Dia Internacional da Paz: 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos

Este ano, as Nações Unidas dedicam-se especificamente ao tema “Direito à Paz – os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos”. O objetivo é também celebrar os 70 anos do documento histórico.

2018: International Day of Peace. “The Right to Peace - The Universal Declaration of Human Rights at 70”.

O Dia Internacional da Paz foi estabelecido em 1981, através da resolução 36/67 da Assembleia Geral das Nações Unidas, e comemorado pela primeira vez em setembro de 1982.

 

O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que a Declaração Universal dos Direitos humanos é um "guia" e “um lembrete de que a paz cria raízes quando as pessoas vivem sem fome, sem pobreza e opressão e quando elas podem prosperar”.

 

Acrescentando que só assim é possível garantir que os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável sejam alcançados.

 

 

 

“Direito à Paz – os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos”.

Em 2018 assinalamos os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos humanos que consagra logo no primeiro artigo a universalidade da igualdade de direitos a todos os seres humanos. Porém, a igualdade de direitos e oportunidades ainda não é uma realidade.

Falar de paz nunca foi tão importante sobretudo num momento em que encaramos desafios sem precedentes. As barreiras são complexas, mas ninguém ou nenhum país as pode resolver sozinho/a.

São necessárias novas formas de solidariedade e ação conjunta numa cultura de diálogo, prevenção e segurança para todos/as.

A Agenda para o Desenvolvimento Sustentável de 2030 afirma que "não pode haver desenvolvimento sustentável sem paz e sem paz não há desenvolvimento sustentável".

Isso significa que só é possível construir a paz através do respeito pelos direitos humanos e nos valores da cooperação, da liberdade e diversidade cultural.

Torna-se, por isso, fundamental partilhar a mensagem de que a universalidade dos direitos humanos é condição essencial de desenvolvimento social e económico. E que ninguém pode ser deixado/a de parte.

Devemos continuar a assegurar que os direitos fundamentais se tornem uma realidade. Por isso, continuaremos a chamar a atenção para as violações e abusos dos direitos humanos. Lembrando que os direitos, liberdades e garantias individuais devem ter por base a não discriminação e a dignidade da pessoa humana.

 

Como humanidade temos a obrigação de garantir a universalidade da igualdade de direitos e de oportunidades enquanto valores fundamentais.

 

por Susana Pereira, Fundadora da Associação ACEGIS

 

Se educarmos as nossas crianças nos valores da cidadania, da igualdade, da liberdade, dos direitos humanos, da tolerância e da paz, podemos ajudá-las a tornar-se a geração que mudou o mundo!

Jogo Educativo | Cidadania 4 KIDS

São jogos, quebra-cabeças, puzzles, sudokus e muito mais!
%d bloggers like this: