Marielle Franco, Presente! O mundo não se cala.

Marielle Franco, socióloga, política, feminista e ativista pelos direitos humanos. O mundo não se cala.

Apresentava-se como “mulher, negra, mãe e cria da favela da Maré”, foi assassinada esta quarta-feira no Rio de Janeiro.

Horas antes de morrer, Marielle Franco tinha publicado um post nas redes sociais a denunciar mais um caso de violência policial em que perguntava: “Quantos jovens precisarão morrer para que essa guerra aos pobres acabe?"

Marielle Franco, Presente! O mundo não se cala.

Marielle Franco, vereadora e ativista social, foi assassinada na noite de quarta-feira na cidade do Rio de Janeiro.

A vereadora foi alvejada na cabeça quando seguia no banco de trás de um automóvel, depois de ter participado no evento "Jovens Negras Movendo as Estruturas".

Segundo as primeiras informações da Polícia, os homicidas encontravam-se num carro ao lado do veículo da vereadora e dispararam pelo menos quatro tiros que a atingiram na cabeça, colocando-se depois em fuga e sem levar nada.

Além da vereadora, o motorista do veículo, Anderson Pedro Gome, também foi atingido e morreu no local. Uma outra passageira, assessora de Marielle Franco, foi atingida por estilhaços sofrendo apenas ferimentos ligeiros.

As autoridades acreditarem que se trata de um assassínio político tendo anunciado que "a principal linha de investigação é a execução".

Marielle apresentava-se como “mulher, negra, mãe e cria da favela da Maré”.

“Para nós, mulheres, a luta é o quotidiano”.

Reconhecida pela luta dos direitos humanos, especialmente pela defesa dos direitos das mulheres negras, dos mais pobres, dos excluídos/as e marginalizados/as pela sociedade.

Dos moradores/as das favelas e dos bairros da periferia. Era também uma voz ativa na denúncia contra a violência policial.

“Acredito que ocupar a política é fundamental para reduzir as desigualdades que nos cercam.” Marielle Franco

Horas antes de morrer, tinha publicado um post nas redes sociais a denunciar mais um caso de violência policial em que perguntava:

Quantos jovens precisarão morrer para que essa guerra aos pobres acabe?


Nas eleições de 2016, foi a quinta vereadora mais votada para a Câmara do Rio de Janeiro com 46 502 votos. Também era presidente da comissão da mulher da câmara.