Glass Ceiling: Mulheres na Liderança

O «Teto Invisível» 

A participação equilibrada de homens e mulheres no poder e tomada de decisão política e económica é reconhecida como um requisito da democracia igualitária, e um contributo decisivo para desenvolvimento sustentável.


«À procura de uma mulher para dirigir as Nações Unidas» – Artigo do Diário de Noticias
«Nos 70 anos de existência das Nações Unidas, nunca uma mulher foi designada ou sequer considerada para o cargo de secretária-geral (…) tudo foi previsto no funcionamento da ONU, menos um lugar para as mulheres.»

« A escolha da próxima figura para o cargo de secretário-geral irá suceder na parte final de 2016, ano em que termina o mandato de Ban Ki-moon. E, de acordo com uma tradição que determina a rotatividade por continentes da personalidade a escolher, é a vez da Europa.  Até agora, dois asiáticos, Ban Ki-moon e U Thant, dois africanos, Butros Ghali e Kofi Annan, um americano, Javier Pérez de Cuellar, e três europeus, Trygve Lie, Dag Hammarskjöld (que morreu em funções num acidente de avião, em 1961) e Kurt Waldheim ocuparam o cargo.

Para Gloria Steinem, este é um exemplo claro de que tudo foi previsto no funcionamento da ONU, menos um lugar para as mulheres.»

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A participação equilibrada de homens e mulheres no poder e tomada de decisão política e económica é reconhecida como um requisito da democracia igualitária, e um contributo decisivo para desenvolvimento sustentável.

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Neste âmbito a ACEGIS reporta o relatório «Equilíbrio de Género nos Conselhos de Administração: as Empresas do PSI 20», no qual é analisada a sub-representação do sexo feminino nos processos de tomada de decisão nas vinte maiores empresas cotadas em bolsa.

Neste relatório são analisados os indicares de equilíbrio de género nos conselhos de administração das empresas em bolsa, Estados-Membros da União Europeia (UE), fazendo uma análise comparativa a nível nacional das empresas do PSI 20.

De acordo com o relatório, em 2014, a percentagem de mulheres em conselhos de administração nas Empresas do PSI 20 era de apenas 6,5%.

A percentagem é consideravelmente inferior em comparação com a percentagem de mulheres nos conselhos de administração das maiores empresas cotadas em cada um dos 27 Estados-Membro 15,8%. Ou seja 9,3 pp abaixo da média da UE-27, ficando muito aquém do cumprimento da meta de 40% propostas pela Comissão Europeia para 2020.

Em 277 membros de conselho de administração das empresas do PSI 20, apenas 18 são mulheres, sendo que em 7 empresas do PSI 20 verifica-se que nenhuma mulher ocupa qualquer cargo nos respetivos conselhos de administração.

As mulheres ainda enfrentam inúmeras barreiras no acesso a carreiras de topo e de decisão, evidenciado pela discrepância entre o elevado número de diplomados do sexo feminino e sua sub-representação nos processos de tomada de decisão. 

Torna-se, pois, necessário incentivar e promover medidas mais eficazes que conduzam as empresas à adoção de políticas de promoção da igualdade de género, e o acesso às mulheres a cargos de administração e de fiscalização das empresas.
Leia mais aqui.

Capa Relatorio ACEGIS _PSI 20Para ler na Integra o Relatório:
Equilíbrio de Género nos Conselhos de Administração: as Empresas do PSI 20
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