7% de todo o mercado de trabalho europeu. No entanto, apenas 16% são do sexo feminino.
A entrada de mais mulheres no sector digital significaria um aumento anual de 9 mil milhões de euros ao PIB da União Europeia.


27 de abril – Dia Internacional das Jovens Mulheres nas TIC |  International Girls in ICT Day
Promover as mulheres no setor tecnológico dará um impulso à economia e permitirá a plena participação na sociedade. Competências e educação para o mundo digital são os elementos-chave para que isso aconteça.
«Girls in ICT Day» é uma iniciativa da União Internacional de Telecomunicações (UIT), organismo das Nações Unidas responsável pelas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), que tem como missão incentivar a utilização das tecnologias, definir padrões globais e tratar questões relacionadas com o desenvolvimento tecnológico.
De acordo com União Internacional de Telecomunicações mais de 90% dos postos de trabalho no mundo já possuem um componente digital
Numa altura em que a economia digital e o setor das tecnologia estão em franca expansão o número reduzido de mulheres no setor tecnológico tem limitado a existência de profissionais qualificados nesta área, repercutindo-se no crescimento e desenvolvimento do próprio setor.

#GirlsinIct: quebrar barreiras construir oportunidades
Na União Europeia, apenas 16% dos 8 milhões de pessoas que trabalham na área das TIC são mulheres.
De acordo com o Eurostatcerca de 8 milhões de pessoas estavam empregadas na UE como especialistas em TIC em 2015,  representando 3,7% de todo o mercado de trabalho europeu.
As mulheres encontram-se particularmente sub-representada, os números mostram que apenas 1.2 milhões de pessoas que trabalham no setor das tecnologias são do sexo feminino, o  que corresponde a 16,1% do mercado laboral das TIC na UE.
Entre os piores resultados estão países como a Republica Checa (9,9%) a Eslováquia (11,4%)  e a Hungria (11,95), com menos de 12%. Entre os melhores aparecem a Bulgária (27,7%), a Roménia (27,2%) e a Letónia (24,7%).
Portugal está próximo da média europeia no número de mulheres especialistas nas áreas das tecnologias, com 15,3%.


A entrada de mais mulheres no sector digital significaria um aumento anual de 9 mil milhões de euros ao PIB da União Europeia.
O setor das teconologias seria amplamente beneficiado com a entrada de mais mulheres, impulsionado decisivamente o seu crescimento e criação de riqueza na Europa.
Esta é a principal conclusão do estudo Women active in the ICT da Comissão Europeia, estimando um aumento anual de 9 mil milhões de euros ao PIB da União Europeia com a entrada de mais mulheres no sector digital.
Assim, atrair mais raparigas para uma carreira digital e criar mais postos de trabalho seria não só benéfico para o setor das TIC, para as próprias mulheres e  sobretudo para o crescimento da economia europeia.

#GirlsinIct: indicadores educação
Em 2015, apenas 17% de todos os estudantes de TIC na União Europeia eram do sexo feminino.
Em 2015, cerca de 1,4 milhões de pessoas estudavam tecnologias de informação e comunicação (TIC) nos países da União Europeia.
As raparigas estão em larga minoria, apenas 17,2 % de todos os estudantes das TIC eram do sexo feminino.
No entanto, as variações são muitos significativas entre os países da UE , oscilando entre países com menos de 10%, Holanda (6%), Luxemburgo (8%) e Eslovénia (10%) aos mais de 30% alcançados pela Bulgária (34%), Bélgica (33%) e Grécia (31%).
 Portugal encontra-se abaixo da média europeia, com 14%.

As tradições culturais e estereótipos sobre o papel das mulheres e visão das TIC enquanto “domínio” do masculino é um dos principais entraves que impedem as mulheres de participar plenamente no setor.
Para contrariar a tendência atual, a ACEGIS associa-se à iniciativa da  ITU, e ao Dia internacional das Mulheres na Tecnologia, “Girls in ICT”, no sentido de promover a igualdade de género nas TIC e evidenciar as mais-valias da entrada de maios mulheres no setor digital e tecnológico.
As tecnologias são o futuro. Quebrar barreiras construir oportunidades. Mudar o futuro!

Women active in the ICT sector
Executive summary
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  • Jogo Educativo – Cidadania 4Kids!

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  • ECONOMIA SOCIAL EM DESTAQUE | ATUALIDADEInformação e atualidade no âmbito da Economia Social e Solidária

    Dia Internacional da Juventude: celebrando os jovens construindo paz

    11 Agosto, 2017
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    Pós-Graduação em Empreendedorismo e Inovação

    10 Agosto, 2017
    1.ª Edição da Pós-Graduação em Empreendedorismo e Inovação no ISCSP – Universidade de Lisboa Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas – ISCSP  As candidaturas à Pós-Graduação do ISCSP para o ano letivo de 2017-2018 encontram-se abertas até ao dia 30 de setembro de 2017. 1.ª Edição da Pós-Graduação em Empreendedorismo e Inovação no ISCSP […]
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